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TEXTO 3

Comício em ato da campanha “O petróleo é nosso”, na Cinelândia, nos anos 50. Em destaque o então presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE.) José Batista de Oliveira Jr.
“Entre 1946 e 1953, a imprensa teve um papel importante nas discussões, com a participação de jornais e revistas das mais variadas tendências e estilos buscando influir nos rumos da política do petróleo por meio da publicação de editoriais, artigos, reportagens, notícias e
entrevistas. No propósito de convencer o leitor a apoiar a causa que defendiam - alguns eram contra e outros a favor do monopólio estatal. (...) Na grande imprensa, os únicos jornais que defenderam o monopólio estatal do petróleo foram: o Diário de Notícias, a Tribuna da
Imprensa e a Última Hora. Os demais órgãos da grande imprensa defenderam a abertura do setor petrolífero à iniciativa privada, nacional e estrangeira, uma vez que estavam comprometidos com a defesa do liberalismo econômico ou com grupos financeiros internos e/ou externos, interessados no assunto.”
entrevistas. No propósito de convencer o leitor a apoiar a causa que defendiam - alguns eram contra e outros a favor do monopólio estatal. (...) Na grande imprensa, os únicos jornais que defenderam o monopólio estatal do petróleo foram: o Diário de Notícias, a Tribuna da
Imprensa e a Última Hora. Os demais órgãos da grande imprensa defenderam a abertura do setor petrolífero à iniciativa privada, nacional e estrangeira, uma vez que estavam comprometidos com a defesa do liberalismo econômico ou com grupos financeiros internos e/ou externos, interessados no assunto.”
Trecho do artigo “ ‘O Petróleo é Nosso’: atuação e interesse dos grupos envolvidos na campanha que resultou na fundação da Petrobras”, publicado por Celso Carvalho Jr. Com apoio do de Pesquisa Arqueologia Histórica da UNICAMP.
Fonte: Acervo O Globo
No trecho “Entre 1946 e 1953, a imprensa teve um papel importante nas discussões, com a participação de jornais e revistas das mais variadas tendências eestilos”, do TEXTO 3, a preposição de é marca de:
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TEXTO 8

