Magna Concursos

Foram encontradas 528 questões.

1310203 Ano: 2009
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
Provas:
O milho é uma das culturas mais importantes no agronegócio brasileiro, sendo cultivado em todo o País, tanto em pequenas quanto em grandes propriedades. É considerado um cereal nobre pelo seu alto valor energético e pela diversidade de uso, seja para alimentação humana quanto de animais. Com base no texto e em seus conhecimentos sobre a cultura do milho, analise as seguintes afirmativas.
I) No Rio Grande do Sul, a época de semeadura vai de novembro a fevereiro, sendo que na Região Sul do Estado começa mais cedo do que na Região Norte, devido à presença de temperaturas mais elevadas.
II) O milho híbrido é mais produtivo, devido ao vigor híbrido, ou seja, ele é mais produtivo do que as linhagens que lhe deram origem. Já o milho crioulo é menos produtivo, mas o produtor pode produzir a sua própria semente, enquanto que para o milho híbrido, isso não é possível.
III) Uma das principais pragas do milho é a lagartado- cartucho (Spodoptera frugiperda) que pode ocorrer durante todos os estádios de desenvolvimento da cultura. O surgimento de “folhas raspadas” já é um indício da possibilidade da presença do inseto na lavoura.
IV) A primeira adubação de cobertura com nitrogênio no milho deve ser feita quando as plantas estiverem na fase de pendoamento, período em que a exigência da cultura por esse nutriente é maior.
Estão corretas apenas as afirmativas
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1310202 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia de Alimentos
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
As seguintes vidrarias devem ser utilizadas quando precisamos preparar uma solução qualquer:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1310161 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia de Alimentos
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
A análise sensorial é um campo muito importante da Ciência e Tecnologia de Alimentos, constituindo-se em ferramenta imprescindível para a indústria alimentícia, visto que através dela pode-se determinar a qualidade de um dado produto. Entre as propriedades sensoriais: (i) a que se inicia pelo contato de uma solução química aquosa, percebida pelos receptores localizados na boca, em especial nas papilas gustativas da língua, mas também no palato e na garganta e (ii) aquela que é identificada em parte pela audição e visão, porém mais bem avaliada quando se toca ou se coloca na boca um alimento, são denominadas, respectivamente,
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
NOSSA FAMÍLIA ANIMAL
A relação milenar entre homens e bichos de estimação entrou numa nova fase.
Mais do que amigos, eles agora são como filhos. E a convivência pode ser tão
complicada quanto a dos pais com um adolescente temperamental
Marcelo Marthe
Eduardo Monteiro
Iniciada entre 25.000 e 50.000 anos atrás, a relação entre homens e bichos domesticados teve, a princípio, fins essencialmente utilitários. Cães vigiavam aldeias, ajudavam a caçar e pastorear. Gatos eram bem-vindos por exterminar ratos e outras pragas. Provavelmente a afeição, desde cedo, teve um papel nesse relacionamento. O primeiro indício concreto de um elo de emoção entre um humano e um animal data de 12.000 anos: são restos fossilizados de uma mulher abraçada a um filhote de cão, encontrados no Oriente Médio. O certo é que o afeto remodelou, ao longo dos séculos, os laços que nos ligam a cães e gatos. E continua a remodelá-los. É o que revelam pesquisas de comportamento ao mostrar que, mais até do que amigos, os bichos de estimação são hoje vistos como filhos ou irmãos em boa parte dos lares que os acolhem. Na Europa e nos Estados Unidos, o porcentual de donos que consideram seus bichos como familiares já chega a 30%. No Brasil, de acordo com pesquisas da multinacional francesa Evialis, uma das maiores fabricantes de alimentos para animais de estimação no mundo, esse índice é de 10% – mas aponta para cima.
