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Foram encontradas 50 questões.

2483079 Ano: 2014
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
O exercício da profissão de Bibliotecário, em qualquer de seus ramos, só será permitido:
I. aos Bacharéis em Biblioteconomia portadores de diplomas expedidos por escolas de Biblioteconomia de nível superior, oficiais, equiparadas, ou oficialmente reconhecidas;
II. aos bibliotecários portadores de diplomas de instituições estrangeiras que apresentem os seus diplomas revalidados no Brasil, de acordo com a legislação vigente;
III. aos diplomados por escolas ou cursos cujos estudos tenham sido feitos através de correspondência, cursos intensivos, cursos de férias, seminários etc.
As afirmações acima são verdadeiras, EXCETO, a(s) opção(ões):
 

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2482323 Ano: 2014
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
“O desenvolvimento tecnológico interfere, diretamente, na estrutura de todos os elementos do serviço de disseminação seletiva da informação” (SOUTO, 2010, p. 18).
O autor citado faz uma análise histórica da evolução do serviço de DSI, identificando três gerações:
I- primeira geração
(serviço manual).
1. ênfase na recuperação da informação, a partir de sistemas de recuperação de informações, com automação de parte do processo de disseminação seletiva de informação.
II- segunda geração (serviço automatizado). 2. ênfase na relação entre o profissional que executa o serviço e o usuário.
III- terceira geração
(na internet).
3. ênfase na autonomia do usuário, sendo que a automação pode atingir a totalidade do processo de disseminação seletiva de informação.
Com base nos seus conhecimentos, relacione a primeira coluna com a segunda e marque a sequência CORRETA.
 

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Leia o texto que se segue e responda à questão.
Chutando a escada
“Contra a estupidez lutam os próprios deuses em vão”. A frase é de Friedrich Schiller e penso que ela traduz com perfeição o debate sobre imigração nos EUA.
Ao que consta, os latinos estão perdendo a paciência com Barack Obama, que não apenas deixou de cumprir a promessa de aprovar uma reforma imigratória como também foi sob seu governo que os EUA bateram o recorde de deportações, tendo, segundo certas contas, expulsado 2 milhões nos últimos cinco anos.
Latinos são uma das mais fiéis bases de apoio do Partido Democrata. Em 2012, 71% dos eleitores desse grupo votaram em Obama. É improvável que se bandeiem para os republicanos, mas, nos EUA, há sempre a opção de não votar, o que pode causar dificuldades para os democratas nas eleições legislativas deste ano.
Não é, porém, o aspecto eleitoral que me interessa aqui, mas a questão mais substantiva de definir se a imigração é boa para o país. No caso dos EUA, apesar das formidáveis barreiras burocráticas e das patrulhas de caça a ilegais, não há muita dúvida de que ela é benéfica.
Uma revisão da literatura feita pelo Brookings Institute em 2010 concluiu que a imigração contribui, ainda que modestamente, para elevar o nível de vida dos trabalhadores americanos, ao aumentar a produtividade e reduzir preços. Essa não é a única intuição contrariada pelas evidências. Também é falsa a ideia de que imigrantes drenam recursos do “welfare state”. Na verdade, estrangeiros, notadamente os ilegais, pagam quase todos os impostos e usam parcela reduzida dos serviços, tornando-se doadores líquidos do sistema.
No mais, foi a imigração que evitou que a demografia americana evoluísse para perfis perigosos como os verificados na Europa e no Japão. Mas, mesmo que nada disso fosse verdade, ainda assim é estranho ver um país forjado por imigrantes empenhado em chutar a escada para que ninguém mais possa subi-la.
(SCHWARTSMAN, Hélio. Folha de São Paulo, 26.04.14. http://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/2014/04/1445947-chutando-a-escada.shtml)
Barack Obama expulsou mais de 2 milhões de imigrantes nos últimos cinco anos. Transpondo-se a frase acima para a voz passiva, a forma verbal resultante será
 

