Foram encontradas 30 questões.
O texto a seguir é referência para a questão.
Pesquisa teórica é inútil?
A polêmica é antiga no mundo da ciência. Afinal, a investigação científica deve ter fins práticos ou pode ter apenas questões abstratas, sem compromisso com aplicações diretas no mundo concreto?
A briga entre defensores da chamada pesquisa “pura” ou “básica” e da pesquisa “aplicada” é tão velha quanto a ciência. Começou na Grécia Antiga, com a defesa do “saber pelo saber” feita por Sócrates, Platão e cia. E a disputa continua até hoje. O governador Geraldo Alckmin disse, em reunião recente com seus secretários, que a Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) gasta dinheiro com pesquisas “sem utilidade prática”. Na ocasião, Alckmin criticou o incentivo a pesquisas de sociologia.
Pesquisadores que atuam na fronteira do conhecimento e da inovação, contudo, defendem a pesquisa básica. “A pesquisa teórica pode dar respostas importantes do ponto de vista prático”, diz a geneticista Mayana Zatz, que coordena o Centro de Pesquisa em Genoma e Células-Tronco da USP. Ela dá como exemplo os resultados alcançados pelos estudos do genoma humano, em que o pesquisador debruça-se sobre o sequenciamento do código genético.
(http://noticias.uol.com.br/ciencia/listas/pesquisa-teorica-e-inutil-veja-como-a-ciencia-muda-sua-vida.htm)
Na frase “...o pesquisador debruça-se sobre o sequenciamento do código genético”, o termo sublinhado tem o significado de:
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O texto a seguir é referência para a questão.
Pesquisa teórica é inútil?
A polêmica é antiga no mundo da ciência. Afinal, a investigação científica deve ter fins práticos ou pode ter apenas questões abstratas, sem compromisso com aplicações diretas no mundo concreto?
A briga entre defensores da chamada pesquisa “pura” ou “básica” e da pesquisa “aplicada” é tão velha quanto a ciência. Começou na Grécia Antiga, com a defesa do “saber pelo saber” feita por Sócrates, Platão e cia. E a disputa continua até hoje. O governador Geraldo Alckmin disse, em reunião recente com seus secretários, que a Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) gasta dinheiro com pesquisas “sem utilidade prática”. Na ocasião, Alckmin criticou o incentivo a pesquisas de sociologia.
Pesquisadores que atuam na fronteira do conhecimento e da inovação, contudo, defendem a pesquisa básica. “A pesquisa teórica pode dar respostas importantes do ponto de vista prático”, diz a geneticista Mayana Zatz, que coordena o Centro de Pesquisa em Genoma e Células-Tronco da USP. Ela dá como exemplo os resultados alcançados pelos estudos do genoma humano, em que o pesquisador debruça-se sobre o sequenciamento do código genético.
(http://noticias.uol.com.br/ciencia/listas/pesquisa-teorica-e-inutil-veja-como-a-ciencia-muda-sua-vida.htm)
A partir das expressões usadas no texto relacionadas ao termo “pesquisa”, é correto afirmar:
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O texto a seguir é referência para a questão.
Pesquisa teórica é inútil?
A polêmica é antiga no mundo da ciência. Afinal, a investigação científica deve ter fins práticos ou pode ter apenas questões abstratas, sem compromisso com aplicações diretas no mundo concreto?
A briga entre defensores da chamada pesquisa “pura” ou “básica” e da pesquisa “aplicada” é tão velha quanto a ciência. Começou na Grécia Antiga, com a defesa do “saber pelo saber” feita por Sócrates, Platão e cia. E a disputa continua até hoje. O governador Geraldo Alckmin disse, em reunião recente com seus secretários, que a Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) gasta dinheiro com pesquisas “sem utilidade prática”. Na ocasião, Alckmin criticou o incentivo a pesquisas de sociologia.
