Magna Concursos

Foram encontradas 40 questões.

1321802 Ano: 2009
Disciplina: Museologia
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
Provas:
No cenário brasileiro, os primeiros passos dados em direção a uma “Era de Museus” só aconteceram, efetivamente, no século XIX. Assim, em 1818 é fundado(a) o(a)
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1321748 Ano: 2009
Disciplina: Museologia
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
Provas:
A organização de um conjunto de objetos em determinado espaço, de maneira a produzir um sentido, é denominada por alguns autores como uma “convenção visual”. Contudo, a exposição e a sua museografia não se restringem a padrões e regras visuais. Ela pressupõe: uma concepção de mundo, de sociedade, de dinâmica cultural, de tempo, de espaço, que conferem as marcas de uma autoria; uma linguagem de comunicação própria; um texto estruturado segundo regras e princípios internos e externos, que envolve uma atitude narrativa na abordagem das relações sociais.
Dessa forma, é correto afirmar, que em um museu a exposição é fundamentalmente
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1321426 Ano: 2009
Disciplina: Museologia
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
Provas:
A partir de uma perspectiva de interrelação entre a Declaração de Quebec e o Ateliê Internacional Ecomuseus/Nova Museologia (1984), além ainda da criação do Movimento Internacional para uma Nova Museologia – MINOM (1985), é correto afirmar que são representações de qual tendência no campo da Museologia?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1321349 Ano: 2009
Disciplina: Museologia
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
Provas:
A circulação externa de acervo (empréstimos, por exemplo) é uma prática que se torna cada vez mais alvo de cuidados, em razão dos riscos que lhe traz, cabendo à instituição que cede o material certificar-se de que estejam contempladas as medidas de segurança básicas para tanto. Dentre as alternativas abaixo qual a que NÃO se aplica ao caso de circulação externa de acervo museal?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1321296 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
No interessante livro “Em terra de cego quem tem um olho é rei: usando teoria econômica para explicar ditados populares”, organizado por Adolfo Sachsida, encontramos vários adágios ludicamente interpretados. A um deles, alude o texto a seguir, a partir do qual versará a questão.
Capítulo 16: Altruísmo ou “Consumo” Futuro?
Em um país extremamente religioso, a crença do que fazemos em vida determina a vida pós-morte está arraigada nas pessoas. O ditado popular “Quem dá aos pobres empresta a Deus” representa bem essa visão. Se isso é verdade ou não, não há como saber. Afinal, ninguém teve a gentileza de voltar para nos contar. Crenças religiosas à parte, o ditado implica uma conclusão triste: alguns atos de altruísmo até então vistos tão bem, podem ser, na verdade, uma busca por consumo futuro.
O que isso quer dizer? Quer dizer que as pessoas preferem ter um nível constante de consumo ao longo do tempo. O ditado em questão analisa dois intervalos de tempo específicos: a vida e a vida depois da morte. Como as pessoas não gostam de consumir tudo apenas em um intervalo de tempo, elas realizam um investimento no presente (em vida), dando dinheiro aos pobres (ou à igreja), visando o retorno futuro esperado do empréstimo a Deus para poder manter o mesmo padrão de vida. Ou seria padrão de morte?
Mesmo no período medieval, muitos dos lordes e senhores feudais doavam grande parte de suas fortunas à igreja logo antes de morrerem. Como viveram uma vida de regalias e pecados, a doação era uma forma de se redimirem, ou investirem em uma qualidade de morte semelhante à qualidade de vida que tiveram.
Para realizar um “investimento” como esse, a pessoa certamente não é avessa ao risco. Enquanto o consumo presente traz uma satisfação garantida e tangível, o consumo futuro, ou consumo após a morte, é fundamentado na fé e o retorno esperado é incerto e de difícil mensuração, até mesmo para o mais fiel dos investidores.
