Magna Concursos

Foram encontradas 60 questões.

Instrução: As questões 08 a 15 referem-se ao texto abaixo.

  1. Luc Ferry lançou o livro Les Sept Écologie (As sete
  2. ecologias), livro bem-vindo, pois compara os diversos
  3. discursos ecológicos. Em um ponto, ele parece desafi-
  4. nado com nosso tempo. Ele critica quem humaniza os
  5. animais e tenta apagar a diferença entre eles e nós.
  6. Ferry diz que os humanos se para salvar focas e
  7. baleias, mas nunca o contrário. Esperava argumento
  8. melhor do que mero antropocentrismo.
  9. A pergunta que se poderia fazer a Ferry está no
  10. título do livro do primatologista Frans de Waal: "Somos
  11. inteligentes o bastante para saber quão inteligentes são
  12. os animais?". O autor questiona se a diferença entre nós
  13. e eles é abissal ou se este seria mais um argumento
  14. que não reconheceria nossa herança animal. Quando
  15. julgamos os animais somos ao mesmo tempo juiz e
  16. parte interessada em apagar o que temos em comum.
  17. Em um experimento de 1964, Jules Masserman
  18. mostrou que macacos rhesus têm uma empatia
  19. extraordinária. Ela montou jaulas de tal forma que,
  20. quando um macaco pegava comida, um outro que
  21. estava à sua vista tomava um choque. Assim que
  22. percebiam a coincidência, preferiam morrer de fome a
  23. fazer seu semelhante sofrer. Se um ET chegasse aqui,
  24. como julgaria, comparando humanos e rhesus, quem é
  25. moralmente superior no trato com o semelhante?
  26. Brincar é simular a realidade. Os mamíferos caçam
  27. ludicamente, assim como lutam, rosnam e perseguem
  28. os outros em conflitos fingidos. Entender que brincar é
  29. um momento de das regras habituais envolve
  30. uma operação mental complexa, tanto que há huma-
  31. nos com sérias dificuldades em entender o faz de
  32. conta. Talvez captar o "Era uma vez” dos contos de
  33. fadas, a senha para entrar na fantasia, seja uma habi-
  34. lidade que derive dessa aquisição cognitiva que o
  35. humano. Compartilhamos algumas sagacidades com
  36. criaturas de muitas pelagens.
  37. Supomos ser especiais por termos entrado no mundo
  38. dos signos. É certo que a linguagem faz toda diferença,
  39. é uma conquista que realmente nos separa dos animais.
  40. Mas seguimos sendo desde um corpo animal, fato que
  41. pesa no nosso comportamento mais do que admitimos.
  42. E ainda, o domínio do simbólico melhorou nossa empatia?
  43. Acredito que o amor aos animais, embora às vezes
  44. ingênuo ou exagerado, é uma crítica intuitiva ao para-
  45. digma de que os animais estariam ao nosso dispor.
  46. Creio ser uma discussão aberta, afinal, a ideia da natu-
  47. reza para nos servir deixou o planeta no estado que
  48. está. A Terra aproxima-se de uma catástrofe climática
  49. e os estúpidos seriam os animais…

Adaptado de: CORSO, M. Somos inteligentes o bastante para saber quão inteligentes são os animais? Disponível em<https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/mariocorso/noticia/2022/08/somos-inteligentes-o-bastante-para-saber-quao-inteligentes-sao-os-animaiscl7gm60km003e0153mgguy0ra.html>. Acesso em: 12 nov. 2022.

A palavra desafinado (l. 03-04) tem o sentido contextual de

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Instrução: As questões 08 a 15 referem-se ao texto abaixo.

