Foram encontradas 50 questões.
Leia o texto que se segue e responda à questão.
Chutando a escada
“Contra a estupidez lutam os próprios deuses em vão”. A frase é de Friedrich Schiller e penso que ela traduz com perfeição o debate sobre imigração nos EUA.
Ao que consta, os latinos estão perdendo a paciência com Barack Obama, que não apenas deixou de cumprir a promessa de aprovar uma reforma imigratória como também foi sob seu governo que os EUA bateram o recorde de deportações, tendo, segundo certas contas, expulsado 2 milhões nos últimos cinco anos.
Latinos são uma das mais fiéis bases de apoio do Partido Democrata. Em 2012, 71% dos eleitores desse grupo votaram em Obama. É improvável que se bandeiem para os republicanos, mas, nos EUA, há sempre a opção de não votar, o que pode causar dificuldades para os democratas nas eleições legislativas deste ano.
Não é, porém, o aspecto eleitoral que me interessa aqui, mas a questão mais substantiva de definir se a imigração é boa para o país. No caso dos EUA, apesar das formidáveis barreiras burocráticas e das patrulhas de caça a ilegais, não há muita dúvida de que ela é benéfica.
Uma revisão da literatura feita pelo Brookings Institute em 2010 concluiu que a imigração contribui, ainda que modestamente, para elevar o nível de vida dos trabalhadores americanos, ao aumentar a produtividade e reduzir preços. Essa não é a única intuição contrariada pelas evidências. Também é falsa a ideia de que imigrantes drenam recursos do “welfare state”. Na verdade, estrangeiros, notadamente os ilegais, pagam quase todos os impostos e usam parcela reduzida dos serviços, tornando-se doadores líquidos do sistema.
No mais, foi a imigração que evitou que a demografia americana evoluísse para perfis perigosos como os verificados na Europa e no Japão. Mas, mesmo que nada disso fosse verdade, ainda assim é estranho ver um país forjado por imigrantes empenhado em chutar a escada para que ninguém mais possa subi-la.
(SCHWARTSMAN, Hélio. Folha de São Paulo, 26.04.14. http://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/2014/04/1445947-chutando-a-escada.shtml)
A frase em que as regras de concordância NÃO estão plenamente respeitadas é:
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Dos estados brasileiros, alguns se destacam pela presença de importantes sítios de arte rupestre. São eles:
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Pesquisadores egiptólogos descobriram em laboratório que, a partir da mistura do mineral goethita juntamente com outros aglutinantes, eles formaram a coloração preta, que era base para a grande maioria dos desenhos egípcios. A Arqueologia Brasileira cresceu muito entre as décadas de 70 e 80, principalmente pelo surgimento de grandes projetos acadêmicos regionais, cuja principal característica foi a produção dos primeiros trabalhos em nível de mestrado e doutorado. A partir dos anos 1990, este cenário mudou bastante, surgindo uma nova modalidade de Arqueologia - Arqueologia por contrato ou prestação de serviços, vinculada ao licenciamento ambiental. Hoje se pode afirmar que tal fato
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Enfoques estratigráficos e sedimentológicos, buscando informações sobre as relações homem/meio físico e a formação do registro arqueológico são objetos do campo interdisciplinar da
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Quando Meggers e Evens pesquisaram Sambaquis da Ilha de Marajó, observaram que, em cada teso, havia
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Segundo achados arqueológicos, no Brasil, existiram diferentes maneiras de enterrar os mortos. Alguns grupos praticavam enterramentos primários, ou seja,
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Entre os métodos de datação absoluta atualmente disponíveis para o estabelecimento de cronologias arqueológicas, indique a opção abaixo que destaca respectivamente métodos que permitem a datação direta de um vestígio arqueológico orgânico e outro inorgânico.
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Chutando a escada
“Contra a estupidez lutam os próprios deuses em vão”. A frase é de Friedrich Schiller e penso que ela traduz com perfeição o debate sobre imigração nos EUA.
Ao que consta, os latinos estão perdendo a paciência com Barack Obama, que não apenas deixou de cumprir a promessa de aprovar uma reforma imigratória como também foi sob seu governo que os EUA bateram o recorde de deportações, tendo, segundo certas contas, expulsado 2 milhões nos últimos cinco anos.
