Foram encontradas 40 questões.
No que diz respeito às normas de concordância verbal, assinale a alternativa em que a frase esteja inteiramente correta.
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O texto a seguir é referência para a questão.
[...] Os microplásticos, resíduos plásticos que medem menos que cinco milímetros, estão presentes em abundância no Oceano
Antártico, sendo encontrados desde a superfície até o fundo do mar. Agora, comprovou-se que sua presença no ambiente marinho
impacta as duas espécies mais abundantes do zooplâncton antártico: os krills e as salpas.
Além de numerosos, esses animais também fazem parte da dieta de grande parte da vida selvagem marinha da região. O krill, por
exemplo, é o principal alimento de baleias, pinguins e focas, enquanto as salpas são comidas por alguns peixes e pássaros marinhos
maiores. Ainda, eles desempenham um papel fundamental na transferência de CO2 atmosférico para os oceanos profundos. [...]
Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/um-so-planeta/noticia/2023/03/microplasticossao-encontrados-em-animais-marinhos-do-oceano-antartico.ghtml.
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O texto a seguir é referência para a questão.
[...] Os microplásticos, resíduos plásticos que medem menos que cinco milímetros, estão presentes em abundância no Oceano
Antártico, sendo encontrados desde a superfície até o fundo do mar. Agora, comprovou-se que sua presença no ambiente marinho
impacta as duas espécies mais abundantes do zooplâncton antártico: os krills e as salpas.
Além de numerosos, esses animais também fazem parte da dieta de grande parte da vida selvagem marinha da região. O krill, por
exemplo, é o principal alimento de baleias, pinguins e focas, enquanto as salpas são comidas por alguns peixes e pássaros marinhos
maiores. Ainda, eles desempenham um papel fundamental na transferência de CO2 atmosférico para os oceanos profundos. [...]
Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/um-so-planeta/noticia/2023/03/microplasticossao-encontrados-em-animais-marinhos-do-oceano-antartico.ghtml.
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Considere o seguinte texto:
Sr. Pickles, um macho de tartaruga irradiada, vive com sua companheira no zoológico há mais de duas décadas. Juntos, eles tiveram três filhotes: Dill, Gherkin e Jalapeño.
Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/ciencia/biologia/noticia/2023/03/em-zoo-nos-eua-tartaruga-de-90-anos-se-torna-pai-pela-primeira-vez.ghtml.
Sobre a pontuação do texto, considere as seguintes reescritas:
1. Sr. Pickles – um macho de tartaruga irradiada – vive com sua companheira no zoológico há mais de duas décadas; juntos, eles tiveram três filhotes: Dill, Gherkin e Jalapeño.
2. Sr. Pickles, um macho de tartaruga irradiada, vive com sua companheira no zoológico há mais de duas décadas; juntos eles tiveram três filhotes – Dill, Gherkin e Jalapeño.
3. Sr. Pickles (um macho de tartaruga irradiada) vive com sua companheira no zoológico há mais de duas décadas. Juntos eles tiveram três filhotes – Dill, Gherkin e Jalapeño.
Está/Estão corretamente pontuada(s):
Sr. Pickles, um macho de tartaruga irradiada, vive com sua companheira no zoológico há mais de duas décadas. Juntos, eles tiveram três filhotes: Dill, Gherkin e Jalapeño.
Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/ciencia/biologia/noticia/2023/03/em-zoo-nos-eua-tartaruga-de-90-anos-se-torna-pai-pela-primeira-vez.ghtml.
Sobre a pontuação do texto, considere as seguintes reescritas:
1. Sr. Pickles – um macho de tartaruga irradiada – vive com sua companheira no zoológico há mais de duas décadas; juntos, eles tiveram três filhotes: Dill, Gherkin e Jalapeño.
2. Sr. Pickles, um macho de tartaruga irradiada, vive com sua companheira no zoológico há mais de duas décadas; juntos eles tiveram três filhotes – Dill, Gherkin e Jalapeño.
3. Sr. Pickles (um macho de tartaruga irradiada) vive com sua companheira no zoológico há mais de duas décadas. Juntos eles tiveram três filhotes – Dill, Gherkin e Jalapeño.
Está/Estão corretamente pontuada(s):
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Considere as seguintes manchetes:
- quem pula o café da manhã tem maior risco de doenças?
- Mulher é diagnosticada e curada de câncer do pulmão no mesmo dia; entenda o
Disponível em: https://oglobo.globo.com/. Adaptado.
Assinale a alternativa cujos termos preenchem correta e respectivamente as lacunas das manchetes 1 e 2.
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O texto a seguir é referência para a questão.
Jornalismo e objetividade
Hélio Schwartsman
Qual o futuro do jornalismo? Leonard Downie Jr. e Andrew Heyward ensaiam uma resposta em "Beyond Objectivity". Não se trata
exatamente de um livro,
mas
de um estudo, que pode ser baixado de graça na internet (agradeço ao Nelson de Sá pela dica).
