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Em uma solução de NH4Cl 0,15 mol L-1 (Kb(NH3) = 1,8 x 10-5), o pH e grau de hidrólise são, respectivamente,
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Um técnico de uma farmácia precisa preparar uma solução a 0,8% de uma determinada substância. O volume final que precisa preparar é de 50 ml. A quantidade a ser pesada é
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Um grupo de células testado quanto ao teor de DNA imediatamente após sofrer divisão mitótica apresenta uma média de 8 picogramas de DNA por núcleo. A quantidade média de DNA, em picogramas, no núcleo dessas células no final das fases S e G2 da interfase deve ser, respectivamente,
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Clima extremo
Ondas de calor, secas, invernos rigorosos, enchentes e furacões. Tudo nos últimos dez anos. Onde isso vai parar?
O calor infernal nas regiões Sul e Sudeste no começo do ano parece um evento singular. Mas uma breve retrospectiva da história do planeta nos últimos anos mostra que esses episódios estão se tornando cada vez mais comuns. Pode apostar sem medo de errar: haverá outras ondas de calor tão fortes ou mais que essa ao longo das próximas décadas. Esses são os chamados eventos extremos. Nisso se enquadram a ampliação do número de furações por temporada, as secas na Amazônia, as ondas de calor e os alagamentos, entre outros.
E aí, é claro, entram em cena aqueles que lembram que, enquanto nós estávamos sofrendo com um calor de deserto, americanos e canadenses encararam um dos invernos mais rigorosos de sua história. Chegou a fazer mais frio no Canadá do que em Marte. Onde estava o aquecimento global nessa hora?
O aumento da frequência dos eventos extremos é o principal sintoma das mudanças climáticas – que vão muito além do calor. É o que os cientistas falam há anos. Pode parecer paradoxal, mas os modelos climáticos explicam como o aumento médio de temperatura da Terra leva a invernos mais rigorosos.
Sobre o Polo Norte, existe o que os cientistas chamam de vórtice polar. É um ciclone permanente que fica ali, girando. Em sua força normal, ele segura as frentes frias nessas altas latitudes. Mas, com a temperatura da Terra cada vez mais alta, existe uma tendência de que o vórtice polar se enfraqueça. Assim, as frentes frias, antes fortemente presas naquela região, se dissipam para latitudes mais baixas. E o friozão polar chega aos Estados Unidos. Mudança climática não é sinônimo puro e simples de aumento de temperatura média da Terra. Outros processos, que envolvem a possível savanização da Amazônia, o aumento dos desertos e o deslocamento das regiões mais propícias para a agricultura, também estão inclusos no pacote.
É possível atrelar cada um desses episódios, individualmente e sem de dúvida, à mudança climática? Não. Fenômenos atmosféricos e de correntes marinhas têm componentes aleatórios e imprevisíveis. Por isso é possível ter flutuações de temperatura ano a ano que podem disfarçar a tendência de aquecimento.
Nos últimos tempos, os chamados “céticos do clima” têm apontado uma tendência à estabilização da temperatura média. Se analisarmos os últimos 15 anos, veremos flutuações ano a ano, mas sem uma curva clara de aumento. Aí mora o erro. Os pesquisadores do Painel Intergovernamental para Mudança Climática (IPCC), órgão da ONU que consolida as descobertas sobre a transformação do clima, apontam que 15 anos é um período irrelevante. A análise de dados desde o século 19 revela um aumento de temperatura cada vez mais acentuado a partir da década de 1960.
Além disso, é preciso lembrar que há um consenso crescente entre os astrônomos de que o Sol está entrando numa fase de baixíssima atividade. Cogita-se que ele esteja no mesmo patamar da época da chamada “pequena era do gelo”. Ocorrida entre 1645 e 1715, ela ficou marcada por invernos rigorosos na Europa e coincidiu com a baixa frequência de manchas solares. Ou seja, o calorão está de rachar mesmo como o Sol dando uma trégua.
Ainda não está claro como essas mudanças no ciclo de atividade solar influenciam o clima da Terra, mas é possível que o fenômeno possa ter ajudado a dar uma aplainada na tendência de aumento de temperatura. Se o Sol estiver mesmo esfriando, trata-se de uma possível boa notícia. Com essa mãozinha de nossa estrela-mãe, talvez ganhemos algumas décadas para reduzir as emissões de gases-estufa antes que a temperatura volte a seguir a trajetória de aumento. Mas gases como o CO2 permanecem pelo menos cem anos na atmosfera assim que os soltamos nela. Então, não há tempo a perder.
