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Foram encontradas 995 questões.

2484103 Ano: 2014
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
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O melhoramento genético do gado leiteiro envolve a manipulação de uma série de características genotípicas e fenotípicas, com o objetivo de produzir uma vaca com um genótipo adequado e máxima produção de leite em relação ao ambiente a que será submetida. Dentre essas características, aquela determinante da aptidão leiteira de um animal ou raça é
 

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2484089 Ano: 2014
Disciplina: Odontologia
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Considerando o mesmo caso clínico das questões 32 e 33 e que os elementos 33 e 44 estão bem posicionados sem sinais de inclinação ou extrusão, e que existem áreas retentivas na vestibular dos dois elementos, o tipo de grampo de retenção e a localização ideal dos apoios indicados para os elementos citados são:
 

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2484066 Ano: 2014
Disciplina: Biologia
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Os resíduos são classificados em função dos riscos potenciais à saúde e ao meio ambiente, bem como em função da sua natureza e origem (ABNT NBR 10.004/2004). No caso dos resíduos sólidos, as classificações (1) não perigosos não inertes, (2) não perigosos inertes e (3) Perigosos, pertencem, respectivamente às classes:
 

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2484060 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
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Leia o texto que se segue e responda à questão.
Brasil cai pela 3ª vez seguida em ranking de solidariedade
Pelo terceiro ano seguido, o Brasil recua posições em um ranking mundial que mede a solidariedade da população. O dado de 2013 mostra que país é o menos generoso da América Latina, ao lado da Venezuela, e o 91º entre todas 135 nações analisadas.
A pesquisa é realizada desde 2008 pelo instituto britânico CAF (Charities Aid Foundation), que ouviu 155 mil pessoas entre o final de 2012 e o começo deste ano, e é divulgada no país pelo Idis (Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social).
Os EUA foram apontados como o mais solidário do mundo, seguido por Canadá, Mianmar e Nova Zelândia.
De acordo com o levantamento, o que tem puxado o Brasil para baixo no ranking - em 2009 estava na 54ª posição - é o item que analisa "ajuda a desconhecidos".
O brasileiro tem ajudado menos aqueles com quem não mantém uma relação direta.
Em 2008, 51% da população praticava esse tipo de ação. Agora, o índice recuou para 42%. “Há relação entre a melhoria da renda do brasileiro e a diminuição da ajuda. A classe mais favorecida tende a colaborar menos quando vê que há menos pessoas vivendo na pobreza. Ela pode parar de sentir a necessidade de auxiliar”, diz Paula Fabiani, diretora-executiva do Idis.
Marques, Jairo. Brasil cai pela 3ª vez seguida em ranking de solidariedade. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2013/12/1379920-brasil-cai-pela-3-vez-seguida-em-ranking-de-solidariedade.shtml. Acesso em 03 de dezembro de 2013.
No que tange à concordância em “Os EUA foram apontados como o mais solidário do mundo” marque a opção CORRETA.
 

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2484059 Ano: 2014
Disciplina: Design Gráfico
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
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É sinônimo da atividade de diagramação:
 

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2484049 Ano: 2014
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
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Conhecer o funcionamento dos equipamentos, seus controles e aplicações é de fundamental importância, pois o técnico de som pode ser chamado para realizar alguma atividade relacionada a um estúdio de rádio. Marque a opção que indica os principais equipamentos para se colocar um estúdio em funcionamento.
 

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2483978 Ano: 2014
Disciplina: Legislação Específica das Agências Reguladoras
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
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De acordo com as Boas Práticas de Manipulação em Farmácia (RDC 67/2007), todos os materiais devem ser armazenados e manuseados sob condições apropriadas e de forma ordenada, de modo a preservar a identidade e integridade química, física e microbiológica, garantindo a qualidade e segurança dos mesmos. Assinale a opção CORRETA sobre o armazenamento de materiais. Portanto, os rótulos das matérias-primas armazenadas devem apresentar, no mínimo:
 