Os autores propõem que a busca pela objetividade deixe de ser uma meta declarada do jornalismo, já que ela claramente não pode
ser alcançada. Concordo com o diagnóstico, mas não com a terapêutica. A ideia de que um repórter pudesse ser objetivo ao escrever
uma história nunca foi filosoficamente consistente. Não há indivíduo que não tenha manias, preferências ideológicas e vieses.
Sempre brinco que o jornalismo é a realização diária de uma impossibilidade teórica.
Reluto, porém, em abraçar a tese de que devamos renunciar à objetividade. Penso que tentar alcançá-la, mesmo sabendo que
jamais chegaremos lá, nos força a uma disciplina que tende a melhorar a qualidade das reportagens (textos de opinião são um
pouco diferentes). O repórter que se preocupa em buscar o equilíbrio e considera perspectivas diferentes da sua provavelmente fará
um trabalho melhor do que aquele que veste o chapéu do militante e já tem todas as conclusões prontas antes mesmo de começar.
O modelo de negócios tem muito
com isso. A ideia de objetividade no jornalismo americano foi favorecida pelo fato de que,
até
pouco, publicações dependiam mais de anúncios do que da venda de exemplares. Como comerciantes,
que são o
grosso dos anunciantes,
querem ficar bem com todos, os jornais escaparam um pouco das pressões de seu próprio público por
algum tipo de alinhamento ideológico.
Isso mudou. As empresas agora dependem mais de seus clientes. É só ver que executivos da Fox News cogitaram de esconder
dados de seu caprichoso público para não ferir
sua suscetibilidade
e, assim, não perder audiência. Se a objetividade não existisse,
seria preciso inventá-la.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/2023/03/jornalismo-e-objetividade.shtml. Adaptado.
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Jornalismo e objetividade
Hélio Schwartsman
Qual o futuro do jornalismo? Leonard Downie Jr. e Andrew Heyward ensaiam uma resposta em "Beyond Objectivity". Não se trata
exatamente de um livro,
mas
de um estudo, que pode ser baixado de graça na internet (agradeço ao Nelson de Sá pela dica).
Os autores propõem que a busca pela objetividade deixe de ser uma meta declarada do jornalismo, já que ela claramente não pode
ser alcançada. Concordo com o diagnóstico, mas não com a terapêutica. A ideia de que um repórter pudesse ser objetivo ao escrever
uma história nunca foi filosoficamente consistente. Não há indivíduo que não tenha manias, preferências ideológicas e vieses.
Sempre brinco que o jornalismo é a realização diária de uma impossibilidade teórica.
Reluto, porém, em abraçar a tese de que devamos renunciar à objetividade. Penso que tentar alcançá-la, mesmo sabendo que
jamais chegaremos lá, nos força a uma disciplina que tende a melhorar a qualidade das reportagens (textos de opinião são um
pouco diferentes). O repórter que se preocupa em buscar o equilíbrio e considera perspectivas diferentes da sua provavelmente fará
um trabalho melhor do que aquele que veste o chapéu do militante e já tem todas as conclusões prontas antes mesmo de começar.
O modelo de negócios tem muito
com isso. A ideia de objetividade no jornalismo americano foi favorecida pelo fato de que,
até
pouco, publicações dependiam mais de anúncios do que da venda de exemplares. Como comerciantes,
que são o
grosso dos anunciantes,
querem ficar bem com todos, os jornais escaparam um pouco das pressões de seu próprio público por
algum tipo de alinhamento ideológico.
Isso mudou. As empresas agora dependem mais de seus clientes. É só ver que executivos da Fox News cogitaram de esconder
dados de seu caprichoso público para não ferir
sua suscetibilidade
e, assim, não perder audiência. Se a objetividade não existisse,
seria preciso inventá-la.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/2023/03/jornalismo-e-objetividade.shtml. Adaptado.
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Jornalismo e objetividade
Hélio Schwartsman
Qual o futuro do jornalismo? Leonard Downie Jr. e Andrew Heyward ensaiam uma resposta em "Beyond Objectivity". Não se trata
exatamente de um livro,
mas
de um estudo, que pode ser baixado de graça na internet (agradeço ao Nelson de Sá pela dica).
Os autores propõem que a busca pela objetividade deixe de ser uma meta declarada do jornalismo, já que ela claramente não pode
ser alcançada. Concordo com o diagnóstico, mas não com a terapêutica. A ideia de que um repórter pudesse ser objetivo ao escrever
uma história nunca foi filosoficamente consistente. Não há indivíduo que não tenha manias, preferências ideológicas e vieses.
Sempre brinco que o jornalismo é a realização diária de uma impossibilidade teórica.
Reluto, porém, em abraçar a tese de que devamos renunciar à objetividade. Penso que tentar alcançá-la, mesmo sabendo que
jamais chegaremos lá, nos força a uma disciplina que tende a melhorar a qualidade das reportagens (textos de opinião são um
pouco diferentes). O repórter que se preocupa em buscar o equilíbrio e considera perspectivas diferentes da sua provavelmente fará
um trabalho melhor do que aquele que veste o chapéu do militante e já tem todas as conclusões prontas antes mesmo de começar.
