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Assinale a alternativa que NÃO apresenta uma etapa da avaliação de desempenho segundo o livro Gestão de pessoas em empresas e organizações públicas (DUTRA et al., 2019).

 

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Assinale a afirmativa que melhor explica o porquê de o assédio moral organizacional adoecer os trabalhadores de acordo com o livro Estado, poder e assédio (GEDIEL, 2015).

 

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Assinale a afirmação INCORRETA em relação a ameaças de estereótipo, de acordo com o livro Comportamento organizacional (ROBBINS; JUDGE, 2020).

 

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De acordo com as técnicas de comunicação não violenta, propostas por Marshall B. Rosenberg, a comunicação não violenta é uma linguagem , que desestimula estáticas. As avaliações devem sempre se basear nas específicas de cada momento e .

Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.

 

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Instrução: As questões 08 a 15 referem-se ao texto abaixo.

  1. Luc Ferry lançou o livro Les Sept Écologie (As sete
  2. ecologias), livro bem-vindo, pois compara os diversos
  3. discursos ecológicos. Em um ponto, ele parece desafi-
  4. nado com nosso tempo. Ele critica quem humaniza os
  5. animais e tenta apagar a diferença entre eles e nós.
  6. Ferry diz que os humanos se para salvar focas e
  7. baleias, mas nunca o contrário. Esperava argumento
  8. melhor do que mero antropocentrismo.
  9. A pergunta que se poderia fazer a Ferry está no
  10. título do livro do primatologista Frans de Waal: "Somos
  11. inteligentes o bastante para saber quão inteligentes são
  12. os animais?". O autor questiona se a diferença entre nós
  13. e eles é abissal ou se este seria mais um argumento
  14. que não reconheceria nossa herança animal. Quando
  15. julgamos os animais somos ao mesmo tempo juiz e
  16. parte interessada em apagar o que temos em comum.
  17. Em um experimento de 1964, Jules Masserman
  18. mostrou que macacos rhesus têm uma empatia
  19. extraordinária. Ela montou jaulas de tal forma que,
  20. quando um macaco pegava comida, um outro que
  21. estava à sua vista tomava um choque. Assim que
  22. percebiam a coincidência, preferiam morrer de fome a
  23. fazer seu semelhante sofrer. Se um ET chegasse aqui,
  24. como julgaria, comparando humanos e rhesus, quem é
  25. moralmente superior no trato com o semelhante?
  26. Brincar é simular a realidade. Os mamíferos caçam
  27. ludicamente, assim como lutam, rosnam e perseguem
  28. os outros em conflitos fingidos. Entender que brincar é
  29. um momento de das regras habituais envolve
  30. uma operação mental complexa, tanto que há huma-
  31. nos com sérias dificuldades em entender o faz de
  32. conta. Talvez captar o "Era uma vez” dos contos de
  33. fadas, a senha para entrar na fantasia, seja uma habi-
  34. lidade que derive dessa aquisição cognitiva que o
  35. humano. Compartilhamos algumas sagacidades com
  36. criaturas de muitas pelagens.
  37. Supomos ser especiais por termos entrado no mundo
  38. dos signos. É certo que a linguagem faz toda diferença,
  39. é uma conquista que realmente nos separa dos animais.
  40. Mas seguimos sendo desde um corpo animal, fato que
  41. pesa no nosso comportamento mais do que admitimos.
  42. E ainda, o domínio do simbólico melhorou nossa empatia?
  43. Acredito que o amor aos animais, embora às vezes
  44. ingênuo ou exagerado, é uma crítica intuitiva ao para-
  45. digma de que os animais estariam ao nosso dispor.
  46. Creio ser uma discussão aberta, afinal, a ideia da natu-
  47. reza para nos servir deixou o planeta no estado que
  48. está. A Terra aproxima-se de uma catástrofe climática
  49. e os estúpidos seriam os animais…

Adaptado de: CORSO, M. Somos inteligentes o bastante para saber quão inteligentes são os animais? Disponível em<https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/mariocorso/noticia/2022/08/somos-inteligentes-o-bastante-para-saber-quao-inteligentes-sao-os-animaiscl7gm60km003e0153mgguy0ra.html>. Acesso em: 12 nov. 2022.

A palavra embora (l. 43) introduz, no período em que ocorre, uma ideia de

 

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Instrução: As questões 08 a 15 referem-se ao texto abaixo.