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Leia o texto que se segue e responda à questão.
Chutando a escada
“Contra a estupidez lutam os próprios deuses em vão”. A frase é de Friedrich Schiller e penso que ela traduz com perfeição o debate sobre imigração nos EUA.
Ao que consta, os latinos estão perdendo a paciência com Barack Obama, que não apenas deixou de cumprir a promessa de aprovar uma reforma imigratória como também foi sob seu governo que os EUA bateram o recorde de deportações, tendo, segundo certas contas, expulsado 2 milhões nos últimos cinco anos.
Latinos são uma das mais fiéis bases de apoio do Partido Democrata. Em 2012, 71% dos eleitores desse grupo votaram em Obama. É improvável que se bandeiem para os republicanos, mas, nos EUA, há sempre a opção de não votar, o que pode causar dificuldades para os democratas nas eleições legislativas deste ano.
Não é, porém, o aspecto eleitoral que me interessa aqui, mas a questão mais substantiva de definir se a imigração é boa para o país. No caso dos EUA, apesar das formidáveis barreiras burocráticas e das patrulhas de caça a ilegais, não há muita dúvida de que ela é benéfica.
Uma revisão da literatura feita pelo Brookings Institute em 2010 concluiu que a imigração contribui, ainda que modestamente, para elevar o nível de vida dos trabalhadores americanos, ao aumentar a produtividade e reduzir preços. Essa não é a única intuição contrariada pelas evidências. Também é falsa a ideia de que imigrantes drenam recursos do “welfare state”. Na verdade, estrangeiros, notadamente os ilegais, pagam quase todos os impostos e usam parcela reduzida dos serviços, tornando-se doadores líquidos do sistema.
No mais, foi a imigração que evitou que a demografia americana evoluísse para perfis perigosos como os verificados na Europa e no Japão. Mas, mesmo que nada disso fosse verdade, ainda assim é estranho ver um país forjado por imigrantes empenhado em chutar a escada para que ninguém mais possa subi-la.
(SCHWARTSMAN, Hélio. Folha de São Paulo, 26.04.14. http://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/2014/04/1445947-chutando-a-escada.shtml)
Ao utilizar a frase de Friedrich Schiller “Contra a estupidez lutam os próprios deuses em vão” (linha 01), o autor do texto pretende:
 

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Leia o texto que se segue e responda à questão.
Chutando a escada
“Contra a estupidez lutam os próprios deuses em vão”. A frase é de Friedrich Schiller e penso que ela traduz com perfeição o debate sobre imigração nos EUA.
Ao que consta, os latinos estão perdendo a paciência com Barack Obama, que não apenas deixou de cumprir a promessa de aprovar uma reforma imigratória como também foi sob seu governo que os EUA bateram o recorde de deportações, tendo, segundo certas contas, expulsado 2 milhões nos últimos cinco anos.
Latinos são uma das mais fiéis bases de apoio do Partido Democrata. Em 2012, 71% dos eleitores desse grupo votaram em Obama. É improvável que se bandeiem para os republicanos, mas, nos EUA, há sempre a opção de não votar, o que pode causar dificuldades para os democratas nas eleições legislativas deste ano.
Não é, porém, o aspecto eleitoral que me interessa aqui, mas a questão mais substantiva de definir se a imigração é boa para o país. No caso dos EUA, apesar das formidáveis barreiras burocráticas e das patrulhas de caça a ilegais, não há muita dúvida de que ela é benéfica.
Uma revisão da literatura feita pelo Brookings Institute em 2010 concluiu que a imigração contribui, ainda que modestamente, para elevar o nível de vida dos trabalhadores americanos, ao aumentar a produtividade e reduzir preços. Essa não é a única intuição contrariada pelas evidências. Também é falsa a ideia de que imigrantes drenam recursos do “welfare state”. Na verdade, estrangeiros, notadamente os ilegais, pagam quase todos os impostos e usam parcela reduzida dos serviços, tornando-se doadores líquidos do sistema.
No mais, foi a imigração que evitou que a demografia americana evoluísse para perfis perigosos como os verificados na Europa e no Japão. Mas, mesmo que nada disso fosse verdade, ainda assim é estranho ver um país forjado por imigrantes empenhado em chutar a escada para que ninguém mais possa subi-la.
(SCHWARTSMAN, Hélio. Folha de São Paulo, 26.04.14. http://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/2014/04/1445947-chutando-a-escada.shtml)
Com base no texto lido, é CORRETO afirmar:
 

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Leia o texto que se segue e responda à questão.
Chutando a escada
“Contra a estupidez lutam os próprios deuses em vão”. A frase é de Friedrich Schiller e penso que ela traduz com perfeição o debate sobre imigração nos EUA.
Ao que consta, os latinos estão perdendo a paciência com Barack Obama, que não apenas deixou de cumprir a promessa de aprovar uma reforma imigratória como também foi sob seu governo que os EUA bateram o recorde de deportações, tendo, segundo certas contas, expulsado 2 milhões nos últimos cinco anos.
Latinos são uma das mais fiéis bases de apoio do Partido Democrata. Em 2012, 71% dos eleitores desse grupo votaram em Obama. É improvável que se bandeiem para os republicanos, mas, nos EUA, há sempre a opção de não votar, o que pode causar dificuldades para os democratas nas eleições legislativas deste ano.
Não é, porém, o aspecto eleitoral que me interessa aqui, mas a questão mais substantiva de definir se a imigração é boa para o país. No caso dos EUA, apesar das formidáveis barreiras burocráticas e das patrulhas de caça a ilegais, não há muita dúvida de que ela é benéfica.
Uma revisão da literatura feita pelo Brookings Institute em 2010 concluiu que a imigração contribui, ainda que modestamente, para elevar o nível de vida dos trabalhadores americanos, ao aumentar a produtividade e reduzir preços. Essa não é a única intuição contrariada pelas evidências. Também é falsa a ideia de que imigrantes drenam recursos do “welfare state”. Na verdade, estrangeiros, notadamente os ilegais, pagam quase todos os impostos e usam parcela reduzida dos serviços, tornando-se doadores líquidos do sistema.
No mais, foi a imigração que evitou que a demografia americana evoluísse para perfis perigosos como os verificados na Europa e no Japão. Mas, mesmo que nada disso fosse verdade, ainda assim é estranho ver um país forjado por imigrantes empenhado em chutar a escada para que ninguém mais possa subi-la.
(SCHWARTSMAN, Hélio. Folha de São Paulo, 26.04.14. http://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/2014/04/1445947-chutando-a-escada.shtml)
Não é, porém, o aspecto eleitoral que me interessa aqui, mas a questão mais substantiva de definir se a imigração é boa para o país. Os elementos grifados remetem, respectivamente, à ideia de
 

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“Contra a estupidez lutam os próprios deuses em vão”. A frase é de Friedrich Schiller e penso que ela traduz com perfeição o debate sobre imigração nos EUA.
Ao que consta, os latinos estão perdendo a paciência com Barack Obama, que não apenas deixou de cumprir a promessa de aprovar uma reforma imigratória como também foi sob seu governo que os EUA bateram o recorde de deportações, tendo, segundo certas contas, expulsado 2 milhões nos últimos cinco anos.
Latinos são uma das mais fiéis bases de apoio do Partido Democrata. Em 2012, 71% dos eleitores desse grupo votaram em Obama. É improvável que se bandeiem para os republicanos, mas, nos EUA, há sempre a opção de não votar, o que pode causar dificuldades para os democratas nas eleições legislativas deste ano.
Não é, porém, o aspecto eleitoral que me interessa aqui, mas a questão mais substantiva de definir se a imigração é boa para o país. No caso dos EUA, apesar das formidáveis barreiras burocráticas e das patrulhas de caça a ilegais, não há muita dúvida de que ela é benéfica.
Uma revisão da literatura feita pelo Brookings Institute em 2010 concluiu que a imigração contribui, ainda que modestamente, para elevar o nível de vida dos trabalhadores americanos, ao aumentar a produtividade e reduzir preços. Essa não é a única intuição contrariada pelas evidências. Também é falsa a ideia de que imigrantes drenam recursos do “welfare state”. Na verdade, estrangeiros, notadamente os ilegais, pagam quase todos os impostos e usam parcela reduzida dos serviços, tornando-se doadores líquidos do sistema.
No mais, foi a imigração que evitou que a demografia americana evoluísse para perfis perigosos como os verificados na Europa e no Japão. Mas, mesmo que nada disso fosse verdade, ainda assim é estranho ver um país forjado por imigrantes empenhado em chutar a escada para que ninguém mais possa subi-la.
(SCHWARTSMAN, Hélio. Folha de São Paulo, 26.04.14. http://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/2014/04/1445947-chutando-a-escada.shtml)
A substituição do elemento grifado pelo pronome correspondente, com os necessários ajustes, foi realizada de modo INCORRETO em:
 

