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Foram encontradas 250 questões.

2148722 Ano: 2015
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
Considere a seguinte consulta SQL:
SELECT nome_cliente
FROM emprestimo
WHERE EXISTS ( SELECT *
FROM conta_corrente
WHERE emprestimo.nome_cliente = conta_corrente.nome_cliente)
Assinale a alternativa que apresenta a expressão que traduz adequadamente a consulta acima.
 

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2148721 Ano: 2015
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
Uma universidade possui, entre seus usuários de serviços, os vinculados, como professores, técnicos e alunos, e os não vinculados, a comunidade. Os usuários vinculados podem ter um único vínculo ou mais, simultaneamente.
Considerando as regras padronizadas de marcação das ferramentas gráficas (botão de rádio e caixa de seleção múltipla – check box ), assinale a alternativa que apresenta a interface gráfica mais adequada, em função de sua usabilidade e simplicidade, que permite a identificação inequívoca dos vínculos dos usuários e que não permite marcações inconsistentes.
 

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2148720 Ano: 2015
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
Considere o código HTML, a seguir, que contém um código Javascript.
<html>
<body>
<p>Entre com o código do curso</p>
<input id="numero" type="number">
<button type="button" onclick="Funcao()">Enviar</button>
<p id="prova"></p>
<script>
function Funcao() {
var x, text;
x = document.getElementById("numero").value;
if (isNaN(x) | | x < 1 | | x > 71) {
text = "Curso inválido";
} else {
text = "código OK";
}
document.getElementById("prova").innerHTML = text;
}
</script>
</body>
</html>
Qual a função do código Javascript acima apresentado?
 

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2148719 Ano: 2015
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
Observe o código HTML abaixo.
<OL start=15 type=i>
<li>Departamento 15
<li>Departamento 16
<li>Departamento 17
</OL>
Com base nesse código, assinale a alternativa que apresenta o resultado obtido na tela do browser.
 

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2148717 Ano: 2015
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
Em um programa, tem-se armazenada uma tabela de dados acadêmicos conforme ilustração abaixo.
Posição Ano-semestre Dados
1 1968/1
2 1968/2
3 1969/1
4 1969/2
5 1970/1
...
...
95 2015/1
96 2015/2
A tabela começa a armazenar os dados a partir do ano de 1968, 1º semestre, na posição 1. Os dados de 1968, 2º semestre, na posição 2, e assim por diante.
Qual a expressão a ser usada como índice da tabela para localizar os dados de determinado ANO (4 dígitos a partir de 1968) e SEMESTRE (valores 1 ou 2)?
 

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2148694 Ano: 2015
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
Em operações com datas, deseja-se determinar o número máximo de dias do mês de fevereiro, conforme a regra do ano bissexto. O ano é bissexto se divisível por 4, deixa de ser bissexto se divisível por 100, mas volta a ser bissexto se divisível por 400.
Qual dos fluxogramas, a seguir, NÃO apresenta a lógica correta para tal determinação?
 

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2148693 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
O shampoo que eu comprei diz: “reparação intensa, selagem das cutículas e blindagem dos fios”. Não faço a menor ideia do que seja isso. O que sei é que não comprei esse frasco amarelo translúcido porque queria reparar (com intensidade), selar minhas cutículas (isso não fica perto da unha?) ou blindar meus fios. A questão é que todas as embalagens dizem alguma coisa que eu não entendo. Todas falam demais. E, mesmo que eu não queira dar bola para a linguagem publicitária disfarçada de discurso científico, continuo precisando de um shampoo. Então eu abro e cheiro. Ao tomar essa atitude, acho que me sinto um pouco antiquada, pois tenho a impressão de que a avaliação olfativa foi completamente obliterada pelos argumentos “racionais” que falam em 10 vezes mais força e brilho desde o primeiro uso, evitar escamas abertas e outros milagres incompreensíveis.
O discurso racional ao qual me refiro não é uma exclusividade de shampoos. Parece hoje que todos os produtos que nos rodeiam precisam oferecer algo a mais, o que não seria um problema caso esse algo a mais não fosse um atributo um tanto obscuro e bastante exigente para um ser humano comum.
Pegue as pastas de dente, por exemplo. Estarei mais protegida se usar aquela cuja embalagem fala em “total” e “12 horas”? O que uma pasta de dentes sem a palavra “total” deixa efetivamente de fazer? Quanto tempo dura sua ação na minha boca? Qual a diferença na composição entre uma pasta ordinária e a de 12 horas? Será que essas horas a mais de proteção têm algum outro preço, além do que estou vendo na etiqueta? Uma substância cancerígena, talvez? Meus dentes vão ficar mais brancos se eu usar uma pasta whitening? Como elas fazem isso? Eu vou perceber a mudança a olho nu?
O curioso nesse cenário me parece ser o fato de que temos à disposição um catatau de informações, sobretudo sobre cosméticos e alimentos, nas revistas femininas e em todas essas publicações estranhas que encontramos próximas ao caixa do supermercado. Isso quer dizer que, para responder aos padrões de consumo que o mercado nos impõe, é preciso gastar um bocado de energia (devemos saber sobre o anti-frizz, as propriedades da lichia e o desodorante que hidrata as axilas). No entanto, fugir desse padrão e praticar, por assim dizer, o “consumo responsável” é igualmente exigente e dependente do discurso racional.
Esse rímel foi testado em animais? Essa margarina continua sendo vegana agora que faz parte de um conglomerado que comercializa embutidos? Foi provado que a marca de roupas que eu adoro estava usando trabalho escravo? É melhor fazer um pão branco em casa ou comer um sete grãos industrializado? O que posso passar no meu cabelo para largar de vez a química dos shampoos e, de quebra, parar de dar dinheiro para empresas internacionais milionárias? Quantos tutoriais vou precisar assistir no youtube para ser capaz de fazer isso sozinha?
Para estar dentro da norma ou transitar fora dela, precisamos saber muito. Mas talvez estejamos entendendo demais de temperatura de cozimento dos legumes (para manter os nutrientes) e bem pouco de empatia, tolerância e autoconhecimento, essas coisas inúteis, imensuráveis e que vêm sem embalagem.
Adaptado de: BENSIMON, Carol. Saber o que Comprar. Zero Hora, 19 de abril de 2015.
Assinale a alternativa que apresenta a classificação correta quanto ao tempo e modo dos verbos seria, fosse e Será, respectivamente.
 

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2148692 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
O shampoo que eu comprei diz: “reparação intensa, selagem das cutículas e blindagem dos fios”. Não faço a menor ideia do que seja isso. O que sei é que não comprei esse frasco amarelo translúcido porque queria reparar (com intensidade), selar minhas cutículas (isso não fica perto da unha?) ou blindar meus fios. A questão é que todas as embalagens dizem alguma coisa que eu não entendo. Todas falam demais. E, mesmo que eu não queira dar bola para a linguagem publicitária disfarçada de discurso científico, continuo precisando de um shampoo. Então eu abro e cheiro. Ao tomar essa atitude, acho que me sinto um pouco antiquada, pois tenho a impressão de que a avaliação olfativa foi completamente obliterada pelos argumentos “racionais” que falam em 10 vezes mais força e brilho desde o primeiro uso, evitar escamas abertas e outros milagres incompreensíveis.
O discurso racional ao qual me refiro não é uma exclusividade de shampoos. Parece hoje que todos os produtos que nos rodeiam precisam oferecer algo a mais, o que não seria um problema caso esse algo a mais não fosse um atributo um tanto obscuro e bastante exigente para um ser humano comum.
Pegue as pastas de dente, por exemplo. Estarei mais protegida se usar aquela cuja embalagem fala em “total” e “12 horas”? O que uma pasta de dentes sem a palavra “total” deixa efetivamente de fazer? Quanto tempo dura sua ação na minha boca? Qual a diferença na composição entre uma pasta ordinária e a de 12 horas? Será que essas horas a mais de proteção têm algum outro preço, além do que estou vendo na etiqueta? Uma substância cancerígena, talvez? Meus dentes vão ficar mais brancos se eu usar uma pasta whitening? Como elas fazem isso? Eu vou perceber a mudança a olho nu?
O curioso nesse cenário me parece ser o fato de que temos à disposição um catatau de informações, sobretudo sobre cosméticos e alimentos, nas revistas femininas e em todas essas publicações estranhas que encontramos próximas ao caixa do supermercado. Isso quer dizer que, para responder aos padrões de consumo que o mercado nos impõe, é preciso gastar um bocado de energia (devemos saber sobre o anti-frizz, as propriedades da lichia e o desodorante que hidrata as axilas). No entanto, fugir desse padrão e praticar, por assim dizer, o “consumo responsável” é igualmente exigente e dependente do discurso racional.
Esse rímel foi testado em animais? Essa margarina continua sendo vegana agora que faz parte de um conglomerado que comercializa embutidos? Foi provado que a marca de roupas que eu adoro estava usando trabalho escravo? É melhor fazer um pão branco em casa ou comer um sete grãos industrializado? O que posso passar no meu cabelo para largar de vez a química dos shampoos e, de quebra, parar de dar dinheiro para empresas internacionais milionárias? Quantos tutoriais vou precisar assistir no youtube para ser capaz de fazer isso sozinha?
Para estar dentro da norma ou transitar fora dela, precisamos saber muito. Mas talvez estejamos entendendo demais de temperatura de cozimento dos legumes (para manter os nutrientes) e bem pouco de empatia, tolerância e autoconhecimento, essas coisas inúteis, imensuráveis e que vêm sem embalagem.
Adaptado de: BENSIMON, Carol. Saber o que Comprar. Zero Hora, 19 de abril de 2015.
Considere as palavras incompreensíveis, industrializado, internacionais, inúteis e imensuráveis.
Quantas contêm prefixo de negação?
 

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2148691 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
O shampoo que eu comprei diz: “reparação intensa, selagem das cutículas e blindagem dos fios”. Não faço a menor ideia do que seja isso. O que sei é que não comprei esse frasco amarelo translúcido porque queria reparar (com intensidade), selar minhas cutículas (isso não fica perto da unha?) ou blindar meus fios. A questão é que todas as embalagens dizem alguma coisa que eu não entendo. Todas falam demais. E, mesmo que eu não queira dar bola para a linguagem publicitária disfarçada de discurso científico, continuo precisando de um shampoo. Então eu abro e cheiro. Ao tomar essa atitude, acho que me sinto um pouco antiquada, pois tenho a impressão de que a avaliação olfativa foi completamente obliterada pelos argumentos “racionais” que falam em 10 vezes mais força e brilho desde o primeiro uso, evitar escamas abertas e outros milagres incompreensíveis.
O discurso racional ao qual me refiro não é uma exclusividade de shampoos. Parece hoje que todos os produtos que nos rodeiam precisam oferecer algo a mais, o que não seria um problema caso esse algo a mais não fosse um atributo um tanto obscuro e bastante exigente para um ser humano comum.
Pegue as pastas de dente, por exemplo. Estarei mais protegida se usar aquela cuja embalagem fala em “total” e “12 horas”? O que uma pasta de dentes sem a palavra “total” deixa efetivamente de fazer? Quanto tempo dura sua ação na minha boca? Qual a diferença na composição entre uma pasta ordinária e a de 12 horas? Será que essas horas a mais de proteção têm algum outro preço, além do que estou vendo na etiqueta? Uma substância cancerígena, talvez? Meus dentes vão ficar mais brancos se eu usar uma pasta whitening? Como elas fazem isso? Eu vou perceber a mudança a olho nu?
O curioso nesse cenário me parece ser o fato de que temos à disposição um catatau de informações, sobretudo sobre cosméticos e alimentos, nas revistas femininas e em todas essas publicações estranhas que encontramos próximas ao caixa do supermercado. Isso quer dizer que, para responder aos padrões de consumo que o mercado nos impõe, é preciso gastar um bocado de energia (devemos saber sobre o anti-frizz, as propriedades da lichia e o desodorante que hidrata as axilas). No entanto, fugir desse padrão e praticar, por assim dizer, o “consumo responsável” é igualmente exigente e dependente do discurso racional.
Esse rímel foi testado em animais? Essa margarina continua sendo vegana agora que faz parte de um conglomerado que comercializa embutidos? Foi provado que a marca de roupas que eu adoro estava usando trabalho escravo? É melhor fazer um pão branco em casa ou comer um sete grãos industrializado? O que posso passar no meu cabelo para largar de vez a química dos shampoos e, de quebra, parar de dar dinheiro para empresas internacionais milionárias? Quantos tutoriais vou precisar assistir no youtube para ser capaz de fazer isso sozinha?
Para estar dentro da norma ou transitar fora dela, precisamos saber muito. Mas talvez estejamos entendendo demais de temperatura de cozimento dos legumes (para manter os nutrientes) e bem pouco de empatia, tolerância e autoconhecimento, essas coisas inúteis, imensuráveis e que vêm sem embalagem.
Adaptado de: BENSIMON, Carol. Saber o que Comprar. Zero Hora, 19 de abril de 2015.
Considere as afirmações a seguir sobre recursos de pontuação empregados no texto.
I - As aspas em “reparação intensa, selagem das cutículas e blindagem dos fios” são empregadas pelo mesmo motivo que as aspas em “racionais”.
II - As vírgulas em quer dizer que, para responder aos padrões de consumo que o mercado nos impõe, é preciso gastar um bocado são empregadas pelo mesmo motivo que a vírgula em Para estar dentro da norma ou transitar fora dela,.
III - A vírgula em de energia (devemos saber sobre o anti-frizz, as é empregada pelo mesmo motivo que a vírgula depois de empatia.
Quais estão corretas?
 

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2148690 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
O shampoo que eu comprei diz: “reparação intensa, selagem das cutículas e blindagem dos fios”. Não faço a menor ideia do que seja isso. O que sei é que não comprei esse frasco amarelo translúcido porque queria reparar (com intensidade), selar minhas cutículas (isso não fica perto da unha?) ou blindar meus fios. A questão é que todas as embalagens dizem alguma coisa que eu não entendo. Todas falam demais. E, mesmo que eu não queira dar bola para a linguagem publicitária disfarçada de discurso científico, continuo precisando de um shampoo. Então eu abro e cheiro. Ao tomar essa atitude, acho que me sinto um pouco antiquada, pois tenho a impressão de que a avaliação olfativa foi completamente obliterada pelos argumentos “racionais” que falam em 10 vezes mais força e brilho desde o primeiro uso, evitar escamas abertas e outros milagres incompreensíveis.
O discurso racional ao qual me refiro não é uma exclusividade de shampoos. Parece hoje que todos os produtos que nos rodeiam precisam oferecer algo a mais, o que não seria um problema caso esse algo a mais não fosse um atributo um tanto obscuro e bastante exigente para um ser humano comum.
Pegue as pastas de dente, por exemplo. Estarei mais protegida se usar aquela cuja embalagem fala em “total” e “12 horas”? O que uma pasta de dentes sem a palavra “total” deixa efetivamente de fazer? Quanto tempo dura sua ação na minha boca? Qual a diferença na composição entre uma pasta ordinária e a de 12 horas? Será que essas horas a mais de proteção têm algum outro preço, além do que estou vendo na etiqueta? Uma substância cancerígena, talvez? Meus dentes vão ficar mais brancos se eu usar uma pasta whitening? Como elas fazem isso? Eu vou perceber a mudança a olho nu?
O curioso nesse cenário me parece ser o fato de que temos à disposição um catatau de informações, sobretudo sobre cosméticos e alimentos, nas revistas femininas e em todas essas publicações estranhas que encontramos próximas ao caixa do supermercado. Isso quer dizer que, para responder aos padrões de consumo que o mercado nos impõe, é preciso gastar um bocado de energia (devemos saber sobre o anti-frizz, as propriedades da lichia e o desodorante que hidrata as axilas). No entanto, fugir desse padrão e praticar, por assim dizer, o “consumo responsável” é igualmente exigente e dependente do discurso racional.
Esse rímel foi testado em animais? Essa margarina continua sendo vegana agora que faz parte de um conglomerado que comercializa embutidos? Foi provado que a marca de roupas que eu adoro estava usando trabalho escravo? É melhor fazer um pão branco em casa ou comer um sete grãos industrializado? O que posso passar no meu cabelo para largar de vez a química dos shampoos e, de quebra, parar de dar dinheiro para empresas internacionais milionárias? Quantos tutoriais vou precisar assistir no youtube para ser capaz de fazer isso sozinha?
Para estar dentro da norma ou transitar fora dela, precisamos saber muito. Mas talvez estejamos entendendo demais de temperatura de cozimento dos legumes (para manter os nutrientes) e bem pouco de empatia, tolerância e autoconhecimento, essas coisas inúteis, imensuráveis e que vêm sem embalagem.
Adaptado de: BENSIMON, Carol. Saber o que Comprar. Zero Hora, 19 de abril de 2015.
Considere as sentenças a seguir, extraídas do texto.
I - Esse rímel foi testado em animais?
II - Essa margarina continua sendo vegana agora que faz parte de um conglomerado que comercializa embutidos?
III - Foi provado que a marca de roupas que eu adoro estava usando trabalho escravo?
Quais contêm oração na voz passiva?
 

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