  1. Luc Ferry lançou o livro Les Sept Écologie (As sete
  2. ecologias), livro bem-vindo, pois compara os diversos
  3. discursos ecológicos. Em um ponto, ele parece desafi-
  4. nado com nosso tempo. Ele critica quem humaniza os
  5. animais e tenta apagar a diferença entre eles e nós.
  6. Ferry diz que os humanos se para salvar focas e
  7. baleias, mas nunca o contrário. Esperava argumento
  8. melhor do que mero antropocentrismo.
  9. A pergunta que se poderia fazer a Ferry está no
  10. título do livro do primatologista Frans de Waal: "Somos
  11. inteligentes o bastante para saber quão inteligentes são
  12. os animais?". O autor questiona se a diferença entre nós
  13. e eles é abissal ou se este seria mais um argumento
  14. que não reconheceria nossa herança animal. Quando
  15. julgamos os animais somos ao mesmo tempo juiz e
  16. parte interessada em apagar o que temos em comum.
  17. Em um experimento de 1964, Jules Masserman
  18. mostrou que macacos rhesus têm uma empatia
  19. extraordinária. Ela montou jaulas de tal forma que,
  20. quando um macaco pegava comida, um outro que
  21. estava à sua vista tomava um choque. Assim que
  22. percebiam a coincidência, preferiam morrer de fome a
  23. fazer seu semelhante sofrer. Se um ET chegasse aqui,
  24. como julgaria, comparando humanos e rhesus, quem é
  25. moralmente superior no trato com o semelhante?
  26. Brincar é simular a realidade. Os mamíferos caçam
  27. ludicamente, assim como lutam, rosnam e perseguem
  28. os outros em conflitos fingidos. Entender que brincar é
  29. um momento de das regras habituais envolve
  30. uma operação mental complexa, tanto que há huma-
  31. nos com sérias dificuldades em entender o faz de
  32. conta. Talvez captar o "Era uma vez” dos contos de
  33. fadas, a senha para entrar na fantasia, seja uma habi-
  34. lidade que derive dessa aquisição cognitiva que o
  35. humano. Compartilhamos algumas sagacidades com
  36. criaturas de muitas pelagens.
  37. Supomos ser especiais por termos entrado no mundo
  38. dos signos. É certo que a linguagem faz toda diferença,
  39. é uma conquista que realmente nos separa dos animais.
  40. Mas seguimos sendo desde um corpo animal, fato que
  41. pesa no nosso comportamento mais do que admitimos.
  42. E ainda, o domínio do simbólico melhorou nossa empatia?
  43. Acredito que o amor aos animais, embora às vezes
  44. ingênuo ou exagerado, é uma crítica intuitiva ao para-
  45. digma de que os animais estariam ao nosso dispor.
  46. Creio ser uma discussão aberta, afinal, a ideia da natu-
  47. reza para nos servir deixou o planeta no estado que
  48. está. A Terra aproxima-se de uma catástrofe climática
  49. e os estúpidos seriam os animais…

Adaptado de: CORSO, M. Somos inteligentes o bastante para saber quão inteligentes são os animais? Disponível em<https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/mariocorso/noticia/2022/08/somos-inteligentes-o-bastante-para-saber-quao-inteligentes-sao-os-animaiscl7gm60km003e0153mgguy0ra.html>. Acesso em: 12 nov. 2022.

A palavra abissal (l. 13) poderia ser substituída, no texto, sem alteração do sentido, por

 

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Instrução: As questões 08 a 15 referem-se ao texto abaixo.