  1. Luc Ferry lançou o livro Les Sept Écologie (As sete
  2. ecologias), livro bem-vindo, pois compara os diversos
  3. discursos ecológicos. Em um ponto, ele parece desafi-
  4. nado com nosso tempo. Ele critica quem humaniza os
  5. animais e tenta apagar a diferença entre eles e nós.
  6. Ferry diz que os humanos se para salvar focas e
  7. baleias, mas nunca o contrário. Esperava argumento
  8. melhor do que mero antropocentrismo.
  9. A pergunta que se poderia fazer a Ferry está no
  10. título do livro do primatologista Frans de Waal: "Somos
  11. inteligentes o bastante para saber quão inteligentes são
  12. os animais?". O autor questiona se a diferença entre nós
  13. e eles é abissal ou se este seria mais um argumento
  14. que não reconheceria nossa herança animal. Quando
  15. julgamos os animais somos ao mesmo tempo juiz e
  16. parte interessada em apagar o que temos em comum.
  17. Em um experimento de 1964, Jules Masserman
  18. mostrou que macacos rhesus têm uma empatia
  19. extraordinária. Ela montou jaulas de tal forma que,
  20. quando um macaco pegava comida, um outro que
  21. estava à sua vista tomava um choque. Assim que
  22. percebiam a coincidência, preferiam morrer de fome a
  23. fazer seu semelhante sofrer. Se um ET chegasse aqui,
  24. como julgaria, comparando humanos e rhesus, quem é
  25. moralmente superior no trato com o semelhante?
  26. Brincar é simular a realidade. Os mamíferos caçam
  27. ludicamente, assim como lutam, rosnam e perseguem
  28. os outros em conflitos fingidos. Entender que brincar é
  29. um momento de das regras habituais envolve
  30. uma operação mental complexa, tanto que há huma-
  31. nos com sérias dificuldades em entender o faz de
  32. conta. Talvez captar o "Era uma vez” dos contos de
  33. fadas, a senha para entrar na fantasia, seja uma habi-
  34. lidade que derive dessa aquisição cognitiva que o
  35. humano. Compartilhamos algumas sagacidades com
  36. criaturas de muitas pelagens.
  37. Supomos ser especiais por termos entrado no mundo
  38. dos signos. É certo que a linguagem faz toda diferença,
  39. é uma conquista que realmente nos separa dos animais.
  40. Mas seguimos sendo desde um corpo animal, fato que
  41. pesa no nosso comportamento mais do que admitimos.
  42. E ainda, o domínio do simbólico melhorou nossa empatia?
  43. Acredito que o amor aos animais, embora às vezes
  44. ingênuo ou exagerado, é uma crítica intuitiva ao para-
  45. digma de que os animais estariam ao nosso dispor.
  46. Creio ser uma discussão aberta, afinal, a ideia da natu-
  47. reza para nos servir deixou o planeta no estado que
  48. está. A Terra aproxima-se de uma catástrofe climática
  49. e os estúpidos seriam os animais…

Adaptado de: CORSO, M. Somos inteligentes o bastante para saber quão inteligentes são os animais? Disponível em<https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/mariocorso/noticia/2022/08/somos-inteligentes-o-bastante-para-saber-quao-inteligentes-sao-os-animaiscl7gm60km003e0153mgguy0ra.html>. Acesso em: 12 nov. 2022.

Considere as seguintes afirmações acerca do sentido global do texto.

I - A frase Esperava argumento melhor do que mero antropocentrismo (l. 07-08) indica um desacordo entre o autor do texto e o autor do livro.

II - O exemplo fornecido no terceiro parágrafo serve de argumento que justifica o questionamento que conclui o parágrafo.

III - A frase Supomos ser especiais por termos entrado no mundo dos signos (l. 37-38) sustenta o argumento de Luc Ferry, por isso é mencionada pelo autor do texto.

Quais estão corretas?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Instrução: As questões 08 a 15 referem-se ao texto abaixo.

  1. Luc Ferry lançou o livro Les Sept Écologie (As sete
  2. ecologias), livro bem-vindo, pois compara os diversos
  3. discursos ecológicos. Em um ponto, ele parece desafi-
  4. nado com nosso tempo. Ele critica quem humaniza os
  5. animais e tenta apagar a diferença entre eles e nós.
  6. Ferry diz que os humanos se para salvar focas e
  7. baleias, mas nunca o contrário. Esperava argumento
  8. melhor do que mero antropocentrismo.
  9. A pergunta que se poderia fazer a Ferry está no
  10. título do livro do primatologista Frans de Waal: "Somos
  11. inteligentes o bastante para saber quão inteligentes são
  12. os animais?". O autor questiona se a diferença entre nós
  13. e eles é abissal ou se este seria mais um argumento
  14. que não reconheceria nossa herança animal. Quando
  15. julgamos os animais somos ao mesmo tempo juiz e
  16. parte interessada em apagar o que temos em comum.
  17. Em um experimento de 1964, Jules Masserman
  18. mostrou que macacos rhesus têm uma empatia
  19. extraordinária. Ela montou jaulas de tal forma que,
  20. quando um macaco pegava comida, um outro que
  21. estava à sua vista tomava um choque. Assim que
  22. percebiam a coincidência, preferiam morrer de fome a
  23. fazer seu semelhante sofrer. Se um ET chegasse aqui,
  24. como julgaria, comparando humanos e rhesus, quem é
  25. moralmente superior no trato com o semelhante?
  26. Brincar é simular a realidade. Os mamíferos caçam
  27. ludicamente, assim como lutam, rosnam e perseguem
  28. os outros em conflitos fingidos. Entender que brincar é
  29. um momento de das regras habituais envolve
  30. uma operação mental complexa, tanto que há huma-
  31. nos com sérias dificuldades em entender o faz de
  32. conta. Talvez captar o "Era uma vez” dos contos de
  33. fadas, a senha para entrar na fantasia, seja uma habi-
  34. lidade que derive dessa aquisição cognitiva que o
  35. humano. Compartilhamos algumas sagacidades com
  36. criaturas de muitas pelagens.
  37. Supomos ser especiais por termos entrado no mundo
  38. dos signos. É certo que a linguagem faz toda diferença,
  39. é uma conquista que realmente nos separa dos animais.
  40. Mas seguimos sendo desde um corpo animal, fato que
  41. pesa no nosso comportamento mais do que admitimos.
  42. E ainda, o domínio do simbólico melhorou nossa empatia?
  43. Acredito que o amor aos animais, embora às vezes
  44. ingênuo ou exagerado, é uma crítica intuitiva ao para-
  45. digma de que os animais estariam ao nosso dispor.
  46. Creio ser uma discussão aberta, afinal, a ideia da natu-
  47. reza para nos servir deixou o planeta no estado que
  48. está. A Terra aproxima-se de uma catástrofe climática
  49. e os estúpidos seriam os animais…

