Foram encontradas 40 questões.
No site da Sociedade Brasileira de Pediatria, encontramos as seguintes peças publicitárias de uma campanha de conscientização. Analisa-as.



No depoimento de Daniela, percebemos a flexão do verbo “ser” no futuro do pretérito do indicativo (“seria”). A escolha desse tempo verbal, em obediência à norma-padrão da língua portuguesa, deveu-se por um dos valores que ele pode assumir. O mesmo valor supra-mencionado aparece em qual das seguintes frases?
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Que antibiótico deve ser associado à cefotriaxona quando houver possibilidade de meningite por Streptococcus pneumoniae resistente à penicilina?
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Analise a seguinte situação: um RN de 24 semanas com 5 dias de vida, pesando 510g, entubado e ventilado por Sindrome do Desconforto Respiratório, que evoluiu com perfuração intestinal e encontra-se no primeiro dia pós-operatório de laparotomia e ileostomia. Em relação à utilização de analgesia:
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Um paciente de 7 anos chega na Emergência Pediátrica trazido pelo médico socorrista, com diagnóstico de taquicardia supraventricular. Apresenta frequência cardíaca de 280 bpm, sudorese, palidez cutânea e perfusão periférica muito lentificada. A terapia inicial mais adequada para este caso é:
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HOJE, ELAS SÃO FOFAS. E AMANHÃ?
MARINA YAMAOKA
Crianças são seres adoráveis. Com bochechas redondas, bracinhos roliços e uma barriguinha macia, então, têm o poder de derreter qualquer coração. São fofas. Fofas? Bem, do ponto de vista médico, a classificação para elas é outra: são crianças com excesso de peso, cuja saúde está em risco e cuja probabilidade de se tornarem um adulto obeso cresce a cada gesto de indulgência de seus pais. São eles – ou os adultos que em última instância decidem o que elas vão comer – os principais responsáveis pela alarmante constatação a que acaba de chegar a pesquisa realizada sob a coordenação do pediatra Mauro Fisberg, professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). As crianças brasileiras estão ingerindo muito mais calorias do que deveriam. Das que têm entre 2 e 5 anos de idade, 22% apresentam sobrepeso. Pior: 6% já passaram para o patamar da obesidade – o que significa estar mais de 15% acima do peso ideal. Tudo somado, 28% da garotada de até 5 anos está pesando mais do que seria saudável. Com isso, o Brasil acaba de ultrapassar os Estados Unidos – o país mais gordo do mundo – em matéria de obesidade infantil. Por enquanto, a dianteira se refere apenas a essa faixa etária. Mas é inevitável que se estenda para outras em breve.
De cada 100 meninos e meninas que apresentam quadro de obesidade aos 2 anos de idade, quinze conviverão com o problema ao longo da vida. Já entre as crianças que chegam aos 10 anos obesas, 80% manterão esse padrão na fase adulta. É comum que os pais, ao notar que seu filho está acima do peso, relevem o problema, baseados na crença de que, "quando crescer, ele emagrece" ou na equivocada convicção de que "criança gordinha é criança saudável". Ocorre que, ao contrário do que esperam esses pais, as gordurinhas dos pequenos rechonchudos não vão desaparecer num passe de mágica. A primeira razão para isso é que quem cresceu em meio a frituras, sanduíches gordurosos e pacotes de biscoito recheado resistirá mais a se adaptar a uma alimentação saudável no futuro. Mas a dificuldade em mudar hábitos alimentares adquiridos na infância é só um dos fatores que ameaçam transformar a criança num adulto em luta eterna contra a balança. Há outros, de ordem metabólica, e esses são ainda mais difíceis de reverter.
Pesquisadores descobriram, por exemplo, que, consumidos em excesso durante a fase de desenvolvimento, gorduras e carboidratos inibem a ação das proteínas que atuam no cérebro e no fígado induzindo a sensação de saciedade e estimulam as que controlam o apetite. O mesmo ocorre com as enzimas responsáveis por determinar o gasto de energia do organismo. Esse descontrole pode se tornar irreversível e, nesse caso, terá o efeito possível de fazer com que a ex-criança gordinha, adulta, sinta necessidade de comer em grandes quantidades e apresente um gasto calórico desproporcional às suas atividades físicas. Em resumo, pode fazer com que, ao longo de toda a vida, ela tenha facilidade para engordar e dificuldade para emagrecer.
[...]
Como regra básica, especialistas recomendam que, antes dos 2 anos de idade, os pais não ofereçam nenhum tipo de guloseima aos filhos. Depois dessa fase, com o incremento das atividades sociais da criança e a sua entrada em outros ambientes, fica difícil proibir. "Mesmo porque a proibição pode dar origem a uma compulsão no futuro", diz a nutricionista Priscila. Já o controle dos alimentos é possível e necessário. Se não dá para evitar que o filho tome refrigerantes na escola ou em festinhas, por exemplo, é perfeitamente possível deixar de estocá-los às pilhas na geladeira de casa. As excursões às lanchonetes de fast-food também podem ter a frequência estipulada – e, de preferência, reduzida ao mínimo. Entre 2004 e 2009, esse mercado duplicou no Brasil. Só o McDonald’s ganhou 100 000 clientes a mais a cada dia, boa parte deles, crianças.
[...]
Perceber que o filho passou da categoria dos "fofinhos" para o patamar dos obesos muitas vezes não é simples. Tomar a decisão de levá-lo a um especialista, passar a controlar a sua alimentação e – suma crueldade – colocá-lo "de regime" pode parecer mais difícil ainda. Mas é desse tipo de decisão que depende a saúde dos pequenos. E deixar que eles a percam tão cedo, isso sim, é de cortar o coração.
Revista Veja – 30/06/2010
Analisa as afirmações a seguir sobre os sinais de pontuação presentes no texto.
I) O ponto de interrogação após a palavra “Fofas” coloca em xeque, a partir de então, as afirmações iniciais do texto.
II) Os travessões presentes servem para isolar um elemento explicativo e poderiam ser substituídos por vírgulas sem alterar o sentido original do fragmento.
III) Seria correto substituir a primeira vírgula da por ponto e vírgula.
IV) A primeira vírgula é empregada para isolar um termo que está deslocado na frase.
Está(ão) correta(s) apenas
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Frente a um RN pré-termo com idade gestacional de 26 semanas, com peso de nascimento de 760 g, que evoluiu no terceiro dia de vida com quadro de hiperpotassemia não oligurica, no ECG, encontramos:
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O médico é chamado para atender a um paciente de sete anos na enfermaria de Pediatria, que se apresenta arresponsivo, em apneia e sem pulsos centrais. A enfermeira já iniciou ventilação com bolsavalva- máscara e instala a monitorização cardíaca. A prioridade da monitorização cardíaca, nesse caso, justifica-se pela:
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HOJE, ELAS SÃO FOFAS. E AMANHÃ?
MARINA YAMAOKA
Crianças são seres adoráveis. Com bochechas redondas, bracinhos roliços e uma barriguinha macia, então, têm o poder de derreter qualquer coração. São fofas. Fofas? Bem, do ponto de vista médico, a classificação para elas é outra: são crianças com excesso de peso, cuja saúde está em risco e cuja probabilidade de se tornarem um adulto obeso cresce a cada gesto de indulgência de seus pais. São eles – ou os adultos que em última instância decidem o que elas vão comer – os principais responsáveis pela alarmante constatação a que acaba de chegar a pesquisa realizada sob a coordenação do pediatra Mauro Fisberg, professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). As crianças brasileiras estão ingerindo muito mais calorias do que deveriam. Das que têm entre 2 e 5 anos de idade, 22% apresentam sobrepeso. Pior: 6% já passaram para o patamar da obesidade – o que significa estar mais de 15% acima do peso ideal. Tudo somado, 28% da garotada de até 5 anos está pesando mais do que seria saudável. Com isso, o Brasil acaba de ultrapassar os Estados Unidos – o país mais gordo do mundo – em matéria de obesidade infantil. Por enquanto, a dianteira se refere apenas a essa faixa etária. Mas é inevitável que se estenda para outras em breve.
De cada 100 meninos e meninas que apresentam quadro de obesidade aos 2 anos de idade, quinze conviverão com o problema ao longo da vida. Já entre as crianças que chegam aos 10 anos obesas, 80% manterão esse padrão na fase adulta. É comum que os pais, ao notar que seu filho está acima do peso, relevem o problema, baseados na crença de que, "quando crescer, ele emagrece" ou na equivocada convicção de que "criança gordinha é criança saudável". Ocorre que, ao contrário do que esperam esses pais, as gordurinhas dos pequenos rechonchudos não vão desaparecer num passe de mágica. A primeira razão para isso é que quem cresceu em meio a frituras, sanduíches gordurosos e pacotes de biscoito recheado resistirá mais a se adaptar a uma alimentação saudável no futuro. Mas a dificuldade em mudar hábitos alimentares adquiridos na infância é só um dos fatores que ameaçam transformar a criança num adulto em luta eterna contra a balança. Há outros, de ordem metabólica, e esses são ainda mais difíceis de reverter.
Pesquisadores descobriram, por exemplo, que, consumidos em excesso durante a fase de desenvolvimento, gorduras e carboidratos inibem a ação das proteínas que atuam no cérebro e no fígado induzindo a sensação de saciedade e estimulam as que controlam o apetite. O mesmo ocorre com as enzimas responsáveis por determinar o gasto de energia do organismo. Esse descontrole pode se tornar irreversível e, nesse caso, terá o efeito possível de fazer com que a ex-criança gordinha, adulta, sinta necessidade de comer em grandes quantidades e apresente um gasto calórico desproporcional às suas atividades físicas. Em resumo, pode fazer com que, ao longo de toda a vida, ela tenha facilidade para engordar e dificuldade para emagrecer.
[...]
Como regra básica, especialistas recomendam que, antes dos 2 anos de idade, os pais não ofereçam nenhum tipo de guloseima aos filhos. Depois dessa fase, com o incremento das atividades sociais da criança e a sua entrada em outros ambientes, fica difícil proibir. "Mesmo porque a proibição pode dar origem a uma compulsão no futuro", diz a nutricionista Priscila. Já o controle dos alimentos é possível e necessário. Se não dá para evitar que o filho tome refrigerantes na escola ou em festinhas, por exemplo, é perfeitamente possível deixar de estocá-los às pilhas na geladeira de casa. As excursões às lanchonetes de fast-food também podem ter a frequência estipulada – e, de preferência, reduzida ao mínimo. Entre 2004 e 2009, esse mercado duplicou no Brasil. Só o McDonald’s ganhou 100 000 clientes a mais a cada dia, boa parte deles, crianças.
[...]
Perceber que o filho passou da categoria dos "fofinhos" para o patamar dos obesos muitas vezes não é simples. Tomar a decisão de levá-lo a um especialista, passar a controlar a sua alimentação e – suma crueldade – colocá-lo "de regime" pode parecer mais difícil ainda. Mas é desse tipo de decisão que depende a saúde dos pequenos. E deixar que eles a percam tão cedo, isso sim, é de cortar o coração.
Revista Veja – 30/06/2010
No 1º parágrafo do texto, apresentado a seguir, tem-se, em dois momentos, o emprego do pronome “cujo”, flexionado no gênero feminino (“cuja”).
“(...) são crianças com excesso de peso, cuja saúde está em risco e cuja probabilidade de se tornarem um adulto obeso cresce a cada gesto de indulgência dos pais.”
Analisa as frases a seguir, dando especial atenção ao emprego do pronome cujo/cuja, juntamente com a preposição, quando esta o acompanha.
I) O menino, de cujo pai estava separado, começou a ganhar peso de forma exagerada.
II) O pai, cuja filha estava afastado, foi procurar o médico.
III) A mãe, cuja filha passou a engordar, demonstrava preocupação.
IV) O médico, sobre cuja responsabilidade estava a criança enferma, ficou apreensivo.
Qual(quais) frase(s) acima está(ão) de acordo com as normas estabelecidas pela gramática padrão da língua portuguesa?
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Menino de dois anos vem apresentando, há 12 horas, febre alta, cefaleia e vômitos. Ao exame: apresenta petéquias subconjuntivais, tronco e membros. Mantém-se lúcido com períodos de agitação, apresenta hipotensão arterial, mas com ausência de sinais meníngeos. O diagnóstico provável é de:
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Analise as afirmativas a seguir que apresentam condutas de auxílio para diagnosticar a presença da síndrome de HPPRN no RN.
I) Obter uma gasometria de artéria umbilical simultaneamente com uma gasometria de artéria radial esquerda.
II) Obter uma gasometria de artéria umbilical simultaneamente com uma gasometria de artéria radial direita.
III) Obter um ecocardiograma.
Está(ão) correta(s)
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