  1. Luc Ferry lançou o livro Les Sept Écologie (As sete
  2. ecologias), livro bem-vindo, pois compara os diversos
  3. discursos ecológicos. Em um ponto, ele parece desafi-
  4. nado com nosso tempo. Ele critica quem humaniza os
  5. animais e tenta apagar a diferença entre eles e nós.
  6. Ferry diz que os humanos se para salvar focas e
  7. baleias, mas nunca o contrário. Esperava argumento
  8. melhor do que mero antropocentrismo.
  9. A pergunta que se poderia fazer a Ferry está no
  10. título do livro do primatologista Frans de Waal: "Somos
  11. inteligentes o bastante para saber quão inteligentes são
  12. os animais?". O autor questiona se a diferença entre nós
  13. e eles é abissal ou se este seria mais um argumento
  14. que não reconheceria nossa herança animal. Quando
  15. julgamos os animais somos ao mesmo tempo juiz e
  16. parte interessada em apagar o que temos em comum.
  17. Em um experimento de 1964, Jules Masserman
  18. mostrou que macacos rhesus têm uma empatia
  19. extraordinária. Ela montou jaulas de tal forma que,
  20. quando um macaco pegava comida, um outro que
  21. estava à sua vista tomava um choque. Assim que
  22. percebiam a coincidência, preferiam morrer de fome a
  23. fazer seu semelhante sofrer. Se um ET chegasse aqui,
  24. como julgaria, comparando humanos e rhesus, quem é
  25. moralmente superior no trato com o semelhante?
  26. Brincar é simular a realidade. Os mamíferos caçam
  27. ludicamente, assim como lutam, rosnam e perseguem
  28. os outros em conflitos fingidos. Entender que brincar é
  29. um momento de das regras habituais envolve
  30. uma operação mental complexa, tanto que há huma-
  31. nos com sérias dificuldades em entender o faz de
  32. conta. Talvez captar o "Era uma vez” dos contos de
  33. fadas, a senha para entrar na fantasia, seja uma habi-
  34. lidade que derive dessa aquisição cognitiva que o
  35. humano. Compartilhamos algumas sagacidades com
  36. criaturas de muitas pelagens.
  37. Supomos ser especiais por termos entrado no mundo
  38. dos signos. É certo que a linguagem faz toda diferença,
  39. é uma conquista que realmente nos separa dos animais.
  40. Mas seguimos sendo desde um corpo animal, fato que
  41. pesa no nosso comportamento mais do que admitimos.
  42. E ainda, o domínio do simbólico melhorou nossa empatia?
  43. Acredito que o amor aos animais, embora às vezes
  44. ingênuo ou exagerado, é uma crítica intuitiva ao para-
  45. digma de que os animais estariam ao nosso dispor.
  46. Creio ser uma discussão aberta, afinal, a ideia da natu-
  47. reza para nos servir deixou o planeta no estado que
  48. está. A Terra aproxima-se de uma catástrofe climática
  49. e os estúpidos seriam os animais…

Adaptado de: CORSO, M. Somos inteligentes o bastante para saber quão inteligentes são os animais? Disponível em<https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/mariocorso/noticia/2022/08/somos-inteligentes-o-bastante-para-saber-quao-inteligentes-sao-os-animaiscl7gm60km003e0153mgguy0ra.html>. Acesso em: 12 nov. 2022.

Quanto à classificação das palavras usadas no texto, é correto afirmar que

 

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  1. Luc Ferry lançou o livro Les Sept Écologie (As sete
  2. ecologias), livro bem-vindo, pois compara os diversos
  3. discursos ecológicos. Em um ponto, ele parece desafi-
  4. nado com nosso tempo. Ele critica quem humaniza os
  5. animais e tenta apagar a diferença entre eles e nós.
  6. Ferry diz que os humanos se para salvar focas e
  7. baleias, mas nunca o contrário. Esperava argumento
  8. melhor do que mero antropocentrismo.
  9. A pergunta que se poderia fazer a Ferry está no
  10. título do livro do primatologista Frans de Waal: "Somos
  11. inteligentes o bastante para saber quão inteligentes são
  12. os animais?". O autor questiona se a diferença entre nós
  13. e eles é abissal ou se este seria mais um argumento
  14. que não reconheceria nossa herança animal. Quando
  15. julgamos os animais somos ao mesmo tempo juiz e
  16. parte interessada em apagar o que temos em comum.
  17. Em um experimento de 1964, Jules Masserman
  18. mostrou que macacos rhesus têm uma empatia
  19. extraordinária. Ela montou jaulas de tal forma que,
  20. quando um macaco pegava comida, um outro que
  21. estava à sua vista tomava um choque. Assim que
  22. percebiam a coincidência, preferiam morrer de fome a
  23. fazer seu semelhante sofrer. Se um ET chegasse aqui,
  24. como julgaria, comparando humanos e rhesus, quem é
  25. moralmente superior no trato com o semelhante?
  26. Brincar é simular a realidade. Os mamíferos caçam
  27. ludicamente, assim como lutam, rosnam e perseguem
  28. os outros em conflitos fingidos. Entender que brincar é
  29. um momento de das regras habituais envolve
  30. uma operação mental complexa, tanto que há huma-
  31. nos com sérias dificuldades em entender o faz de
  32. conta. Talvez captar o "Era uma vez” dos contos de
  33. fadas, a senha para entrar na fantasia, seja uma habi-
  34. lidade que derive dessa aquisição cognitiva que o
  35. humano. Compartilhamos algumas sagacidades com
  36. criaturas de muitas pelagens.
  37. Supomos ser especiais por termos entrado no mundo
  38. dos signos. É certo que a linguagem faz toda diferença,
  39. é uma conquista que realmente nos separa dos animais.
  40. Mas seguimos sendo desde um corpo animal, fato que
  41. pesa no nosso comportamento mais do que admitimos.
  42. E ainda, o domínio do simbólico melhorou nossa empatia?
  43. Acredito que o amor aos animais, embora às vezes
  44. ingênuo ou exagerado, é uma crítica intuitiva ao para-
  45. digma de que os animais estariam ao nosso dispor.
  46. Creio ser uma discussão aberta, afinal, a ideia da natu-
  47. reza para nos servir deixou o planeta no estado que
  48. está. A Terra aproxima-se de uma catástrofe climática
  49. e os estúpidos seriam os animais…

Adaptado de: CORSO, M. Somos inteligentes o bastante para saber quão inteligentes são os animais? Disponível em<https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/mariocorso/noticia/2022/08/somos-inteligentes-o-bastante-para-saber-quao-inteligentes-sao-os-animaiscl7gm60km003e0153mgguy0ra.html>. Acesso em: 12 nov. 2022.

Considere as afirmações abaixo, sobre os tempos verbais presentes no texto.

I - Os verbos poderia (l. 09) e julgaria (l. 24) estão conjugados no mesmo tempo e modo.

II - O verbo chegasse (l. 23) está conjugado no pretérito imperfeito do subjuntivo.

III - Os verbos Era (l. 32) e seja (l. 33) estão conjugados no mesmo modo.

Quais estão corretas?

 

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  1. Luc Ferry lançou o livro Les Sept Écologie (As sete
  2. ecologias), livro bem-vindo, pois compara os diversos
  3. discursos ecológicos. Em um ponto, ele parece desafi-
  4. nado com nosso tempo. Ele critica quem humaniza os
  5. animais e tenta apagar a diferença entre eles e nós.
  6. Ferry diz que os humanos se para salvar focas e
  7. baleias, mas nunca o contrário. Esperava argumento
  8. melhor do que mero antropocentrismo.
  9. A pergunta que se poderia fazer a Ferry está no
  10. título do livro do primatologista Frans de Waal: "Somos
  11. inteligentes o bastante para saber quão inteligentes são
  12. os animais?". O autor questiona se a diferença entre nós
  13. e eles é abissal ou se este seria mais um argumento
  14. que não reconheceria nossa herança animal. Quando
  15. julgamos os animais somos ao mesmo tempo juiz e
  16. parte interessada em apagar o que temos em comum.
  17. Em um experimento de 1964, Jules Masserman
  18. mostrou que macacos rhesus têm uma empatia
  19. extraordinária. Ela montou jaulas de tal forma que,
  20. quando um macaco pegava comida, um outro que
  21. estava à sua vista tomava um choque. Assim que
  22. percebiam a coincidência, preferiam morrer de fome a
  23. fazer seu semelhante sofrer. Se um ET chegasse aqui,
  24. como julgaria, comparando humanos e rhesus, quem é
  25. moralmente superior no trato com o semelhante?
  26. Brincar é simular a realidade. Os mamíferos caçam
  27. ludicamente, assim como lutam, rosnam e perseguem
  28. os outros em conflitos fingidos. Entender que brincar é
  29. um momento de das regras habituais envolve
  30. uma operação mental complexa, tanto que há huma-
  31. nos com sérias dificuldades em entender o faz de
  32. conta. Talvez captar o "Era uma vez” dos contos de
  33. fadas, a senha para entrar na fantasia, seja uma habi-
  34. lidade que derive dessa aquisição cognitiva que o
  35. humano. Compartilhamos algumas sagacidades com
  36. criaturas de muitas pelagens.
  37. Supomos ser especiais por termos entrado no mundo
  38. dos signos. É certo que a linguagem faz toda diferença,
  39. é uma conquista que realmente nos separa dos animais.
  40. Mas seguimos sendo desde um corpo animal, fato que
  41. pesa no nosso comportamento mais do que admitimos.
  42. E ainda, o domínio do simbólico melhorou nossa empatia?
  43. Acredito que o amor aos animais, embora às vezes
  44. ingênuo ou exagerado, é uma crítica intuitiva ao para-
  45. digma de que os animais estariam ao nosso dispor.
  46. Creio ser uma discussão aberta, afinal, a ideia da natu-
  47. reza para nos servir deixou o planeta no estado que
  48. está. A Terra aproxima-se de uma catástrofe climática
  49. e os estúpidos seriam os animais…

Adaptado de: CORSO, M. Somos inteligentes o bastante para saber quão inteligentes são os animais? Disponível em<https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/mariocorso/noticia/2022/08/somos-inteligentes-o-bastante-para-saber-quao-inteligentes-sao-os-animaiscl7gm60km003e0153mgguy0ra.html>. Acesso em: 12 nov. 2022.