Lucas Filgueiras – IBMEC-MG
O texto faz uma crítica sobretudo
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1321238 Ano: 2009
Disciplina: Museologia
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
Provas:
Para que em um museu, haja clareza quanto aos processos de (re)significação, representação e difusão da informação, é necessária a concepção de instrumentos de documentação dinâmicos e eficazes. Neste sentido, são considerados campos fundamentais de uma ficha de catalogação:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1321108 Ano: 2009
Disciplina: Museologia
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
Provas:
Durante a década de 1970 e se estendendo pela década de 1980, em quase toda América Latina, inclusive no Brasil, vivia-se em um cenário de repressão e censura, conseqüência da instauração das ditaduras como regime de governo. No campo da Museologia, neste mesmo período, ocorreram os mais importantes encontros e debates que vieram a fundamentar um novo pensamento acerca dos museus, do patrimônio e do fazer museológico. Tendo em vista o quadro citado acima, qual foi a repercussão imediata da Mesa Redonda de Santiago do Chile para a Museologia brasileira?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1320992 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
No interessante livro “Em terra de cego quem tem um olho é rei: usando teoria econômica para explicar ditados populares”, organizado por Adolfo Sachsida, encontramos vários adágios ludicamente interpretados. A um deles, alude o texto a seguir, a partir do qual versará a questão.
Capítulo 16: Altruísmo ou “Consumo” Futuro?
Em um país extremamente religioso, a crença do que fazemos em vida determina a vida pós-morte está arraigada nas pessoas. O ditado popular “Quem dá aos pobres empresta a Deus” representa bem essa visão. Se isso é verdade ou não, não há como saber. Afinal, ninguém teve a gentileza de voltar para nos contar. Crenças religiosas à parte, o ditado implica uma conclusão triste: alguns atos de altruísmo até então vistos tão bem, podem ser, na verdade, uma busca por consumo futuro.
O que isso quer dizer? Quer dizer que as pessoas preferem ter um nível constante de consumo ao longo do tempo. O ditado em questão analisa dois intervalos de tempo específicos: a vida e a vida depois da morte. Como as pessoas não gostam de consumir tudo apenas em um intervalo de tempo, elas realizam um investimento no presente (em vida), dando dinheiro aos pobres (ou à igreja), visando o retorno futuro esperado do empréstimo a Deus para poder manter o mesmo padrão de vida. Ou seria padrão de morte?
Mesmo no período medieval, muitos dos lordes e senhores feudais doavam grande parte de suas fortunas à igreja logo antes de morrerem. Como viveram uma vida de regalias e pecados, a doação era uma forma de se redimirem, ou investirem em uma qualidade de morte semelhante à qualidade de vida que tiveram.
Para realizar um “investimento” como esse, a pessoa certamente não é avessa ao risco. Enquanto o consumo presente traz uma satisfação garantida e tangível, o consumo futuro, ou consumo após a morte, é fundamentado na fé e o retorno esperado é incerto e de difícil mensuração, até mesmo para o mais fiel dos investidores.
Lucas Filgueiras – IBMEC-MG
No terceiro parágrafo, para preservarmos o sentido original – sem necessidade de outras alterações –, a única substituição correta do nexo “Como” é por
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1320955 Ano: 2009
Disciplina: Museologia
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
Provas:
A pesquisa é uma atividade que garante a vitalidade e a dinâmica de um espaço museológico, conferindo sentido ao seu acervo, produzindo bases para a construção de conceitos e sentidos nas ações de comunicação e difusão da informação ao seu público. Assim considerando, a maneira mais correta e produtiva de se propor e implantar ações de pesquisas em museus é por meio de/do
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1320886 Ano: 2009
Disciplina: Museologia
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
Provas:
Para cumprir uma de suas principais funções, a de guarda e conservação do patrimônio, o museu necessita em seu quadro profissionais aptos a conhecer a natureza e estrutura físico-química dos acervos ali contidos, de modo que possa agir no sentido da proteção desse acervo dos danos causados pelos diferentes fatores de degradação, tal como a radiação luminosa. Nesse sentido, nas recomendações feitas pela UNESCO, o fluxo luminoso incidindo sobre acervos têxteis, aquarela, desenhos, tapeçarias e espécimes botânicos, e medido em lux, deverá ser de
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas