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Foram encontradas 50 questões.

1140809 Ano: 2009
Disciplina: Matemática
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ

Para se imprimir um folheto na gráfica SOFOLHETOS, temos o custo do preparo de uma matriz (R$320,00) mais R$ 0,03 por cópia. Assim, para se imprimir 100 cópias deste folheto na SOFOLHETOS, gastaremos R$ 323,00. Utilizando-se uma máquina copiadora não é necessária uma matriz, gastando-se simplesmente R$0,22 por cópia. Assim, para se imprimir 100 cópias deste folheto na copiadora, gastaremos R$22,00. O número de cópias deste folheto, a partir do qual valerá mais a pena imprimir na, SOFOLHETOS é:

 

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1140808 Ano: 2009
Disciplina: Matemática
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ

Nessa questão considere log 2!$ \cong !$0,301 e log 1,05!$ \cong !$0,021. Uma aplicação financeira cresce de acordo com uma Progressão Geométrica de razão 1,05 ao ano. Iniciando uma aplicação com 10 mil reais e não mais realizando operações de depósito e retirada, o número de anos que levará para que esse valor dobre está entre:

 

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1140807 Ano: 2009
Disciplina: Matemática
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ

Aumentando de 2 cm as arestas de um cubo, a área de cada face aumenta 16 cm2.

O volume do cubo aumentado, em cm3, é:

 

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1140806 Ano: 2009
Disciplina: Matemática
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ

Um secretário realizará um serviço de digitação de 350 páginas do seguinte modo: no primeiro dia, digitará 20 páginas; no segundo dia, digitará 30 páginas; no terceiro dia, digitará 40 páginas e, assim sucessivamente, acrescentando 10 páginas em relação ao dia anterior.

O número de dias que ele levará para completar o serviço é:

 

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1140805 Ano: 2009
Disciplina: Matemática
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ

Foram compradas no mês de maio 5 resmas de papel e 3 caixas de giz, gastando-se um total de R$ 71,00. No mês de junho, foram adquiridas do mesmo fornecedor, que manteve os mesmos preços unitários dos produtos, 9 resmas de papel e 6 caixas de giz, gastando-se um total de R$132,00.

A diferença entre os preços cobrados por este fornecedor de uma resma e de uma caixa de giz é:

 

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1140804 Ano: 2009
Disciplina: Matemática
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ

No plano complexo abaixo, estão indicados os números complexos 1 + i , A, B, C, D e E.

Enunciado 1140804-1

O resultado da operação (3 + i ) − (4 - i ) somente pode ser representado no plano complexo acima pela letra:

 

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1140803 Ano: 2009
Disciplina: Matemática
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ

Deseja-se medir a distância entre os pontos B e C em margens opostas de um rio. Como não podemos esticar uma trena diretamente entre estes pontos, marcamos um ponto A na mesma margem do rio que B de tal forma que os segmentos de reta AB e BC são perpendiculares entre si, conforme indicado na figura abaixo (a figura não está em escala).

Enunciado 1140803-1

Sabendo que a distância entre os pontos A e B vale 270 metros e o seno do ângulo BCA vale 3/5, a distância em metros, entre B e C, é:

 

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1140800 Ano: 2009
Disciplina: Estatística
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ

Numa loja de informática, os cartuchos de uma impressora estão em promoção: quanto mais unidades forem compradas, menor o preço por unidade. O gráfico a seguir, contendo 3 pontos de uma mesma reta, representa o valor total da compra em reais, segundo o número de cartuchos comprados.

Enunciado 1140800-1

Quem comprar 10 unidades do cartucho da promoção nesta loja pagará por cartucho o equivalente a:

 

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A FAVELA NÃO É CULPADA

Bernardete Toneto, Segurança pública

A ocupação dos morros pelas organizações criminosas levou à criação de um estereótipo: favela é lugar de bandido. Será?

