Foram encontradas 50 questões.
- Fundamentos de ProgramaçãoEstruturas de DadosEstrutura de Dados: ÁrvoreÁrvore AVL
- Fundamentos de ProgramaçãoEstruturas de DadosEstrutura de Dados: ÁrvoreÁrvore B ou B+ Tree
- Fundamentos de ProgramaçãoEstruturas de DadosEstrutura de Dados: ÁrvoreÁrvore Binária
- Fundamentos de ProgramaçãoEstruturas de DadosEstrutura de Dados: ÁrvoreÁrvore Rubro-Negra
Árvores são estruturas de dados não-lineares que permitem representar uma estrutura hierárquica. São tipos de árvore, EXCETO:
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Com relação ao tema de Interação Homem-Computador (IHC), o critério de qualidade que está relacionado com a facilidade de aprendizado, a facilidade de recordação, a eficiência, a segurança no uso e a satisfação do usuário é chamado de:
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Sobre Listas Duplamente Encadeadas, é INCORRETO afirmar que:
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Dentro do Regime Disciplinar do servidor público federal disposto na lei 8.112/90, NÃO é prevista como penalidade disciplinar a:
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Os métodos de desenvolvimento ágeis visam reduzir o ciclo de vida do software, desenvolvendo uma versão mínima, seguidamente integrando as funcionalidades através de um processo iterativo baseado na escuta do cliente e os testes ao longo do ciclo de desenvolvimento. Representa um método ágil, EXCETO:
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Buscando a excelência
Quando falo em excelência, não me refiro a ser o melhor de todos, ideia que me parece arrogante e tola. Nada pior do que um arrogante bobo, o tipo que chega a uma reunião, seja festa, seja trabalho, e já começa achando todos os demais idiotas. Nada mais patético do que aquele que se pensa ou se deseja sempre o primeirão da classe, da turma, do trabalho, do bairro, do mundo, quem sabe? Talento e discrição fazem uma combinação ótima.Então, excelência para mim significa tentar ser bom no que se faz, e no que se é. Um ser humano decente, solidário, afetuoso, respeitoso, digno, esperançoso sem ser tolo, idealista sem ser alienado, produtivo sem ser viciado em trabalho. E, no trabalho, dar o melhor de si sem sacrificar a vida, a família, a alegria, de que andamos tão carentes, embora os trios elétricos desfilem e as baladas varem a madrugada.
Estamos carentes de excelência. A mediocridade reina, assustadora, implacável e persistente. Autoridades, altos cargos, líderes, em boa parte desinformados, desinteressados, incultos, lamentáveis. Alunos que saem do ensino médio semianalfabetos e assim entram nas universidades, que aos poucos — refiro-me às públicas — vão se tornando reduto de pobreza intelectual.
As infelizes cotas, contra as quais tenho escrito e às quais me oponho desde sempre, servem magnificamente para alcançarmos este objetivo: a mediocrização também do ensino superior. Alunos que não conseguem raciocinar porque não lhes foi ensinado, numa educação de brincadeirinha.
E, porque não sabem ler nem escrever direito e com naturalidade, não conseguem expor em letra ou fala seu pensamento truncado e pobre. Professores que, mal pagos, mal estimulados, são mal preparados, desanimados e exaustos ou desinteressados. Atenção: há para tudo isso grandes e animadoras exceções, mas são exceções, tanto escolas quanto alunos e mestres. O quadro geral é entristecedor.
E as cotas roubam a dignidade daqueles que deveriam ter acesso ao ensino superior por mérito, porque o governo lhes tivesse dado uma ótima escola pública e bolsas excelentes: não porque, sendo incapazes e despreparados, precisassem desse empurrão. Meu conceito serve para cotas raciais também: não é pela raça ou cor, sobretudo autodeclarada, que um jovem deve conseguir diploma superior, mas por seu esforço e capacidade, porque teve ótimos 1º e 2° graus em escola pública e ou bolsas que o ampararam.
Além do mais, as bolsas por raça ou cor são altamente discriminatórias: ou teriam de ser dadas a filhos de imigrantes japoneses, alemães, italianos, que todos sofreram grandemente chegando aqui, e muitos continuam precisando de esforços inauditos para mandar um filho à universidade.
Em suma, parece que trabalhamos para facilitar as coisas aos jovens, em lugar de educá-los com e para o trabalho, zelo, esforço, busca de mérito, uso de sua própria capacidade e talento, já entre as crianças. O ensino nas últimas décadas aprimorou-se em fazer os pequenos aprender brincando.