Laboratório de Tecnologia Oceânica - LabOceano
Campus da Cidade Universitária | UFRJ
Campus da Cidade Universitária | UFRJ
A interação entre a COPPE/UFRJ e a Petrobras proporcionou uma estreita, sistemática e produtiva colaboração com a Indústria Offshore desde 1977. Várias centenas de teses de doutorado e de mestrado foram defendidas a partir dessa interação. Projetos conjuntos de pesquisa e desenvolvimento em todas as principais áreas de exploração de óleo e gás têm sido uma prioridade constante. Os resultados práticos obtidos até aqui garantiram a consolidação, não somente da mais forte base de tecnologia aplicada na América Latina para as indústrias, mas também da competitividade internacional em consultorias e contratos de pesquisa.
Cooperação UFRJ | COPPE – PETROBRAS
1977 – Criação e desenvolvimento de estruturas Offshore
1984 – Criação do Grupo de Robótica e Controle
1989 – Instalação do Laboratório de Tecnologia Submarina
1998 – Desenvolvimento de treinamento e de projetos em Ambiente e Geoquímica
2001 – Totalizados 1.000 contratos de pesquisa com a PETROBRAS
2003 – Instalação do LabOceano
2006 – Totalizados 2.000 contratos de pesquisa com a PETROBRAS
2009 – Instalação do Laboratório de Ensaios Não Destrutivos, Corrosão e Soldagem
2011 – Totalizados 3.000 contratos de pesquisa com a PETROBRAS
1984 – Criação do Grupo de Robótica e Controle
1989 – Instalação do Laboratório de Tecnologia Submarina
1998 – Desenvolvimento de treinamento e de projetos em Ambiente e Geoquímica
2001 – Totalizados 1.000 contratos de pesquisa com a PETROBRAS
2003 – Instalação do LabOceano
2006 – Totalizados 2.000 contratos de pesquisa com a PETROBRAS
2009 – Instalação do Laboratório de Ensaios Não Destrutivos, Corrosão e Soldagem
2011 – Totalizados 3.000 contratos de pesquisa com a PETROBRAS
Entre as alternativas adiante, marque aquela em que figura a palavra cuja acentuação obedece à mesma regra observada para acentuar o vocábulo práticos em destaque no TEXTO 8.
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TEXTO 14
SAMBA DO AVIÃO - Tom Jobim
“Minha alma canta
Vejo o Rio de Janeiro
Estou morrendo de saudades
Rio, seu mar
Praia sem fim
Rio, você foi feito prá mim
Cristo Redentor
Braços abertos sobre a Guanabara
Este samba é só porque
Rio, eu gosto de você
A morena vai sambar
Vejo o Rio de Janeiro
Estou morrendo de saudades
Rio, seu mar
Praia sem fim
Rio, você foi feito prá mim
Cristo Redentor
Braços abertos sobre a Guanabara
Este samba é só porque
Rio, eu gosto de você
A morena vai sambar
Seu corpo todo balançar
Rio de sol, de céu, de mar
Dentro de mais um minuto estaremos no Galeão
Copacabana, Copacabana
(...)”
Rio de sol, de céu, de mar
Dentro de mais um minuto estaremos no Galeão
Copacabana, Copacabana
(...)”
Nos versos “Rio, seu mar...”, “Rio, você foi feito pra mim” e “Rio, eu gosto de você”,do TEXTO 14, as vírgulas foram utilizadas, respectivamente, para separar:
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TEXTO 16
AQUELE ABRAÇO - Gilberto Gil,1969
O Rio de Janeiro continua lindo
O Rio de Janeiro continua sendo
O Rio de Janeiro, fevereiro e março
Alô, alô, Realengo - aquele abraço!
Alô, torcida do Flamengo - aquele abraço!
Chacrinha continua balançando a pança
E buzinando a moça e comandando a massa
E continua dando as ordens no terreiro
Alô, alô, seu Chacrinha - velho guerreiro
Alô, alô, Terezinha, Rio de Janeiro
Alô, alô, seu Chacrinha - velho palhaço
Alô, alô, Terezinha - aquele abraço!
Alô, moça da favela - aquele abraço!
Todo mundo da Portela - aquele abraço!
Todo mês de fevereiro - aquele passo!
Alô, Banda de Ipanema - aquele abraço!
Meu caminho pelo mundo eu mesmo traço
A Bahia já me deu régua e compasso
Quem sabe de mim sou eu - aquele abraço!
Pra você que me esqueceu - aquele abraço!
Alô, Rio de Janeiro - aquele abraço!
Todo o povo brasileiro - aquele abraço!
O Rio de Janeiro continua sendo
O Rio de Janeiro, fevereiro e março
Alô, alô, Realengo - aquele abraço!
Alô, torcida do Flamengo - aquele abraço!
Chacrinha continua balançando a pança
E buzinando a moça e comandando a massa
E continua dando as ordens no terreiro
Alô, alô, seu Chacrinha - velho guerreiro
Alô, alô, Terezinha, Rio de Janeiro
Alô, alô, seu Chacrinha - velho palhaço
Alô, alô, Terezinha - aquele abraço!
Alô, moça da favela - aquele abraço!
Todo mundo da Portela - aquele abraço!
Todo mês de fevereiro - aquele passo!
Alô, Banda de Ipanema - aquele abraço!
Meu caminho pelo mundo eu mesmo traço
A Bahia já me deu régua e compasso
Quem sabe de mim sou eu - aquele abraço!
Pra você que me esqueceu - aquele abraço!
Alô, Rio de Janeiro - aquele abraço!
Todo o povo brasileiro - aquele abraço!
No TEXTO 16, os três primeiros versos da bela canção de Gilberto Gil, que atravessou gerações, são – considerados poeticamente – uma síntese do protagonismo topográfico-urbano, político e cultural que ainda hoje faz do Rio de Janeiro uma cidade fascinante. Ao estabelecermos uma relação entre essa síntese e as características exigidas para o texto oficial constantes do Manual de Redação da Presidência da República, estaremos nos referindo à:
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TEXTO 1