Adaptado de: CORSO, M. Somos inteligentes o bastante para saber quão inteligentes são os animais? Disponível em<https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/mariocorso/noticia/2022/08/somos-inteligentes-o-bastante-para-saber-quao-inteligentes-sao-os-animaiscl7gm60km003e0153mgguy0ra.html>. Acesso em: 12 nov. 2022.

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas das linhas 06, 18, 29 e 34.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Instrução: As questões 01 a 07 referem-se ao texto abaixo.

  1. Estou lendo Stolen Focus – Why You Can’t Pay
  2. Attention (numa tradução livre, O foco roubado – por
  3. que você não consegue prestar atenção), do jornalista
  4. britânico Johann Hari, sem dúvida, uma daquelas obras
  5. que definem uma época, sem edição aqui no Brasil,
  6. infelizmente. Mas vou tentar resumir aqui algumas das
  7. principais ideias abordadas por Hari após entrevistar
  8. dezenas de cientistas sobre o que chamaram de “a
  9. tempestade perfeita da degradação cognitiva”.
  10. A humanidade está perdendo sua capacidade de
  11. prestar atenção. Isso é um fato, não é uma suposição.
  12. Parece cada vez mais difícil nos concentrarmos numa
  13. única tarefa sem sermos interrompidos ou nos deixar-
  14. mos levar por uma distração, muito especialmente com
  15. um celular em mãos. Temos o mundo a um clique de
  16. distância e acesso a uma avalanche de informações
  17. sobre qualquer assunto ou interesse — dos mais banais
  18. e triviais, como uma receita, tópicos fundamentais,
  19. como política internacional, que podem impactar direta
  20. ou indiretamente nossas vidas.
  21. Temos medo de perder alguma coisa, de nos
  22. sentirmos defasados ou de ficarmos alheios que
  23. acontece — da sigla FOMO — Fear Of Missing Out,
  24. literalmente Medo de Ficar de Fora. Só que o volume
  25. de informação é tão imenso que foge completamente
  26. da nossa capacidade limitada de filtrar o que é infor-
  27. mação relevante e o que é puro lixo. Além disso, o
  28. aumento no número de informações e a rapidez com
  29. que chegam até nós diariamente são responsáveis por
  30. aquela sensação desagradável de que o tempo está
  31. passando rápido demais e de que a vida está nos
  32. escapando.
  33. Soma-se isso o design diabólico das redes
  34. sociais e seus algoritmos muito perversos que sabem
  35. exatamente o que rouba sua atenção. Quem nunca
  36. perdeu a noção do tempo assistindo a vídeos curtos em
  37. sequência, como cachorros fofinhos e gatos atrapalhados,
  38. ou tentando avançar de fase num joguinho viciante tipo
  39. Candy Crush? Não só crianças e adolescentes, mas
  40. hoje a grande maioria dos adultos perde preciosos
  41. minutos diários, talvez horas, deslizando os dedos na
  42. tela de um celular ou clicando com um mouse em busca
  43. de uma boa dose de dopamina.
  44. Segundo o autor do livro Stolen Focus, tudo isso
  45. está prejudicando a capacidade de pensar com profun-
  46. didade. Por conseguinte, estamos todos perdendo a
  47. fundamental habilidade cognitiva de analisar uma coisa
  48. de cada vez para depois refletirmos. Trocamos o
  49. pensamento e a contemplação pela reação
  50. estímulos, pelo consumo de conteúdo totalmente
  51. massificado e pela ilusão de que podemos dar conta
  52. de várias tarefas ao mesmo tempo. A consequência
  53. imediata em escala global? Redução do QI médio da
  54. população, maior ocorrência de erros nas atividades
  55. profissionais, menor criatividade, memória reduzida.
  56. Resumindo, a humanidade está ficando mais burra e
  57. mais incompetente.

Adaptado de: SOLDATELLI, C. A tempestade perfeita da degradação cognitiva. Disponível em: <https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/candice-soldatelli/noticia/2022/07/a-tempestade-perfeita-da-degradacao-cognitiva-cl5u6doh300b0016vja9tmqjf.html>. Acesso em: 12 nov. 2022.

Considere as seguintes afirmações acerca de elementos do texto.

