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Foram encontradas 40 questões.

1310661 Ano: 2009
Disciplina: Educação Artística
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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O Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac) está implementado por meio de alguns mecanismos.
Analise as afirmativas a seguir:
I) Fundo Nacional da Cultura.
II) Fundos de Investimento Cultural e Artístico.
III) Incentivo a projetos culturais.
Constitui/constituem esses mecanismos
 

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1310616 Ano: 2009
Disciplina: Educação Artística
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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Analise as afirmativas abaixo.
I) É vedada a utilização de incentivos fiscais quando houver vínculo de parentesco, em até terceiro grau, entre produtor cultural e contribuinte;
II) Fica o Estado autorizado a cobrar taxas, previstas em lei específica, por serviços prestados por suas instituições culturais, incluindo as supervisionadas, para manutenção do patrimônio histórico-cultural do Rio Grande do Sul;
III) Os estudantes e professores da rede pública estadual, de 1° e 2° graus, ficam isentos do pagamento de qualquer taxa para freqüência de exposições, mostras de arte, museus, seminários, palestras ou quaisquer outras atividades similares organizadas pelo Estado.
Qual ou quais está(ão) de acordo com a Lei n° 10.846/96?
 

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1310510 Ano: 2009
Disciplina: Direito Cultural, Desportivo e da Comunicação
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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De acordo com o Art. 39 da Lei 8.313/1991, qualquer discriminação de natureza política que atente contra a liberdade de expressão, de atividade intelectual e artística, de consciência ou crença, no andamento dos projetos constitui crime, punível com
 

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1310419 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
No interessante livro “Em terra de cego quem tem um olho é rei: usando teoria econômica para explicar ditados populares”, organizado por Adolfo Sachsida, encontramos vários adágios ludicamente interpretados. A um deles, alude o texto a seguir, a partir do qual versará a questão.
Capítulo 16: Altruísmo ou “Consumo” Futuro?
Em um país extremamente religioso, a crença do que fazemos em vida determina a vida pós-morte está arraigada nas pessoas. O ditado popular “Quem dá aos pobres empresta a Deus” representa bem essa visão. Se isso é verdade ou não, não há como saber. Afinal, ninguém teve a gentileza de voltar para nos contar. Crenças religiosas à parte, o ditado implica uma conclusão triste: alguns atos de altruísmo até então vistos tão bem, podem ser, na verdade, uma busca por consumo futuro.
O que isso quer dizer? Quer dizer que as pessoas preferem ter um nível constante de consumo ao longo do tempo. O ditado em questão analisa dois intervalos de tempo específicos: a vida e a vida depois da morte. Como as pessoas não gostam de consumir tudo apenas em um intervalo de tempo, elas realizam um investimento no presente (em vida), dando dinheiro aos pobres (ou à igreja), visando o retorno futuro esperado do empréstimo a Deus para poder manter o mesmo padrão de vida. Ou seria padrão de morte?
Mesmo no período medieval, muitos dos lordes e senhores feudais doavam grande parte de suas fortunas à igreja logo antes de morrerem. Como viveram uma vida de regalias e pecados, a doação era uma forma de se redimirem, ou investirem em uma qualidade de morte semelhante à qualidade de vida que tiveram.
Para realizar um “investimento” como esse, a pessoa certamente não é avessa ao risco. Enquanto o consumo presente traz uma satisfação garantida e tangível, o consumo futuro, ou consumo após a morte, é fundamentado na fé e o retorno esperado é incerto e de difícil mensuração, até mesmo para o mais fiel dos investidores.
Lucas Filgueiras – IBMEC-MG
O texto desconstroi a ideia de que o ditado fala da benevolência do ser humano. Esse, à luz do texto, incorreria em qual pecado capital?
 

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1310289 Ano: 2009
Disciplina: Educação Artística
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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Os produtos simbólicos do trabalho pedagógico das diferentes classes sociais – isto é, além do saber e do saber fazer, as maneiras de ser, dizer e fazer – possuem menos valor no mercado escolar e, em geral, no mercado simbólico. No contexto educacional de uma Universidade Pública Federal, portanto, a produção de um evento cultural deve garantir
 

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1310142 Ano: 2009
Disciplina: Educação Artística
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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O Fundo Nacional da Cultura (FNC) é um fundo de natureza contábil, com prazo indeterminado de duração, que funciona sob as formas de apoio a fundo perdido ou de empréstimos reembolsáveis, conforme estabelece o regulamento, e constituído de alguns recursos.
Analise as seguintes afirmativas quanto à origem dos recursos desse fundo.
I) Recursos do Tesouro Nacional.
II) Saldos de exercícios anteriores.
III) Um por cento da arrecadação bruta dos concursos de prognósticos e loterias federais e similares cuja realização estiver sujeita a autorização federal, deduzindo-se este valor do montante destinados aos prêmios.
Qual ou quais afirmativas NÃO constitui(em) recursos do FNC?
 

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1310125 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
No interessante livro “Em terra de cego quem tem um olho é rei: usando teoria econômica para explicar ditados populares”, organizado por Adolfo Sachsida, encontramos vários adágios ludicamente interpretados. A um deles, alude o texto a seguir, a partir do qual versará a questão.
Capítulo 16: Altruísmo ou “Consumo” Futuro?
Em um país extremamente religioso, a crença do que fazemos em vida determina a vida pós-morte está arraigada nas pessoas. O ditado popular “Quem dá aos pobres empresta a Deus” representa bem essa visão. Se isso é verdade ou não, não há como saber. Afinal, ninguém teve a gentileza de voltar para nos contar. Crenças religiosas à parte, o ditado implica uma conclusão triste: alguns atos de altruísmo até então vistos tão bem, podem ser, na verdade, uma busca por consumo futuro.
O que isso quer dizer? Quer dizer que as pessoas preferem ter um nível constante de consumo ao longo do tempo. O ditado em questão analisa dois intervalos de tempo específicos: a vida e a vida depois da morte. Como as pessoas não gostam de consumir tudo apenas em um intervalo de tempo, elas realizam um investimento no presente (em vida), dando dinheiro aos pobres (ou à igreja), visando o retorno futuro esperado do empréstimo a Deus para poder manter o mesmo padrão de vida. Ou seria padrão de morte?
Mesmo no período medieval, muitos dos lordes e senhores feudais doavam grande parte de suas fortunas à igreja logo antes de morrerem. Como viveram uma vida de regalias e pecados, a doação era uma forma de se redimirem, ou investirem em uma qualidade de morte semelhante à qualidade de vida que tiveram.
Para realizar um “investimento” como esse, a pessoa certamente não é avessa ao risco. Enquanto o consumo presente traz uma satisfação garantida e tangível, o consumo futuro, ou consumo após a morte, é fundamentado na fé e o retorno esperado é incerto e de difícil mensuração, até mesmo para o mais fiel dos investidores.
Lucas Filgueiras – IBMEC-MG
Analisa as seguintes alterações:
I) “Como as pessoas não gostam de consumir” por “As pessoas não gostando de consumir”. (2º par.)
II) “não há como saber” por “é improvável saber”.(1º par.)
III) “Como viveram uma vida de regalias” por “Havendo vivido uma vida de regalias”.(3º par.)
Estaria(m) correta(s) apenas
 

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1309961 Ano: 2009
Disciplina: Educação Artística
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
Provas:
De acordo com Karlheinz Stierle – teórico da recepção da obra de arte – “o horizonte circundado por ficções encerra todo um movimento cultural” e “ a ficção não é um reflexo do mundo, nem a representação de um outro bem diverso”, pode-se concluir que a ficção (teatro, música, literatura, dança, etc) num evento cultural, tem a função de
 

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1493969 Ano: 2009
Disciplina: Educação Artística
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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O capital cultural de um indivíduo, segundo Bourdieu, pode ser compreendido por:
I) títulos adquiridos em Instituições oficiais (Mestrado, Doutorado, etc).
II) reconhecimento de Mérito em sessão pública (Comendas, etc)
III) viagens a países da Europa e da Ásia
IV) quantidade de visitas a museus, idas ao teatro, etc.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
Questão Anulada

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1493947 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
No interessante livro “Em terra de cego quem tem um olho é rei: usando teoria econômica para explicar ditados populares”, organizado por Adolfo Sachsida, encontramos vários adágios ludicamente interpretados. A um deles, alude o texto a seguir, a partir do qual versará a questão.
Capítulo 16: Altruísmo ou “Consumo” Futuro?
Em um país extremamente religioso, a crença do que fazemos em vida determina a vida pós-morte está arraigada nas pessoas. O ditado popular “Quem dá aos pobres empresta a Deus” representa bem essa visão. Se isso é verdade ou não, não há como saber. Afinal, ninguém teve a gentileza de voltar para nos contar. Crenças religiosas à parte, o ditado implica uma conclusão triste: alguns atos de altruísmo até então vistos tão bem, podem ser, na verdade, uma busca por consumo futuro.
O que isso quer dizer? Quer dizer que as pessoas preferem ter um nível constante de consumo ao longo do tempo. O ditado em questão analisa dois intervalos de tempo específicos: a vida e a vida depois da morte. Como as pessoas não gostam de consumir tudo apenas em um intervalo de tempo, elas realizam um investimento no presente (em vida), dando dinheiro aos pobres (ou à igreja), visando o retorno futuro esperado do empréstimo a Deus para poder manter o mesmo padrão de vida. Ou seria padrão de morte?
Mesmo no período medieval, muitos dos lordes e senhores feudais doavam grande parte de suas fortunas à igreja logo antes de morrerem. Como viveram uma vida de regalias e pecados, a doação era uma forma de se redimirem, ou investirem em uma qualidade de morte semelhante à qualidade de vida que tiveram.
Para realizar um “investimento” como esse, a pessoa certamente não é avessa ao risco. Enquanto o consumo presente traz uma satisfação garantida e tangível, o consumo futuro, ou consumo após a morte, é fundamentado na fé e o retorno esperado é incerto e de difícil mensuração, até mesmo para o mais fiel dos investidores.
Lucas Filgueiras – IBMEC-MG
O autor afirma que os “investidores” dos quais fala no texto seriam avessos ao risco. Seguindo a linha de raciocínio do economista, que hipotética atitude do investidor provaria que essa aversão foi atenuada?
Questão Anulada

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