“Barracão de zinco, sem telhado, sem pintura, lá no morro barracão é bangalô. Lá não existe felicidade de arranha-céu, pois quem mora lá no morro já vive pertinho do céu.” Os versos do samba “Ave-Maria no Morro”, composto em 1942 por Herivelto Martins, revela uma época em que a favela era sinônimo de beleza e melancolia. Da mesma forma que a visão era errada nas décadas de 1930 a 1950, hoje também as favelas - em especial as do Rio de Janeiro - não são reduto do crime organizado, como noticiam os meios de comunicação social e faz supor a nossa vã filosofia.

Até a primeira metade do século XX, muitas músicas enalteciam o morro como lugar de amizade e solidariedade. O romantismo era tão grande que os compositores Cartola e Carlos Cachaça (ambos moradores do Morro da Magueira, no Rio de Janeiro) e Hermínio Bello de Carvalho compuseram o samba “Alvorada”, cuja letra proclama: “Alvorada lá no morro que beleza. Ninguém chora, não há tristeza, ninguém sente dissabor. O sol colorido é tão lindo, ea natureza sorrindo, tingindo, tingindo a alvorada”.

A poesia foi uma forma de camuflar a realidade. A primeira favela carioca foi a do Morro da Providência, antigo Morro da Favela.

A ideia da época era limpar as regiões centrais da cidade, dando um ar de modernidade à capital da República. Por isso, em 1893, os pobres que viviam em cortiços, como o da Cabeça de Porco, foram enviados para os morros sem nenhum tipo de atendimento e de infraestrutura habitacional. Logo depois chegariam os soldados que haviam lutado na Guerra de Canudos, no sertão nordestino.

Assim, o Rio de Janeiro passou a ser sinônimo de favelas, consideradas guetos de pobres e da marginalidade.

“A poesia foi uma forma de camuflar a realidade”. A frase do texto que confirma essa afirmativa é:

 

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A FAVELA NÃO É CULPADA

Bernardete Toneto, Segurança pública

A ocupação dos morros pelas organizações criminosas levou à criação de um estereótipo: favela é lugar de bandido. Será?

“Barracão de zinco, sem telhado, sem pintura, lá no morro barracão é bangalô. Lá não existe felicidade de arranha-céu, pois quem mora lá no morro já vive pertinho do céu.” Os versos do samba “Ave-Maria no Morro”, composto em 1942 por Herivelto Martins, revela uma época em que a favela era sinônimo de beleza e melancolia. Da mesma forma que a visão era errada nas décadas de 1930 a 1950, hoje também as favelas - em especial as do Rio de Janeiro - não são reduto do crime organizado, como noticiam os meios de comunicação social e faz supor a nossa vã filosofia.

Até a primeira metade do século XX, muitas músicas enalteciam o morro como lugar de amizade e solidariedade. O romantismo era tão grande que os compositores Cartola e Carlos Cachaça (ambos moradores do Morro da Magueira, no Rio de Janeiro) e Hermínio Bello de Carvalho compuseram o samba “Alvorada”, cuja letra proclama: “Alvorada lá no morro que beleza. Ninguém chora, não há tristeza, ninguém sente dissabor. O sol colorido é tão lindo, ea natureza sorrindo, tingindo, tingindo a alvorada”.

A poesia foi uma forma de camuflar a realidade. A primeira favela carioca foi a do Morro da Providência, antigo Morro da Favela.

A ideia da época era limpar as regiões centrais da cidade, dando um ar de modernidade à capital da República. Por isso, em 1893, os pobres que viviam em cortiços, como o da Cabeça de Porco, foram enviados para os morros sem nenhum tipo de atendimento e de infraestrutura habitacional. Logo depois chegariam os soldados que haviam lutado na Guerra de Canudos, no sertão nordestino.

Assim, o Rio de Janeiro passou a ser sinônimo de favelas, consideradas guetos de pobres e da marginalidade.

“...vive pertinho do céu”; o valor do diminutivo no vocábulo sublinhado se repete em:

 

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