Foram encontradas 40 questões.
A partir dos anos 1970, principalmente, observa-se na produção em dança uma necessidade de dizer. Do mesmo modo, pode-se perceber que o teatro procura emudecer. Tanto o teatro quando a dança assumem movimentos cotidianos nas suas construções. Assim, há uma aproximação daquilo que tradicionalmente se compreende por dança ou teatro. Esse movimento de aproximação dessas duas artes da cena sugere que
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A variação da forma do corpo no espaço pode partir da relação com um objeto. Esta relação é possível quando
I) o objeto é estático.
II) o objeto é móvel.
III) há ausência de objeto concreto.
IV) o contato é realizado pelo olhar.
Estão corretas as afirmativas
Provas
Questão presente nas seguintes provas
“O texto teatral pode ser entendido como o conjunto de sinais, signos e símbolos – verbais e não verbais – existentes durante um espetáculo”. A partir dessa afirmação de Sandra Chacra é correto afirmar que
Provas
Questão presente nas seguintes provas
No interessante livro “Em terra de cego quem tem um olho é rei: usando teoria econômica para explicar ditados populares”, organizado por Adolfo Sachsida, encontramos vários adágios ludicamente interpretados. A um deles, alude o texto a seguir, a partir do qual versará a questão.
Capítulo 16: Altruísmo ou “Consumo” Futuro?
Em um país extremamente religioso, a crença do que fazemos em vida determina a vida pós-morte está arraigada nas pessoas. O ditado popular “Quem dá aos pobres empresta a Deus” representa bem essa visão. Se isso é verdade ou não, não há como saber. Afinal, ninguém teve a gentileza de voltar para nos contar. Crenças religiosas à parte, o ditado implica uma conclusão triste: alguns atos de altruísmo até então vistos tão bem, podem ser, na verdade, uma busca por consumo futuro.
O que isso quer dizer? Quer dizer que as pessoas preferem ter um nível constante de consumo ao longo do tempo. O ditado em questão analisa dois intervalos de tempo específicos: a vida e a vida depois da morte. Como as pessoas não gostam de consumir tudo apenas em um intervalo de tempo, elas realizam um investimento no presente (em vida), dando dinheiro aos pobres (ou à igreja), visando o retorno futuro esperado do empréstimo a Deus para poder manter o mesmo padrão de vida. Ou seria padrão de morte?
Mesmo no período medieval, muitos dos lordes e senhores feudais doavam grande parte de suas fortunas à igreja logo antes de morrerem. Como viveram uma vida de regalias e pecados, a doação era uma forma de se redimirem, ou investirem em uma qualidade de morte semelhante à qualidade de vida que tiveram.
Para realizar um “investimento” como esse, a pessoa certamente não é avessa ao risco. Enquanto o consumo presente traz uma satisfação garantida e tangível, o consumo futuro, ou consumo após a morte, é fundamentado na fé e o retorno esperado é incerto e de difícil mensuração, até mesmo para o mais fiel dos investidores.
Lucas Filgueiras – IBMEC-MG
O texto desconstroi a ideia de que o ditado fala da benevolência do ser humano. Esse, à luz do texto, incorreria em qual pecado capital?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A produção de cena tanto no teatro dramático como na dança com matriz clássica solicita do coreógrafo um entendimento de leis dramatúrgicas que garantem o encadeamento de uma narrativa, portanto a responsabilidade do coreógrafo é
I) garantir a interdependência das partes, criando com isso uma curva dramática.
II) estimular nos atores-bailarinos um mergulho nas situações e circunstâncias que são apresentadas pelo texto ou roteiro
III) concentrar-se nas partes da obra de forma isolada.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Conforme afirma Gilberto Icle, a ação física é um elemento complexo e dificilmente explicado de forma esquemática, pois sua proposição diz respeito à própria vida. Segundo o autor
Provas
Questão presente nas seguintes provas
No interessante livro “Em terra de cego quem tem um olho é rei: usando teoria econômica para explicar ditados populares”, organizado por Adolfo Sachsida, encontramos vários adágios ludicamente interpretados. A um deles, alude o texto a seguir, a partir do qual versará a questão.
Capítulo 16: Altruísmo ou “Consumo” Futuro?
Em um país extremamente religioso, a crença do que fazemos em vida determina a vida pós-morte está arraigada nas pessoas. O ditado popular “Quem dá aos pobres empresta a Deus” representa bem essa visão. Se isso é verdade ou não, não há como saber. Afinal, ninguém teve a gentileza de voltar para nos contar. Crenças religiosas à parte, o ditado implica uma conclusão triste: alguns atos de altruísmo até então vistos tão bem, podem ser, na verdade, uma busca por consumo futuro.
