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Foram encontradas 50 questões.

1433375 Ano: 2010
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
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Segundo a Lei de Responsabilidade Fiscal, além dos planos, orçamentos e leis de diretrizes orçamentárias, são também instrumentos de transparência da gestão fiscal, aos quais será dada ampla divulgação, inclusive em meios eletrônicos de acesso público,
 

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1432651 Ano: 2010
Disciplina: Auditoria
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
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A auditoria de demonstrações contábeis é executada por um auditor. Ao verificar as demonstrações contábeis de uma empresa, esse profissional deve considerar que
 

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1431754 Ano: 2010
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
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A sigla SIAFI significa Sistema Integrado de Administração Financeira
 

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1431277 Ano: 2010
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
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Em relação aos créditos adicionais, é correto afirmar que
 

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1430865 Ano: 2010
Disciplina: Auditoria
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
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A documentação de auditoria fornece evidências de que a auditoria está em conformidade com as normas que a regulam. Contudo, não é necessário nem praticável para o auditor documentar todos os assuntos considerados ou todos os julgamentos profissionais exercidos na auditoria. Neste contexto, considere os documentos abaixo.
I - Plano de auditoria adequadamente documentado, demonstrando que o auditor planejou a auditoria.
II - Carta de contratação assinada no arquivo de auditoria, demonstrando que o auditor e a administração concordaram com os termos do trabalho de auditoria, ou, quando apropriado, junto aos responsáveis pela governança.
III - Relatório do auditor contendo opinião com ressalva, demonstrando que o auditor cumpriu o requisito de expressar opinião com ressalva sob as circunstâncias especificadas nas normas.
Quais são suficientes para documentação da auditoria, tornando desnecessários outros registros em separado?
 

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1411532 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
As lições da dengue
Não é preciso passar mais do que algumas horas no Rio de Janeiro para se constatar: o pavor da dengue tomou conta das pessoas. O assunto está em todos os jornais, em todos os noticiários de rádio e de tevê, em todas as bocas. O movimento dos hotéis caiu muito, o que, numa cidade que tem no turismo uma importante fonte de renda, é um desastre. Claro, quem precisa ir ao Rio vai de qualquer modo, tomando todas as precauções possíveis. Faz algumas semanas, dei uma palestra numa instituição popular localizada numa antiga fábrica, na zona portuária do Rio: tão logo cheguei, fui atacado por uma feroz onda de mosquitos. Felizmente eu estava protegido; uso tanto repelente, que, no hotel, nem os garçons chegavam perto, mas esta situação, convenhamos, não é das mais agradáveis e está acabando com a paciência dos cariocas. Na seção de cartas de O Globo, na quinta passada, havia 21 mensagens; 18 falavam de dengue. E todas se queixavam das autoridades. Por bons motivos. O recente bate-boca protagonizado pelos responsáveis pelos serviços de saúde foi uma coisa muito triste.
Existem duas frases que o administrador público não pode dizer. A primeira: "Isto não é comigo". Sim, existe uma divisão de tarefas. Mas as pessoas não têm obrigação de conhecer organogramas; e, quando estão desesperadas, não querem saber de organogramas. Qualquer repartição, qualquer servidor, tem de servir como porta de entrada para o sistema que, ao menos teoricamente, vai proporcionar atendimento. Na prática, isto significa dizer: "Eu vou encaminhá-lo para o atendimento". E aí encaminhar mesmo: pegar o telefone, fazer o contato, instruir a pessoa acerca de como proceder.
A segunda frase a ser evitada é: "Isto é culpa de X" (no lugar deste X vocês podem colocar um órgão, um serviço, o ocupante de um cargo público). No Rio, a troca de acusações enfureceu as pessoas. Perguntava uma leitora: "Até quando prefeito e governador continuarão jogando a culpa um no outro pela epidemia de dengue?" Os políticos não se dão conta de que nesta briga não há vencedores, que é uma conduta suicida. Neste sentido, a idéia de um "gabinete de crise" reunindo no Rio os níveis federal, estadual e municipal foi uma coisa sensata.
As epidemias expõem as entranhas do país, mostram de forma implacável os problemas que não foram resolvidos. Este serviço pelo menos os micróbios, que sabem aproveitar qualquer oportunidade, prestam. Não seria mau aprender com eles.
Adaptado de: SCLIAR, Moacyr. In Zero Hora, 01 de abril de 2008.
Considere as afirmativas abaixo, com relação à função sintática que as palavras ou expressões mencionadas desempenham no texto.
I - o pavor da dengue está para quem assim como ao Rio está para do Rio.
II - por uma feroz onda de mosquitos está para pelos responsáveis assim como duas frases está para isto.
III - no hotel está para no Rio assim como as entranhas do país está para Este serviço.
Quais estão corretas?
 

