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Foram encontradas 50 questões.

1432025 Ano: 2010
Disciplina: Saúde Pública
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
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A Política Nacional de Humanização (Humaniza SUS), proposta pelo Ministério da Saúde, dispõe sobre a prática da clínica ampliada. Com base nisso, considere os itens abaixo.
I - O compromisso e a responsabilidade com o sujeito que adoece, visto em sua singularidade.
II - A busca de ações intersetoriais nas políticas públicas para atender a demanda do usuário.
III - O reconhecimento de limites do conhecimento dos profissionais de saúde para delimitar as ações de cada disciplina.
Quais estão de acordo com as disposições do Humaniza SUS?
 

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1413682 Ano: 2010
Disciplina: Psicologia
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
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O Inventário Fatorial de Personalidade (IFP) avalia 13 fatores de personalidade (além das escalas de desejabilidade social e validade).
Numere a segunda coluna de acordo com a primeira, associando quatro desses fatores com suas respectivas descrições.
(1) intracepção
(2) assistência
(3) deferência
(4) denegação
( ) O indivíduo possui grandes desejos e sentimentos de piedade, compaixão e ternura, pelos quais o sujeito deseja dar simpatia e gratificar as necessidades de um sujeito indefeso, defendê-lo no apego, dar-lhe suporte emocional e consolo na tristeza, doença e outros infortúnios.
( ) Desejo de admirar e dar suporte a um superior. Gostam de elogiar e honrar os superiores, bem como imitá-los e obedecê-los.
( ) O indivíduo se deixa conduzir por sentimentos e inclinações difusas. É dominado pela procura da felicidade, pela fantasia e imaginação.
( ) Desejo ou tendência de se submeter passivamente à força externa, aceitar desaforo, castigo e culpa, resignar-se ao destino, admitir inferioridade.
Assinale a alternativa que preenche corretamente os parênteses da segunda coluna, de cima para baixo.
 

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1411532 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
As lições da dengue
Não é preciso passar mais do que algumas horas no Rio de Janeiro para se constatar: o pavor da dengue tomou conta das pessoas. O assunto está em todos os jornais, em todos os noticiários de rádio e de tevê, em todas as bocas. O movimento dos hotéis caiu muito, o que, numa cidade que tem no turismo uma importante fonte de renda, é um desastre. Claro, quem precisa ir ao Rio vai de qualquer modo, tomando todas as precauções possíveis. Faz algumas semanas, dei uma palestra numa instituição popular localizada numa antiga fábrica, na zona portuária do Rio: tão logo cheguei, fui atacado por uma feroz onda de mosquitos. Felizmente eu estava protegido; uso tanto repelente, que, no hotel, nem os garçons chegavam perto, mas esta situação, convenhamos, não é das mais agradáveis e está acabando com a paciência dos cariocas. Na seção de cartas de O Globo, na quinta passada, havia 21 mensagens; 18 falavam de dengue. E todas se queixavam das autoridades. Por bons motivos. O recente bate-boca protagonizado pelos responsáveis pelos serviços de saúde foi uma coisa muito triste.
Existem duas frases que o administrador público não pode dizer. A primeira: "Isto não é comigo". Sim, existe uma divisão de tarefas. Mas as pessoas não têm obrigação de conhecer organogramas; e, quando estão desesperadas, não querem saber de organogramas. Qualquer repartição, qualquer servidor, tem de servir como porta de entrada para o sistema que, ao menos teoricamente, vai proporcionar atendimento. Na prática, isto significa dizer: "Eu vou encaminhá-lo para o atendimento". E aí encaminhar mesmo: pegar o telefone, fazer o contato, instruir a pessoa acerca de como proceder.
A segunda frase a ser evitada é: "Isto é culpa de X" (no lugar deste X vocês podem colocar um órgão, um serviço, o ocupante de um cargo público). No Rio, a troca de acusações enfureceu as pessoas. Perguntava uma leitora: "Até quando prefeito e governador continuarão jogando a culpa um no outro pela epidemia de dengue?" Os políticos não se dão conta de que nesta briga não há vencedores, que é uma conduta suicida. Neste sentido, a idéia de um "gabinete de crise" reunindo no Rio os níveis federal, estadual e municipal foi uma coisa sensata.
As epidemias expõem as entranhas do país, mostram de forma implacável os problemas que não foram resolvidos. Este serviço pelo menos os micróbios, que sabem aproveitar qualquer oportunidade, prestam. Não seria mau aprender com eles.
Adaptado de: SCLIAR, Moacyr. In Zero Hora, 01 de abril de 2008.
Considere as afirmativas abaixo, com relação à função sintática que as palavras ou expressões mencionadas desempenham no texto.
I - o pavor da dengue está para quem assim como ao Rio está para do Rio.
II - por uma feroz onda de mosquitos está para pelos responsáveis assim como duas frases está para isto.
III - no hotel está para no Rio assim como as entranhas do país está para Este serviço.
Quais estão corretas?
 