Pesquisadores que atuam na fronteira do conhecimento e da inovação, contudo, defendem a pesquisa básica. “A pesquisa teórica pode dar respostas importantes do ponto de vista prático”, diz a geneticista Mayana Zatz, que coordena o Centro de Pesquisa em Genoma e Células-Tronco da USP. Ela dá como exemplo os resultados alcançados pelos estudos do genoma humano, em que o pesquisador debruça-se sobre o sequenciamento do código genético.
(http://noticias.uol.com.br/ciencia/listas/pesquisa-teorica-e-inutil-veja-como-a-ciencia-muda-sua-vida.htm)
De acordo com o texto, é correto afirmar:
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A entrevista a seguir, com o ganhador do Prêmio Nobel da Paz em 2006, Muhammad Yunus, foi adaptada da revista Época. Numere a coluna da direita, relacionando as respostas com as respectivas perguntas que constam na coluna da esquerda.
| 1. O senhor foi o criador da ideia de que é possível resolver o problema da miséria por meio do microcrédito e do estímulo ao empreendedorismo. Em sua opinião, essa é uma solução mais eficaz do que o governo dar dinheiro às pessoas, como acontece no Brasil, com o Bolsa Família? | ( ) Não sei a razão. Chegamos a ter um encontro com o Banco do Brasil, que também demonstrou interesse na ideia. Eles têm um programa de microcrédito, querem fazer algo, mas nada de concreto aconteceu até agora. Eles não fecharam questão em relação a isso. |
| 2. Alguns anos atrás, o senhor esteve com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Brasil, quando ele estava no governo, e falou sobre seus planos de trazer o Grameen ao país. Como foi esse encontro? | ( ) Dar dinheiro não é uma solução. É uma forma de mascarar o problema. Você deixa de ver o problema, porque as pessoas conseguem sobreviver, comer, se divertir. Parece que está tudo bem, mas não está, porque o dinheiro não é delas. Então, a doação de dinheiro é uma solução temporária e não permanente. Para termos uma solução permanente, as pessoas têm de cuidar de si mesmas. Só assim elas podem se tornar agentes ativas de mudança. |
| 3. Talvez ele tenha imaginado que o Grameen pudesse fazer sombra ao Bolsa Família? | ( ) Na época, ele demonstrou um grande entusiasmo pela ideia, mas não deu sequência. Seu pessoal, que deveria nos contatar depois, não deu continuidade ao projeto. |
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta da coluna da direita, de cima para baixo.
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O texto a seguir é referência para a questão.
A política de filho único ameaça deixar a China velha antes de ficar rica
“Quanto maior o número de filhos, maior a felicidade”, reza um ditado chinês de 2 mil anos. Desde os anos 1990, os chineses têm cada vez menos filhos. Como consequência, em 2012, pela primeira vez em meio século, a população em idade de trabalhar encolheu. Se a tendência se mantiver, daqui a 12 anos a Índia assumirá o título de país mais populoso do mundo. O fenômeno ameaça outro símbolo da China autoritária e pujante das últimas décadas: a política do filho único. Criada em 1979, a política determina que o casal com um filho pague uma multa se quiser uma segunda criança. O valor varia de acordo com a região – em Xangai, são US$ 17.300. O governo força abortos, no caso das famílias sem dinheiro. Em 2012, veio a público a foto de uma mãe de 23 anos, Feng Jianmei, ao lado do filho morto, abortado no sétimo mês de gravidez. A lei que criou a política previu seu fim em 2010, mas ela vem se mantendo – agora, sob ataques cada vez mais duros.
Intelectuais chineses, no país e no exterior, criticam a política com veemência crescente. As esperanças de mudança se renovaram com a troca de governo e com uma recente alteração na estrutura da burocracia. Foram unidos os departamentos de controle de natalidade e saúde pública. Isso deve diminuir o poder dos cerca de 500 mil burocratas encarregados de conter os nascimentos. O governo nega que isso represente uma mudança de rumo e afirma que a China ainda precisa controlar o tamanho da população, a fim de conter a demanda por serviços e o consumo dos recursos naturais.