Como todas as relações ancoradas na emoção, essa não é imune a crises. Os donos muitas vezes não sabem impor os devidos limites ao comportamento de seus companheiros de quatro patas – e o drama ganha cores semelhantes ao dos pais que enfrentam adolescentes revoltosos. Em meio à crescente indústria de produtos e serviços para bichos, emergiu até mesmo uma nova categoria profissional – a dos psicólogos de animais, adestradores especializados em lidar com cães e gatos neuróticos. Não, a neurose não é uma exclusividade humana. "Pessoas que aboliram a simplicidade de sua vida procuram, por meio de seus cães, reencontrá-la", diz o mais famoso desses adestradores, o mexicano Cesar Millan. "Elas precisam, no entanto, se educar para isso."
Das pinturas rupestres aos ratos e cachorros antropomórficos de Walt Disney, os animais são vistos com um misto de estranhamento e familiaridade. Nas fábulas mais tradicionais, são espelhos das qualidades e defeitos morais do homem. Mas a literatura também já os representou como forças indomáveis e irredutíveis da natureza. No século XIX, a teoria da evolução de Darwin desbancou o homem do ápice da criação para reposicioná-lo como apenas mais um dos animais moldados pela seleção natural. Essa revisão tem implicações éticas radicais. O filósofo australiano Peter Singer defende a igualdade plena de direitos entre homens e animais. Para ele, o "especismo" – a ideia de que os humanos são superiores aos demais seres – é uma forma de discriminação tão insustentável quanto o racismo. De certo modo, gatos e cachorros já galgaram um lugar privilegiado nas considerações morais das pessoas.
(...)
A Radar Pet – numa pesquisa recém-concluída com 1 307 pessoas de oito metrópoles, idealizada por uma entidade do setor, a Comissão Animais de Companhia (Comac) – fornece uma visão da intimidade dos brasileiros com seus cães e gatos. Eles estão presentes em 44% dos lares das classes A, B e C – e em lugares como Porto Alegre, Curitiba e Campinas já figuram em mais de metade das casas. O novo status que cães e gatos estão assumindo nos lares tem pelo menos duas razões sociais distintas. A primeira diz respeito ao encolhimento das famílias. Hoje são raros os casais que optam por ter mais de um ou dois filhos – o terceiro, que costuma desembarcar em casa quando esses já estão mais crescidos, é quase sempre um cão ou gato. Como demonstra o Radar Pet, as famílias em que os filhos adolescentes ou adultos ainda moram com os pais são aquelas em que a presença dos bichos é mais forte. O segundo fator é o crescimento do contingente de pessoas que vivem sozinhas nas grandes cidades e buscam um companheiro animal. Cães e gatos têm chances menores de obter abrigo nos lares formados por casais com filhos pequenos. "Nessa fase, as crianças monopolizam as atenções. Não sobra tempo para os animais", diz o executivo Luiz Luccas, presidente da Comac.
Revista Veja, 18 de julho de 2009
Segundo o texto, as relações estabelecidas entre o homem e os animais são
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1310076 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia de Alimentos
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
O caldeirista de uma indústria de processamento de frutas e hortaliças observa que a pressão de vapor no equipamento está acima da pressão recomendada, e a válvula de segurança não abriu quando atingiu a pressão para a qual está regulada, pois apresentou defeito. Portanto, essa caldeira apresenta risco eminente de um acidente. A atitude mais coerente que o operador pode tomar dentre algumas soluções para o problema é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1310059 Ano: 2009
Disciplina: Pedagogia
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
Provas:
A orientação educacional tem sido uma das funções exercidas pelos pedagogos, em nosso país. A análise dos contextos históricos, das políticas educativas e da legislação pertinente pode contribuir para problematizar a trajetória da orientação educacional no Brasil. A seguir, são apresentados alguns dados relativos a esses momentos históricos.
I) A origem da Orientação Educacional em nosso país situa-se em torno de 1930, inspirando-se na experiência da orientação profissional que se realizava no Brasil.
II) A LDB de 5.692/71 instituiu a obrigatoriedade da Orientação Educacional, incluindo o aconselhamento vocacional, em cooperação com os professores, a família e a comunidade.