NOGUEIRA, Salvador. Clima extremo. Revista Superinteressante. Edição 330 de março de 2014, pp. 56 a 59 (com supressões).
O uso da forma verbal “ganhemos” se justifica porque evidencia semanticamente no trecho:
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O termo analgesia é, na acepção da palavra, ausência de dor. No homem, dor e analgesia podem ser avaliadas por meio de relatos verbais sobre a sensação sentida; nos animais, estas só podem ser avaliadas indiretamente, por meio de atitudes comportamentais ou de dados fisiológicos. Mediante ao exposto e no tocante a animais silvestres, coloque V (verdadeiro) ou F (falso) para as afirmativas abaixo e marque a opção CORRETA.
( ) Em aves, a ave tenta isolar-se do estímulo doloroso, torna-se ansiosa, impaciente, vocaliza, debate-se ou tenta ser agressiva durante o manejo e, embora os anti-inflamatórios não esteroides sejam uma boa escolha analgésica, podem provocar isquemia renal;
( ) O emprego da anestesia local antes do trauma tecidual, em aves, pode reduzir a dor pós-operatória e evitar as alterações centrais secundárias à ativação das vias da dor. No entanto, seu uso isolado, pode ser restrito pelo estresse da contenção física e pelo risco de intoxicação;
( ) O reconhecimento da dor e sua intensidade, em répteis, é pouco estabelecido e, apesar de componentes anatômicos, fisiológicos e bioquímicos de percepção da dor que existem em mamíferos terem sido demonstrados em espécies não mamíferas, os opiodes são utilizados em répteis com o único objetivo de contenção;
( ) A pele de répteis é muito sensível a estímulos dolorosos. Pode-se utilizar anestesia local infiltrativa para pequenos procedimentos, porém, o uso de anti-inflamatórios não esteroides é contraindicado pelo alto risco de provocar ulceração gástrica.
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O meio de cultura cuja base é constituída por ovos integrais e que permite amplo crescimento de micobactérias é o meio
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Brasil cai pela 3ª vez seguida em ranking de solidariedade
Pelo terceiro ano seguido, o Brasil recua posições em um ranking mundial que mede a solidariedade da população. O dado de 2013 mostra que país é o menos generoso da América Latina, ao lado da Venezuela, e o 91º entre todas 135 nações analisadas.
A pesquisa é realizada desde 2008 pelo instituto britânico CAF (Charities Aid Foundation), que ouviu 155 mil pessoas entre o final de 2012 e o começo deste ano, e é divulgada no país pelo Idis (Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social).
Os EUA foram apontados como o mais solidário do mundo, seguido por Canadá, Mianmar e Nova Zelândia.
De acordo com o levantamento, o que tem puxado o Brasil para baixo no ranking - em 2009 estava na 54ª posição - é o item que analisa "ajuda a desconhecidos".
O brasileiro tem ajudado menos aqueles com quem não mantém uma relação direta.
Em 2008, 51% da população praticava esse tipo de ação. Agora, o índice recuou para 42%. “Há relação entre a melhoria da renda do brasileiro e a diminuição da ajuda. A classe mais favorecida tende a colaborar menos quando vê que há menos pessoas vivendo na pobreza. Ela pode parar de sentir a necessidade de auxiliar”, diz Paula Fabiani, diretora-executiva do Idis.
Marques, Jairo. Brasil cai pela 3ª vez seguida em ranking de solidariedade. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2013/12/1379920-brasil-cai-pela-3-vez-seguida-em-ranking-de-solidariedade.shtml. Acesso em 03 de dezembro de 2013.
O uso na vírgula antes da expressão “diretora-executiva do Idis” se justifica porque cumpre uma função
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O técnico em prótese dentária trabalha em parceria com o cirurgião-dentista na execução de diversos trabalhos. É CORRETO afirmar que o técnico em prótese dentária está habilitado a
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Dentre os vários exames e técnicas utilizados para avaliar um paciente cirúrgico no pré-operatório, o mais eficiente para identificar fatores de risco que podem comprometer o resultado cirúrgico é
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O biotério de roedores exige condições ambientais com padrões estabelecidos, proporcionando o bem-estar dos animais. Considere os seguintes padrões ambientais.
I. Umidade relativa do ar de 80%;
II. Luminosidade de 150lux a 1m do piso;
III. Temperatura de 20 ± 2ºC;
IV. Ruído 45±5 decibéis.
Os padrões CORRETOS estão contidos somente na opção:
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