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Observando-se a história brasileira no período da Primeira República, nota-se o começo de um processo de organização e implementação de procedimentos que poderiam ser chamados de programas de saúde pública. Considere as seguintes afirmações a respeito do período citado.
I - A figura principal dessa fase da história sanitária brasileira é Oswaldo Cruz, que comandava a Diretoria Geral de Saúde Pública.
II - O modelo de intervenção escolhido na época foi o das “campanhas sanitárias” destinadas ao combate de endemias e epidemias urbanas e rurais.
III - A Santa Casa da Misericórdia de Santos, considerada o primeiro hospital do Brasil, foi inaugurada nessa época.
IV - O Departamento Nacional de Saúde Pública foi criado em 1920, sendo dirigido por Carlos Chagas.
Quais estão corretas?
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Considere os seguintes problemas de saúde.
I - Problemas respiratórios (hipoventilação, apnéia do sono, dispnéia).
II - Problemas ortopédicos (artroses, artrites).
III - Problemas cardiovasculares e digestivos.
IV - Problemas hematológicos (hemorragias, epistaxes).
V - Problemas metabólicos e endócrinos.
Quais podem ser causados pela obesidade severa?
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As políticas de saúde e da organização dos serviços de saúde no Brasil foram profundamente marcadas pelo contexto social e pelas conjunturas históricas e políticas que as geraram. Com relação a esta evolução, considere as afirmações abaixo.
I - No período de “Hegemonia Populista” do governo Vargas, volta a ter força o modelo sanitarista-campanhista, coletivo, social, imposto e autoritário, com profunda inspiração nacionalista.
II - Os mecanismos de financiamento subsidiado de clínicas e hospitais privados pelo Fundo de Apoio ao Desenvolvimento Social surgiram durante a “Hegemonia Populista”, marcando o surgimento de um empresariado da saúde.
III - Na época conhecida como “Reabertura Democrática”, técnicos dos Ministérios da Saúde e Previdência, surgiram para propor uma reestruturação das políticas do setor no Brasil, criando o PREV-SAÚDE – Programa de Extensão das Ações Básicas de Saúde.
IV - Em 1981, durante o “Milagre Brasileiro”, foi criado o Conselho Consultivo de Administração de Saúde Previdenciária, conhecido pela sigla CONASP.
Quais estão corretas?
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
As lições da dengue
Não é preciso passar mais do que algumas horas no Rio de Janeiro para se constatar: o pavor da dengue tomou conta das pessoas. O assunto está em todos os jornais, em todos os noticiários de rádio e de tevê, em todas as bocas. O movimento dos hotéis caiu muito, o que, numa cidade que tem no turismo uma importante fonte de renda, é um desastre. Claro, quem precisa ir ao Rio vai de qualquer modo, tomando todas as precauções possíveis. Faz algumas semanas, dei uma palestra numa instituição popular localizada numa antiga fábrica, na zona portuária do Rio: tão logo cheguei, fui atacado por uma feroz onda de mosquitos. Felizmente eu estava protegido; uso tanto repelente, que, no hotel, nem os garçons chegavam perto, mas esta situação, convenhamos, não é das mais agradáveis e está acabando com a paciência dos cariocas. Na seção de cartas de O Globo, na quinta passada, havia 21 mensagens; 18 falavam de dengue. E todas se queixavam das autoridades. Por bons motivos. O recente bate-boca protagonizado pelos responsáveis pelos serviços de saúde foi uma coisa muito triste.
Existem duas frases que o administrador público não pode dizer. A primeira: "Isto não é comigo". Sim, existe uma divisão de tarefas. Mas as pessoas não têm obrigação de conhecer organogramas; e, quando estão desesperadas, não querem saber de organogramas. Qualquer repartição, qualquer servidor, tem de servir como porta de entrada para o sistema que, ao menos teoricamente, vai proporcionar atendimento. Na prática, isto significa dizer: "Eu vou encaminhá-lo para o atendimento". E aí encaminhar mesmo: pegar o telefone, fazer o contato, instruir a pessoa acerca de como proceder.
A segunda frase a ser evitada é: "Isto é culpa de X" (no lugar deste X vocês podem colocar um órgão, um serviço, o ocupante de um cargo público). No Rio, a troca de acusações enfureceu as pessoas. Perguntava uma leitora: "Até quando prefeito e governador continuarão jogando a culpa um no outro pela epidemia de dengue?" Os políticos não se dão conta de que nesta briga não há vencedores, que é uma conduta suicida. Neste sentido, a idéia de um "gabinete de crise" reunindo no Rio os níveis federal, estadual e municipal foi uma coisa sensata.
As epidemias expõem as entranhas do país, mostram de forma implacável os problemas que não foram resolvidos. Este serviço pelo menos os micróbios, que sabem aproveitar qualquer oportunidade, prestam. Não seria mau aprender com eles.
Adaptado de: SCLIAR, Moacyr. In Zero Hora, 01 de abril de 2008.
Considere as afirmativas abaixo a respeito do texto.
I - O autor deixa claro que é indispensável que a população seja esclarecida sobre o risco de epidemias e as formas de evitá-las.