III) A partir de 1980, a Orientação Educacional e seus pressupostos teóricos começam a ser questionados e rediscutidos.
IV) A LDB 9394/96 estabeleceu que a formação de profissionais de educação, entre eles, o orientador educacional, será feita em cursos de graduação em Pedagogia ou em nível de pós-graduação, a critério da instituição de ensino, garantida, nessa formação, a base comum nacional.
Estão corretas apenas as afirmativas:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1310011 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia de Alimentos
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
O padeiro da padaria do CAVG sabe que para a produção de pães de leite são necessários os seguintes ingredientes:
– 6kg de farinha de trigo;
– 600g de açúcar (10%);
– 180g de gordura (3%);
– 120g de fermento para pão (2%);
– 3L de água (50%);
– 120g de sal (2%).
Se na padaria do CAVG, existe disponível apenas 1kg de farinha de trigo, a quantidade necessária dos demais ingredientes é, respectivamente,
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1309999 Ano: 2009
Disciplina: Pedagogia
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
Provas:
O Projeto Pedagógico constitui-se importante instrumento na perspectiva de propiciar uma direção ao processo educativo. Dentre as razões para justificar a relevância do Projeto Pedagógico:
I) explicitar as normas e procedimentos burocráticos da instituição escolar.
II) elaborar, desenvolver e avaliar a proposta educacional.
III) explicitar os princípios, objetivos e metas da escola, bem como atividades e práticas desenvolvidas em comum.
IV) expressar o caráter formativo da organização escolar, do sistema de gestão e da tomada de decisões.
V) tornar visível o grau de autonomia da equipe escolar, de seu trabalho educativo.
está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s):
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1309995 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
Muito além da sonolência
A falta de sono já é fator de risco isolado para diversas
doenças. Ela pode ser tão decisiva para o aparecimento
do diabetes quanto a má alimentação e o sedentarismo
Naiara Magalhães
Até trinta anos atrás, os parcos conhecimentos sobre os malefícios das noites maldormidas para a saúde permitiam aos médicos uma certeza: "A privação de sono causa... sonolência". A história é lembrada pelos especialistas em tom de galhofa. Sabe-se agora que, sem o repouso noturno adequado, o corpo e a mente perdem muito mais do que a chance de repor as energias gastas durante o dia. Por problemas de saúde, necessidade de trabalho ou farra, a privação de sono leva o organismo a um descompasso cujas consequências vão muito além da (óbvia) sonolência. "As pesquisas mais recentes nos permitem classificar a falta de sono como fator de risco isolado para uma série de doenças", diz o biólogo Rogerio Santos da Silva, pesquisador do Instituto do Sono, da Universidade Federal de São Paulo. As noites em claro estão associadas a alguns dos mais comuns e perigosos distúrbios da modernidade, como a hipertensão, o infarto, o derrame e a depressão. No caso das doenças metabólicas, como a obesidade e o diabetes, dormir mal é tão perigoso quanto não se alimentar de forma equilibrada e não praticar exercícios físicos.
Um estudo publicado na revista científica Clinical Endocrinology & Metabolism, conduzido por pesquisadores da Universidade de Chicago, mostra quão estreita é a relação entre a privação de sono e a resistência à insulina, condição que predispõe ao diabetes e às doenças cardiovasculares. A insulina é o hormônio responsável por tirar as moléculas de glicose da corrente sanguínea e jogá-las dentro das células. O trabalho de Chicago acompanhou onze homens e mulheres saudáveis de 39 anos, em média. A pesquisa foi dividida em duas etapas, com um intervalo de três meses entre elas. Na primeira fase, por catorze dias, os voluntários dormiram oito horas e meia por noite, comeram o que quiseram, nas quantidades que desejaram, e não praticaram nenhuma atividade física. Na segunda, também com duração de catorze dias, apenas os hábitos noturnos foram alterados. O período de sono dos participantes foi reduzido a cinco horas e meia. Ao término de cada uma das etapas do experimento, foram analisadas as taxas de glicose dos voluntários. Na da diminuição do sono, a glicemia média do grupo depois das refeições atingiu 144 miligramas de glicose por decilitro de sangue – o normal é 140, no máximo. Ou seja, depois de duas semanas de pouco sono, os participantes do estudo de Chicago passaram da condição de saudáveis para a categoria dos pré-diabéticos.