Latinos são uma das mais fiéis bases de apoio do Partido Democrata. Em 2012, 71% dos eleitores desse grupo votaram em Obama. É improvável que se bandeiem para os republicanos, mas, nos EUA, há sempre a opção de não votar, o que pode causar dificuldades para os democratas nas eleições legislativas deste ano.
Não é, porém, o aspecto eleitoral que me interessa aqui, mas a questão mais substantiva de definir se a imigração é boa para o país. No caso dos EUA, apesar das formidáveis barreiras burocráticas e das patrulhas de caça a ilegais, não há muita dúvida de que ela é benéfica.
Uma revisão da literatura feita pelo Brookings Institute em 2010 concluiu que a imigração contribui, ainda que modestamente, para elevar o nível de vida dos trabalhadores americanos, ao aumentar a produtividade e reduzir preços. Essa não é a única intuição contrariada pelas evidências. Também é falsa a ideia de que imigrantes drenam recursos do “welfare state”. Na verdade, estrangeiros, notadamente os ilegais, pagam quase todos os impostos e usam parcela reduzida dos serviços, tornando-se doadores líquidos do sistema.
No mais, foi a imigração que evitou que a demografia americana evoluísse para perfis perigosos como os verificados na Europa e no Japão. Mas, mesmo que nada disso fosse verdade, ainda assim é estranho ver um país forjado por imigrantes empenhado em chutar a escada para que ninguém mais possa subi-la.
(SCHWARTSMAN, Hélio. Folha de São Paulo, 26.04.14. http://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/2014/04/1445947-chutando-a-escada.shtml)
Barack Obama expulsou mais de 2 milhões de imigrantes nos últimos cinco anos. Transpondo-se a frase acima para a voz passiva, a forma verbal resultante será
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A cerâmica era usada como utensílio doméstico na forma de vasilhas, panelas, assadores etc. e também como objeto ritual, na forma de estatuetas, adornos e urnas funerárias. Era fabricada a partir de técnicas diversas, como
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Chutando a escada
“Contra a estupidez lutam os próprios deuses em vão”. A frase é de Friedrich Schiller e penso que ela traduz com perfeição o debate sobre imigração nos EUA.
Ao que consta, os latinos estão perdendo a paciência com Barack Obama, que não apenas deixou de cumprir a promessa de aprovar uma reforma imigratória como também foi sob seu governo que os EUA bateram o recorde de deportações, tendo, segundo certas contas, expulsado 2 milhões nos últimos cinco anos.
Latinos são uma das mais fiéis bases de apoio do Partido Democrata. Em 2012, 71% dos eleitores desse grupo votaram em Obama. É improvável que se bandeiem para os republicanos, mas, nos EUA, há sempre a opção de não votar, o que pode causar dificuldades para os democratas nas eleições legislativas deste ano.
Não é, porém, o aspecto eleitoral que me interessa aqui, mas a questão mais substantiva de definir se a imigração é boa para o país. No caso dos EUA, apesar das formidáveis barreiras burocráticas e das patrulhas de caça a ilegais, não há muita dúvida de que ela é benéfica.
Uma revisão da literatura feita pelo Brookings Institute em 2010 concluiu que a imigração contribui, ainda que modestamente, para elevar o nível de vida dos trabalhadores americanos, ao aumentar a produtividade e reduzir preços. Essa não é a única intuição contrariada pelas evidências. Também é falsa a ideia de que imigrantes drenam recursos do “welfare state”. Na verdade, estrangeiros, notadamente os ilegais, pagam quase todos os impostos e usam parcela reduzida dos serviços, tornando-se doadores líquidos do sistema.
No mais, foi a imigração que evitou que a demografia americana evoluísse para perfis perigosos como os verificados na Europa e no Japão. Mas, mesmo que nada disso fosse verdade, ainda assim é estranho ver um país forjado por imigrantes empenhado em chutar a escada para que ninguém mais possa subi-la.
(SCHWARTSMAN, Hélio. Folha de São Paulo, 26.04.14. http://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/2014/04/1445947-chutando-a-escada.shtml)
Ao utilizar a frase de Friedrich Schiller “Contra a estupidez lutam os próprios deuses em vão” (linha 01), o autor do texto pretende:
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