II - O caos da saúde pública no Rio de Janeiro é, conforme o texto, consequência do desarranjo entre as diferentes esferas do poder no país.
III - De acordo com o autor, cabe obrigatoriamente aos governos acolher quem recorre aos seus serviços e orientá-lo na busca de satisfação de suas necessidades.
Quais estão corretas?
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Instrução: Na questão, assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas da frase.
É a dona da companhia que faz ________ vezes de bilheteiro quando necessário, e é ______ ela, ______ cuja autoridade todos obedecem, que os atores recorrem quase sempre.
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Considere as seguintes afirmações sobre tuberculose (TB).
I - Todas as pessoas que adquirem o bacilo da TB se tornam doentes, independentemente de suas condições imunológicas.
II - É uma doença infecciosa que acomete, geralmente, os pulmões, mas pode ocorrer em qualquer outro órgão.
III - Frequentemente a transmissão da doença ocorre através do contato com objetos, tais como toalhas, copos, pratos e roupas, utilizados pelo doente.
IV - O uso de drogas ilícitas é um fator predisponente ao aparecimento da doença.
V - Uma das formas de se estabelecer o diagnóstico de TB é através da coleta de escarro, em duas amostras, colhidas em dias consecutivos, de preferência pela manhã.
Quais estão corretas?
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A regulação térmica é um dos fatores críticos na sobrevivência e estabilidade do recém-nascido. Com base nisso, considere os fatores abaixo.
I - Superfície corporal relativamente grande em comparação com o peso.
II - Capacidade metabólica limitada para a produção de calor.
III - Isolamento térmico inadequado.
IV - Excesso de gordura marrom.
Quais podem causar dificuldade de manutenção térmica de neonatos?
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Considere as afirmações abaixo com relação ao Regimento Geral da UFRGS.
I - De ato ou decisão de autoridade ou órgão da Universidade cabe, por iniciativa do interessado, pedido de reconsideração, fundamentado na alegação de não consideração de elementos passíveis de exame quando da decisão.
II - O pedido de reconsideração deverá ser interposto no prazo de 30 (trinta) dias contados a partir da data de ciência pessoal do ato ou decisão, de sua divulgação oficial por edital afixado em local público e visível ou de publicação em órgão de comunicação interno ou externo à Universidade.
III - Os atos ou decisões de autoridade ou órgão da Universidade, por suas características intrínsecas, são irrecorríveis.
Quais estão corretas?
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Instrução: Na questão, assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas da frase.
A mocinha, embora _____________ atordoada, fazia questão de afirmar que estava _____________ com a biblioteca desde _____ 16 h.
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
As lições da dengue
Não é preciso passar mais do que algumas horas no Rio de Janeiro para se constatar: o pavor da dengue tomou conta das pessoas. O assunto está em todos os jornais, em todos os noticiários de rádio e de tevê, em todas as bocas. O movimento dos hotéis caiu muito, o que, numa cidade que tem no turismo uma importante fonte de renda, é um desastre. Claro, quem precisa ir ao Rio vai de qualquer modo, tomando todas as precauções possíveis. __________ algumas semanas, dei uma palestra numa instituição popular localizada numa antiga fábrica, na zona portuária do Rio: tão logo cheguei, fui atacado por uma feroz onda de mosquitos. Felizmente eu estava protegido; uso tanto repelente, que, no hotel, nem os garçons chegavam perto, mas esta situação, convenhamos, não é das mais agradáveis e está acabando com a paciência dos cariocas. Na ________ de cartas de O Globo, na quinta passada, __________ 21 mensagens; 18 falavam de dengue. E todas se queixavam das autoridades. Por bons motivos. O recente bate-boca protagonizado pelos responsáveis pelos serviços de saúde foi uma coisa muito triste.
Existem duas frases que o administrador público não pode dizer. A primeira: "Isto não é comigo". Sim, existe uma divisão de tarefas. Mas as pessoas não têm obrigação de conhecer organogramas; e, quando estão desesperadas, não querem saber de organogramas. Qualquer repartição, qualquer servidor, tem de servir como porta de entrada para o sistema que, ao menos teoricamente, vai proporcionar atendimento. Na prática, isto significa dizer: "Eu vou encaminhá-lo para o atendimento". E aí encaminhar mesmo: pegar o telefone, fazer o contato, instruir a pessoa acerca de como proceder.
A segunda frase a ser evitada é: "Isto é culpa de X" (no lugar deste X vocês podem colocar um órgão, um serviço, o ocupante de um cargo público). No Rio, a troca de acusações enfureceu as pessoas. Perguntava uma leitora: "Até quando prefeito e governador continuarão jogando a culpa um no outro pela epidemia de dengue?" Os políticos não se dão conta de que nesta briga não há vencedores, que é uma conduta suicida. Neste sentido, a idéia de um "gabinete de crise" reunindo no Rio os níveis federal, estadual e municipal foi uma coisa sensata.
As epidemias expõem as entranhas do país, mostram de forma implacável os problemas que não foram resolvidos. Este serviço pelo menos os micróbios, que sabem aproveitar qualquer oportunidade, prestam. Não seria mau aprender com eles.
Adaptado de: SCLIAR, Moacyr. In Zero Hora, 01 de abril de 2008.
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas das linhas.
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