I - desagradável (l. 30) deriva de verbo, devido à prefixação e à sufixação simultâneas.

II - exatamente (l. 35) deriva de adjetivo, devido à sufixação.

III - Redução (l. 53) é substantivo derivado de verbo.

Quais estão corretas?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Instrução: As questões 01 a 07 referem-se ao texto abaixo.

  1. Estou lendo Stolen Focus – Why You Can’t Pay
  2. Attention (numa tradução livre, O foco roubado – por
  3. que você não consegue prestar atenção), do jornalista
  4. britânico Johann Hari, sem dúvida, uma daquelas obras
  5. que definem uma época, sem edição aqui no Brasil,
  6. infelizmente. Mas vou tentar resumir aqui algumas das
  7. principais ideias abordadas por Hari após entrevistar
  8. dezenas de cientistas sobre o que chamaram de “a
  9. tempestade perfeita da degradação cognitiva”.
  10. A humanidade está perdendo sua capacidade de
  11. prestar atenção. Isso é um fato, não é uma suposição.
  12. Parece cada vez mais difícil nos concentrarmos numa
  13. única tarefa sem sermos interrompidos ou nos deixar-
  14. mos levar por uma distração, muito especialmente com
  15. um celular em mãos. Temos o mundo a um clique de
  16. distância e acesso a uma avalanche de informações
  17. sobre qualquer assunto ou interesse — dos mais banais
  18. e triviais, como uma receita, tópicos fundamentais,
  19. como política internacional, que podem impactar direta
  20. ou indiretamente nossas vidas.
  21. Temos medo de perder alguma coisa, de nos
  22. sentirmos defasados ou de ficarmos alheios que
  23. acontece — da sigla FOMO — Fear Of Missing Out,
  24. literalmente Medo de Ficar de Fora. Só que o volume
  25. de informação é tão imenso que foge completamente
  26. da nossa capacidade limitada de filtrar o que é infor-
  27. mação relevante e o que é puro lixo. Além disso, o
  28. aumento no número de informações e a rapidez com
  29. que chegam até nós diariamente são responsáveis por
  30. aquela sensação desagradável de que o tempo está
  31. passando rápido demais e de que a vida está nos
  32. escapando.
  33. Soma-se isso o design diabólico das redes
  34. sociais e seus algoritmos muito perversos que sabem
  35. exatamente o que rouba sua atenção. Quem nunca
  36. perdeu a noção do tempo assistindo a vídeos curtos em
  37. sequência, como cachorros fofinhos e gatos atrapalhados,
  38. ou tentando avançar de fase num joguinho viciante tipo
  39. Candy Crush? Não só crianças e adolescentes, mas
  40. hoje a grande maioria dos adultos perde preciosos
  41. minutos diários, talvez horas, deslizando os dedos na
  42. tela de um celular ou clicando com um mouse em busca
  43. de uma boa dose de dopamina.
  44. Segundo o autor do livro Stolen Focus, tudo isso
  45. está prejudicando a capacidade de pensar com profun-
  46. didade. Por conseguinte, estamos todos perdendo a
  47. fundamental habilidade cognitiva de analisar uma coisa
  48. de cada vez para depois refletirmos. Trocamos o
  49. pensamento e a contemplação pela reação
  50. estímulos, pelo consumo de conteúdo totalmente
  51. massificado e pela ilusão de que podemos dar conta
  52. de várias tarefas ao mesmo tempo. A consequência
  53. imediata em escala global? Redução do QI médio da
  54. população, maior ocorrência de erros nas atividades
  55. profissionais, menor criatividade, memória reduzida.
  56. Resumindo, a humanidade está ficando mais burra e
  57. mais incompetente.

Adaptado de: SOLDATELLI, C. A tempestade perfeita da degradação cognitiva. Disponível em: <https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/candice-soldatelli/noticia/2022/07/a-tempestade-perfeita-da-degradacao-cognitiva-cl5u6doh300b0016vja9tmqjf.html>. Acesso em: 12 nov. 2022.

Considere os seguintes pares de elementos do texto.

I - a (l. 15) e sobre (l. 17).

II - aquela (l. 30) e que (l. 34).

III - uma (l. 43) e o (l. 44).

Em quais pares há elementos da mesma classe gramatical?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Instrução: As questões 01 a 07 referem-se ao texto abaixo.

