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Foram encontradas 995 questões.

2484567 Ano: 2014
Disciplina: Arqueologia
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
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Pesquisadores egiptólogos descobriram em laboratório que, a partir da mistura do mineral goethita juntamente com outros aglutinantes, eles formaram a coloração preta, que era base para a grande maioria dos desenhos egípcios. A Arqueologia Brasileira cresceu muito entre as décadas de 70 e 80, principalmente pelo surgimento de grandes projetos acadêmicos regionais, cuja principal característica foi a produção dos primeiros trabalhos em nível de mestrado e doutorado. A partir dos anos 1990, este cenário mudou bastante, surgindo uma nova modalidade de Arqueologia - Arqueologia por contrato ou prestação de serviços, vinculada ao licenciamento ambiental. Hoje se pode afirmar que tal fato
 

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2484545 Ano: 2014
Disciplina: Odontologia
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Um modelo de trabalho com os nichos preparados representado pelo diagrama abaixo foi enviado ao laboratório de prótese para a confecção de duas próteses parciais removíveis a grampo. A classificação de Kennedy para a maxila é:
Enunciado 2806360-1
 

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2484520 Ano: 2014
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
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Os arquivos digitais do tipo jpeg são conhecidos por
 

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2484463 Ano: 2014
Disciplina: Informática
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
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Observe a figura abaixo dos botões presentes no Microsoft Word 2010 (Português Versão Padrão do Fabricante).
Enunciado 2805430-1
Assinale a opção que representa respectivamente o significado de cada botão:
 

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2484422 Ano: 2014
Disciplina: Arqueologia
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
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Enfoques estratigráficos e sedimentológicos, buscando informações sobre as relações homem/meio físico e a formação do registro arqueológico são objetos do campo interdisciplinar da
 

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2484395 Ano: 2014
Disciplina: Estatística
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
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Considere o gráfico de dispersão gasto com alimentação versus renda familiar.

Enunciado 2804645-1

A análise do gráfico sugere que:

 

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2484349 Ano: 2014
Disciplina: Química
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
O volume de solução de H2SO4 1,27 mol L-1 necessário para reagir estequiometricamente com 100 gramas de Alumínio é:
OBS: A equação balanceada para a reação é: 2Al + 3H2SO4 → Al2(SO4)3 + 3H2
 

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2484326 Ano: 2014
Disciplina: TI - Ciência de Dados e BI
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Dentre as etapas de concepção de um datawarehouse, muitas vezes se faz necessário executar uma análise multidimensional. Este tipo de análise de dados é importante por
 

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Leia o texto que se segue e responda a questão.
Clima extremo
Ondas de calor, secas, invernos rigorosos, enchentes e furacões. Tudo nos últimos dez anos. Onde isso vai parar?
O calor infernal nas regiões Sul e Sudeste no começo do ano parece um evento singular. Mas uma breve retrospectiva da história do planeta nos últimos anos mostra que esses episódios estão se tornando cada vez mais comuns. Pode apostar sem medo de errar: haverá outras ondas de calor tão fortes ou mais que essa ao longo das próximas décadas. Esses são os chamados eventos extremos. Nisso se enquadram a ampliação do número de furações por temporada, as secas na Amazônia, as ondas de calor e os alagamentos, entre outros.
E aí, é claro, entram em cena aqueles que lembram que, enquanto nós estávamos sofrendo com um calor de deserto, americanos e canadenses encararam um dos invernos mais rigorosos de sua história. Chegou a fazer mais frio no Canadá do que em Marte. Onde estava o aquecimento global nessa hora?
O aumento da frequência dos eventos extremos é o principal sintoma das mudanças climáticas – que vão muito além do calor. É o que os cientistas falam há anos. Pode parecer paradoxal, mas os modelos climáticos explicam como o aumento médio de temperatura da Terra leva a invernos mais rigorosos.
Sobre o Polo Norte, existe o que os cientistas chamam de vórtice polar. É um ciclone permanente que fica ali, girando. Em sua força normal, ele segura as frentes frias nessas altas latitudes. Mas, com a temperatura da Terra cada vez mais alta, existe uma tendência de que o vórtice polar se enfraqueça. Assim, as frentes frias, antes fortemente presas naquela região, se dissipam para latitudes mais baixas. E o friozão polar chega aos Estados Unidos. Mudança climática não é sinônimo puro e simples de aumento de temperatura média da Terra. Outros processos, que envolvem a possível savanização da Amazônia, o aumento dos desertos e o deslocamento das regiões mais propícias para a agricultura, também estão inclusos no pacote.
É possível atrelar cada um desses episódios, individualmente e sem de dúvida, à mudança climática? Não. Fenômenos atmosféricos e de correntes marinhas têm componentes aleatórios e imprevisíveis. Por isso é possível ter flutuações de temperatura ano a ano que podem disfarçar a tendência de aquecimento.
Nos últimos tempos, os chamados “céticos do clima” têm apontado uma tendência à estabilização da temperatura média. Se analisarmos os últimos 15 anos, veremos flutuações ano a ano, mas sem uma curva clara de aumento. mora o erro. Os pesquisadores do Painel Intergovernamental para Mudança Climática (IPCC), órgão da ONU que consolida as descobertas sobre a transformação do clima, apontam que 15 anos é um período irrelevante. A análise de dados desde o século 19 revela um aumento de temperatura cada vez mais acentuado a partir da década de 1960.
Além disso, é preciso lembrar que há um consenso crescente entre os astrônomos de que o Sol está entrando numa fase de baixíssima atividade. Cogita-se que ele esteja no mesmo patamar da época da chamada “pequena era do gelo”. Ocorrida entre 1645 e 1715, ela ficou marcada por invernos rigorosos na Europa e coincidiu com a baixa frequência de manchas solares. Ou seja, o calorão está de rachar mesmo como o Sol dando uma trégua.
Ainda não está claro como essas mudanças no ciclo de atividade solar influenciam o clima da Terra, mas é possível que o fenômeno possa ter ajudado a dar uma aplainada na tendência de aumento de temperatura. Se o Sol estiver mesmo esfriando, trata-se de uma possível boa notícia. Com essa mãozinha de nossa estrela-mãe, talvez ganhemos algumas décadas para reduzir as emissões de gases-estufa antes que a temperatura volte a seguir a trajetória de aumento. Mas gases como o CO2 permanecem pelo menos cem anos na atmosfera assim que os soltamos nela. Então, não há tempo a perder.
NOGUEIRA, Salvador. Clima extremo. Revista Superinteressante. Edição 330 de março de 2014, pp. 56 a 59 (com supressões).
O advérbio “Aí” recupera a seguinte informação:
 

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2484300 Ano: 2014
Disciplina: Estatística
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
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Para resolução da questão abaixo, utilize, se necessário, as tabelas.

Enunciado 2803216-1

Enunciado 2803216-2

Enunciado 2803216-3

Enunciado 2803216-4

Para uma amostra aleatória de 50 professores da UFPI, em relação à idade, obteve-se uma média de 45 anos com desvio padrão de 5 anos. Um intervalo de confiança com 90% de confiança para a idade média populacional será dado por:

 

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