O que isso quer dizer? Quer dizer que as pessoas preferem ter um nível constante de consumo ao longo do tempo. O ditado em questão analisa dois intervalos de tempo específicos: a vida e a vida depois da morte. Como as pessoas não gostam de consumir tudo apenas em um intervalo de tempo, elas realizam um investimento no presente (em vida), dando dinheiro aos pobres (ou à igreja), visando o retorno futuro esperado do empréstimo a Deus para poder manter o mesmo padrão de vida. Ou seria padrão de morte?
Mesmo no período medieval, muitos dos lordes e senhores feudais doavam grande parte de suas fortunas à igreja logo antes de morrerem. Como viveram uma vida de regalias e pecados, a doação era uma forma de se redimirem, ou investirem em uma qualidade de morte semelhante à qualidade de vida que tiveram.
Para realizar um “investimento” como esse, a pessoa certamente não é avessa ao risco. Enquanto o consumo presente traz uma satisfação garantida e tangível, o consumo futuro, ou consumo após a morte, é fundamentado na fé e o retorno esperado é incerto e de difícil mensuração, até mesmo para o mais fiel dos investidores.
Lucas Filgueiras – IBMEC-MG
Analisa as seguintes alterações:
I) “Como as pessoas não gostam de consumir” por “As pessoas não gostando de consumir”. (2º par.)
II) “não há como saber” por “é improvável saber”.(1º par.)
III) “Como viveram uma vida de regalias” por “Havendo vivido uma vida de regalias”.(3º par.)
Estaria(m) correta(s) apenas
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Entre as Formas Cristalinas, Laban escolheu 5 figuras geométricas para estruturar princípios de movimentos do corpo no espaço. Sobre estas Formas Cristalinas Laban afirma que
I) o tetraedro é a Forma Cristalina que mais se adapta a projeção do corpo no espaço.
II) o octaedro é formado pelas 3 dimensões que emergem do centro da pélvis.
III) a intersecção de três planos cria a Figura Cristalina do icoosaedro.
IV) as diagonais do cubo formam os vértices do icosaedro.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A gênese da tensão dramática pode ser observada desde a Grécia Clássica. Emil Staiger, teórico da literatura, afirma que a qualidade da tensão é decisiva na composição do dramático. Desse modo, para compor uma peça coreográfica com tensão dramática é preciso ordenar os seguintes elementos:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
No interessante livro “Em terra de cego quem tem um olho é rei: usando teoria econômica para explicar ditados populares”, organizado por Adolfo Sachsida, encontramos vários adágios ludicamente interpretados. A um deles, alude o texto a seguir, a partir do qual versará a questão.
Capítulo 16: Altruísmo ou “Consumo” Futuro?
Em um país extremamente religioso, a crença do que fazemos em vida determina a vida pós-morte está arraigada nas pessoas. O ditado popular “Quem dá aos pobres empresta a Deus” representa bem essa visão. Se isso é verdade ou não, não há como saber. Afinal, ninguém teve a gentileza de voltar para nos contar. Crenças religiosas à parte, o ditado implica uma conclusão triste: alguns atos de altruísmo até então vistos tão bem, podem ser, na verdade, uma busca por consumo futuro.
O que isso quer dizer? Quer dizer que as pessoas preferem ter um nível constante de consumo ao longo do tempo. O ditado em questão analisa dois intervalos de tempo específicos: a vida e a vida depois da morte. Como as pessoas não gostam de consumir tudo apenas em um intervalo de tempo, elas realizam um investimento no presente (em vida), dando dinheiro aos pobres (ou à igreja), visando o retorno futuro esperado do empréstimo a Deus para poder manter o mesmo padrão de vida. Ou seria padrão de morte?
Mesmo no período medieval, muitos dos lordes e senhores feudais doavam grande parte de suas fortunas à igreja logo antes de morrerem. Como viveram uma vida de regalias e pecados, a doação era uma forma de se redimirem, ou investirem em uma qualidade de morte semelhante à qualidade de vida que tiveram.
Para realizar um “investimento” como esse, a pessoa certamente não é avessa ao risco. Enquanto o consumo presente traz uma satisfação garantida e tangível, o consumo futuro, ou consumo após a morte, é fundamentado na fé e o retorno esperado é incerto e de difícil mensuração, até mesmo para o mais fiel dos investidores.
Lucas Filgueiras – IBMEC-MG
O autor afirma que os “investidores” dos quais fala no texto seriam avessos ao risco. Seguindo a linha de raciocínio do economista, que hipotética atitude do investidor provaria que essa aversão foi atenuada?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container