  1. Estou lendo Stolen Focus – Why You Can’t Pay
  2. Attention (numa tradução livre, O foco roubado – por
  3. que você não consegue prestar atenção), do jornalista
  4. britânico Johann Hari, sem dúvida, uma daquelas obras
  5. que definem uma época, sem edição aqui no Brasil,
  6. infelizmente. Mas vou tentar resumir aqui algumas das
  7. principais ideias abordadas por Hari após entrevistar
  8. dezenas de cientistas sobre o que chamaram de “a
  9. tempestade perfeita da degradação cognitiva”.
  10. A humanidade está perdendo sua capacidade de
  11. prestar atenção. Isso é um fato, não é uma suposição.
  12. Parece cada vez mais difícil nos concentrarmos numa
  13. única tarefa sem sermos interrompidos ou nos deixar-
  14. mos levar por uma distração, muito especialmente com
  15. um celular em mãos. Temos o mundo a um clique de
  16. distância e acesso a uma avalanche de informações
  17. sobre qualquer assunto ou interesse — dos mais banais
  18. e triviais, como uma receita, tópicos fundamentais,
  19. como política internacional, que podem impactar direta
  20. ou indiretamente nossas vidas.
  21. Temos medo de perder alguma coisa, de nos
  22. sentirmos defasados ou de ficarmos alheios que
  23. acontece — da sigla FOMO — Fear Of Missing Out,
  24. literalmente Medo de Ficar de Fora. Só que o volume
  25. de informação é tão imenso que foge completamente
  26. da nossa capacidade limitada de filtrar o que é infor-
  27. mação relevante e o que é puro lixo. Além disso, o
  28. aumento no número de informações e a rapidez com
  29. que chegam até nós diariamente são responsáveis por
  30. aquela sensação desagradável de que o tempo está
  31. passando rápido demais e de que a vida está nos
  32. escapando.
  33. Soma-se isso o design diabólico das redes
  34. sociais e seus algoritmos muito perversos que sabem
  35. exatamente o que rouba sua atenção. Quem nunca
  36. perdeu a noção do tempo assistindo a vídeos curtos em
  37. sequência, como cachorros fofinhos e gatos atrapalhados,
  38. ou tentando avançar de fase num joguinho viciante tipo
  39. Candy Crush? Não só crianças e adolescentes, mas
  40. hoje a grande maioria dos adultos perde preciosos
  41. minutos diários, talvez horas, deslizando os dedos na
  42. tela de um celular ou clicando com um mouse em busca
  43. de uma boa dose de dopamina.
  44. Segundo o autor do livro Stolen Focus, tudo isso
  45. está prejudicando a capacidade de pensar com profun-
  46. didade. Por conseguinte, estamos todos perdendo a
  47. fundamental habilidade cognitiva de analisar uma coisa
  48. de cada vez para depois refletirmos. Trocamos o
  49. pensamento e a contemplação pela reação
  50. estímulos, pelo consumo de conteúdo totalmente
  51. massificado e pela ilusão de que podemos dar conta
  52. de várias tarefas ao mesmo tempo. A consequência
  53. imediata em escala global? Redução do QI médio da
  54. população, maior ocorrência de erros nas atividades
  55. profissionais, menor criatividade, memória reduzida.
  56. Resumindo, a humanidade está ficando mais burra e
  57. mais incompetente.

Adaptado de: SOLDATELLI, C. A tempestade perfeita da degradação cognitiva. Disponível em: <https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/candice-soldatelli/noticia/2022/07/a-tempestade-perfeita-da-degradacao-cognitiva-cl5u6doh300b0016vja9tmqjf.html>. Acesso em: 12 nov. 2022.

Considere o uso de advérbios no texto e assinale com 1 aquele que modifica o sentido de um adjetivo e com 2 aquele que modifica o sentido de outro advérbio.

( ) muito (l. 14)

( ) tão (l. 25)

( ) muito (l. 34)

( ) totalmente (l. 50)

A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Instrução: As questões 01 a 07 referem-se ao texto abaixo.

  1. Estou lendo Stolen Focus – Why You Can’t Pay
  2. Attention (numa tradução livre, O foco roubado – por
  3. que você não consegue prestar atenção), do jornalista
  4. britânico Johann Hari, sem dúvida, uma daquelas obras
  5. que definem uma época, sem edição aqui no Brasil,
  6. infelizmente. Mas vou tentar resumir aqui algumas das
  7. principais ideias abordadas por Hari após entrevistar
  8. dezenas de cientistas sobre o que chamaram de “a
  9. tempestade perfeita da degradação cognitiva”.
  10. A humanidade está perdendo sua capacidade de
  11. prestar atenção. Isso é um fato, não é uma suposição.
  12. Parece cada vez mais difícil nos concentrarmos numa
  13. única tarefa sem sermos interrompidos ou nos deixar-
  14. mos levar por uma distração, muito especialmente com
  15. um celular em mãos. Temos o mundo a um clique de
  16. distância e acesso a uma avalanche de informações
  17. sobre qualquer assunto ou interesse — dos mais banais
  18. e triviais, como uma receita, tópicos fundamentais,
  19. como política internacional, que podem impactar direta
  20. ou indiretamente nossas vidas.
  21. Temos medo de perder alguma coisa, de nos
  22. sentirmos defasados ou de ficarmos alheios que
  23. acontece — da sigla FOMO — Fear Of Missing Out,
  24. literalmente Medo de Ficar de Fora. Só que o volume
  25. de informação é tão imenso que foge completamente
  26. da nossa capacidade limitada de filtrar o que é infor-
  27. mação relevante e o que é puro lixo. Além disso, o
  28. aumento no número de informações e a rapidez com
  29. que chegam até nós diariamente são responsáveis por
  30. aquela sensação desagradável de que o tempo está
  31. passando rápido demais e de que a vida está nos
  32. escapando.
  33. Soma-se isso o design diabólico das redes
  34. sociais e seus algoritmos muito perversos que sabem
  35. exatamente o que rouba sua atenção. Quem nunca
  36. perdeu a noção do tempo assistindo a vídeos curtos em
  37. sequência, como cachorros fofinhos e gatos atrapalhados,
  38. ou tentando avançar de fase num joguinho viciante tipo
  39. Candy Crush? Não só crianças e adolescentes, mas
  40. hoje a grande maioria dos adultos perde preciosos
  41. minutos diários, talvez horas, deslizando os dedos na
  42. tela de um celular ou clicando com um mouse em busca
  43. de uma boa dose de dopamina.
  44. Segundo o autor do livro Stolen Focus, tudo isso
  45. está prejudicando a capacidade de pensar com profun-
  46. didade. Por conseguinte, estamos todos perdendo a
  47. fundamental habilidade cognitiva de analisar uma coisa
  48. de cada vez para depois refletirmos. Trocamos o
  49. pensamento e a contemplação pela reação
  50. estímulos, pelo consumo de conteúdo totalmente
  51. massificado e pela ilusão de que podemos dar conta
  52. de várias tarefas ao mesmo tempo. A consequência
  53. imediata em escala global? Redução do QI médio da
  54. população, maior ocorrência de erros nas atividades
  55. profissionais, menor criatividade, memória reduzida.
  56. Resumindo, a humanidade está ficando mais burra e
  57. mais incompetente.

Adaptado de: SOLDATELLI, C. A tempestade perfeita da degradação cognitiva. Disponível em: <https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/candice-soldatelli/noticia/2022/07/a-tempestade-perfeita-da-degradacao-cognitiva-cl5u6doh300b0016vja9tmqjf.html>. Acesso em: 12 nov. 2022.

Considere as afirmações abaixo, sobre o sentido de passagens do texto.

I - Em A humanidade está perdendo sua capacidade de prestar atenção (l. 10-11), é feita uma afirmação de valor declarativo.

II - Em Quem nunca perdeu a noção do tempo assistindo a vídeos curtos em sequência, como cachorros fofinhos e gatos atrapalhados, ou tentando avançar de fase num joguinho viciante tipo Candy Crush? (l. 35-39), o autor do texto expressa uma incerteza.

III - Em a humanidade está ficando mais burra e mais incompetente (l. 56-57), o autor propõe uma síntese do raciocínio expresso no texto.

Quais estão corretas?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Instrução: As questões 01 a 07 referem-se ao texto abaixo.

  1. Estou lendo Stolen Focus – Why You Can’t Pay
  2. Attention (numa tradução livre, O foco roubado – por
  3. que você não consegue prestar atenção), do jornalista
  4. britânico Johann Hari, sem dúvida, uma daquelas obras
  5. que definem uma época, sem edição aqui no Brasil,
  6. infelizmente. Mas vou tentar resumir aqui algumas das
  7. principais ideias abordadas por Hari após entrevistar
  8. dezenas de cientistas sobre o que chamaram de “a
  9. tempestade perfeita da degradação cognitiva”.
  10. A humanidade está perdendo sua capacidade de
  11. prestar atenção. Isso é um fato, não é uma suposição.
  12. Parece cada vez mais difícil nos concentrarmos numa
  13. única tarefa sem sermos interrompidos ou nos deixar-
  14. mos levar por uma distração, muito especialmente com
  15. um celular em mãos. Temos o mundo a um clique de
  16. distância e acesso a uma avalanche de informações
  17. sobre qualquer assunto ou interesse — dos mais banais
  18. e triviais, como uma receita, tópicos fundamentais,
  19. como política internacional, que podem impactar direta
  20. ou indiretamente nossas vidas.
  21. Temos medo de perder alguma coisa, de nos
  22. sentirmos defasados ou de ficarmos alheios que
  23. acontece — da sigla FOMO — Fear Of Missing Out,
  24. literalmente Medo de Ficar de Fora. Só que o volume
  25. de informação é tão imenso que foge completamente
  26. da nossa capacidade limitada de filtrar o que é infor-
  27. mação relevante e o que é puro lixo. Além disso, o
  28. aumento no número de informações e a rapidez com
  29. que chegam até nós diariamente são responsáveis por
  30. aquela sensação desagradável de que o tempo está
  31. passando rápido demais e de que a vida está nos
  32. escapando.
  33. Soma-se isso o design diabólico das redes
  34. sociais e seus algoritmos muito perversos que sabem
  35. exatamente o que rouba sua atenção. Quem nunca
  36. perdeu a noção do tempo assistindo a vídeos curtos em
  37. sequência, como cachorros fofinhos e gatos atrapalhados,
  38. ou tentando avançar de fase num joguinho viciante tipo
  39. Candy Crush? Não só crianças e adolescentes, mas
  40. hoje a grande maioria dos adultos perde preciosos
  41. minutos diários, talvez horas, deslizando os dedos na
  42. tela de um celular ou clicando com um mouse em busca
  43. de uma boa dose de dopamina.
  44. Segundo o autor do livro Stolen Focus, tudo isso
  45. está prejudicando a capacidade de pensar com profun-
  46. didade. Por conseguinte, estamos todos perdendo a
  47. fundamental habilidade cognitiva de analisar uma coisa
  48. de cada vez para depois refletirmos. Trocamos o
  49. pensamento e a contemplação pela reação
  50. estímulos, pelo consumo de conteúdo totalmente
  51. massificado e pela ilusão de que podemos dar conta
  52. de várias tarefas ao mesmo tempo. A consequência
  53. imediata em escala global? Redução do QI médio da
  54. população, maior ocorrência de erros nas atividades
  55. profissionais, menor criatividade, memória reduzida.
  56. Resumindo, a humanidade está ficando mais burra e
  57. mais incompetente.