(http://revistaepoca.globo.com/Mundo/noticia/2013/05/)
“Quanto maior o número de filhos, maior a felicidade”. A menção a esse ditado chinês de 2 mil anos tem a função de:
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O texto a seguir é referência para a questão.
A política de filho único ameaça deixar a China velha antes de ficar rica
“Quanto maior o número de filhos, maior a felicidade”, reza um ditado chinês de 2 mil anos. Desde os anos 1990, os chineses têm cada vez menos filhos. Como consequência, em 2012, pela primeira vez em meio século, a população em idade de trabalhar encolheu. Se a tendência se mantiver, daqui a 12 anos a Índia assumirá o título de país mais populoso do mundo. O fenômeno ameaça outro símbolo da China autoritária e pujante das últimas décadas: a política do filho único. Criada em 1979, a política determina que o casal com um filho pague uma multa se quiser uma segunda criança. O valor varia de acordo com a região – em Xangai, são US$ 17.300. O governo força abortos, no caso das famílias sem dinheiro. Em 2012, veio a público a foto de uma mãe de 23 anos, Feng Jianmei, ao lado do filho morto, abortado no sétimo mês de gravidez. A lei que criou a política previu seu fim em 2010, mas ela vem se mantendo – agora, sob ataques cada vez mais duros.
Intelectuais chineses, no país e no exterior, criticam a política com veemência crescente. As esperanças de mudança se renovaram com a troca de governo e com uma recente alteração na estrutura da burocracia. Foram unidos os departamentos de controle de natalidade e saúde pública. Isso deve diminuir o poder dos cerca de 500 mil burocratas encarregados de conter os nascimentos. O governo nega que isso represente uma mudança de rumo e afirma que a China ainda precisa controlar o tamanho da população, a fim de conter a demanda por serviços e o consumo dos recursos naturais.
(http://revistaepoca.globo.com/Mundo/noticia/2013/05/)
“Isso deve diminuir o poder dos cerca de 500 mil burocratas encarregados de conter os nascimentos”. A palavra sublinhada se refere:
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A política de filho único ameaça deixar a China velha antes de ficar rica
“Quanto maior o número de filhos, maior a felicidade”, reza um ditado chinês de 2 mil anos. Desde os anos 1990, os chineses têm cada vez menos filhos. Como consequência, em 2012, pela primeira vez em meio século, a população em idade de trabalhar encolheu. Se a tendência se mantiver, daqui a 12 anos a Índia assumirá o título de país mais populoso do mundo. O fenômeno ameaça outro símbolo da China autoritária e pujante das últimas décadas: a política do filho único. Criada em 1979, a política determina que o casal com um filho pague uma multa se quiser uma segunda criança. O valor varia de acordo com a região – em Xangai, são US$ 17.300. O governo força abortos, no caso das famílias sem dinheiro. Em 2012, veio a público a foto de uma mãe de 23 anos, Feng Jianmei, ao lado do filho morto, abortado no sétimo mês de gravidez. A lei que criou a política previu seu fim em 2010, mas ela vem se mantendo – agora, sob ataques cada vez mais duros.
Intelectuais chineses, no país e no exterior, criticam a política com veemência crescente. As esperanças de mudança se renovaram com a troca de governo e com uma recente alteração na estrutura da burocracia. Foram unidos os departamentos de controle de natalidade e saúde pública. Isso deve diminuir o poder dos cerca de 500 mil burocratas encarregados de conter os nascimentos. O governo nega que isso represente uma mudança de rumo e afirma que a China ainda precisa controlar o tamanho da população, a fim de conter a demanda por serviços e o consumo dos recursos naturais.