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Chutando a escada
“Contra a estupidez lutam os próprios deuses em vão”. A frase é de Friedrich Schiller e penso que ela traduz com perfeição o debate sobre imigração nos EUA.
Ao que consta, os latinos estão perdendo a paciência com Barack Obama, que não apenas deixou de cumprir a promessa de aprovar uma reforma imigratória como também foi sob seu governo que os EUA bateram o recorde de deportações, tendo, segundo certas contas, expulsado 2 milhões nos últimos cinco anos.
Latinos são uma das mais fiéis bases de apoio do Partido Democrata. Em 2012, 71% dos eleitores desse grupo votaram em Obama. É improvável que se bandeiem para os republicanos, mas, nos EUA, há sempre a opção de não votar, o que pode causar dificuldades para os democratas nas eleições legislativas deste ano.
Não é, porém, o aspecto eleitoral que me interessa aqui, mas a questão mais substantiva de definir se a imigração é boa para o país. No caso dos EUA, apesar das formidáveis barreiras burocráticas e das patrulhas de caça a ilegais, não há muita dúvida de que ela é benéfica.
Uma revisão da literatura feita pelo Brookings Institute em 2010 concluiu que a imigração contribui, ainda que modestamente, para elevar o nível de vida dos trabalhadores americanos, ao aumentar a produtividade e reduzir preços. Essa não é a única intuição contrariada pelas evidências. Também é falsa a ideia de que imigrantes drenam recursos do “welfare state”. Na verdade, estrangeiros, notadamente os ilegais, pagam quase todos os impostos e usam parcela reduzida dos serviços, tornando-se doadores líquidos do sistema.
No mais, foi a imigração que evitou que a demografia americana evoluísse para perfis perigosos como os verificados na Europa e no Japão. Mas, mesmo que nada disso fosse verdade, ainda assim é estranho ver um país forjado por imigrantes empenhado em chutar a escada para que ninguém mais possa subi-la.
(SCHWARTSMAN, Hélio. Folha de São Paulo, 26.04.14. http://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/2014/04/1445947-chutando-a-escada.shtml)
Também é falsa a ideia de que imigrantes drenam recursos do “welfare state”. A expressão assinalada foi empregada em sentido figurado. Um segmento do texto em que se nota também sentido figurado é:
 

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Uma autenticação é caracterizada como forte quando estão presentes dois ou mais itens dos seguintes fatores:
Questão Anulada

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2493854 Ano: 2014
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: UFPI
Orgão: UFPI

Considerando a NBR 6022/2003 (Artigo em publicação periódica científica impressa – Apresentação), da ABNT, relacione a primeira coluna com o respectivo conceito na segunda coluna e marque a opção que torna a sequência CORRETA.

I – legenda bibliográfica.

1 - lista em ordem alfabética de palavras ou expressões técnicas de uso restrito ou de sentido obscuro, utilizadas no texto, acompanhadas das respectivas definições.

II – resumo.

2 - apresentação concisa dos pontos relevantes de um documento.

III – legenda.

3 - conjunto de elementos destinados à identificação de um fascículo e/ou volume da publicação e dos artigos nela contidos.

IV – glossário.

4 - texto explicativo redigido de forma clara concisa e sem ambiguidade, para descrever uma ilustração ou tabela.

Questão Desatualizada

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