Adaptado de: SOLDATELLI, C. A tempestade perfeita da degradação cognitiva. Disponível em: <https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/candice-soldatelli/noticia/2022/07/a-tempestade-perfeita-da-degradacao-cognitiva-cl5u6doh300b0016vja9tmqjf.html>. Acesso em: 12 nov. 2022.

Assinale a alternativa que apresenta relações de sentido, contextualmente adequadas no texto, para os nexos de articulação Mas (l. 06), e (l. 31) e Por conseguinte (l. 46).

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Instrução: As questões 01 a 07 referem-se ao texto abaixo.

  1. Estou lendo Stolen Focus – Why You Can’t Pay
  2. Attention (numa tradução livre, O foco roubado – por
  3. que você não consegue prestar atenção), do jornalista
  4. britânico Johann Hari, sem dúvida, uma daquelas obras
  5. que definem uma época, sem edição aqui no Brasil,
  6. infelizmente. Mas vou tentar resumir aqui algumas das
  7. principais ideias abordadas por Hari após entrevistar
  8. dezenas de cientistas sobre o que chamaram de “a
  9. tempestade perfeita da degradação cognitiva”.
  10. A humanidade está perdendo sua capacidade de
  11. prestar atenção. Isso é um fato, não é uma suposição.
  12. Parece cada vez mais difícil nos concentrarmos numa
  13. única tarefa sem sermos interrompidos ou nos deixar-
  14. mos levar por uma distração, muito especialmente com
  15. um celular em mãos. Temos o mundo a um clique de
  16. distância e acesso a uma avalanche de informações
  17. sobre qualquer assunto ou interesse — dos mais banais
  18. e triviais, como uma receita, tópicos fundamentais,
  19. como política internacional, que podem impactar direta
  20. ou indiretamente nossas vidas.
  21. Temos medo de perder alguma coisa, de nos
  22. sentirmos defasados ou de ficarmos alheios que
  23. acontece — da sigla FOMO — Fear Of Missing Out,
  24. literalmente Medo de Ficar de Fora. Só que o volume
  25. de informação é tão imenso que foge completamente
  26. da nossa capacidade limitada de filtrar o que é infor-
  27. mação relevante e o que é puro lixo. Além disso, o
  28. aumento no número de informações e a rapidez com
  29. que chegam até nós diariamente são responsáveis por
  30. aquela sensação desagradável de que o tempo está
  31. passando rápido demais e de que a vida está nos
  32. escapando.
  33. Soma-se isso o design diabólico das redes
  34. sociais e seus algoritmos muito perversos que sabem
  35. exatamente o que rouba sua atenção. Quem nunca
  36. perdeu a noção do tempo assistindo a vídeos curtos em
  37. sequência, como cachorros fofinhos e gatos atrapalhados,
  38. ou tentando avançar de fase num joguinho viciante tipo
  39. Candy Crush? Não só crianças e adolescentes, mas
  40. hoje a grande maioria dos adultos perde preciosos
  41. minutos diários, talvez horas, deslizando os dedos na
  42. tela de um celular ou clicando com um mouse em busca
  43. de uma boa dose de dopamina.
  44. Segundo o autor do livro Stolen Focus, tudo isso
  45. está prejudicando a capacidade de pensar com profun-
  46. didade. Por conseguinte, estamos todos perdendo a
  47. fundamental habilidade cognitiva de analisar uma coisa
  48. de cada vez para depois refletirmos. Trocamos o
  49. pensamento e a contemplação pela reação
  50. estímulos, pelo consumo de conteúdo totalmente
  51. massificado e pela ilusão de que podemos dar conta
  52. de várias tarefas ao mesmo tempo. A consequência
  53. imediata em escala global? Redução do QI médio da
  54. população, maior ocorrência de erros nas atividades
  55. profissionais, menor criatividade, memória reduzida.
  56. Resumindo, a humanidade está ficando mais burra e
  57. mais incompetente.