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1411174 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
As lições da dengue
Não é preciso passar mais do que algumas horas no Rio de Janeiro para se constatar: o pavor da dengue tomou conta das pessoas. O assunto está em todos os jornais, em todos os noticiários de rádio e de tevê, em todas as bocas. O movimento dos hotéis caiu muito, o que, numa cidade que tem no turismo uma importante fonte de renda, é um desastre. Claro, quem precisa ir ao Rio vai de qualquer modo, tomando todas as precauções possíveis. Faz algumas semanas, dei uma palestra numa instituição popular localizada numa antiga fábrica, na zona portuária do Rio: tão logo cheguei, fui atacado por uma feroz onda de mosquitos. Felizmente eu estava protegido; uso tanto repelente, que, no hotel, nem os garçons chegavam perto, mas esta situação, convenhamos, não é das mais agradáveis e está acabando com a paciência dos cariocas. Na seção de cartas de O Globo, na quinta passada, havia 21 mensagens; 18 falavam de dengue. E todas se queixavam das autoridades. Por bons motivos. O recente bate-boca protagonizado pelos responsáveis pelos serviços de saúde foi uma coisa muito triste.
Existem duas frases que o administrador público não pode dizer. A primeira: "Isto não é comigo". Sim, existe uma divisão de tarefas. Mas as pessoas não têm obrigação de conhecer organogramas; e, quando estão desesperadas, não querem saber de organogramas. Qualquer repartição, qualquer servidor, tem de servir como porta de entrada para o sistema que, ao menos teoricamente, vai proporcionar atendimento. Na prática, isto significa dizer: "Eu vou encaminhá-lo para o atendimento". E aí encaminhar mesmo: pegar o telefone, fazer o contato, instruir a pessoa acerca de como proceder.
A segunda frase a ser evitada é: "Isto é culpa de X" (no lugar deste X vocês podem colocar um órgão, um serviço, o ocupante de um cargo público). No Rio, a troca de acusações enfureceu as pessoas. Perguntava uma leitora: "Até quando prefeito e governador continuarão jogando a culpa um no outro pela epidemia de dengue?" Os políticos não se dão conta de que nesta briga não há vencedores, que é uma conduta suicida. Neste sentido, a idéia de um "gabinete de crise" reunindo no Rio os níveis federal, estadual e municipal foi uma coisa sensata.
As epidemias expõem as entranhas do país, mostram de forma implacável os problemas que não foram resolvidos. Este serviço pelo menos os micróbios, que sabem aproveitar qualquer oportunidade, prestam. Não seria mau aprender com eles.
Adaptado de: SCLIAR, Moacyr. In Zero Hora, 01 de abril de 2008.
O motivo de emprego de vírgula na frase O bom cronista, talvez para sensibilizar seus leitores, traz para o texto personagens do cotidiano é o mesmo em
 

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1410152 Ano: 2010
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
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Além do capital social e reservas de capital, o patrimônio líquido é dividido em
 

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1409748 Ano: 2010
Disciplina: Contabilidade de Custos
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
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A Cia. Alfa S.A., durante o exercício de 2009, fabricou 20.000 unidades, das quais 70% foram vendidas no período em questão ao preço unitário de R$ 150,00, incorrendo nos seguintes custos e despesas operacionais:
Custos fixos ....................................................................................... R$ 700.000,00
Custos variáveis por unidade produzida ............................................... R$ 00.0050,00
Despesas operacionais fixas ................................................................ R$ 220.000,00
Despesas operacionais variáveis por unidade vendida........................... R$ 000.040,00
Assinale o valor que corresponde ao lucro operacional com base no método de custeio por absorção, desconsiderando impostos.
 

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Considere as afirmações abaixo sobre o regime disciplinar do servidor público, à luz da Lei 8.112/1990.
I - Na aplicação das penalidades disciplinares serão consideradas a natureza e a gravidade da infração cometida, os danos que dela provierem para o serviço público, as circunstâncias agravantes ou atenuantes e os antecedentes funcionais.
II - As penalidades de advertência e suspensão terão seus registros cancelados, com efeitos pecuniários retroativos, no prazo de 1 (um) ano de efetivo exercício, ainda que o servidor tenha cometido neste período nova infração disciplinar.
III - O processo administrativo disciplinar submetido ao procedimento sumário, por sua natureza inquisitorial e para cumprir sua finalidade de apuração de irregularidade imediata, no prazo de 90 dias, prescinde, assim como no inquérito, do contraditório e da ampla defesa.
Quais estão corretas?
 

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