Considere as seguintes sugestões de mudança na pontuação do texto, levando em conta os ajustes com maiúsculas e minúsculas.

I - Substituição do ponto-final na linha 04 por dois-pontos.

II - Acréscimo de vírgula imediatamente após animais (l. 15).

III - Substituição das vírgulas nas linhas 43-44 por travessões.

Quais estariam de acordo com a norma gramatical?

 

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  1. Luc Ferry lançou o livro Les Sept Écologie (As sete
  2. ecologias), livro bem-vindo, pois compara os diversos
  3. discursos ecológicos. Em um ponto, ele parece desafi-
  4. nado com nosso tempo. Ele critica quem humaniza os
  5. animais e tenta apagar a diferença entre eles e nós.
  6. Ferry diz que os humanos se para salvar focas e
  7. baleias, mas nunca o contrário. Esperava argumento
  8. melhor do que mero antropocentrismo.
  9. A pergunta que se poderia fazer a Ferry está no
  10. título do livro do primatologista Frans de Waal: "Somos
  11. inteligentes o bastante para saber quão inteligentes são
  12. os animais?". O autor questiona se a diferença entre nós
  13. e eles é abissal ou se este seria mais um argumento
  14. que não reconheceria nossa herança animal. Quando
  15. julgamos os animais somos ao mesmo tempo juiz e
  16. parte interessada em apagar o que temos em comum.
  17. Em um experimento de 1964, Jules Masserman
  18. mostrou que macacos rhesus têm uma empatia
  19. extraordinária. Ela montou jaulas de tal forma que,
  20. quando um macaco pegava comida, um outro que
  21. estava à sua vista tomava um choque. Assim que
  22. percebiam a coincidência, preferiam morrer de fome a
  23. fazer seu semelhante sofrer. Se um ET chegasse aqui,
  24. como julgaria, comparando humanos e rhesus, quem é
  25. moralmente superior no trato com o semelhante?
  26. Brincar é simular a realidade. Os mamíferos caçam
  27. ludicamente, assim como lutam, rosnam e perseguem
  28. os outros em conflitos fingidos. Entender que brincar é
  29. um momento de das regras habituais envolve
  30. uma operação mental complexa, tanto que há huma-
  31. nos com sérias dificuldades em entender o faz de
  32. conta. Talvez captar o "Era uma vez” dos contos de
  33. fadas, a senha para entrar na fantasia, seja uma habi-
  34. lidade que derive dessa aquisição cognitiva que o
  35. humano. Compartilhamos algumas sagacidades com
  36. criaturas de muitas pelagens.
  37. Supomos ser especiais por termos entrado no mundo
  38. dos signos. É certo que a linguagem faz toda diferença,
  39. é uma conquista que realmente nos separa dos animais.
  40. Mas seguimos sendo desde um corpo animal, fato que
  41. pesa no nosso comportamento mais do que admitimos.
  42. E ainda, o domínio do simbólico melhorou nossa empatia?
  43. Acredito que o amor aos animais, embora às vezes
  44. ingênuo ou exagerado, é uma crítica intuitiva ao para-
  45. digma de que os animais estariam ao nosso dispor.
  46. Creio ser uma discussão aberta, afinal, a ideia da natu-
  47. reza para nos servir deixou o planeta no estado que
  48. está. A Terra aproxima-se de uma catástrofe climática
  49. e os estúpidos seriam os animais…

Adaptado de: CORSO, M. Somos inteligentes o bastante para saber quão inteligentes são os animais? Disponível em<https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/mariocorso/noticia/2022/08/somos-inteligentes-o-bastante-para-saber-quao-inteligentes-sao-os-animaiscl7gm60km003e0153mgguy0ra.html>. Acesso em: 12 nov. 2022.

A palavra desafinado (l. 03-04) tem o sentido contextual de

 

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