O modelo de negócios tem muito
com isso. A ideia de objetividade no jornalismo americano foi favorecida pelo fato de que,
até
pouco, publicações dependiam mais de anúncios do que da venda de exemplares. Como comerciantes,
que são o
grosso dos anunciantes,
querem ficar bem com todos, os jornais escaparam um pouco das pressões de seu próprio público por
algum tipo de alinhamento ideológico.
Isso mudou. As empresas agora dependem mais de seus clientes. É só ver que executivos da Fox News cogitaram de esconder
dados de seu caprichoso público para não ferir
sua suscetibilidade
e, assim, não perder audiência. Se a objetividade não existisse,
seria preciso inventá-la.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/2023/03/jornalismo-e-objetividade.shtml. Adaptado.
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O texto a seguir é referência para a questão.
Jornalismo e objetividade
Hélio Schwartsman
Qual o futuro do jornalismo? Leonard Downie Jr. e Andrew Heyward ensaiam uma resposta em "Beyond Objectivity". Não se trata
exatamente de um livro,
mas
de um estudo, que pode ser baixado de graça na internet (agradeço ao Nelson de Sá pela dica).
Os autores propõem que a busca pela objetividade deixe de ser uma meta declarada do jornalismo, já que ela claramente não pode
ser alcançada. Concordo com o diagnóstico, mas não com a terapêutica. A ideia de que um repórter pudesse ser objetivo ao escrever
uma história nunca foi filosoficamente consistente. Não há indivíduo que não tenha manias, preferências ideológicas e vieses.
Sempre brinco que o jornalismo é a realização diária de uma impossibilidade teórica.
Reluto, porém, em abraçar a tese de que devamos renunciar à objetividade. Penso que tentar alcançá-la, mesmo sabendo que
jamais chegaremos lá, nos força a uma disciplina que tende a melhorar a qualidade das reportagens (textos de opinião são um
pouco diferentes). O repórter que se preocupa em buscar o equilíbrio e considera perspectivas diferentes da sua provavelmente fará
um trabalho melhor do que aquele que veste o chapéu do militante e já tem todas as conclusões prontas antes mesmo de começar.
O modelo de negócios tem muito
com isso. A ideia de objetividade no jornalismo americano foi favorecida pelo fato de que,
até
pouco, publicações dependiam mais de anúncios do que da venda de exemplares. Como comerciantes,
que são o
grosso dos anunciantes,
querem ficar bem com todos, os jornais escaparam um pouco das pressões de seu próprio público por
algum tipo de alinhamento ideológico.
Isso mudou. As empresas agora dependem mais de seus clientes. É só ver que executivos da Fox News cogitaram de esconder
dados de seu caprichoso público para não ferir
sua suscetibilidade
e, assim, não perder audiência. Se a objetividade não existisse,
seria preciso inventá-la.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/2023/03/jornalismo-e-objetividade.shtml. Adaptado.
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O texto a seguir é referência para a questão.
Jornalismo e objetividade
Hélio Schwartsman
Qual o futuro do jornalismo? Leonard Downie Jr. e Andrew Heyward ensaiam uma resposta em "Beyond Objectivity". Não se trata
exatamente de um livro,
mas
de um estudo, que pode ser baixado de graça na internet (agradeço ao Nelson de Sá pela dica).
Os autores propõem que a busca pela objetividade deixe de ser uma meta declarada do jornalismo, já que ela claramente não pode
ser alcançada. Concordo com o diagnóstico, mas não com a terapêutica. A ideia de que um repórter pudesse ser objetivo ao escrever
uma história nunca foi filosoficamente consistente. Não há indivíduo que não tenha manias, preferências ideológicas e vieses.
Sempre brinco que o jornalismo é a realização diária de uma impossibilidade teórica.
Reluto, porém, em abraçar a tese de que devamos renunciar à objetividade. Penso que tentar alcançá-la, mesmo sabendo que
jamais chegaremos lá, nos força a uma disciplina que tende a melhorar a qualidade das reportagens (textos de opinião são um
pouco diferentes). O repórter que se preocupa em buscar o equilíbrio e considera perspectivas diferentes da sua provavelmente fará
um trabalho melhor do que aquele que veste o chapéu do militante e já tem todas as conclusões prontas antes mesmo de começar.
O modelo de negócios tem muito
com isso. A ideia de objetividade no jornalismo americano foi favorecida pelo fato de que,
até
pouco, publicações dependiam mais de anúncios do que da venda de exemplares. Como comerciantes,
que são o
grosso dos anunciantes,
querem ficar bem com todos, os jornais escaparam um pouco das pressões de seu próprio público por
algum tipo de alinhamento ideológico.
Isso mudou. As empresas agora dependem mais de seus clientes. É só ver que executivos da Fox News cogitaram de esconder
dados de seu caprichoso público para não ferir
sua suscetibilidade
e, assim, não perder audiência. Se a objetividade não existisse,
seria preciso inventá-la.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/2023/03/jornalismo-e-objetividade.shtml. Adaptado.
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