Adaptado de: SOLDATELLI, C. A tempestade perfeita da degradação cognitiva. Disponível em: <https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/candice-soldatelli/noticia/2022/07/a-tempestade-perfeita-da-degradacao-cognitiva-cl5u6doh300b0016vja9tmqjf.html>. Acesso em: 12 nov. 2022.

Abaixo são feitas algumas afirmações acerca de ideias veiculadas pelo texto.

I - Trata-se de uma apresentação da obra Stolen Focus – Why You Can’t Pay Attention, cujo objetivo principal é dar a conhecer os principais problemas de funcionamento dos algoritmos e das redes sociais.

II - Trata-se de uma crítica ferrenha à abordagem cognitivista no tratamento dos problemas de atenção.

III - Trata-se de um resumo do livro Stolen Focus – Why You Can’t Pay Attention que enfoca alguns dos pontos considerados essenciais da obra.

Quais estão corretas?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Instrução: As questões 01 a 07 referem-se ao texto abaixo.

  1. Estou lendo Stolen Focus – Why You Can’t Pay
  2. Attention (numa tradução livre, O foco roubado – por
  3. que você não consegue prestar atenção), do jornalista
  4. britânico Johann Hari, sem dúvida, uma daquelas obras
  5. que definem uma época, sem edição aqui no Brasil,
  6. infelizmente. Mas vou tentar resumir aqui algumas das
  7. principais ideias abordadas por Hari após entrevistar
  8. dezenas de cientistas sobre o que chamaram de “a
  9. tempestade perfeita da degradação cognitiva”.
  10. A humanidade está perdendo sua capacidade de
  11. prestar atenção. Isso é um fato, não é uma suposição.
  12. Parece cada vez mais difícil nos concentrarmos numa
  13. única tarefa sem sermos interrompidos ou nos deixar-
  14. mos levar por uma distração, muito especialmente com
  15. um celular em mãos. Temos o mundo a um clique de
  16. distância e acesso a uma avalanche de informações
  17. sobre qualquer assunto ou interesse — dos mais banais
  18. e triviais, como uma receita, tópicos fundamentais,
  19. como política internacional, que podem impactar direta
  20. ou indiretamente nossas vidas.
  21. Temos medo de perder alguma coisa, de nos
  22. sentirmos defasados ou de ficarmos alheios que
  23. acontece — da sigla FOMO — Fear Of Missing Out,
  24. literalmente Medo de Ficar de Fora. Só que o volume
  25. de informação é tão imenso que foge completamente
  26. da nossa capacidade limitada de filtrar o que é infor-
  27. mação relevante e o que é puro lixo. Além disso, o
  28. aumento no número de informações e a rapidez com
  29. que chegam até nós diariamente são responsáveis por
  30. aquela sensação desagradável de que o tempo está
  31. passando rápido demais e de que a vida está nos
  32. escapando.
  33. Soma-se isso o design diabólico das redes
  34. sociais e seus algoritmos muito perversos que sabem
  35. exatamente o que rouba sua atenção. Quem nunca
  36. perdeu a noção do tempo assistindo a vídeos curtos em
  37. sequência, como cachorros fofinhos e gatos atrapalhados,
  38. ou tentando avançar de fase num joguinho viciante tipo
  39. Candy Crush? Não só crianças e adolescentes, mas
  40. hoje a grande maioria dos adultos perde preciosos
  41. minutos diários, talvez horas, deslizando os dedos na
  42. tela de um celular ou clicando com um mouse em busca
  43. de uma boa dose de dopamina.
  44. Segundo o autor do livro Stolen Focus, tudo isso
  45. está prejudicando a capacidade de pensar com profun-
  46. didade. Por conseguinte, estamos todos perdendo a
  47. fundamental habilidade cognitiva de analisar uma coisa
  48. de cada vez para depois refletirmos. Trocamos o
  49. pensamento e a contemplação pela reação
  50. estímulos, pelo consumo de conteúdo totalmente
  51. massificado e pela ilusão de que podemos dar conta
  52. de várias tarefas ao mesmo tempo. A consequência
  53. imediata em escala global? Redução do QI médio da
  54. população, maior ocorrência de erros nas atividades
  55. profissionais, menor criatividade, memória reduzida.
  56. Resumindo, a humanidade está ficando mais burra e
  57. mais incompetente.

Adaptado de: SOLDATELLI, C. A tempestade perfeita da degradação cognitiva. Disponível em: <https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/candice-soldatelli/noticia/2022/07/a-tempestade-perfeita-da-degradacao-cognitiva-cl5u6doh300b0016vja9tmqjf.html>. Acesso em: 12 nov. 2022.

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas das linhas 18, 22, 33 e 49.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas