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Foram encontradas 60 questões.

1914099 Ano: 2016
Disciplina: Música
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
O papel da ferramenta mostrada na figura abaixo é regular:
Enunciado 1914099-1
 

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1914098 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Os camelos do Islã
Por Reinaldo José Lopes
Quando a gente pensa em eventos históricos, precisa sempre levar em conta um termo meio técnico, meio filosófico, sem o qual é muito fácil cometer escorregadas feias. O termo é contingência. Em outras palavras, o papel do que poderíamos chamar de coincidência ou acaso em mover as engrenagens da história, e o fato de que os eventos históricos são caóticos, quase que no sentido físico do termo: alterações minúsculas podem conduzir a efeitos gigantes.
Por que estou me saindo com essa conversa mole? Bem, porque escrevi não faz muito tempo uma reportagem para esta Folha contando como uma série de alterações climáticas ligadas a erupções de vulcões a partir do século 6º d.C. parecem ter contribuído para acabar com o mundo antigo e “criar” a Idade Média.
No texto original, acabou não cabendo um detalhe absolutamente fascinante: segundo os modelos computacionais climáticos usados pelos pesquisadores suíços que assinam o estudo, um dos efeitos do frio intenso trazido pela erupção vulcânica pode ter sido um considerável aumento da umidade — chuva, portanto — na Arábia. E daí, perguntará você?
Bom, mais chuva = mais grama para os camelos e cavalos comerem. Mais camelos e cavalos = mais poderio militar para as tribos árabes. As quais, no período de que estamos falando, tinham acabado de adotar uma nova e empolgante ideologia religiosa trazida por um certo profeta chamado Maomé — uma ideologia que estava “pronta para exportação”, digamos assim.
Aí a gente cai de novo na tal da contingência. A expansão árabe certamente não teria acontecido sem o surgimento do Islã — mas talvez não fosse viável sem aquele monte de camelos e cavalos que só nasceram graças a algumas erupções vulcânicas. Fatores assim interagem o tempo todo, e dificilmente a gente tem clareza suficiente para entendê-los na hora em que estão ocorrendo, ou mesmo muitos séculos depois.
In: http://darwinedeus.blogfolha.uol.com.br/2016/03/08/os-camelos-doisla/ Acesso em: 30 set. 2016.
O trecho: “no período de que estamos falando.” (4º parágrafo) também estaria em conformidade com a norma-padrão em:
 

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1914097 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Os camelos do Islã
Por Reinaldo José Lopes
Quando a gente pensa em eventos históricos, precisa sempre levar em conta um termo meio técnico, meio filosófico, sem o qual é muito fácil cometer escorregadas feias. O termo é contingência. Em outras palavras, o papel do que poderíamos chamar de coincidência ou acaso em mover as engrenagens da história, e o fato de que os eventos históricos são caóticos, quase que no sentido físico do termo: alterações minúsculas podem conduzir a efeitos gigantes.
Por que estou me saindo com essa conversa mole? Bem, porque escrevi não faz muito tempo uma reportagem para esta Folha contando como uma série de alterações climáticas ligadas a erupções de vulcões a partir do século 6º d.C. parecem ter contribuído para acabar com o mundo antigo e “criar” a Idade Média.
No texto original, acabou não cabendo um detalhe absolutamente fascinante: segundo os modelos computacionais climáticos usados pelos pesquisadores suíços que assinam o estudo, um dos efeitos do frio intenso trazido pela erupção vulcânica pode ter sido um considerável aumento da umidade — chuva, portanto — na Arábia. E daí, perguntará você?
Bom, mais chuva = mais grama para os camelos e cavalos comerem. Mais camelos e cavalos = mais poderio militar para as tribos árabes. As quais, no período de que estamos falando, tinham acabado de adotar uma nova e empolgante ideologia religiosa trazida por um certo profeta chamado Maomé — uma ideologia que estava “pronta para exportação”, digamos assim.
Aí a gente cai de novo na tal da contingência. A expansão árabe certamente não teria acontecido sem o surgimento do Islã — mas talvez não fosse viável sem aquele monte de camelos e cavalos que só nasceram graças a algumas erupções vulcânicas. Fatores assim interagem o tempo todo, e dificilmente a gente tem clareza suficiente para entendê-los na hora em que estão ocorrendo, ou mesmo muitos séculos depois.
In: http://darwinedeus.blogfolha.uol.com.br/2016/03/08/os-camelos-doisla/ Acesso em: 30 set. 2016.
Para compreender os sentidos de um texto, o leitor precisa estabelecer suas relações de sentido. Assinale a alternativa em que o segmento destacado com aspas duplas está coerentemente interpretado, tendo em vista o Texto.
 

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1914096 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Os camelos do Islã
Por Reinaldo José Lopes
Quando a gente pensa em eventos históricos, precisa sempre levar em conta um termo meio técnico, meio filosófico, sem o qual é muito fácil cometer escorregadas feias. O termo é contingência. Em outras palavras, o papel do que poderíamos chamar de coincidência ou acaso em mover as engrenagens da história, e o fato de que os eventos históricos são caóticos, quase que no sentido físico do termo: alterações minúsculas podem conduzir a efeitos gigantes.
Por que estou me saindo com essa conversa mole? Bem, porque escrevi não faz muito tempo uma reportagem para esta Folha contando como uma série de alterações climáticas ligadas a erupções de vulcões a partir do século 6º d.C. parecem ter contribuído para acabar com o mundo antigo e “criar” a Idade Média.
No texto original, acabou não cabendo um detalhe absolutamente fascinante: segundo os modelos computacionais climáticos usados pelos pesquisadores suíços que assinam o estudo, um dos efeitos do frio intenso trazido pela erupção vulcânica pode ter sido um considerável aumento da umidade — chuva, portanto — na Arábia. E daí, perguntará você?
Bom, mais chuva = mais grama para os camelos e cavalos comerem. Mais camelos e cavalos = mais poderio militar para as tribos árabes. As quais, no período de que estamos falando, tinham acabado de adotar uma nova e empolgante ideologia religiosa trazida por um certo profeta chamado Maomé — uma ideologia que estava “pronta para exportação”, digamos assim.
Aí a gente cai de novo na tal da contingência. A expansão árabe certamente não teria acontecido sem o surgimento do Islã — mas talvez não fosse viável sem aquele monte de camelos e cavalos que só nasceram graças a algumas erupções vulcânicas. Fatores assim interagem o tempo todo, e dificilmente a gente tem clareza suficiente para entendê-los na hora em que estão ocorrendo, ou mesmo muitos séculos depois.
In: http://darwinedeus.blogfolha.uol.com.br/2016/03/08/os-camelos-doisla/ Acesso em: 30 set. 2016.
Ao escrever o Texto, o autor tem por finalidade principal e mais importante mostrar ao público leitor que:
 

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1815265 Ano: 2016
Disciplina: Música
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Quais podem ser as causas de vibração por simpatia em um piano?
 

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1815257 Ano: 2016
Disciplina: Música
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Dentre as novas possibilidades da execução musical permitidas pelo piano de Cristofori no início do século XVIII, que se distinguem dos instrumentos de teclado anteriores, em especial o cravo e o clavicórdio, é correto afirmar que:
 

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1815153 Ano: 2016
Disciplina: Música
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Na desmontagem de um piano, que objeto é necessário?
 

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1814957 Ano: 2016
Disciplina: Música
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Em relação à manutenção de pianos em instituições, escolas etc., qual das afirmações é incorreta?
 

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1814938 Ano: 2016
Disciplina: Música
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Para a manutenção das condições ideais do piano especialistas recomendam alguns cuidados preventivos, os quais incluem:
1) evitar colocá-lo junto a paredes externas que estejam sujeitas a uma condição de umidade excessiva ou à incidência diária do sol.
2) evitar colocá-lo junto a janelas, portas e passagens com muita correnteza de vento.
3) evitar posicioná-lo junto a equipamentos eletrônicos.
4) evitar produtos químicos para a limpeza do piano. Um bom espanador e flanela úmida e seca são suficiente.
5) periodicamente examinar a condição interna do instrumento, para prevenir o aparecimento de insetos ou pragas.
Estão corretas:
 

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1814929 Ano: 2016
Disciplina: Música
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
No final do século XVIII e início do século XIX, destacavam-se os pianos de fabricação vienense e o piano de fabricação inglesa, Broadwood. Algumas diferenças são apontadas entre estes dois tipos de piano, que contribuíram para que o piano Broadwood se mostrasse como um instrumento mais sonoro, mais pesado e resistente do que o piano Vienense. Dentre estas diferenças, inclui-se o fato de que:
  1. o tampo harmônico dos pianos ingleses era mais espesso do que o dos vieneses.
  2. o piano Broadwood utilizava três cordas, onde os Vienenses só empregavam duas.
  3. o diâmetro das cordas dos pianos ingleses era duas vezes maior do que o dos pianos vienenses.
  4. os martelos dos pianos ingleses eram mais pesados do que os dos vienenses, e, por isso, sua ação não era tão veloz quanto a dos pianos vienenses.
Estão corretas:
 

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