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Foram encontradas 250 questões.

2148689 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
O shampoo que eu comprei diz: “reparação intensa, selagem das cutículas e blindagem dos fios”. Não faço a menor ideia do que seja isso. O que sei é que não comprei esse frasco amarelo translúcido porque queria reparar (com intensidade), selar minhas cutículas (isso não fica perto da unha?) ou blindar meus fios. A questão é que todas as embalagens dizem alguma coisa que eu não entendo. Todas falam demais. E, mesmo que eu não queira dar bola para a linguagem publicitária disfarçada de discurso científico, continuo precisando de um shampoo. Então eu abro e cheiro. Ao tomar essa atitude, acho que me sinto um pouco antiquada, pois tenho a impressão de que a avaliação olfativa foi completamente obliterada pelos argumentos “racionais” que falam em 10 vezes mais força e brilho desde o primeiro uso, evitar escamas abertas e outros milagres incompreensíveis.
O discurso racional ao qual me refiro não é uma exclusividade de shampoos. Parece hoje que todos os produtos que nos rodeiam precisam oferecer algo a mais, o que não seria um problema caso esse algo a mais não fosse um atributo um tanto obscuro e bastante exigente para um ser humano comum.
Pegue as pastas de dente, por exemplo. Estarei mais protegida se usar aquela cuja embalagem fala em “total” e “12 horas”? O que uma pasta de dentes sem a palavra “total” deixa efetivamente de fazer? Quanto tempo dura sua ação na minha boca? Qual a diferença na composição entre uma pasta ordinária e a de 12 horas? Será que essas horas a mais de proteção têm algum outro preço, além do que estou vendo na etiqueta? Uma substância cancerígena, talvez? Meus dentes vão ficar mais brancos se eu usar uma pasta whitening? Como elas fazem isso? Eu vou perceber a mudança a olho nu?
O curioso nesse cenário me parece ser o fato de que temos à disposição um catatau de informações, sobretudo sobre cosméticos e alimentos, nas revistas femininas e em todas essas publicações estranhas que encontramos próximas ao caixa do supermercado. Isso quer dizer que, para responder aos padrões de consumo que o mercado nos impõe, é preciso gastar um bocado de energia (devemos saber sobre o anti-frizz, as propriedades da lichia e o desodorante que hidrata as axilas). No entanto, fugir desse padrão e praticar, por assim dizer, o “consumo responsável” é igualmente exigente e dependente do discurso racional.
Esse rímel foi testado em animais? Essa margarina continua sendo vegana agora que faz parte de um conglomerado que comercializa embutidos? Foi provado que a marca de roupas que eu adoro estava usando trabalho escravo? É melhor fazer um pão branco em casa ou comer um sete grãos industrializado? O que posso passar no meu cabelo para largar de vez a química dos shampoos e, de quebra, parar de dar dinheiro para empresas internacionais milionárias? Quantos tutoriais vou precisar assistir no youtube para ser capaz de fazer isso sozinha?
Para estar dentro da norma ou transitar fora dela, precisamos saber muito. Mas talvez estejamos entendendo demais de temperatura de cozimento dos legumes (para manter os nutrientes) e bem pouco de empatia, tolerância e autoconhecimento, essas coisas inúteis, imensuráveis e que vêm sem embalagem.
Adaptado de: BENSIMON, Carol. Saber o que Comprar. Zero Hora, 19 de abril de 2015.
Assinale a alternativa que propõe uma substituição gramaticalmente correta para a expressão ao qual.
 