"O organismo interpreta o stress provocado pelo sono inadequado como se estivesse em situação de perigo", diz o neurofisiologista Flavio Alóe, do Centro Interdepartamental para os Estudos do Sono da Universidade de São Paulo. "Diante de tal ameaça, ele responde com o aumento da secreção dos hormônios cortisol, adrenalina e noradrenalina, associados ao stress." Nos tempos de nossos ancestrais das cavernas, na permanente vigilância contra animais ferozes e outras ameaças da natureza, grandes quantidades desses hormônios eram essenciais para a sobrevivência: elas significavam prontidão para a fuga ou o ataque. Nos dias atuais, em excesso, a trinca de hormônios só nos faz mal. Um artigo publicado em abril passado na revista Sleep, a mais prestigiosa na área da medicina do sono, estabeleceu de maneira conclusiva a relação entre poucas horas de descanso noturno e hipertensão. Quem dorme mal tem cinco vezes mais probabilidade de desenvolver um quadro de pressão alta do que uma pessoa sem problema para dormir. O motivo é simples: cortisol, adrenalina e noradrenalina têm ação vasoconstritora, o que favorece não só a hipertensão, como as arritmias cardíacas, conforme outro estudo da Universidade de São Paulo, orientado pelo médico Geraldo Lorenzi Filho, diretor do Laboratório do Sono do Instituto do Coração (Incor) paulista.
Pesquisas anteriores investigaram a conexão entre noites maldormidas e o diabetes e a hipertensão, mas, ao contrário das mais recentes, não utilizaram padrões de privação de sono próximos dos reais. "É muito difícil que uma pessoa passe três dias sem dormir ou fique uma semana dormindo apenas quatro horas por noite, como faziam os participantes dos estudos antigos, mas é cada vez mais frequente encontrar pessoas que dormem cinco horas e meia, como os voluntários do trabalho da Universidade de Chicago", diz Lorenzi Filho. Desde a década de 60, os americanos perderam em média duas horas de sono por noite. Culpa da rotina estressante e agitada das grandes cidades. Atualmente os americanos dormem 6,8 horas por noite durante a semana e 7,4 aos sábados e domingos. No Brasil, a situação é muito semelhante. Os paulistanos, por exemplo, passam 6,2 horas por noite na cama. É muito pouco. Ainda que o número de horas, por si só, não seja o único fator para a qualidade do sono, o fato é que dormir oito horas por noite é condição mínima para o descanso de 80% das pessoas. O sono ideal divide-se de quatro a seis ciclos, de uma hora e meia cada um. Em cada ciclo, alternam-se as fases REM, quando ocorrem os sonhos, e as fases não REM, que se subdividem em leve, intermediária e profunda. Dormir bem é dormir esse sono todo – até que os dedos cor-de-rosa da aurora surjam no céu, como diria o poeta grego Homero.
Revista Veja, 2 de setembro de 2009
Analise o fragmento abaixo, extraído do primeiro parágrafo do texto.
Até trinta anos atrás, os parcos conhecimentos sobre os malefícios das noites maldormidas para a saúde permitiam aos médicos uma certeza: “A privação do sono causa... sonolência”
Após uma leitura atenta, percebe-se que as reticências são empregadas no sentido de
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1309971 Ano: 2009
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
O emprego da maceração carbônica, também conhecida como maceração aromática, na elaboração de vinhos, é recomendada para uvas colhidas em estádio de maturação
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas