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Conforme a Lei n.º 8.112/1990, considere as seguintes assertivas:
I - os servidores que trabalhem com habitualidade em locais insalubres ou em contato permanente com substâncias tóxicas, radioativas ou com risco de vida, fazem jus a um adicional sobre o vencimento do cargo efetivo.
II - o servidor que fizer jus aos adicionais de insalubridade e de periculosidade os perceberá de forma acumulada.
III - o direito ao adicional de insalubridade ou periculosidade cessa com a eliminação das condições ou dos riscos que deram causa a sua concessão.
Quais estão corretas?
 

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Considere as alternativas abaixo, relativas aos direitos e garantias fundamentais inscritos na Constituição Federal:

I - as normas definidoras dos direitos e garantias fundamentais têm aplicação imediata.

II - os direitos e garantias expressos na Constituição Federal não excluem outros decorrentes do regime e dos princípios por ela adotados, ou dos tratados internacionais em que a República Federativa do Brasil seja parte.

III - os tratados e convenções internacionais sobre direitos humanos que forem aprovados, em cada Casa do Congresso Nacional, em dois turnos, por três quintos dos votos dos respectivos membros, serão equivalentes às emendas constitucionais.

Quais estão corretas?

 

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1391348 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
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Em relação aos processos e à metalurgia de soldagem, considere as afirmações abaixo.
I - O processo TIG (Tungsten Inert Gas) utiliza como fonte de calor um arco elétrico mantido entre um eletrodo teoricamente não consumível de tungstênio e a peça a soldar. Nesse processo, a proteção da região de soldagem é feita por um fluxo de gás inerte, e o processo pode ser efetuado com ou sem metal de adição.
II - Os processos MIG (Metal Inert Gas) e MAG (Metal Active Gas) utilizam como fonte de calor um arco elétrico mantido entre um eletrodo nu consumível, alimentado continuamente, e a peça a soldar. Nesses processos, a proteção da região de soldagem é realizada por um fluxo de gás inerte (MIG) ou de gás ativo (MAG).
III - A soldagem com eletrodos revestidos pode ser definida como um processo de soldagem com arco elétrico, no qual a união é produzida pelo calor do arco criado entre um eletrodo revestido e a peça a soldar.
IV - No processo de soldagem por arco submerso, um arco elétrico é estabelecido entre o arame-eletrodo e o material a ser soldado, com a diferença de que o arco permanece submerso em uma camada de fluxo, não sendo, assim, visível.
Quais estão corretas?
 

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1390383 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
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Eixos rotativos de transmissão ou, nesse caso, simplesmente eixos, são usados em partes de máquinas rotativas para transmitir movimento de rotação e torque de uma posição a outra, havendo possibilidade das cargas (por exemplo, de torção devido ao torque transmitido ou de flexão devido às cargas transversais em engrenagens fixadas aos eixos) serem constantes quanto a variar com o tempo.
A partir do exposto, observe as regras e considerações gerais para o projeto de eixos relacionadas abaixo.
I - Para minimizar as tensões e deflexões, o comprimento do eixo deve ser mantido o maior possível, e os trechos em balanço devem ser minimizados.
II - Para minimizar os efeitos dos concentradores de tensão, esses devem ser colocados longe das regiões de grandes momentos fletores e podem ser utilizados grandes raios.
III - Se o principal requerimento é minimizar a deflexão, é possível que o material mais indicado seja o aço de baixo carbono, porque sua rigidez é tão alta quanto a dos aços mais caros; e um eixo projetado para pequenas deflexões apresentará tensões
baixas.
IV - Um volante pode ser usado para suavizar as variações na velocidade de um eixo causadas pelas variações de torque.
V - A primeira frequência natural do eixo deve ser igual à frequência máxima de carga esperada em serviço ou, preferencialmente, bem menor.
Quais podem ser consideradas verdadeiras e aplicáveis?
 

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1389058 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
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Considere um sistema dinâmico cuja função de transferência em malha aberta seja !$ T(s) = \dfrac {2} {s^2 + 10s + 10} !$.Deseja-se controlar esse sistema em malha fechada por meio de uma lei de controle proporcional, de modo que o erro de seguimento a uma referência tipo salto seja igual ou menor do que 5%. Qual das alternativas abaixo representa o valor mínimo do ganho de realimentação necessário para que esse objetivo seja atingido?
 

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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
A preocupação com o tratamento dado aos animais que nos servem de alimento tem origem em um questionamento ainda maior, ao qual a ciência tenta dar uma resposta: seriam os bichos capazes de desenvolver algum tipo de sentimento ou inteligência? Estudos recentes revelam que o cérebro de alguns animais processa tarefas antes atribuídas apenas a seres humanos. Já se sabe que os elefantes adotam um comportamento semelhante ao luto quando um integrante da manada morre. Pássaros como o corvo sabem confeccionar e usar ferramentas para construir seus ninhos. Ratos tendem a imitar os movimentos de outros membros da espécie ao vê-los se contorcer de dor. O exemplo mais notável de animal que apresenta um tipo de inteligência evoluída é o bonobo, um membro da família dos chimpanzés. Cientistas americanos conseguiram que um exemplar desses primatas desenvolvesse um sistema complexo de comunicação. Ele compreende cerca de 380 palavras e, por meio de um tabuleiro com cartões coloridos, as ordena de modo a compor frases. O bonobo também consegue expressar noções de tempo e grandeza.
Com isso, os defensores dos animais ganharam mais argumentos para tentar mudar as leis a favor de seus protegidos. Há dois anos, o Parlamento espanhol estendeu alguns direitos humanos a chimpanzés, gorilas, orangotangos e, claro, bonobos. O país das touradas decidiu que os primatas não podem ser torturados nem mortos (salvo em casos de defesa contra ataque). “Quando o homem começa a perceber que os animais têm algumas características semelhantes às suas, fica menos suscetível a submetê-los a tratamentos que resultem em dor ou sofrimento”, disse a VEJA a advogada americana Pamela Frasch, especialista em legislação dos direitos dos animais."
Adaptado de: Sinais de Inteligência. Revista Veja,
8/10/2010, edição 2181, p. 129 Disponível em
http://veja.abril.com.br/acervodigital/home.aspx. Acessado
em 16/1/2013.
Considere as seguintes propostas de substituição de expressões do texto.
I - complexo por sofisticado
II - cerca de por quase
III - salvo por exceto
IV - suscetível – por vulnerável
Quais conservam o sentido original do texto?
 

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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Tenho medo da palavra "prático". Sempre me parece que o que é prático nos tira alguma coisa.
Acho que tudo começou no dia em que cheguei da escola e vi cortado o abacateiro do quintal da minha infância.
"É mais prático. Suja muito" – disse minha avó.
Eu não podia acreditar. Já não bastava terem cimentado o gramadinho onde eu fazia incríveis florestas, agora eu teria apenas aquele toco no meio do cimento para sentar. Francamente! Não gosto do que é prático. Prático me parece mínimo, sem detalhes. E Deus mora nos detalhes.
No mês passado, estive em temporada no centro do Rio. Fazia tempo que eu não andava por lá. Tentei achar um restaurante onde eu costumava ir almoçar com meu pai. Era uma dessas tabernas da Lapa, pequenas, baratas e com comida maravilhosa – vinda de uma senhora portuguesa escondida na cozinha.
Procurei loucamente pelas ruazinhas atrás da Cinelândia e quis gritar de alegria quando vi o mesmo letreiro ainda na porta.
O lugar era o mesmo, mas tinha sido azulejado, os quadros, retirados das paredes e a comida, agora, era cobrada a quilo. Uma fila para servir, outra para pesar, bandejas, talheres ensacados, sachezinhos de sal e nem sequer um caldeirão de caldo verde ou uma lasca de bacalhau que fosse no bufê.
Achei que tinha mudado o dono e apenas mantido o nome, mas, quando olhei pelo quadradinho que dava pra cozinha, lá estava, curiosamente, a mesma senhora, castigada pelo tempo e pelo que é mais prático e econômico.
Lembrei-me da minha avó. Também prática. Também portuguesa. Quando mandou cortar o abacateiro ainda fazia sua própria massa de pastel. Viva fosse, talvez já tivesse se rendido à massa pronta, comprada no supermercado. Teria meu perdão. Quem pode resistir ao que é mais prático e econômico num mundo que justifica tudo pelo custo e pela eficiência?
Mas será que preciso mesmo ficar sacudindo travesseirinhos de sal úmido pelas mesas? Não consigo dizer por que uma coisa tão banal me provoca tanto mal-estar, mas sei exatamente o conforto que me dá um guardanapo de pano furadinho num restaurante decadente que não se rendeu ao bufê a quilo.
A felicidade não é prática e econômica. A felicidade mora nos becos. Quer coisa mais prática e econômica do que uma sala iluminada por uma lâmpada fluorescente? Quer coisa mais triste?
Se tivesse ido ao restaurante para jantar, acho que choraria na calçada.
Adaptado de: FRAGA, Denise. Precisar, não precisa. Folha
de São Paulo, 24/7/2012. Disponível em
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/denisefraga/11245
96-precisar-nao-precisa.shtml. Acessado em 20/1/2013.
Considere as seguintes afirmações.
I - Pessoas que rejeitam o prático acreditam mais em Deus.
II - Privilegiar o mais prático e econômico é algo que se impõe, nos dias de hoje, em nome do custo e da eficiência.
III - A opção pela felicidade inclui contrariar o mais prático e econômico em certos momentos da vida.
Quais correspondem a ideias veiculadas pelo texto?
 

