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Foram encontradas 40 questões.

1628948 Ano: 2018
Disciplina: Psiquiatria
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
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Indivíduos com , em geral, têm pensamentos desproporcionais e persistentes acerca da gravidade dos próprios sintomas, com níveis muito elevados de preocupação a respeito de doenças. Já indivíduos com demonstram preocupação com ter ou contrair uma doença grave. Quando o indivíduo apresenta um ou mais sintomas da função motora ou sensorial alterada e há incompatibilidade entre os sintomas e condições neurológicas, o diagnóstico mais provável é de .

Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas do parágrafo acima.

 

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1628664 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.

O jovem Haubert estava secando ao sol várias peças de metal previamente mergulhadas em uma infusão de aguarrás quando Ana Maria Hoffstätter o encontrou. Ela trazia um grande cesto de roupas para serem penduradas no varal e decidira-se a cumprir seu dever com a maior rapidez possível, pois a pequena Aurélia chorava desde a manhã com a garganta envolta num pano embebido em cânfora. Cruzou pelo jovem Haubert e baixou a cabeça, rumando para os fundos do pátio. Com o canto dos olhos percebeu que ele desviava a atenção do seu trabalho e a observava. Apressou o passo, quase corria com a cesta amparada à cintura.

– Não vá cair – disse Haubert – senão vou ter que te levantar.

Ana Maria estacou, voltando-se. O jovem Haubert sorria, os braços cruzados. O sol de inverno batia de lado nos cabelos revoltos, erguendo reverberações de cobre.

– Sei me levantar sozinha – ela disse, inundada por um prazer até então desconhecido.

– É pena. Porque eu gosto de ajudar.

– Sei. Gosta de ajudar a todas as moças – Ana Maria sentiu um inesperado despeito.

– As velhas eu deixo que se levantem por si mesmas

– ele ria, caminhando em sua direção.

Ana Maria contraiu-se. Ao mesmo tempo queria e não queria sair dali. Quando ele ia pegar o cesto de roupas, ela deu-se conta de que nunca havia enxergado traços tão perfeitos, lábios tão frescos e pele tão branca, onde despontava uma barba juvenil, de fios dourados e macios.

– Te ajudo com isso – ele repetiu.

Ela passou-lhe o cesto, que Haubert ergueu como se fosse uma pluma, levando-o aos ombros largos.

Seguiram caminhando lado a lado.

– Como é que você aguenta tanto serviço? Você precisa de uma ajudante.

– Estou acostumada. Sempre fiz todo o trabalho de casa.

O jovem Haubert ficou sério.

– Melhor isso do que ser amante do Inspetor Lehn.

Aquilo, dito de forma tão crua, fez com que Ana Maria emudecesse. Não imaginava que o assunto fosse do conhecimento geral.

Adaptado de ASSIS BRASIL, L. A.

Videiras de cristal. O romance dos Muckers. 5ª ed. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1997.

Assinale a alternativa que apresenta uma versão em discurso indireto do trecho Como é que você aguenta tanto serviço? Você precisa de uma ajudante.

 

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1627807 Ano: 2018
Disciplina: Psiquiatria
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
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Sobre o Transtorno do Humor Bipolar (THB), assinale a alternativa correta.

 

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1627359 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.

O jovem Haubert estava secando ao sol várias peças de metal previamente mergulhadas em uma infusão de aguarrás quando Ana Maria Hoffstätter o encontrou. Ela trazia um grande cesto de roupas para serem penduradas no varal e decidira-se a cumprir seu dever com a maior rapidez possível, pois a pequena Aurélia chorava desde manhã com a garganta envolta num pano embebido em cânfora. Cruzou pelo jovem Haubert e baixou a cabeça, rumando para os fundos do pátio. Com o canto dos olhos percebeu que ele desviava a atenção do seu trabalho e a observava. Apressou o passo, quase corria com a cesta amparada cintura.

– Não vá cair – disse Haubert – senão vou ter que te levantar.

Ana Maria estacou, voltando-se. O jovem Haubert sorria, os braços cruzados. O sol de inverno batia de lado nos cabelos revoltos, erguendo reverberações de cobre.

– Sei me levantar sozinha – ela disse, inundada por um prazer até então desconhecido.

– É pena. eu gosto de ajudar.

– Sei. Gosta de ajudar a todas as moças – Ana Maria sentiu um inesperado despeito.

– As velhas eu deixo que se levantem por si mesmas

– ele ria, caminhando em sua direção.

Ana Maria contraiu-se. Ao mesmo tempo queria e não queria sair dali. Quando ele ia pegar o cesto de roupas, ela deu-se conta de que nunca havia enxergado traços tão perfeitos, lábios tão frescos e pele tão branca, onde despontava uma barba juvenil, de fios dourados e macios.

– Te ajudo com isso – ele repetiu.

Ela passou-lhe o cesto, que Haubert ergueu como se fosse uma pluma, levando-o aos ombros largos.

Seguiram caminhando lado a lado.

– Como é que você aguenta tanto serviço? Você precisa de uma ajudante.

– Estou acostumada. Sempre fiz todo o trabalho de casa.

O jovem Haubert ficou sério.

– Melhor isso do que ser amante do Inspetor Lehn.

Aquilo, dito de forma tão crua, fez com que Ana Maria emudecesse. Não imaginava que o assunto fosse do conhecimento geral.

Adaptado de ASSIS BRASIL, L. A.

Videiras de cristal. O romance dos Muckers. 5ª ed. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1997.

Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas das linhas 07, 12 e 21, nessa ordem.

 

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1616737 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.

Os preconceitos linguísticos no discurso de quem vê nos estrangeirismos uma ameaça têm aspectos comuns a todo tipo de posição purista, mas têm também matizes próprios. As línguas humanas estão em constante movimento, por variação e mudança dentro da comunidade linguística, de uma geração para outra, sendo o contato entre os dialetos e línguas uma força motriz comum e de grande relevância nesse processo. Ou seja, empréstimos, sempre houve e sempre haverá.

Embora seja insustentável, a crença de que o empréstimo possa conservar para sempre o seu caráter insidiosamente alienígena, distinguindo os colaboracionistas dos patriotas, é uma face do raciocínio pseudolinguístico que é crucial para o caráter aparentemente progressista do discurso antiestrangeirismos. Se, por um lado, associamos o preconceito ao conservadorismo, a ideia de que o uso de estrangeirismos significaria uma estratégia deliberada de exclusão faz com que seu combate se justifique como parte de uma militância política crítica, progressista, de inclusão democrática. O raciocínio é o de que o cidadão que usa estrangeirismos – ao convidar para uma happy hour, por exemplo – estaria excluindo quem não entende inglês, sendo que aqueles que não tiveram a oportunidade de aprender inglês, como a vastíssima maioria da população brasileira, estariam assim excluídos do convite. Expandindo o processo, por analogia, para outras tantas situações de maior consequência, o uso de estrangeirismos seria um meio linguístico de exclusão social.

O equívoco desse raciocínio linguisticamente preconceituoso não está em dizer que esse pode ser um processo de exclusão. O equívoco está, por um lado, em não ver que usamos a linguagem, com ou sem estrangeirismos, o tempo todo, para demarcarmos quem é de dentro ou de fora do nosso círculo de interlocução, de dentro ou de fora dos grupos sociais aos quais queremos nos associar ou dos quais queremos nos diferenciar. Há, pois, diversas maneiras de fazer exclusão pelo uso da linguagem, dentre elas o uso de estrangeirismos – possivelmente, uma das menos eficazes, porque muito evidente (parece bem mais eficaz uma outra estratégia: a exigência de uso da variedade da língua falada pelas classes dominantes como única forma legítima de acesso à mobilidade social e ao poder!).

Adaptado de: GARCEZ, P. M; ZILLES, A. M. S.

Estrangeirismos: desejos e ameaças. In: FARACO, C. A. Estrangeirismos: guerras em torno da língua. 3ª ed. São Paulo: Parábola, 2004.

Assinale a alternativa que apresenta sinônimos das palavras matizes, insidiosamente e deliberada, tais como foram empregadas no texto.

 

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1614034 Ano: 2018
Disciplina: Psiquiatria
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
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Sobre o tratamento dos transtornos de humor e de ansiedade na infância e na adolescência, assinale a alternativa correta.

 

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1611662 Ano: 2018
Disciplina: Psiquiatria
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
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Sobre as alterações do exame do estado mental, assinale a alternativa correta.

 

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1594551 Ano: 2018
Disciplina: Psiquiatria
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
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Sobre a toxicidade de alguns psicofármacos, assinale a alternativa correta.

 

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1569140 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.

Os preconceitos linguísticos no discurso de quem(a) vê nos estrangeirismos uma ameaça têm aspectos comuns a todo tipo de posição purista, mas têm também matizes próprios. As línguas humanas estão em constante movimento, por variação e mudança dentro da comunidade linguística, de uma geração para outra, sendo o contato entre os dialetos e línguas uma força motriz comum e de grande relevância nesse processo. Ou seja, empréstimos(b), sempre houve e sempre haverá.

Embora seja insustentável, a crença de que o empréstimo possa conservar para sempre o seu caráter insidiosamente alienígena(c), distinguindo os colaboracionistas dos patriotas, é uma face do raciocínio pseudolinguístico que é crucial para o caráter aparentemente progressista do discurso antiestrangeirismos. Se, por um lado, associamos o preconceito ao conservadorismo, a ideia de que o uso de estrangeirismos significaria uma estratégia deliberada de exclusão faz com que seu combate se justifique como parte de uma militância política crítica, progressista, de inclusão democrática. O raciocínio é o de que o cidadão que usa estrangeirismos(d) – ao convidar para uma happy hour, por exemplo – estaria excluindo quem não entende inglês, sendo que aqueles que não tiveram a oportunidade de aprender inglês, como a vastíssima maioria da população brasileira, estariam assim excluídos do convite. Expandindo o processo, por analogia, para outras tantas situações de maior consequência, o uso de estrangeirismos seria um meio linguístico de exclusão social.

O equívoco desse raciocínio linguisticamente preconceituoso não está em dizer que esse pode ser um processo de exclusão. O equívoco está, por um lado, em não ver que usamos a linguagem, com ou sem estrangeirismos, o tempo todo, para demarcarmos quem é de dentro ou de fora do nosso círculo de interlocução, de dentro ou de fora dos grupos sociais aos quais queremos nos associar ou dos quais queremos nos diferenciar. Há, pois, diversas maneiras de fazer exclusão pelo uso da linguagem, dentre elas o uso de estrangeirismos – possivelmente, uma das menos eficazes, porque muito evidente (parece bem mais eficaz uma outra estratégia(e): a exigência de uso da variedade da língua falada pelas classes dominantes como única forma legítima de acesso à mobilidade social e ao poder!).

Adaptado de: GARCEZ, P. M; ZILLES, A. M. S.

Estrangeirismos: desejos e ameaças. In: FARACO, C. A. Estrangeirismos: guerras em torno da língua. 3ª ed. São Paulo: Parábola, 2004.

Assinale a única alternativa que NÃO apresenta um termo que desempenha a função sintática de sujeito dentro da sua oração.

 

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1555808 Ano: 2018
Disciplina: Psiquiatria
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
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Sobre o diagnóstico dos transtornos de humor e de ansiedade na infância e na adolescência, considere as afirmações abaixo.

I - Diferentemente da população adulta, na infância a irritabilidade é considerada um sintoma cardinal de depressão, que pode manifestar-se por crises de raiva, mau-humor ou hostilidade.

II - No transtorno de ansiedade de separação, a criança usualmente evita novidades, notícias negativas e situações incertas.

III - Adolescentes com transtorno de ansiedade social podem evitar encontros românticos, assim como falar em público ou com figuras de autoridade.

Quais estão corretas?

 

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