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Foram encontradas 80 questões.

1288905 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE

TEXTO 4

Seiscentos e sessenta e seis

A vida é uns deveres que nós trouxemos para fazer
em casa.
Quando se vê, já são 6 horas: há tempo...
Quando se vê, já é 6ª feira...
Quando se vê, passaram 60 anos!
Agora, é tarde demais para ser reprovado...
E se me dessem – um dia – uma outra
oportunidade,
eu nem olhava o relógio
seguia sempre em frente...
e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil
das horas.

Mário Quintana

Mário Quintana apoiou a criação de seu poema:

 

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1288904 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE

TEXTO 3

Hierarquia

Diz que um leão enorme ia andando chateado, não muito rei dos animais, porque tinha acabado de brigar com a mulher, e esta lhe dissera poucas e boas(a).

Ainda com as palavras da mulher o aborrecendo, o leão subitamente se defrontou com um pequeno rato, o ratinho mais menos que ele já tinha visto. Pisou-lhe a cauda(d) e, enquanto o rato forçava inutilmente para fugir, o leão gritou:

– “Miserável criatura, estúpida, ínfima, vil, torpe(c): não conheço na criação nada mais insignificante e nojento. Vou te deixar com vida para que você possa sofrer toda a humilhação do que lhe disse, você, desgraçado, inferior, mesquinho rato!” E soltou-o.

O rato correu o mais que pôde, mas, quando já estava à solta, gritou pro leão:

– Será que Vossa Excelência poderia escrever isso para mim(b)? Vou me encontrar agora mesmo com uma lesma(e) que eu conheço e quero repetir isso para ela com as mesmas palavras.

Moral: Afinal, ninguém é tão inferior assim.

Submoral: Nem tão superior, por falar nisso.

Millôr Fernandes. Fábulas fabulosas, 12ª. ed. Rio de Janeiro: Nórdica, 1991, p. 112.

Considerando fragmentos do Texto 3, em termos de sua adequação contextual, podemos admitir que:

 

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1288903 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE

TEXTO 3

Hierarquia

Diz que um leão enorme ia andando chateado, não muito rei dos animais, porque tinha acabado de brigar com a mulher, e esta lhe dissera poucas e boas.

Ainda com as palavras da mulher o aborrecendo, o leão subitamente se defrontou com um pequeno rato, o ratinho mais menos que ele já tinha visto. Pisou-lhe a cauda e, enquanto o rato forçava inutilmente para fugir, o leão gritou:

– “Miserável criatura, estúpida, ínfima, vil, torpe: não conheço na criação nada mais insignificante e nojento. Vou te deixar com vida para que você possa sofrer toda a humilhação do que lhe disse, você, desgraçado, inferior, mesquinho rato!” E soltou-o.

O rato correu o mais que pôde, mas, quando já estava à solta, gritou pro leão:

– Será que Vossa Excelência poderia escrever isso para mim? Vou me encontrar agora mesmo com uma lesma que eu conheço e quero repetir isso para ela com as mesmas palavras.

Moral: Afinal, ninguém é tão inferior assim.

Submoral: Nem tão superior, por falar nisso.

Millôr Fernandes. Fábulas fabulosas, 12ª. ed. Rio de Janeiro: Nórdica, 1991, p. 112.

A ordem das palavras na superfície do texto é uma das pistas dos sentidos pretendidos. No fragmento: “Pisou-lhe a cauda e, enquanto o rato forçava inutilmente para fugir, o leão gritou”, uma outra posição do advérbio destacado manteve o sentido do fragmento em:

 

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1288902 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE

TEXTO 3

Hierarquia

Diz que um leão enorme ia andando chateado, não muito rei dos animais, porque tinha acabado de brigar com a mulher, e esta lhe dissera poucas e boas.

Ainda com as palavras da mulher o aborrecendo, o leão subitamente se defrontou com um pequeno rato, o ratinho mais menos que ele já tinha visto. Pisou-lhe a cauda e, enquanto o rato forçava inutilmente para fugir, o leão gritou:

– “Miserável criatura, estúpida, ínfima, vil, torpe: não conheço na criação nada mais insignificante e nojento. Vou te deixar com vida para que você possa sofrer toda a humilhação do que lhe disse, você, desgraçado, inferior, mesquinho rato!” E soltou-o.

O rato correu o mais que pôde, mas, quando já estava à solta, gritou pro leão:

– Será que Vossa Excelência poderia escrever isso para mim? Vou me encontrar agora mesmo com uma lesma que eu conheço e quero repetir isso para ela com as mesmas palavras.

Moral: Afinal, ninguém é tão inferior assim.

Submoral: Nem tão superior, por falar nisso.

Millôr Fernandes. Fábulas fabulosas, 12ª. ed. Rio de Janeiro: Nórdica, 1991, p. 112.

O título ‘Hierarquia’ faz jus às ideias centrais do Texto 3, pois:

 

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1288901 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE

TEXTO 2

As coisas que a gente fala

As coisas que a gente fala saem da boca da gente e vão voando, voando, correndo sempre pra frente. Entrando pelos ouvidos de quem estiver presente. Quando a pessoa presente é pessoa distraída, não presta muita atenção. Então as palavras entram e saem pelo outro lado, sem fazer complicação.

Mas, às vezes, as palavras vão entrando nas cabeças, vão dando voltas e mais voltas, fazendo reviravoltas e vão dando piruetas. Quando saem pela boca, saem todas enfeitadas. Engraçadas, diferentes, com palavras penduradas.

Mas, depende das pessoas que repetem as palavras. Algumas enfeitam um pouco. Algumas enfeitam muito. Algumas enfeitam tanto, que as palavras – que engraçado! – nem parecem as palavras que entraram pelo outro lado!

Por isso, quando falamos, temos de tomar cuidado. Que as coisas que a gente fala vão voando, vão voando, e ficam por todo lado. E até mesmo modificam o que era nosso recado.

E depois que elas se espalham, por mais que a gente procure, por mais que a gente recolha, sempre fica uma palavra, voando como folha, caindo pelos quintais, pousando pelos telhados, entrando pelas janelas, pendurada nos beirais.

Sejam palavras bonitas ou sejam palavras feias; sejam mentira ou verdade, ou sejam verdades meias; são sempre muito importantes as coisas que a gente fala. Aliás, também têm força as coisas que a gente cala. Às vezes, importam mais que as coisas que a gente fez.

ROCHA, Ruth. As coisas que a gente fala. Rio de Janeiro: Rocco, 1981.

Analise o seguinte trecho: “E depois que elas se espalham, por mais que a gente procure, por mais que a gente recolha, sempre fica uma palavra, voando como folha...”. O fragmento em destaque expressa um sentido de:

 

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1288900 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE

TEXTO 2

As coisas que a gente fala

As coisas que a gente fala saem da boca da gente e vão voando, voando, correndo sempre pra frente. Entrando pelos ouvidos de quem estiver presente. Quando a pessoa presente é pessoa distraída, não presta muita atenção. Então as palavras entram e saem pelo outro lado, sem fazer complicação.

Mas, às vezes, as palavras vão entrando nas cabeças, vão dando voltas e mais voltas, fazendo reviravoltas e vão dando piruetas. Quando saem pela boca, saem todas enfeitadas. Engraçadas, diferentes, com palavras penduradas.

Mas, depende das pessoas que repetem as palavras. Algumas enfeitam um pouco. Algumas enfeitam muito. Algumas enfeitam tanto, que as palavras – que engraçado! – nem parecem as palavras que entraram pelo outro lado!

Por isso, quando falamos, temos de tomar cuidado. Que as coisas que a gente fala vão voando, vão voando, e ficam por todo lado. E até mesmo modificam o que era nosso recado.

E depois que elas se espalham, por mais que a gente procure, por mais que a gente recolha, sempre fica uma palavra, voando como folha, caindo pelos quintais, pousando pelos telhados, entrando pelas janelas, pendurada nos beirais.

Sejam palavras bonitas ou sejam palavras feias; sejam mentira ou verdade, ou sejam verdades meias; são sempre muito importantes as coisas que a gente fala. Aliás, também têm força as coisas que a gente cala. Às vezes, importam mais que as coisas que a gente fez.

ROCHA, Ruth. As coisas que a gente fala. Rio de Janeiro: Rocco, 1981.

Observe a regência verbal no seguinte fragmento: “As coisas que a gente fala...” Também estaria correta a regência verbal na formulação dos seguintes fragmentos.

1) As coisas que a gente tem acesso...

2) As coisas a que a gente se submete...

3) As coisas de que a gente almeja...

4) As coisas por que a gente trabalha...

5) As coisas que a gente atribui sentido...

Estão corretos:

 

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1288899 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE

TEXTO 2

As coisas que a gente fala

As coisas que a gente fala saem da boca da gente e vão voando, voando, correndo sempre pra frente. Entrando pelos ouvidos de quem estiver presente. Quando a pessoa presente é pessoa distraída, não presta muita atenção. Então as palavras entram e saem pelo outro lado, sem fazer complicação.

Mas, às vezes, as palavras vão entrando nas cabeças, vão dando voltas e mais voltas, fazendo reviravoltas e vão dando piruetas. Quando saem pela boca, saem todas enfeitadas. Engraçadas, diferentes, com palavras penduradas.

Mas, depende das pessoas que repetem as palavras. Algumas enfeitam um pouco. Algumas enfeitam muito. Algumas enfeitam tanto, que as palavras – que engraçado! – nem parecem as palavras que entraram pelo outro lado!

Por isso, quando falamos, temos de tomar cuidado. Que as coisas que a gente fala vão voando, vão voando, e ficam por todo lado. E até mesmo modificam o que era nosso recado.

E depois que elas se espalham, por mais que a gente procure, por mais que a gente recolha, sempre fica uma palavra, voando como folha, caindo pelos quintais, pousando pelos telhados, entrando pelas janelas, pendurada nos beirais.

Sejam palavras bonitas ou sejam palavras feias; sejam mentira ou verdade, ou sejam verdades meias; são sempre muito importantes as coisas que a gente fala. Aliás, também têm força as coisas que a gente cala. Às vezes, importam mais que as coisas que a gente fez.

ROCHA, Ruth. As coisas que a gente fala. Rio de Janeiro: Rocco, 1981.

No último parágrafo do Texto 2, visto em sua dimensão sintático- semântica, predomina:

 

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Questão presente nas seguintes provas
1288898 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE

TEXTO 2

As coisas que a gente fala

As coisas que a gente fala saem da boca da gente e vão voando, voando, correndo sempre pra frente. Entrando pelos ouvidos de quem estiver presente. Quando a pessoa presente é pessoa distraída, não presta muita atenção. Então as palavras entram e saem pelo outro lado, sem fazer complicação.

Mas, às vezes, as palavras vão entrando nas cabeças, vão dando voltas e mais voltas, fazendo reviravoltas e vão dando piruetas. Quando saem pela boca, saem todas enfeitadas. Engraçadas, diferentes, com palavras penduradas.

Mas, depende das pessoas que repetem as palavras. Algumas enfeitam um pouco. Algumas enfeitam muito. Algumas enfeitam tanto, que as palavras – que engraçado! – nem parecem as palavras que entraram pelo outro lado!

Por isso, quando falamos, temos de tomar cuidado. Que as coisas que a gente fala vão voando, vão voando, e ficam por todo lado. E até mesmo modificam o que era nosso recado.

E depois que elas se espalham, por mais que a gente procure, por mais que a gente recolha, sempre fica uma palavra, voando como folha, caindo pelos quintais, pousando pelos telhados, entrando pelas janelas, pendurada nos beirais.

Sejam palavras bonitas ou sejam palavras feias; sejam mentira ou verdade, ou sejam verdades meias; são sempre muito importantes as coisas que a gente fala. Aliás, também têm força as coisas que a gente cala. Às vezes, importam mais que as coisas que a gente fez.

ROCHA, Ruth. As coisas que a gente fala. Rio de Janeiro: Rocco, 1981.

O Texto 2, visto globalmente, se desenvolve em torno de uma ideia central, qual seja a ideia de que:

 

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1288897 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE

TEXTO 1

Cautela com a laborlatria

O cartunista Bob Thaves desenhou em uma de suas instigantes tirinhas, que tem como personagens Frank & Ernest, os desleixados e eventualmente oportunistas representantes do “homem comum” do mundo contemporâneo urbano.

Nesse quadrinho, Ernest, preocupado, pergunta a Frank: “Nós somos vagabundos?”. Frank, resoluto, responde: “Não, nós não somos vagabundos. Vagabundo é quem não tem o que fazer; nós temos, só não o fazemos...”.

Essa visão colide frontalmente com um dos esteios de uma sociedade que, na história, acabou por fortalecer uma obsessão laboral que, às vezes, beira a histeria produtivista e o trabalho insano e incessante.

Desde as primevas fontes culturais da sociedade ocidental, a exemplo de vários dos escritos judaico-cristãos, há uma condenação cabal do ócio e do não envolvimento com a labuta incessante; em um dos livros da Bíblia, há uma advertência: “Lança-te no trabalho para que não fiques ocioso, pois a ociosidade ensina muitas coisas perniciosas”.

Já ouviu dizer que o ócio é a mãe do pecado? Ou que o demônio sempre arruma ofício para quem está com as mãos desocupadas? Ou, ainda, que cabeça vazia é oficina do diabo?

Essa não é uma perspectiva exclusiva do mundo religioso. Voltaire, um dos grandes pensadores iluministas e hóspede eventual da Bastilha do começo do século 18, por seus artigos contra governantes e clérigos, escreveu: “O trabalho afasta de nós três grandes males: o tédio, o vício e a necessidade”.

Ou, como registrou Anatole France: “O trabalho é bom para o homem. Distrai-o da própria vida, desvia-o da visão assustadora de si mesmo; impede-o de olhar esse outro que é ele e que lhe torna a solidão horrível. É um santo remédio para a ética e para a estética. O trabalho tem mais isso de excelente: distrai nossa vaidade, engana nossa falta de poder e faz-nos sentir a esperança de um bom acontecimento”.

Não é por acaso que Paul Lafargue, casado com Laura, filha de Karl Marx, e fundador do Partido Operário Francês, foi pouco compreendido na ironia contida em alguns de seus escritos. Em 1883, quando todo o movimento social reivindicava tenazmente o direito ao trabalho, isto é, o término de qualquer forma de desocupação, o genro de Marx publicou “Direito à Preguiça”, uma desnorteante e – só na aparência – paradoxal análise da alienação e da exploração humana no sistema capitalista.

Mário Sérgio Cortella. Folha de São Paulo, Equilíbrio, 1º. maio 2003. Adaptado.

O acento indicativo de crase é uma questão de sintaxe, propriamente da regência verbal e nominal. Assinale a alternativa em que os sinais da crase estão corretamente indicados.

 

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1288896 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE

TEXTO 1

Cautela com a laborlatria

O cartunista Bob Thaves desenhou em uma de suas instigantes tirinhas, que tem como personagens Frank & Ernest, os desleixados e eventualmente oportunistas representantes do “homem comum” do mundo contemporâneo urbano.

Nesse quadrinho, Ernest, preocupado, pergunta a Frank: “Nós somos vagabundos?”. Frank, resoluto, responde: “Não, nós não somos vagabundos. Vagabundo é quem não tem o que fazer; nós temos, só não o fazemos...”.

Essa visão colide frontalmente com um dos esteios de uma sociedade que, na história, acabou por fortalecer uma obsessão laboral que, às vezes, beira a histeria produtivista e o trabalho insano e incessante.

Desde as primevas fontes culturais da sociedade ocidental, a exemplo de vários dos escritos judaico-cristãos, há uma condenação cabal do ócio e do não envolvimento com a labuta incessante; em um dos livros da Bíblia, há uma advertência: “Lança-te no trabalho para que não fiques ocioso, pois a ociosidade ensina muitas coisas perniciosas”.

Já ouviu dizer que o ócio é a mãe do pecado? Ou que o demônio sempre arruma ofício para quem está com as mãos desocupadas? Ou, ainda, que cabeça vazia é oficina do diabo?

Essa não é uma perspectiva exclusiva do mundo religioso. Voltaire, um dos grandes pensadores iluministas e hóspede eventual da Bastilha do começo do século 18, por seus artigos contra governantes e clérigos, escreveu: “O trabalho afasta de nós três grandes males: o tédio, o vício e a necessidade”.

Ou, como registrou Anatole France: “O trabalho é bom para o homem. Distrai-o da própria vida, desvia-o da visão assustadora de si mesmo; impede-o de olhar esse outro que é ele e que lhe torna a solidão horrível. É um santo remédio para a ética e para a estética. O trabalho tem mais isso de excelente: distrai nossa vaidade, engana nossa falta de poder e faz-nos sentir a esperança de um bom acontecimento”.

Não é por acaso que Paul Lafargue, casado com Laura, filha de Karl Marx, e fundador do Partido Operário Francês, foi pouco compreendido na ironia contida em alguns de seus escritos. Em 1883, quando todo o movimento social reivindicava tenazmente o direito ao trabalho, isto é, o término de qualquer forma de desocupação, o genro de Marx publicou “Direito à Preguiça”, uma desnorteante e – só na aparência – paradoxal análise da alienação e da exploração humana no sistema capitalista.

Mário Sérgio Cortella. Folha de São Paulo, Equilíbrio, 1º. maio 2003. Adaptado.

O uso da norma-padrão da gramática portuguesa costuma ser socialmente valorizado como algo distintivo e de prestígio. Assinale a alternativa em que a concordância verbo-nominal está inteiramente de acordo com essa norma.

 

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