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O processo sistematizado, com tempo e espaço definidos, de avaliação de serviços que consiste em uma intervenção na rotina da organização, usando conceitos e métodos das ciências sociais para avaliar o estado de uma organização, em um determinado momento, denomina-se
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Os sistemas de informação prestam um serviço específico sem fins lucrativos e apropriam-se das técnicas de marketing, assim como as demais organizações. Mas, enquanto serviços, apresentam características peculiares próprias aos serviços, como a inter-relação da produção e consumo, na qual o produto só existe em função do uso, pois este complementa a produção. Tal característica é denominada
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A indexação, o armazenamento e a recuperação consistem nas três etapas de sistemas de recuperação da informação (ROWLEY, 2002). Sobre a etapa de indexação, considere as afirmações abaixo.
I - Atribui termos ou códigos a um registro ou documento com a finalidade de facilitar a sua recuperação.
II - Tem como base o computador para a organização e a recuperação dos arquivos de índices.
III - Caracteriza-se pela sua intelectualidade, de produção humana ou automatizada, realizada pelo computador.
IV - É uma etapa decisória na qualidade e precisão da informação buscada.
Quais estão corretas?
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A viagem do descobrimento
Em 1411, D. João I quis promover um torneio, que duraria um ano, para dar aos filhos homens, D. Duarte, D. Pedro, D. Henrique e D. Fernando, a chance de se tornarem cavaleiros. Mas uma série de fatores, reais e sobrenaturais, se conjugaram e, ao invés de organizar tal torneio, o rei decidiu planejar uma espécie de cruzada, objetivo seria a conquista da cidade de Ceuta, em Marrocos.
Em primeiro lugar, despontaram os interesses dos mercadores e da burguesia marítima lusitana, o rei estava associado: Ceuta, além de monopolizar todo o comércio do Norte da África, se tornara também um “ninho de piratas”, bloqueando a estratégica passagem do estreito de Gibraltar. Depois, havia o espírito da reconquista e o ódio aos árabes, que ainda incendiavam a nobreza, D. João fazia parte. Por fim, desenrolava- se uma complexa trama político-religiosa: como a Cristandade estava dividida entre três papas – Gregório XII, em Roma; Bento XIII, em Avignon; e João XXII, em Pisa –, um concílio fora marcado para se realizar em Constança em outubro de 1415, no qual seria escolhido o chefe supremo da Igreja. Portugal obedecia ao papa de Roma e Castela ao de Avignon. D. João concluiu que um ataque aos “infiéis” árabes aumentaria seu prestígio junto à Igreja, fosse qual fosse o papa aclamado. Dessa forma, uma vitória contra os mouros virtualmente acabaria com a permanente ameaça castelhana sobre a soberania de Portugal.
Com apenas 19 anos, D. Henrique foi encarregado de construir uma frota no Norte do país. A cruzada contra Ceuta foi desencadeada num clima de milagres e augúrios. Houve eclipse, um monge do Porto teve uma visão e a rainha Filipa – vitimada pela peste, contraída após um prolongado e imprudente jejum religioso – chamou os filhos e exortou-lhes a obter a vitória contra os infiéis.
Adaptado de BUENO, Eduardo. A viagem do descobrimento: a verdadeira história da
expedição de Cabral. Rio de Janeiro: Objetiva, 1998. Páginas 49-50.
Assinale V (verdadeiro) ou F (falso) nas afirmações a seguir.
( ) O pronome relativo que refere-se a um torneio.
( ) O pronome relativo que refere-se a aos árabes.
( ) O pronome relativo qual refere-se a um concílio.
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
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A viagem do descobrimento
Em 1411, D. João I quis promover um torneio, que duraria um ano, para dar aos filhos homens, D. Duarte, D. Pedro, D. Henrique e D. Fernando, a chance de se tornarem cavaleiros(a). Mas uma série de fatores, reais e sobrenaturais, se conjugaram e, ao invés de organizar tal torneio, o rei decidiu planejar uma espécie de cruzada, objetivo seria a conquista da cidade de Ceuta, em Marrocos.