I Convenção Nacional em Defesa do monopólio estatal do Petróleo. A Campanha “O Petróleo é nosso” defende formalmente o monopólio estatal para todas as fases da exploração do petróleo. Rio de Janeiro, outubro de 1948.
“ ‘Há vários interesses geopolíticos interferindo na crise da Petrobras’, afirma Luiz Gonzaga Belluzzo, ao lembrar que as petroleiras norte-americanas ficaram de fora da exploração de uma enorme reserva da área do pré-sal onde estão presentes companhias chinesas, associadas à estatal brasileira.
O professor da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) e eventual assessor da presidenta Dilma Rousseff analisa o escândalo em torno da operação Lava Jato a partir de um ângulo geopolítico e econômico, evitando o alarmismo da velha imprensa, que parece interessada em “modificar o regime da partilha e voltar ao de concessão”, segundo afirmou em entrevista à Carta Maior.
‘Claro que tudo isto que acontece na Petrobras tem importância geopolítica. Acredito que os Estados Unidos não se conformem em terem ficado de fora da exploração do campo de Libra, no leilão do ano passado, vencido por um consórcio de petroleiras chinesas, e todo o mundo sabe que a China quer disputar novos leilões na área do pré-sal, fortalecendo sua presença’ (...)”
Fonte: acervo memoria.petrobras.com.br
Quanto ao emprego do verbo haver no trecho “Há vários interesses geopolíticos interferindo na crise da Petrobras” do TEXTO 1, é certo afirmar que está:
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TEXTO 6

Posto de abastecimento da PETROBRAS. Início dos anos 1970.
“É um fato que terá impactos brutais no mundo globalizado, mas a mídia nacional prefere centrar seus holofotes na Petrobras, como se se tratasse de um caso único de depressão num ambiente de extrema alegria. (1) Desde junho, quando atingiu o pico de 115 dólares o barril, o preço do petróleo caiu pela metade. Nesta semana, o barril está sendo vendido na casa dos 60 dólares. Vários fatores se somaram para que isso acontecesse, mas você pode resumir a explicação na tradicional lei da demanda e da oferta. A produção de petróleo, hoje, supera amplamente o consumo. Isso está ligado à crise econômica mundial. Com sua economia se desacelerando, a China consome hoje muito menos petróleo do que fazia. O mesmo ocorre com outra potência, a Alemanha. Os Estados Unidos, tradicionalmente os maiores importadores, (2) está quase auto-suficiente, graças ao “shale oil” — saudado como uma revolução no campo energético.”
Fragmento do artigo “O que não estão contando para você sobre a crise mundial do petróleo”, publicado no periódico digital DIÁRIO DO CENTRO DO MUNDO (DCM), em dezembro de 2014, pelo jornalista Paulo Nogueira.
Fonte: acervo memoria.petrobras.com.br
No trecho (1), em destaque no TEXTO 6 dado, as vírgulas foram empregadas:
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TEXTO 11
O texto adiante é um fragmento de informação publicada, em setembro de 2014, na página eletrônica do Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ.

“UFRJ CARIOCA - Rio 450 Anos
- INSCRIÇÕES PRORROGADAS até 9/11
- INSCRIÇÕES PRORROGADAS até 9/11
Detalhes
Publicado em Quarta, 24 Setembro 2014 16:30
Em 2015 a mui heróica Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro completa 450 anos. A UFRJ é parte desta história... pelo menos desde 1792, quando foi criada a Academia Militar, que daria origem à nossa Escola Politécnica. Em 1808 nasceu a Faculdade de Medicina, em 1816 a Escola de Belas Artes, em 1818 o Museu Nacional, em 1848 o Conservatório de Música, hoje Escola de Música.
A UFRJ também se prepara para celebrar os 450 anos da cidade. Com esse objetivo, abrimos um canal de colaboração com o Comitê Rio 450, de modo a incorporar à programação oficial da cidade as atividades promovidas pela Universidade relativas à cidade e seu aniversário.”
São diversos os recursos existentes na estrutura e no manejo da língua e da linguagem capazes de assegurar a progressão do fluxo informacional de um texto e levar o discurso naturalmente adiante, tornando-o mais fluente adequado e inteligível. Entre as alternativas a seguir, marque aquela que torna coeso o segundo parágrafo do TEXTO 11:
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TEXTO 2
“Nas décadas de 1940 e 1950, a sociedade brasileira atravessava um momento de intensas transformações marcadas pelo início do processo de industrialização e pela redemocratização no pós-guerra. Neste contexto, diversos grupos sociais se organizaram para elaborar e discutir propostas para o desenvolvimento nacional. Um dos pontos centrais da discussão dizia respeito ao papel do Estado na economia. Alguns setores eram favoráveis a intervenção estatal, outros aplicando os princípios liberais, eram contrários. Devido ao significativo aumento na importação de combustíveis, os grupos interessados em discutir o desenvolvimento nacional precisavam apresentar propostas para aumentar a produção nacional de petróleo. Como o país estava em um regime democrático a solução para a falta de combustíveis deveria ser discutida publicamente. Assim, intelectuais, jornalistas, políticos, empresários, militares, estudantes, operários e funcionários públicos se posicionaram sobre a questão do petróleo em manifestações públicas, no Congresso Nacional, em jornais e revistas. A campanha “o petróleo é nosso” e a criação da Petrobras foram acontecimentos que marcaram esse momento.”
“O Petróleo é Nosso”: atuação e interesse dos grupos envolvidos na campanha que resultou na fundação da Petrobras por Celso Carvalho Jr. http://www.historiaehistoria.com.br/materia. cfm?tb=professores&id=55

Em relação ao trecho “Alguns setores eram favoráveis a intervenção estatal, outros aplicando os princípios liberais, eram contrários.”, do TEXTO 2, é correto afirmar que:
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TEXTO 10

Técnicos em Plataforma de perfuração de poços de petróleo em águas profundas (tecnologia nacional desenvolvida pela COPPE/UFRJ, em parceria com a PETROBRAS).
“A Petrobras entrou na década em que completa 60 anos pronta para consolidar a posição como líder mundial em produção de petróleo e gás natural em águas profundas. Com a descoberta do pré-sal, a proposta da companhia é incluir o Brasil no seleto grupo de países exportadores de petróleo. Para tanto, a meta é duplicar a produção até 2020, alcançando 4,2 milhões de barris de petróleo/dia. Mais que o dobro dos cerca de 2 milhões de barris/dia produzidos atualmente. Por isso, a Petrobras conta com a maior carteira de encomendas da indústria petrolífera mundial para os próximos cinco anos. Serão investidos US$ 236,7 bilhões em mais de 900 projetos.”
Exposição PETROBRAS em 60 momentos. Agência Petrobras
Fonte: acervo memoria.petrobras.com.br
No trecho “Com a descoberta do pré-sal, a proposta da companhia é incluir o Brasil no seleto grupo de países exportadores de petróleo.”, colhido do TEXTO 10; o uso da letra “h” na palavra em destaque deve-se ao fato de que ela:
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TEXTO 15
Fonte: http://g1.globo.com

Vista do Vidigal contrasta o Leblon inabitado do início do século passado com a Ipanema tomada por edificações de hoje (Foto: Augusto Malta e Marcello Cavalcanti / Divulgação)
Da demolição de cortiços à abertura da Avenida Rio Branco. Fotógrafo oficial do Rio de Janeiro, então Distrito Federal, o alagoano Augusto Malta documentou, a pedido do prefeito Pereira Passos, as transformações da Capital no início do século 20. Nunca mais a veremos senão pelos registros de pouquíssimos fotógrafos como Malta. Quase 100 anos depois, o designer e também fotógrafo Marcello Cavalcanti, de 34 anos, decidiu juntar o antigo e o novo, mesclando a obra de Augusto com fotografias atuais do Rio, prestes a completar seus 450 anos.
Adaptação de fragmento do texto da matéria “Fotógrafo
mescla imagens do Rio antigo com o atual”, publicada, em 06/01/2015 , na página eletrônica http://g1.globo.com
Em relação ao trecho “Nunca mais a veremos senão pelos registros de pouquíssimos fotógrafos como Malta.”, é correto afirmar que, quanto à sua colocação, o pronome oblíquo “a”, em destaque, está:
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