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Em 21 de maio de 1683 por ocasião da visita que o duque de York,futuro Rei da Inglaterra, faz à Universidade de Oxford, é inaugurado um novo edifício que leva em seu frontão o nome: Museum Ashmolianum Schola Naturalis Historiae, Officina Chimica. Essa experiência pode ser considerada inovadora por
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Ainda que na atualidade, o avanço das novas tecnologias de automação contribuam sobremodo para o bom gerenciamento da informação no ambiente museológico, para que estes sistemas funcionem de maneira efetiva e articulada com diversos setores e atividades do museu, não se pode perder de vista a necessidade da utilização de instrumentos tais como:
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Uma perspectiva planejada e contínua voltada à captação de recursos e financiamentos externos de maneira a contribuir com a receita dos
museus, se tornou atualmente pressuposto de extrema importância na gestão museológica. Um bom plano de estratégias para captar recurso deve incorporar:
I) justificativa para a verba solicitada.
II) parecer favorável, emitido pelo representante da associação de bairro.
III) detalhamento do caso para o qual se pede apoio.
IV) um esboço de cronograma.
Estão corretas apenas
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No que se refere aos agentes biológicos, é fundamental haver ações dentro do museu que garantam que a entrada de predadores biológicos não seja decorrente do seu normal funcionamento. Assim, das ações que dizem respeito ao espaço físico do museu, a única que NÃO pode ser caracterizada como de controle ambiental é a/o
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No interessante livro “Em terra de cego quem tem um olho é rei: usando teoria econômica para explicar ditados populares”, organizado por Adolfo Sachsida, encontramos vários adágios ludicamente interpretados. A um deles, alude o texto a seguir, a partir do qual versará a questão.
Capítulo 16: Altruísmo ou “Consumo” Futuro?
Em um país extremamente religioso, a crença do que fazemos em vida determina a vida pós-morte está arraigada nas pessoas. O ditado popular “Quem dá aos pobres empresta a Deus” representa bem essa visão. Se isso é verdade ou não, não há como saber. Afinal, ninguém teve a gentileza de voltar para nos contar. Crenças religiosas à parte, o ditado implica uma conclusão triste: alguns atos de altruísmo até então vistos tão bem, podem ser, na verdade, uma busca por consumo futuro.
O que isso quer dizer? Quer dizer que as pessoas preferem ter um nível constante de consumo ao longo do tempo. O ditado em questão analisa dois intervalos de tempo específicos: a vida e a vida depois da morte. Como as pessoas não gostam de consumir tudo apenas em um intervalo de tempo, elas realizam um investimento no presente (em vida), dando dinheiro aos pobres (ou à igreja), visando o retorno futuro esperado do empréstimo a Deus para poder manter o mesmo padrão de vida. Ou seria padrão de morte?
Mesmo no período medieval, muitos dos lordes e senhores feudais doavam grande parte de suas fortunas à igreja logo antes de morrerem. Como viveram uma vida de regalias e pecados, a doação era uma forma de se redimirem, ou investirem em uma qualidade de morte semelhante à qualidade de vida que tiveram.
Para realizar um “investimento” como esse, a pessoa certamente não é avessa ao risco. Enquanto o consumo presente traz uma satisfação garantida e tangível, o consumo futuro, ou consumo após a morte, é fundamentado na fé e o retorno esperado é incerto e de difícil mensuração, até mesmo para o mais fiel dos investidores.
Lucas Filgueiras – IBMEC-MG
O texto desconstroi a ideia de que o ditado fala da benevolência do ser humano. Esse, à luz do texto, incorreria em qual pecado capital?
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Nos últimos anos o Brasil se destacou por apresentar ações que visam ao desenvolvimento da área cultural. Nesse sentido, em 2003 o Ministério da Cultura lançou em debate no campo museológico:
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Tendo como referência os componentes fundamentais de um sistema de documentação museológica, correlacione as colunas a seguir:
| 1. Entradas | ( ) registro, marcação, classificação, indexação. |
| 2. Organização e controle | ( ) recuperação, disseminação. |
| 3. Saídas | ( ) seleção, aquisição. |
A sequência correta é
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No interessante livro “Em terra de cego quem tem um olho é rei: usando teoria econômica para explicar ditados populares”, organizado por Adolfo Sachsida, encontramos vários adágios ludicamente interpretados. A um deles, alude o texto a seguir, a partir do qual versará a questão.
Capítulo 16: Altruísmo ou “Consumo” Futuro?