Em primeiro lugar, despontaram os interesses dos mercadores e da burguesia marítima lusitana, o rei estava associado: Ceuta, além de monopolizar todo o comércio do Norte da África, se tornara também um “ninho de piratas”, bloqueando a estratégica passagem do estreito de Gibraltar. Depois, havia o espírito da reconquista e o ódio aos árabes, que ainda incendiavam a nobreza, D. João fazia parte. Por fim, desenrolava- se uma complexa trama político-religiosa: como a Cristandade estava dividida entre três papas – Gregório XII, em Roma; Bento XIII, em Avignon; e João XXII, em Pisa –, um concílcio fora marcado para se realizar em Constança em outubro de 1415(b), no qual seria escolhido o chefe supremo da Igreja(c). Portugal obedecia ao papa de Roma e Castela ao de Avignon. D. João concluiu que um ataque aos “infiéis” árabes aumentaria seu prestígio junto à Igreja, fosse qual fosse o papa aclamado. Dessa forma, uma vitória contra os mouros virtualmente acabaria com a permanente ameaça castelhana sobre a soberania de Portugal.
Com apenas 19 anos, D. Henrique foi encarregado de construir uma frota no Norte do país(d). A cruzada contra Ceuta foi desencadeada num clima de milagres e augúrios(e). Houve eclipse, um monge do Porto teve uma visão e a rainha Filipa – vitimada pela peste, contraída após um prolongado e imprudente jejum religioso – chamou os filhos e exortou-lhes a obter a vitória contra os infiéis.
Adaptado de BUENO, Eduardo. A viagem do descobrimento: a verdadeira história da
expedição de Cabral. Rio de Janeiro: Objetiva, 1998. Páginas 49-50.
Assinale a alternativa que NÃO apresenta uma construção na voz passiva.
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A viagem do descobrimento
Em 1411, D. João I quis promover um torneio, que duraria um ano, para dar aos filhos homens, D. Duarte, D. Pedro, D. Henrique e D. Fernando, a chance de se tornarem cavaleiros. Mas uma série de fatores, reais e sobrenaturais, se conjugaram e, ao invés de organizar tal torneio, o rei decidiu planejar uma espécie de cruzada, objetivo seria a conquista da cidade de Ceuta, em Marrocos.
Em primeiro lugar, despontaram os interesses dos mercadores e da burguesia marítima lusitana, o rei estava associado: Ceuta, além de monopolizar todo o comércio do Norte da África, se tornara também um “ninho de piratas”, bloqueando a estratégica passagem do estreito de Gibraltar. Depois, havia o espírito da reconquista e o ódio aos árabes, que ainda incendiavam a nobreza, D. João fazia parte. Por fim, desenrolava- se uma complexa trama político-religiosa: como a Cristandade estava dividida entre três papas – Gregório XII, em Roma; Bento XIII, em Avignon; e João XXII, em Pisa –, um concílio fora marcado para se realizar em Constança em outubro de 1415, no qual seria escolhido o chefe supremo da Igreja. Portugal obedecia ao papa de Roma e Castela ao de Avignon. D. João concluiu que um ataque aos “infiéis” árabes aumentaria seu prestígio junto à Igreja, fosse qual fosse o papa aclamado. Dessa forma, uma vitória contra os mouros virtualmente acabaria com a permanente ameaça castelhana sobre a soberania de Portugal.
Com apenas 19 anos, D. Henrique foi encarregado de construir uma frota no Norte do país. A cruzada contra Ceuta foi desencadeada num clima de milagres e augúrios. Houve eclipse, um monge do Porto teve uma visão e a rainha Filipa – vitimada pela peste, contraída após um prolongado e imprudente jejum religioso – chamou os filhos e exortou-lhes a obter a vitória contra os infiéis.
Adaptado de BUENO, Eduardo. A viagem do descobrimento: a verdadeira história da
expedição de Cabral. Rio de Janeiro: Objetiva, 1998. Páginas 49-50.
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas.
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A leitura e a informação transformam o espaço da biblioteca, possibilitando a imersão do leitor na cultura do texto. Sobre a política cultural responsável e ética por meio da leitura e informação na atuação do bibliotecário, considere as afirmações abaixo.
I - Na leitura documentária, o processo de análise de assunto envolve um método de compreensão que abrange o leitor, o texto e o contexto como variáveis interferentes.
II - As tecnologias de Informação e de Comunicação (TIC) mecanizaram o processo de leitura, priorizando a busca da informação em detrimento da sua compreensão e do entendimento do texto.
III - A leitura deve estar presente como parte intrínseca do processo de apropriação da informação nos espaços acadêmicos, empresariais e culturais.
IV - A mediação da leitura faz parte da mediação da informação.
Quais estão corretas?
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A ética na informação e na atuação profissional demanda a complexidade das relações sociais e do mundo do trabalho, resultando em uma conduta ética do bibliotecário para com o outro e a sociedade.
Em relação a esse aspecto, considere as afirmações abaixo.
I - As decisões de seleção da coleção influenciam o bibliotecário em atitude ética de utilizar critérios adequados e apropriados à comunidade que a biblioteca serve.
II - A ética profissional apresenta valores e ações que visam a um agir profissional correto e adequado para com a sociedade em que o profissional se insere.
III - Para respeitar a ética profissional, é importante a neutralidade do bibliotecário no exercício de suas atividades, inclusive na elaboração e utilização dos catálogos.
IV - A aplicação do Código de Ética Profissional do Bibliotecário pertence à determinação da conduta de pessoas físicas e jurídicas que atuam no âmbito da Biblioteconomia.
Quais estão corretas?
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A biblioteca deve oferecer garantias de seriedade e de estabilidade dos próprios serviços a tempo e desenvolver iniciativas eficazes de comunicação e informação. Essa premissa refere-se à garantia da qualidade prevista ou esperada pelos usuários de uma biblioteca, com relação
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O centauro no jardim
Quando fiz vinte e um anos meu pai me perguntou o que eu queria de aniversário. Eu estava então interessado em astronomia; pedi um telescópio. Contava fazer algumas observações de planetas e estrelas(a).
Veio o telescópio, um belo instrumento, com boas lentes. Li o manual de instruções(b) e passei imediatamente a explorar os céus. noite eu ia de Vênus para Saturno, estudava as constelações (a do Centauro por razões óbvias) – meio decepcionado, porque não via nada de muito sensacional. (O que esperava ver?(c) Abraão e seu seio? O cavalo alado?) De dia, o telescópio oculto pelas cortinas do quarto, espiava os morros das redondezas. Foi assim que avistei moça da mansão colonial.
A mansão, muito bonita, ficava uns dois quilômetros de nossa casa, mas eu podia observá-la bem. De início, me surpreendeu a quantidade de empregadas(d), todas de touca e avental brancos. Depois de alguns dias notei a presença da moça de cabelos cor de cobre.
Vinha todas as manhãs ao terraço. Tirava seu roupão e ficava deitada – nua, completamente nua – tomando banho de sol. Da mesa seu lado, pegava um binóculo e ficava examinando os arredores – aliás, desertos – da casa. Ela olhava pelo binóculo, eu a espreitava pelo telescópio. O rosto eu não via bem, mas imaginava um narizinho delicado, uns lábios cheios, dentes perfeitos. Os olhos, sim. Os olhos eu via bem, pelas lentes do telescópio – e do binóculo. Me deslumbravam. O olho direito, luminosamente azul. O esquerdo, ainda mais azul. O coração me batia forte. A pata escarvava o chão, mais nervosa que nunca. Em nenhum livro, e eu tinha livros com belas ilustrações, em nenhuma revista, eu vira uma moça tão bonita. Me fascinava, ela. Não podia parar de olhá-la(e).
Será que me via, de seu terraço? Será que me divisava o rosto, por trás das cortinas? Teria gostado de me ver? Eu corria ao espelho. Não, não era feio. Belos cabelos revoltos, belos olhos, nariz reto, boca bem traçada. Algumas espinhas na testa, só. Eu era mesmo um adolescente bonito. Até a cintura, naturalmente. Daí para baixo – centauro, centauro, irremediavelmente centauro.
Adaptado de SCLIAR, Moacyr. O centauro no jardim.
9ª edição. Porto Alegre: L&PM, 2001. Páginas 60-61.
Assinale a única alternativa em que o narrador NÃO é o sujeito do verbo.
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