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Leia o texto que se segue e responda a questão.
Clima extremo
Ondas de calor, secas, invernos rigorosos, enchentes e furacões. Tudo nos últimos dez anos. Onde isso vai parar?
O calor infernal nas regiões Sul e Sudeste no começo do ano parece um evento singular. Mas uma breve retrospectiva da história do planeta nos últimos anos mostra que esses episódios estão se tornando cada vez mais comuns. Pode apostar sem medo de errar: haverá outras ondas de calor tão fortes ou mais que essa ao longo das próximas décadas. Esses são os chamados eventos extremos. Nisso se enquadram a ampliação do número de furações por temporada, as secas na Amazônia, as ondas de calor e os alagamentos, entre outros.
E aí, é claro, entram em cena aqueles que lembram que, enquanto nós estávamos sofrendo com um calor de deserto, americanos e canadenses encararam um dos invernos mais rigorosos de sua história. Chegou a fazer mais frio no Canadá do que em Marte. Onde estava o aquecimento global nessa hora?
O aumento da frequência dos eventos extremos é o principal sintoma das mudanças climáticas – que vão muito além do calor. É o que os cientistas falam há anos. Pode parecer paradoxal, mas os modelos climáticos explicam como o aumento médio de temperatura da Terra leva a invernos mais rigorosos.
Sobre o Polo Norte, existe o que os cientistas chamam de vórtice polar. É um ciclone permanente que fica ali, girando. Em sua força normal, ele segura as frentes frias nessas altas latitudes. Mas, com a temperatura da Terra cada vez mais alta, existe uma tendência de que o vórtice polar se enfraqueça. Assim, as frentes frias, antes fortemente presas naquela região, se dissipam para latitudes mais baixas. E o friozão polar chega aos Estados Unidos. Mudança climática não é sinônimo puro e simples de aumento de temperatura média da Terra. Outros processos, que envolvem a possível savanização da Amazônia, o aumento dos desertos e o deslocamento das regiões mais propícias para a agricultura, também estão inclusos no pacote.
É possível atrelar cada um desses episódios, individualmente e sem de dúvida, à mudança climática? Não. Fenômenos atmosféricos e de correntes marinhas têm componentes aleatórios e imprevisíveis. Por isso é possível ter flutuações de temperatura ano a ano que podem disfarçar a tendência de aquecimento.
Nos últimos tempos, os chamados “céticos do clima” têm apontado uma tendência à estabilização da temperatura média. Se analisarmos os últimos 15 anos, veremos flutuações ano a ano, mas sem uma curva clara de aumento. Aí mora o erro. Os pesquisadores do Painel Intergovernamental para Mudança Climática (IPCC), órgão da ONU que consolida as descobertas sobre a transformação do clima, apontam que 15 anos é um período irrelevante. A análise de dados desde o século 19 revela um aumento de temperatura cada vez mais acentuado a partir da década de 1960.
Além disso, é preciso lembrar que há um consenso crescente entre os astrônomos de que o Sol está entrando numa fase de baixíssima atividade. Cogita-se que ele esteja no mesmo patamar da época da chamada “pequena era do gelo”. Ocorrida entre 1645 e 1715, ela ficou marcada por invernos rigorosos na Europa e coincidiu com a baixa frequência de manchas solares. Ou seja, o calorão está de rachar mesmo como o Sol dando uma trégua.
Ainda não está claro como essas mudanças no ciclo de atividade solar influenciam o clima da Terra, mas é possível que o fenômeno possa ter ajudado a dar uma aplainada na tendência de aumento de temperatura. Se o Sol estiver mesmo esfriando, trata-se de uma possível boa notícia. Com essa mãozinha de nossa estrela-mãe, talvez ganhemos algumas décadas para reduzir as emissões de gases-estufa antes que a temperatura volte a seguir a trajetória de aumento. Mas gases como o CO2 permanecem pelo menos cem anos na atmosfera assim que os soltamos nela. Então, não há tempo a perder.
NOGUEIRA, Salvador. Clima extremo. Revista Superinteressante. Edição 330 de março de 2014, pp. 56 a 59 (com supressões).
Levando-se em conta o trecho “Nos últimos tempos, os chamados “céticos do clima” têm apontado uma tendência à estabilização da temperatura média” julgue os itens abaixo:
I. A expressão “Nos últimos tempos” é separada por vírgula por ter natureza adverbial e por estar deslocada do fim para o começo do período;
II. O verbo “ter”, flexionado “têm”, recebe acento porque possui, como núcleo do sujeito, a palavra “chamados”;
III. O uso do acento grave no trecho se justifica porquanto a palavra “tendência” exige a preposição “a” e a palavra “estabilização” admite o artigo feminino “a”.
 

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2483908 Ano: 2014
Disciplina: Design Gráfico
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
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Muitos elementos da diagramação são conhecidos por “apelidos” que remetem à sua aplicação prática. São exemplos disso, EXCETO:
 

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2483869 Ano: 2014
Disciplina: Veterinária
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Considerando os métodos químicos de eutanásia, é CORRETO afirmar:
 

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