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Assinale a alternativa que NÃO contém um dos Órgãos Suplementares da Universidade, segundo o Regimento Geral da UFRGS:
 

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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Tenho medo da palavra "prático". Sempre me parece que o que é prático nos tira alguma coisa.
Acho que tudo começou no dia em que cheguei da escola e vi cortado o abacateiro do quintal da minha infância.
"É mais prático. Suja muito" – disse minha avó.
Eu não podia acreditar. Já não bastava terem cimentado o gramadinho onde eu fazia incríveis florestas, agora eu teria apenas aquele toco no meio do cimento para sentar. Francamente! Não gosto do que é prático. Prático me parece mínimo, sem detalhes. E Deus mora nos detalhes.
No mês passado, estive em temporada no centro do Rio. Fazia tempo que eu não andava por lá. Tentei achar um restaurante onde eu costumava ir almoçar com meu pai. Era uma dessas tabernas da Lapa, pequenas, baratas e com comida maravilhosa – vinda de uma senhora portuguesa escondida na cozinha.
Procurei loucamente pelas ruazinhas atrás da Cinelândia e quis gritar de alegria quando vi o mesmo letreiro ainda na porta.
O lugar era o mesmo, mas tinha sido azulejado, os quadros, retirados das paredes e a comida, agora, era cobrada a quilo. Uma fila para servir, outra para pesar, bandejas, talheres ensacados, sachezinhos de sal e nem sequer um caldeirão de caldo verde ou uma lasca de bacalhau que fosse no bufê.
Achei que tinha mudado o dono e apenas mantido o nome, mas, quando olhei pelo quadradinho que dava pra cozinha, lá estava, curiosamente, a mesma senhora, castigada pelo tempo e pelo que é mais prático e econômico.
Lembrei-me da minha avó. Também prática. Também portuguesa. Quando mandou cortar o abacateiro ainda fazia sua própria massa de pastel. Viva fosse, talvez já tivesse se rendido à massa pronta, comprada no supermercado. Teria meu perdão. Quem pode resistir ao que é mais prático e econômico num mundo que justifica tudo pelo custo e pela eficiência?
Mas será que preciso mesmo ficar sacudindo travesseirinhos de sal úmido pelas mesas? Não consigo dizer por que uma coisa tão banal me provoca tanto mal-estar, mas sei exatamente o conforto que me dá um guardanapo de pano furadinho num restaurante decadente que não se rendeu ao bufê a quilo.
A felicidade não é prática e econômica. A felicidade mora nos becos. Quer coisa mais prática e econômica do que uma sala iluminada por uma lâmpada fluorescente? Quer coisa mais triste?
Se tivesse ido ao restaurante para jantar, acho que choraria na calçada.
Adaptado de: FRAGA, Denise. Precisar, não precisa. Folha
de São Paulo, 24/7/2012. Disponível em
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/denisefraga/11245
96-precisar-nao-precisa.shtml. Acessado em 20/1/2013.
Em relação ao emprego de formas ou expressões verbais do texto, considere as seguintes propostas de reescrita do trecho Achei que tinha mudado o dono e apenas mantido o nome...
I - Achei que mudaria o dono e apenas fosse manter o nome...
II - Achei que mudara o dono e apenas mantivera o nome...
III - Achei que fosse mudar o dono e apenas manteria o nome...
Quais estão corretas do ponto de vista da norma gramatical e conservam o sentido original do texto?
 

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1385587 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
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Considere uma solicitação puramente torcional em uma barra reta de seção transversal uniforme, com um torque aplicado de forma que nenhum momento fletor ou outras forças estejam presentes. A barra, cuja extremidade fixa está engastada em uma parede rígida, gira em torno de seu eixo longitudinal após aplicação do torque em sua extremidade livre. Sobre o melhor formato de seção transversal para uma barra de torção oca feita a partir de uma chapa de aço de dimensões conhecidas (comprimento de 1 m, largura de 100 mm e espessura de 1 mm), de modo a suportar a carga puramente torcional com mínimo giro angular e a menor tensão máxima de cisalhamento, quais das seguintes afirmações são corretas?
I - A seção circular aberta (com junção não soldada) é pior sob torção que a seção circular fechada (com junção soldada).
II - Seções fechadas não circulares são menos vantajosas sob torção do que seções circulares fechadas.
III - Prioritariamente, seções circulares fechadas, tanto ocas como maciças, são recomendadas para aplicações com carregamento
torcional.
 

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