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1411477 Ano: 2010
Disciplina: Psicologia
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
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A Psicodinâmica do Trabalho constitui um campo de estudo e pesquisa de significativa importância entre os profissionais da psicologia que buscam desenvolver ações relacionadas às repercussões que os modos de trabalhar têm sobre a saúde mental. Considere as afirmações abaixo sobre essa abordagem teórica e metodológica, segundo Merlo (2002).
I - Compreender a Psicodinâmica do Trabalho objetiva as relações de sofrimento e prazer na experiência dos trabalhadores com a organização do trabalho.
II - Desenvolver a Psicodinâmica do Trabalho objetiva ações voltadas para a organização do trabalho visando à coletividade de trabalho e não aos indivíduos isoladamente.
III - Assegurar a Psicodinâmica do Trabalho objetiva a equivalência entre o trabalho prescrito e o trabalho real nos modos de organizar as tarefas dos grupos de trabalhadores.
Quais estão corretas?
 

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1411174 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
As lições da dengue
Não é preciso passar mais do que algumas horas no Rio de Janeiro para se constatar: o pavor da dengue tomou conta das pessoas. O assunto está em todos os jornais, em todos os noticiários de rádio e de tevê, em todas as bocas. O movimento dos hotéis caiu muito, o que, numa cidade que tem no turismo uma importante fonte de renda, é um desastre. Claro, quem precisa ir ao Rio vai de qualquer modo, tomando todas as precauções possíveis. Faz algumas semanas, dei uma palestra numa instituição popular localizada numa antiga fábrica, na zona portuária do Rio: tão logo cheguei, fui atacado por uma feroz onda de mosquitos. Felizmente eu estava protegido; uso tanto repelente, que, no hotel, nem os garçons chegavam perto, mas esta situação, convenhamos, não é das mais agradáveis e está acabando com a paciência dos cariocas. Na seção de cartas de O Globo, na quinta passada, havia 21 mensagens; 18 falavam de dengue. E todas se queixavam das autoridades. Por bons motivos. O recente bate-boca protagonizado pelos responsáveis pelos serviços de saúde foi uma coisa muito triste.
Existem duas frases que o administrador público não pode dizer. A primeira: "Isto não é comigo". Sim, existe uma divisão de tarefas. Mas as pessoas não têm obrigação de conhecer organogramas; e, quando estão desesperadas, não querem saber de organogramas. Qualquer repartição, qualquer servidor, tem de servir como porta de entrada para o sistema que, ao menos teoricamente, vai proporcionar atendimento. Na prática, isto significa dizer: "Eu vou encaminhá-lo para o atendimento". E aí encaminhar mesmo: pegar o telefone, fazer o contato, instruir a pessoa acerca de como proceder.
A segunda frase a ser evitada é: "Isto é culpa de X" (no lugar deste X vocês podem colocar um órgão, um serviço, o ocupante de um cargo público). No Rio, a troca de acusações enfureceu as pessoas. Perguntava uma leitora: "Até quando prefeito e governador continuarão jogando a culpa um no outro pela epidemia de dengue?" Os políticos não se dão conta de que nesta briga não há vencedores, que é uma conduta suicida. Neste sentido, a idéia de um "gabinete de crise" reunindo no Rio os níveis federal, estadual e municipal foi uma coisa sensata.
As epidemias expõem as entranhas do país, mostram de forma implacável os problemas que não foram resolvidos. Este serviço pelo menos os micróbios, que sabem aproveitar qualquer oportunidade, prestam. Não seria mau aprender com eles.
Adaptado de: SCLIAR, Moacyr. In Zero Hora, 01 de abril de 2008.
O motivo de emprego de vírgula na frase O bom cronista, talvez para sensibilizar seus leitores, traz para o texto personagens do cotidiano é o mesmo em
 

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Considere as afirmações abaixo sobre o regime disciplinar do servidor público, à luz da Lei 8.112/1990.
I - Na aplicação das penalidades disciplinares serão consideradas a natureza e a gravidade da infração cometida, os danos que dela provierem para o serviço público, as circunstâncias agravantes ou atenuantes e os antecedentes funcionais.
II - As penalidades de advertência e suspensão terão seus registros cancelados, com efeitos pecuniários retroativos, no prazo de 1 (um) ano de efetivo exercício, ainda que o servidor tenha cometido neste período nova infração disciplinar.
III - O processo administrativo disciplinar submetido ao procedimento sumário, por sua natureza inquisitorial e para cumprir sua finalidade de apuração de irregularidade imediata, no prazo de 90 dias, prescinde, assim como no inquérito, do contraditório e da ampla defesa.
Quais estão corretas?
 

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1407536 Ano: 2010
Disciplina: Psicologia
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
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Um homem de 40 anos foi encaminhado a uma avaliação psicológica. Segundo o coordenador do setor em que trabalha, ele tem apresentado problemas de relacionamento e condutas inadequadas em relação aos colegas de trabalho, e não corresponde às demandas das tarefas a seu encargo.
Os testes realizados revelaram os seguintes resultados:
Testes Psicométricos:
G:36 40% – médio inferior
AC 69 pontos – médio inferior
Testes Projetivos:
HTP
Casa: vazia, pobre, porta aberta
Árvore: desprotegida, presença de nódulos, sombreada
Figura humana: frágil, pequena, ênfase na cabeça
Zulliger:
5 respostas
Determinantes: 1F+, 1 C’F, 2 C’, 1M
Diante desses resultados, conclui-se que
 

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1407290 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
As lições da dengue
Não é preciso passar mais do que algumas horas no Rio de Janeiro para se constatar: o pavor da dengue tomou conta das pessoas. O assunto está em todos os jornais, em todos os noticiários de rádio e de tevê, em todas as bocas. O movimento dos hotéis caiu muito, o que, numa cidade que tem no turismo uma importante fonte de renda, é um desastre. Claro, quem precisa ir ao Rio vai de qualquer modo, tomando todas as precauções possíveis. Faz algumas semanas, dei uma palestra numa instituição popular localizada numa antiga fábrica, na zona portuária do Rio: tão logo cheguei, fui atacado por uma feroz onda de mosquitos. Felizmente eu estava protegido; uso tanto repelente, que, no hotel, nem os garçons chegavam perto, mas esta situação, convenhamos, não é das mais agradáveis e está acabando com a paciência dos cariocas. Na seção de cartas de O Globo, na quinta passada, havia 21 mensagens; 18 falavam de dengue. E todas se queixavam das autoridades. Por bons motivos. O recente bate-boca protagonizado pelos responsáveis pelos serviços de saúde foi uma coisa muito triste.
Existem duas frases que o administrador público não pode dizer. A primeira: "Isto não é comigo". Sim, existe uma divisão de tarefas. Mas as pessoas não têm obrigação de conhecer organogramas; e, quando estão desesperadas, não querem saber de organogramas. Qualquer repartição, qualquer servidor, tem de servir como porta de entrada para o sistema que, ao menos teoricamente, vai proporcionar atendimento. Na prática, isto significa dizer: "Eu vou encaminhá-lo para o atendimento". E aí encaminhar mesmo: pegar o telefone, fazer o contato, instruir a pessoa acerca de como proceder.
A segunda frase a ser evitada é: "Isto é culpa de X" (no lugar deste X vocês podem colocar um órgão, um serviço, o ocupante de um cargo público). No Rio, a troca de acusações enfureceu as pessoas. Perguntava uma leitora: "Até quando prefeito e governador continuarão jogando a culpa um no outro pela epidemia de dengue?" Os políticos não se dão conta de que nesta briga não há vencedores, que é uma conduta suicida. Neste sentido, a idéia de um "gabinete de crise" reunindo no Rio os níveis federal, estadual e municipal foi uma coisa sensata.
As epidemias expõem as entranhas do país, mostram de forma implacável os problemas que não foram resolvidos. Este serviço pelo menos os micróbios, que sabem aproveitar qualquer oportunidade, prestam. Não seria mau aprender com eles.
Adaptado de: SCLIAR, Moacyr. In Zero Hora, 01 de abril de 2008.
As palavras ou expressões dei, tão logo e implacável podem ser respectivamente substituídas, sem alterar o significado ou a correção das frases em que se encontram, por
 

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1406440 Ano: 2010
Disciplina: Psicologia
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
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O modelo dos Cinco Grandes Fatores (CGF), identificado internacionalmente como Big Five, tem recebido uma atenção crescente, a partir da sofisticação das técnicas fatoriais na pesquisa psicológica, e tem se mostrado útil para a sistematização de construtos avaliados por vários instrumentos de avaliação da personalidade. Com base na definição dos fatores denominados Extroversão, Socialização e Neuroticismo, avalie as afirmações abaixo.
I - Pessoas com escores baixos em Extroversão são descritas como reservadas, indiferentes e pessimistas. Pessoas com altos escores em Extroversão tendem a ser sociáveis, otimistas e afetuosas.
II - Pessoas com escores baixos em Socialização tendem a ser cínicas, não cooperativas e irritáveis. Pessoas com escores elevados em Socialização tendem a ser bondosas, generosas e afáveis.
III - Pessoas com escores baixos em Neuroticismo tendem a ser propensas a sofrimentos psicológicos, apresentando alto grau de ansiedade, depressão, vulnerabilidade e hostilidade. Pessoas com altos escores em Neuroticismo tendem a ser assertivas, confiantes, sociáveis e otimistas.
Quais estão corretas?
 

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1405697 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
As lições da dengue
Não é preciso passar mais do que algumas horas no Rio de Janeiro para se constatar: o pavor da dengue tomou conta das pessoas. O assunto está em todos os jornais, em todos os noticiários de rádio e de tevê, em todas as bocas. O movimento dos hotéis caiu muito, o que, numa cidade que tem no turismo uma importante fonte de renda, é um desastre. Claro, quem precisa ir ao Rio vai de qualquer modo, tomando todas as precauções possíveis. Faz algumas semanas, dei uma palestra numa instituição popular localizada numa antiga fábrica, na zona portuária do Rio: tão logo cheguei, fui atacado por uma feroz onda de mosquitos. Felizmente eu estava protegido; uso tanto repelente, que, no hotel, nem os garçons chegavam perto, mas esta situação, convenhamos, não é das mais agradáveis e está acabando com a paciência dos cariocas. Na seção de cartas de O Globo, na quinta passada, havia 21 mensagens; 18 falavam de dengue. E todas se queixavam das autoridades. Por bons motivos. O recente bate-boca protagonizado pelos responsáveis pelos serviços de saúde foi uma coisa muito triste.
Existem duas frases que o administrador público não pode dizer. A primeira: "Isto não é comigo". Sim, existe uma divisão de tarefas. Mas as pessoas não têm obrigação de conhecer organogramas; e, quando estão desesperadas, não querem saber de organogramas. Qualquer repartição, qualquer servidor, tem de servir como porta de entrada para o sistema que, ao menos teoricamente, vai proporcionar atendimento. Na prática, isto significa dizer: "Eu vou encaminhá-lo para o atendimento". E encaminhar mesmo: pegar o telefone, fazer o contato, instruir a pessoa acerca de como proceder.
A segunda frase a ser evitada é: "Isto é culpa de X" (no lugar deste X vocês podem colocar um órgão, um serviço, o ocupante de um cargo público). No Rio, a troca de acusações enfureceu as pessoas. Perguntava uma leitora: "Até quando prefeito e governador continuarão jogando a culpa um no outro pela epidemia de dengue?" Os políticos não se dão conta de que nesta briga não há vencedores, que é uma conduta suicida. Neste sentido, a idéia de um "gabinete de crise" reunindo no Rio os níveis federal, estadual e municipal foi uma coisa sensata.
As epidemias expõem as entranhas do país, mostram de forma implacável os problemas que não foram resolvidos. Este serviço pelo menos os micróbios, que sabem aproveitar qualquer oportunidade, prestam. Não seria mau aprender com eles.
Adaptado de: SCLIAR, Moacyr. In Zero Hora, 01 de abril de 2008.
Considere as afirmativas abaixo, a respeito de palavras do texto.
I - A palavra que introduz uma oração que expressa a causa da oração anterior.
II - A palavra indica lugar.
III - A palavra que poderia ser imediatamente precedida da palavra de, sem alterar a correção gramatical nem o significado da frase.
Quais estão corretas?
 

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