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Foram encontradas 50 questões.

1378870 Ano: 2006
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
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A lei que permite o cálculo do ganho de desempenho que se pode obter melhorando-se alguma parte de um computador e que define a aceleração que pode ser obtida pelo uso de um determinado recurso é:
 

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1378758 Ano: 2006
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
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A ilustração abaixo mostra como os vários componentes e clientes de TCP/IP se ajustam à arquitetura geral e ao esquema de divisão em camadas. Avaliando a figura, responda a questão seguinte.
Enunciado 1378758-1
Assinale a alternativa CORRETA:
 

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1378569 Ano: 2006
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
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Analise as afirmações abaixo sobre sincronização de processos e assinale a alternativa CORRETA.
I. Dado um conjunto de processos ou threads sequenciais cooperativos que compartilham dados, a exclusão mútua deve ser fornecida para evitar a ocorrência de uma condição de corrida em relação aos dados compartilhados.
II. Um método para controlar o acesso a um recurso compartilhado é declarar uma seção de código como sendo crítica e, em seguida, controlar o acesso a essa seção.
III. Uma solução ao problema de seção crítica deve satisfazer os quatro requisito a seguir: Exclusão mútua; progresso; espera limitada e preempção limitada.
 

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1378169 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
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Somos um país de analfabetos
Lya Luft (Revista Veja, 1º de outubro de 2008)
Segundo pesquisa do confiável IBGE, estamos num vergonhoso lugar entre os países da América Latina, no que diz respeito à alfabetização. O que nos faltou e tanto nos falta ainda? Posso dizer que tem sobrado ufanismo. Não somos os melhores, não somos invulneráveis, somos um país emergente, com riquezas ainda nem descobertas, outras mal administradas. Somos um povo resistente e forte, capaz de uma alegria e fraternidade que as quadrilhas, o narcotráfico e a assustadora violência atuais não diminuem. Um povo com uma rara capacidade de improvisação positiva, esperança e honradez.
O sonho de morar fora daqui para escapar não vale. Na velha e sisuda Europa não há um sol como este. Lá não se ri, não se abraça como aqui. Eles trabalham mais e ganham mais, é verdade. A pobreza por lá é menos pobre. O salário-desemprego é tão bom que, infelizmente, muitos decidem viver só com ele: o mercado de trabalho lá também é cruel, e com os estrangeiros, nem se fala. Em muitas coisas somos muito melhores.
Mas somos um país analfabeto. Alfabetizado não é, já disse e escrevo frequentemente, aquele que assina seu nome, mas quem assina um documento que leu e compreendeu. A verdadeira democracia tem de oferecer a todos esse direito, pois ler e escrever, como pensar, questionar e escolher, é um direito. É questão de dignidade. Quando eu era professora universitária, na década de 70, já recebíamos nas faculdades vários alunos que mal conseguiam escrever uma frase e expor um pensamento claro. “Eu sei, mas não sei como dizer nem escrever isso” é uma desculpa pobre. Não preciso ser intelectual, mas devo poder redigir ao menos um breve texto decente e claro. Preciso ser bem alfabetizado, isto é, usar meu instrumento de expressão completo, falado e escrito, dentro do meu nível de vida e do nível de vida do meu grupo.
Para isso, é essencial uma boa escola desde os primeiros anos, dever inenarrável do estado. Não me digam que todas as comunidades têm escolas e que estas têm o necessário para um ensino razoável, para que até o mais pobre e esquecido no mais esquecido e pobre recanto possa se tornar um cidadão inteiro e digno, com acesso à leitura e à escrita, isto é, à informação. Um sujeito capaz de fazer boas escolhas de vida, pronto para se sustentar e que, na grave hora de votar, sabe o que está fazendo. Enquanto alardeamos façanhas, descobertas, ganhos e crescimento econômico, a situação nesse campo está cada vez pior. Muito menos pessoas se alfabetizam de verdade; dos poucos que chegam ao 2º grau e dos pouquíssimos que vão à universidade, muitos não saem de lá realmente formados. Entram na profissão incapazes de produzir um breve texto claro. São desinteressados da leitura, mal falam direito. Não conseguem se informar nem questionar o mundo. Pouco lhes foi dado, pouquíssimo lhes foi exigido.
A única saída para tamanha calamidade está no maior interesse pelo que há de mais importante num país: a educação. E isso só vai começar quando lhe derem os maiores orçamentos. Assim se mudará o Brasil, o resto é conversa fiada. Investir nisso significa criar mais oportunidades de trabalho: muito mais gente capacitada a obter salário decente. Significa saúde: gente mais bem informada não adoece por ignorância, isolamento e falta de higiene. Se ao estado cabe nos ajudar a ser capazes de saber, entender, questionar e escolher nossa vida, é nas famílias, quando podem comprar livros, que tudo começa. Família tem a ver com moralidade, atenção e afeto, mas também com a necessária instrumentação para o filho assumir um lugar decente no mundo. Nascemos nela, nela vivemos. Mas com ela também fazemos parte de um país que nos deve, a todos, uma educação ótima. Ela trará consigo muito de tudo aquilo que nos falta.
Assinale a alternativa em que a sentença está escrita de acordo com o nível padrão da língua.
 

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1377263 Ano: 2006
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
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O processo unificado (PU) é algumas vezes chamado de Processo Unificado Racional (do inglês Rational Unified Process ou RUP). Assinale a alternativa CORRETA com relação ao processo unificado.
 

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1377209 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
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Somos um país de analfabetos
Lya Luft (Revista Veja, 1º de outubro de 2008)
Segundo pesquisa do confiável IBGE, estamos num vergonhoso lugar entre os países da América Latina, no que diz respeito à alfabetização. O que nos faltou e tanto nos falta ainda? Posso dizer que tem sobrado ufanismo. Não somos os melhores, não somos invulneráveis, somos um país emergente, com riquezas ainda nem descobertas, outras mal administradas. Somos um povo resistente e forte, capaz de uma alegria e fraternidade que as quadrilhas, o narcotráfico e a assustadora violência atuais não diminuem. Um povo com uma rara capacidade de improvisação positiva, esperança e honradez.
O sonho de morar fora daqui para escapar não vale. Na velha e sisuda Europa não há um sol como este. Lá não se ri, não se abraça como aqui. Eles trabalham mais e ganham mais, é verdade. A pobreza por lá é menos pobre. O salário-desemprego é tão bom que, infelizmente, muitos decidem viver só com ele: o mercado de trabalho lá também é cruel, e com os estrangeiros, nem se fala. Em muitas coisas somos muito melhores.
Mas somos um país analfabeto. Alfabetizado não é, já disse e escrevo frequentemente, aquele que assina seu nome, mas quem assina um documento que leu e compreendeu. A verdadeira democracia tem de oferecer a todos esse direito, pois ler e escrever, como pensar, questionar e escolher, é um direito. É questão de dignidade. Quando eu era professora universitária, na década de 70, já recebíamos nas faculdades vários alunos que mal conseguiam escrever uma frase e expor um pensamento claro. “Eu sei, mas não sei como dizer nem escrever isso” é uma desculpa pobre. Não preciso ser intelectual, mas devo poder redigir ao menos um breve texto decente e claro. Preciso ser bem alfabetizado, isto é, usar meu instrumento de expressão completo, falado e escrito, dentro do meu nível de vida e do nível de vida do meu grupo.
Para isso, é essencial uma boa escola desde os primeiros anos, dever inenarrável do estado. Não me digam que todas as comunidades têm escolas e que estas têm o necessário para um ensino razoável, para que até o mais pobre e esquecido no mais esquecido e pobre recanto possa se tornar um cidadão inteiro e digno, com acesso à leitura e à escrita, isto é, à informação. Um sujeito capaz de fazer boas escolhas de vida, pronto para se sustentar e que, na grave hora de votar, sabe o que está fazendo. Enquanto alardeamos façanhas, descobertas, ganhos e crescimento econômico, a situação nesse campo está cada vez pior. Muito menos pessoas se alfabetizam de verdade; dos poucos que chegam ao 2º grau e dos pouquíssimos que vão à universidade, muitos não saem de lá realmente formados. Entram na profissão incapazes de produzir um breve texto claro. São desinteressados da leitura, mal falam direito. Não conseguem se informar nem questionar o mundo. Pouco lhes foi dado, pouquíssimo lhes foi exigido.
A única saída para tamanha calamidade está no maior interesse pelo que há de mais importante num país: a educação. E isso só vai começar quando lhe derem os maiores orçamentos. Assim se mudará o Brasil, o resto é conversa fiada. Investir nisso significa criar mais oportunidades de trabalho: muito mais gente capacitada a obter salário decente. Significa saúde: gente mais bem informada não adoece por ignorância, isolamento e falta de higiene. Se ao estado cabe nos ajudar a ser capazes de saber, entender, questionar e escolher nossa vida, é nas famílias, quando podem comprar livros, que tudo começa. Família tem a ver com moralidade, atenção e afeto, mas também com a necessária instrumentação para o filho assumir um lugar decente no mundo. Nascemos nela, nela vivemos. Mas com ela também fazemos parte de um país que nos deve, a todos, uma educação ótima. Ela trará consigo muito de tudo aquilo que nos falta.
Apenas uma das alternativas está CORRETA quanto aos fatores de coerência textual.
 

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1376891 Ano: 2006
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
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Assinale o item que possui o comando, em SQL, que terá uma saída equivalente ao do comando, em álgebra relacional, abaixo. Considere que a relação tem mais de duas colunas:
σ (StatusFornec > 5) (σ (CidadeFornec = 'Rio') (Fornec))
 

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1375722 Ano: 2006
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
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Suponha que estejamos considerando um aperfeiçoamento para o processador de um sistema servidor usado no serviço Web. A nova CPU é 10 vezes mais rápida em computação na aplicação de serviço Web que o processador original. Supondo que a CPU original esteja ocupada com a computação 40% do tempo e que fique esperando pela E/S durante 60% do tempo, qual será a aceleração global aproximada obtida incorporando-se o aperfeiçoamento?
 

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1374371 Ano: 2006
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
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A forma normal que exige que todas as dependências não triviais sejam da forma α→β, onde α é uma superchave é:
 

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1373691 Ano: 2006
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
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Assinale a alternativa que tem o comando Linux que define rotas estáticas.
 

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