Em um país extremamente religioso, a crença do que fazemos em vida determina a vida pós-morte está arraigada nas pessoas. O ditado popular “Quem dá aos pobres empresta a Deus” representa bem essa visão. Se isso é verdade ou não, não há como saber. Afinal, ninguém teve a gentileza de voltar para nos contar. Crenças religiosas à parte, o ditado implica uma conclusão triste: alguns atos de altruísmo até então vistos tão bem, podem ser, na verdade, uma busca por consumo futuro.
O que isso quer dizer? Quer dizer que as pessoas preferem ter um nível constante de consumo ao longo do tempo. O ditado em questão analisa dois intervalos de tempo específicos: a vida e a vida depois da morte. Como as pessoas não gostam de consumir tudo apenas em um intervalo de tempo, elas realizam um investimento no presente (em vida), dando dinheiro aos pobres (ou à igreja), visando o retorno futuro esperado do empréstimo a Deus para poder manter o mesmo padrão de vida. Ou seria padrão de morte?
Mesmo no período medieval, muitos dos lordes e senhores feudais doavam grande parte de suas fortunas à igreja logo antes de morrerem. Como viveram uma vida de regalias e pecados, a doação era uma forma de se redimirem, ou investirem em uma qualidade de morte semelhante à qualidade de vida que tiveram.
Para realizar um “investimento” como esse, a pessoa certamente não é avessa ao risco. Enquanto o consumo presente traz uma satisfação garantida e tangível, o consumo futuro, ou consumo após a morte, é fundamentado na fé e o retorno esperado é incerto e de difícil mensuração, até mesmo para o mais fiel dos investidores.
Lucas Filgueiras – IBMEC-MG
Analisa as seguintes alterações:
I) “Como as pessoas não gostam de consumir” por “As pessoas não gostando de consumir”. (2º par.)
II) “não há como saber” por “é improvável saber”.(1º par.)
III) “Como viveram uma vida de regalias” por “Havendo vivido uma vida de regalias”.(3º par.)
Estaria(m) correta(s) apenas
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A temperatura e a umidade são agentes físicos ambientais que podem provocar danos sérios em acervos de diferentes tipologias, seja em situação de exposição ou em ambiente de Reserva Técnica. Em associação, o alto índice de umidade e a temperatura elevada são nocivos aos acervos.
Assim, como recomendação básica, a temperatura do ambiente e umidade relativa do ar devem estar entre
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No interessante livro “Em terra de cego quem tem um olho é rei: usando teoria econômica para explicar ditados populares”, organizado por Adolfo Sachsida, encontramos vários adágios ludicamente interpretados. A um deles, alude o texto a seguir, a partir do qual versará a questão.
Capítulo 16: Altruísmo ou “Consumo” Futuro?
Em um país extremamente religioso, a crença do que fazemos em vida determina a vida pós-morte está arraigada nas pessoas. O ditado popular “Quem dá aos pobres empresta a Deus” representa bem essa visão. Se isso é verdade ou não, não há como saber. Afinal, ninguém teve a gentileza de voltar para nos contar. Crenças religiosas à parte, o ditado implica uma conclusão triste: alguns atos de altruísmo até então vistos tão bem, podem ser, na verdade, uma busca por consumo futuro.
O que isso quer dizer? Quer dizer que as pessoas preferem ter um nível constante de consumo ao longo do tempo. O ditado em questão analisa dois intervalos de tempo específicos: a vida e a vida depois da morte. Como as pessoas não gostam de consumir tudo apenas em um intervalo de tempo, elas realizam um investimento no presente (em vida), dando dinheiro aos pobres (ou à igreja), visando o retorno futuro esperado do empréstimo a Deus para poder manter o mesmo padrão de vida. Ou seria padrão de morte?
Mesmo no período medieval, muitos dos lordes e senhores feudais doavam grande parte de suas fortunas à igreja logo antes de morrerem. Como viveram uma vida de regalias e pecados, a doação era uma forma de se redimirem, ou investirem em uma qualidade de morte semelhante à qualidade de vida que tiveram.
Para realizar um “investimento” como esse, a pessoa certamente não é avessa ao risco. Enquanto o consumo presente traz uma satisfação garantida e tangível, o consumo futuro, ou consumo após a morte, é fundamentado na fé e o retorno esperado é incerto e de difícil mensuração, até mesmo para o mais fiel dos investidores.
Lucas Filgueiras – IBMEC-MG
O autor afirma que os “investidores” dos quais fala no texto seriam avessos ao risco. Seguindo a linha de raciocínio do economista, que hipotética atitude do investidor provaria que essa aversão foi atenuada?
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