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2148688 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
O shampoo que eu comprei diz: “reparação intensa, selagem das cutículas e blindagem dos fios”. Não faço a menor ideia do que seja isso. O que sei é que não comprei esse frasco amarelo translúcido porque queria reparar (com intensidade), selar minhas cutículas (isso não fica perto da unha?) ou blindar meus fios. A questão é que todas as embalagens dizem alguma coisa que eu não entendo. Todas falam demais. E, mesmo que eu não queira dar bola para a linguagem publicitária disfarçada de discurso científico, continuo precisando de um shampoo. Então eu abro e cheiro. Ao tomar essa atitude, acho que me sinto um pouco antiquada, pois tenho a impressão de que a avaliação olfativa foi completamente obliterada pelos argumentos “racionais” que falam em 10 vezes mais força e brilho desde o primeiro uso, evitar escamas abertas e outros milagres incompreensíveis.
O discurso racional ao qual me refiro não é uma exclusividade de shampoos. Parece hoje que todos os produtos que nos rodeiam precisam oferecer algo a mais, o que não seria um problema caso esse algo a mais não fosse um atributo um tanto obscuro e bastante exigente para um ser humano comum.
Pegue as pastas de dente, por exemplo. Estarei mais protegida se usar aquela cuja embalagem fala em “total” e “12 horas”? O que uma pasta de dentes sem a palavra “total” deixa efetivamente de fazer? Quanto tempo dura sua ação na minha boca? Qual a diferença na composição entre uma pasta ordinária e a de 12 horas? Será que essas horas a mais de proteção têm algum outro preço, além do que estou vendo na etiqueta? Uma substância cancerígena, talvez? Meus dentes vão ficar mais brancos se eu usar uma pasta whitening? Como elas fazem isso? Eu vou perceber a mudança a olho nu?
O curioso nesse cenário me parece ser o fato de que temos à disposição um catatau de informações, sobretudo sobre cosméticos e alimentos, nas revistas femininas e em todas essas publicações estranhas que encontramos próximas ao caixa do supermercado. Isso quer dizer que, para responder aos padrões de consumo que o mercado nos impõe, é preciso gastar um bocado de energia (devemos saber sobre o anti-frizz, as propriedades da lichia e o desodorante que hidrata as axilas). No entanto, fugir desse padrão e praticar, por assim dizer, o “consumo responsável” é igualmente exigente e dependente do discurso racional.
Esse rímel foi testado em animais? Essa margarina continua sendo vegana agora que faz parte de um conglomerado que comercializa embutidos? Foi provado que a marca de roupas que eu adoro estava usando trabalho escravo? É melhor fazer um pão branco em casa ou comer um sete grãos industrializado? O que posso passar no meu cabelo para largar de vez a química dos shampoos e, de quebra, parar de dar dinheiro para empresas internacionais milionárias? Quantos tutoriais vou precisar assistir no youtube para ser capaz de fazer isso sozinha?
Para estar dentro da norma ou transitar fora dela, precisamos saber muito. Mas talvez estejamos entendendo demais de temperatura de cozimento dos legumes (para manter os nutrientes) e bem pouco de empatia, tolerância e autoconhecimento, essas coisas inúteis, imensuráveis e que vêm sem embalagem.
Adaptado de: BENSIMON, Carol. Saber o que Comprar. Zero Hora, 19 de abril de 2015.
Ao usar a expressão linguagem publicitária disfarçada de discurso científico, a autora faz referência a uma linguagem que
 

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2148687 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
O shampoo que eu comprei diz: “reparação intensa, selagem das cutículas e blindagem dos fios”. Não faço a menor ideia do que seja isso. O que sei é que não comprei esse frasco amarelo translúcido porque queria reparar (com intensidade), selar minhas cutículas (isso não fica perto da unha?) ou blindar meus fios. A questão é que todas as embalagens dizem alguma coisa que eu não entendo. Todas falam demais. E, mesmo que eu não queira dar bola para a linguagem publicitária disfarçada de discurso científico, continuo precisando de um shampoo. Então eu abro e cheiro. Ao tomar essa atitude, acho que me sinto um pouco antiquada, pois tenho a impressão de que a avaliação olfativa foi completamente obliterada pelos argumentos “racionais” que falam em 10 vezes mais força e brilho desde o primeiro uso, evitar escamas abertas e outros milagres incompreensíveis.
O discurso racional ao qual me refiro não é uma exclusividade de shampoos. Parece hoje que todos os produtos que nos rodeiam precisam oferecer algo a mais, o que não seria um problema caso esse algo a mais não fosse um atributo um tanto obscuro e bastante exigente para um ser humano comum.
Pegue as pastas de dente, por exemplo. Estarei mais protegida se usar aquela cuja embalagem fala em “total” e “12 horas”? O que uma pasta de dentes sem a palavra “total” deixa efetivamente de fazer? Quanto tempo dura sua ação na minha boca? Qual a diferença na composição entre uma pasta ordinária e a de 12 horas? Será que essas horas a mais de proteção têm algum outro preço, além do que estou vendo na etiqueta? Uma substância cancerígena, talvez? Meus dentes vão ficar mais brancos se eu usar uma pasta whitening? Como elas fazem isso? Eu vou perceber a mudança a olho nu?
O curioso nesse cenário me parece ser o fato de que temos à disposição um catatau de informações, sobretudo sobre cosméticos e alimentos, nas revistas femininas e em todas essas publicações estranhas que encontramos próximas ao caixa do supermercado. Isso quer dizer que, para responder aos padrões de consumo que o mercado nos impõe, é preciso gastar um bocado de energia (devemos saber sobre o anti-frizz, as propriedades da lichia e o desodorante que hidrata as axilas). No entanto, fugir desse padrão e praticar, por assim dizer, o “consumo responsável” é igualmente exigente e dependente do discurso racional.
Esse rímel foi testado em animais? Essa margarina continua sendo vegana agora que faz parte de um conglomerado que comercializa embutidos? Foi provado que a marca de roupas que eu adoro estava usando trabalho escravo? É melhor fazer um pão branco em casa ou comer um sete grãos industrializado? O que posso passar no meu cabelo para largar de vez a química dos shampoos e, de quebra, parar de dar dinheiro para empresas internacionais milionárias? Quantos tutoriais vou precisar assistir no youtube para ser capaz de fazer isso sozinha?
Para estar dentro da norma ou transitar fora dela, precisamos saber muito. Mas talvez estejamos entendendo demais de temperatura de cozimento dos legumes (para manter os nutrientes) e bem pouco de empatia, tolerância e autoconhecimento, essas coisas inúteis, imensuráveis e que vêm sem embalagem.
Adaptado de: BENSIMON, Carol. Saber o que Comprar. Zero Hora, 19 de abril de 2015.
Assinale a alternativa que apresenta ideia que se pode depreender da leitura do texto.
 

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2148677 Ano: 2015
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
Os sistemas operacionais dão suporte à execução das aplicações, segundo alguns modelos de execução, que regem o modo como os vários fluxos são gerenciados. Esse suporte depende do hardware disponível e da sua própria implementação de software.
Qual das alternativas abaixo corresponde ao modelo de execução em que a memória e os recursos são compartilhados por padrão (default)?
 

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2148676 Ano: 2015
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
Ao analisar o estado dos sockets TCP e UDP, em um computador com o sistema operacional GNU/Linux, com o auxílio do comando netstat -tuan, um administrador de redes obteve as informações que estão resumidas no quadro abaixo:
Linha Protocol Local Address Remote Address State
1 TCP 0.0.0.0:465 0.0.0.0:* LISTEN
2 TCP 0.0.0.0:993 0.0.0.0:* LISTEN
3 TCP 150.1.20.1:465 192.168.20.11:54678 ESTABLISHED
4 TCP 150.1.20.1:465 192.168.24.12:61234 ESTABLISHED
5 UDP 0.0.0.0:500 0.0.0.0:*
Com base nessas informações, é correto afirmar que
 

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2148675 Ano: 2015
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
Programas de e-mail podem enviar mensagens a vários destinatários, como mostrado no cabeçalho do e-mail do quadro abaixo.
TO (Para) USUÁRIO 1
Cc (Carbon Copy ) USUÁRIO 2
Bcc (Blind Carbon Copy ) USUÁRIO 3
Quanto à possibilidade de visualização dos destinatários do e-mail por parte dos usuários, assinale a alternativa correta.
 

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2148674 Ano: 2015
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
No cadastro da universidade, há três campos booleanos (ALUNO, TECNICO E PROFESSOR) que, quando verdadeiros, indicam que a pessoa possui aquele vínculo com a universidade.
O pseudocódigo abaixo atribui um código numérico para as combinações de vínculo, tendo em vista que uma pessoa pode ter um, dois ou três vínculos simultâneos.
If ALUNO then
If TECNICO then
If PROFESSOR then CODIGO=7
else CODIGO=4
else
If PROFESSOR then CODIGO=5
else CODIGO=1
else
If TECNICO then
If PROFESSOR then CODIGO=6
else CODIGO=2
Else
If PROFESSOR then CODIGO=3
else CODIGO="Erro".
Qual das alternativas abaixo apresenta o valor correto do campo CODIGO após percorrer o pseudocódigo acima?
 

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2148673 Ano: 2015
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
Considere os formatos de assinatura digital definidos pela ICP-Brasil, listados abaixo, e assinale o que possui o menor número de informações destinadas à verificação de temporalidade e da cadeia de certificação inclusas no formato da assinatura.
 

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2148672 Ano: 2015
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
Quanto ao gerenciamento de projetos de software, considere as categorias abaixo.
I - Gerentes seniores, que definem os itens de negócio e com frequência exercem influência significativa no projeto.
II - Programadores, com as habilidades técnicas necessárias para desenvolver a engenharia de um produto ou aplicativo de software.
III - Usuários finais, que interagem com o software, uma vez liberado para uso operacional, em ambiente de produção.
Quais correspondem a interessados ( stakeholders ) envolvidos em um projeto?
 

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2148668 Ano: 2015
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
No contexto de gerenciamento de projetos de software, considere as seguintes afirmações sobre sinais indicadores de que um projeto está em perigo.
I - O escopo do produto está parcialmente definido.
II - O pessoal de software não compreende as necessidades de seus clientes.
III - Os prazos estão fora da realidade.
Quais estão corretas?
 

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