(http://revistaepoca.globo.com/Mundo/noticia/2013/05/)
“Em 2012, veio a público a foto de uma mãe de 23 anos, Feng Jianmei, ao lado do filho morto, abortado no sétimo mês de gravidez”. Esse exemplo tem a finalidade de:
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O texto a seguir é referência para a questão.
A política de filho único ameaça deixar a China velha antes de ficar rica
“Quanto maior o número de filhos, maior a felicidade”, reza um ditado chinês de 2 mil anos. Desde os anos 1990, os chineses têm cada vez menos filhos. Como consequência, em 2012, pela primeira vez em meio século, a população em idade de trabalhar encolheu. Se a tendência se mantiver, daqui a 12 anos a Índia assumirá o título de país mais populoso do mundo. O fenômeno ameaça outro símbolo da China autoritária e pujante das últimas décadas: a política do filho único. Criada em 1979, a política determina que o casal com um filho pague uma multa se quiser uma segunda criança. O valor varia de acordo com a região – em Xangai, são US$ 17.300. O governo força abortos, no caso das famílias sem dinheiro. Em 2012, veio a público a foto de uma mãe de 23 anos, Feng Jianmei, ao lado do filho morto, abortado no sétimo mês de gravidez. A lei que criou a política previu seu fim em 2010, mas ela vem se mantendo – agora, sob ataques cada vez mais duros.
Intelectuais chineses, no país e no exterior, criticam a política com veemência crescente. As esperanças de mudança se renovaram com a troca de governo e com uma recente alteração na estrutura da burocracia. Foram unidos os departamentos de controle de natalidade e saúde pública. Isso deve diminuir o poder dos cerca de 500 mil burocratas encarregados de conter os nascimentos. O governo nega que isso represente uma mudança de rumo e afirma que a China ainda precisa controlar o tamanho da população, a fim de conter a demanda por serviços e o consumo dos recursos naturais.
(http://revistaepoca.globo.com/Mundo/noticia/2013/05/)
Na sentença “Intelectuais chineses, no país e no exterior, criticam a política com veemência crescente”, a expressão sublinhada significa:
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O texto a seguir é referência para a questão.
A política de filho único ameaça deixar a China velha antes de ficar rica
“Quanto maior o número de filhos, maior a felicidade”, reza um ditado chinês de 2 mil anos. Desde os anos 1990, os chineses têm cada vez menos filhos. Como consequência, em 2012, pela primeira vez em meio século, a população em idade de trabalhar encolheu. Se a tendência se mantiver, daqui a 12 anos a Índia assumirá o título de país mais populoso do mundo. O fenômeno ameaça outro símbolo da China autoritária e pujante das últimas décadas: a política do filho único. Criada em 1979, a política determina que o casal com um filho pague uma multa se quiser uma segunda criança. O valor varia de acordo com a região – em Xangai, são US$ 17.300. O governo força abortos, no caso das famílias sem dinheiro. Em 2012, veio a público a foto de uma mãe de 23 anos, Feng Jianmei, ao lado do filho morto, abortado no sétimo mês de gravidez. A lei que criou a política previu seu fim em 2010, mas ela vem se mantendo – agora, sob ataques cada vez mais duros.
Intelectuais chineses, no país e no exterior, criticam a política com veemência crescente. As esperanças de mudança se renovaram com a troca de governo e com uma recente alteração na estrutura da burocracia. Foram unidos os departamentos de controle de natalidade e saúde pública. Isso deve diminuir o poder dos cerca de 500 mil burocratas encarregados de conter os nascimentos. O governo nega que isso represente uma mudança de rumo e afirma que a China ainda precisa controlar o tamanho da população, a fim de conter a demanda por serviços e o consumo dos recursos naturais.
(http://revistaepoca.globo.com/Mundo/noticia/2013/05/)
De acordo com o texto, é correto afirmar:
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Podem-se observar diversos tipos de respostas nas plantas, em função da variação das condições do ambiente. Entre eles está a abertura e o fechamento dos estômatos nas folhas. Essa resposta ocorre em função da variação da:
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