LUFT, Lya. Buscando a excelência. Revista Veja .Nº Edição:
2288. Ano 45, nº 39. 26 de setembro de 2012. p.24.
O vocábulo brincando possibilita a seguinte leitura no texto:
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Buscando a excelência
Quando falo em excelência, não me refiro a ser o melhor de todos, ideia que me parece arrogante e tola. Nada pior do que um arrogante bobo, o tipo que chega a uma reunião, seja festa, seja trabalho, e já começa achando todos os demais idiotas(a). Nada mais patético do que aquele que se pensa ou se deseja sempre o primeirão da classe, da turma, do trabalho, do bairro, do mundo, quem sabe? Talento e discrição fazem uma combinação ótima.Então, excelência para mim significa tentar ser bom no que se faz, e no que se é. Um ser humano decente, solidário, afetuoso, respeitoso, digno, esperançoso sem ser tolo, idealista sem ser alienado, produtivo sem ser viciado em trabalho. E, no trabalho, dar o melhor de si sem sacrificar a vida, a família, a alegria, de que andamos tão carentes, embora os trios elétricos desfilem e as baladas varem a madrugada(b).
Estamos carentes de excelência. A mediocridade reina, assustadora, implacável e persistente. Autoridades, altos cargos, líderes, em boa parte desinformados, desinteressados, incultos, lamentáveis. Alunos que saem do ensino médio semianalfabetos e assim entram nas universidades, que aos poucos — refiro-me às públicas — vão se tornando reduto de pobreza intelectual.
As infelizes cotas, contra as quais tenho escrito e às quais me oponho desde sempre, servem magnificamente para alcançarmos este objetivo: a mediocrização também do ensino superior. Alunos que não conseguem raciocinar porque não lhes foi ensinado, numa educação de brincadeirinha.
E, porque não sabem ler nem escrever direito e com naturalidade, não conseguem expor em letra ou fala seu pensamento truncado e pobre(e). Professores que, mal pagos, mal estimulados, são mal preparados, desanimados e exaustos ou desinteressados. Atenção: há para tudo isso grandes e animadoras exceções, mas são exceções, tanto escolas quanto alunos e mestres. O quadro geral é entristecedor.
E as cotas roubam a dignidade daqueles que deveriam ter acesso ao ensino superior por mérito, porque o governo lhes tivesse dado uma ótima escola pública e bolsas excelentes: não porque, sendo incapazes e despreparados, precisassem desse empurrão. Meu conceito serve para cotas raciais também: não é pela raça ou cor, sobretudo autodeclarada, que um jovem deve conseguir diploma superior, mas por seu esforço e capacidade(d), porque teve ótimos 1º e 2° graus em escola pública e ou bolsas que o ampararam.
Além do mais, as bolsas por raça ou cor são altamente discriminatórias: ou teriam de ser dadas a filhos de imigrantes japoneses, alemães, italianos, que todos sofreram grandemente chegando aqui, e muitos continuam precisando de esforços inauditos para mandar um filho à universidade.
Em suma, parece que trabalhamos para facilitar as coisas aos jovens, em lugar de educá-los com e para o trabalho, zelo, esforço, busca de mérito, uso de sua própria capacidade e talento, já entre as crianças(c). O ensino nas últimas décadas aprimorou-se em fazer os pequenos aprender brincando.
LUFT, Lya. Buscando a excelência. Revista Veja .Nº Edição:
2288. Ano 45, nº 39. 26 de setembro de 2012. p.24.
O trecho abaixo que confirma a resposta CORRETA da questão anterior encontra-se na opção:
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Sobre os modelos de Banco de Dados, considere as seguintes afirmativas:
I. No modelo em rede, os dados são representados por uma coleção de registros e os relacionamentos por meio de links. Cada registro pode ser ligado a mais de um registro, podendo criando conexões complexas;
II. Em um banco de dados orientado a objetos puro, os dados são armazenados como objetos que só podem ser manipulados pelos métodos definidos pela classe a que estes objetos pertencem;
III. No modelo relacional, os dados podem ser manipulados da mesma forma que nos modelos hierárquicos e em rede.
Assinale a opção CORRETA.
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No que se refere aos diagramas da UML (Unified Model Language), considere as afirmativas a seguir:
I. Os diagramas estruturais descrevem os recursos dinâmicos do sistema, isto é, como interagem os recursos
modelados nos diagramas comportamentais;
II. Os diagramas de Caso de Uso podem ser utilizados para identificar as expectativas dos clientes em relação ao sistema;
III. O diagrama de Classes pode ser utilizado como a origem para a geração de código (conversão do modelo para o código) e o destino para a engenharia reversa (converter do código para o modelo).
Assinale a opção CORRETA.
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Pedro, usando um computador, calculou o produto 1 x 2 x 3 x ... x 2012 x 2013, dos números de 1 a 2013. Em seguida, ainda usando o computador, fatorou em números primos o resultado obtido da multiplicação anterior. Pedro, então, constatou que o expoente do número primo 61 na fatoração em primos de 1 x 2 x 3 x ... x 2012 x 2013 é
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