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Um modelo para ajudar a prever o tempo que vai durar um cartucho de impressora é dado por C(n) = an + b , em que C representa a quantidade (em gramas) do pó do cartucho e n representa o número de cópias que foram impressas. O cartucho começou com 100 gramas e hoje, após 500 cópias, está com 75 gramas. O valor de a nesse modelo é:
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André é servidor do quadro efetivo da UFRJ há dois anos. Em 05 de julho de 2014, ele registrou sua candidatura ao cargo de deputado estadual perante a Justiça Eleitoral. Como exercia cargo de chefia, André foi afastado de suas atividades e fez jus à licença para atividade política. Em 05 de outubro de 2014, ele foi eleito e em 15 de outubro retornou às atividades do seu cargo de servidor público na UFRJ. A posse dos parlamentares eleitos está agendada para ocorrer no dia 1º de fevereiro de 2015 e André deverá se afastar novamente do seu cargo efetivo para tomar investidura no cargo eletivo, permanecendo afastado do seu cargo na UFRJ até o término do mandato eletivo. Sabendo que André ainda está em estágio probatório e levando em consideração a previsão contida na Lei Federal Nº 8.112/90, pode-se afirmar que o seu estágio:
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TEXTO 5
Letra da MARCHA DA PENICILINA, a composição, de Klécius Caldas e Armando Cavalcanti, foi gravada por Linda Batista para o carnaval de 1954, em meio ao ambiente do debate nacional sobre o monopólio da exploração do petróleo brasileiro.
Ai!
Penicilina cura até defunto!
Ai!
Petróleo bruto faz nascer cabelo!
Mas ainda está pra nascer o doutor
Que cure a dor de cotovelo!
Ai, ai, ai!
(bis)
Vem desde os tempos de Adão
Esta dorzinha infernal.
Foi comer maçã,
Logo que mordeu,
O cotovelo doeu!
Penicilina cura até defunto!
Ai!
Petróleo bruto faz nascer cabelo!
Mas ainda está pra nascer o doutor
Que cure a dor de cotovelo!
Ai, ai, ai!
(bis)
Vem desde os tempos de Adão
Esta dorzinha infernal.
Foi comer maçã,
Logo que mordeu,
O cotovelo doeu!
Marque a alternativa que relaciona correta e ordenadamente as classes gramaticais de cada uma das palavras usadas no verso “Petróleo bruto faz nascer cabelo!” do TEXTO 5.
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TEXTO 7

Manifestação de petroleiros em defesa do monopólio estatal da exploração do petróleo brasileiro.
“A criação da Petrobras está diretamente relacionada ao movimento popular do início da década de 50 chamado “O petróleo é nosso”. O slogan ganhou as ruas e rompeu com o discurso vigente até então, de que apenas grandes consórcios internacionais seriam capazes de montar uma indústria petrolífera no Brasil.
Com a adesão popular, a força da campanha tem como resposta a Lei 2004. Aprovada no Congresso Nacional e assinada pelo então presidente Getúlio Vargas, no dia 3 de outubro de 1953, a lei dá origem a Petróleo Brasileiro S/A. – Petrobras. A partir desta data, a nova COMPANHIA assume o MONOPÓLIO da pesquisa, exploração e refino do petróleo no país, além de comercialização de derivados.
O movimento “O petróleo é nosso”, responsável pelo surgimento da Petrobras, é uma das páginas importantes da história do Brasil. Não apenas pelo debate de uma nova política energética para o país, mas pela própria mobilização que gerou, com a adesão de segmentos distintos da sociedade.”
Fonte: acervo memoria.petrobras.com.br
Marque a alternativa com as palavras que substituem, respectivamente, os dois termos destacados com letras maiúsculas e modificam o sentido desse período do TEXTO 7:
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TEXTO 1

I Convenção Nacional em Defesa do monopólio estatal do Petróleo. A Campanha “O Petróleo é nosso” defende formalmente o monopólio estatal para todas as fases da exploração do petróleo. Rio de Janeiro, outubro de 1948.
“ ‘Há vários interesses geopolíticos interferindo na crise da Petrobras’, afirma Luiz Gonzaga Belluzzo, ao lembrar que as petroleiras norte-americanas ficaram de fora da exploração de uma enorme reserva da área do pré-sal onde estão presentes companhias chinesas, associadas à estatal brasileira.
O professor da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) e eventual assessor da presidenta Dilma Rousseff analisa o escândalo em torno da operação Lava Jato a partir de um ângulo geopolítico e econômico, evitando o alarmismo da velha imprensa, que parece interessada em “modificar o regime da partilha e voltar ao de concessão”, segundo afirmou em entrevista à Carta Maior.
‘Claro que tudo isto que acontece na Petrobras tem importância geopolítica. Acredito que os Estados Unidos não se conformem em terem ficado de fora da exploração do campo de Libra, no leilão do ano passado, vencido por um consórcio de petroleiras chinesas, e todo o mundo sabe que a China quer disputar novos leilões na área do pré-sal, fortalecendo sua presença’ (...)”
Fonte: acervo memoria.petrobras.com.br
Cotejando as declarações de Luiz Gonzaga Belluzzo no TEXTO 1 com o noticiário da chamada grande mídia sobre a crise na PETROBRAS, é correto afirmar que o respeitado professor de economia da UNICAMP:
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TEXTO 6

Posto de abastecimento da PETROBRAS. Início dos anos 1970.
“É um fato que terá impactos brutais no mundo globalizado, mas a mídia nacional prefere centrar seus holofotes na Petrobras, como se se tratasse de um caso único de depressão num ambiente de extrema alegria. (1) Desde junho, quando atingiu o pico de 115 dólares o barril, o preço do petróleo caiu pela metade. Nesta semana, o barril está sendo vendido na casa dos 60 dólares. Vários fatores se somaram para que isso acontecesse, mas você pode resumir a explicação na tradicional lei da demanda e da oferta. A produção de petróleo, hoje, supera amplamente o consumo. Isso está ligado à crise econômica mundial. Com sua economia se desacelerando, a China consome hoje muito menos petróleo do que fazia. O mesmo ocorre com outra potência, a Alemanha. Os Estados Unidos, tradicionalmente os maiores importadores, (2) está quase auto-suficiente, graças ao “shale oil” — saudado como uma revolução no campo energético.”
Fragmento do artigo “O que não estão contando para você sobre a crise mundial do petróleo”, publicado no periódico digital DIÁRIO DO CENTRO DO MUNDO (DCM), em dezembro de 2014, pelo jornalista Paulo Nogueira.
Fonte: acervo memoria.petrobras.com.br
Quanto ao trecho (2) “está quase auto-suficiente”, também em destaque no TEXTO 6, é certo afirmar que apresenta concordância:
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TEXTO 15
Fonte: http://g1.globo.com

Vista do Vidigal contrasta o Leblon inabitado do início do século passado com a Ipanema tomada por edificações de hoje (Foto: Augusto Malta e Marcello Cavalcanti / Divulgação)
Da demolição de cortiços à abertura da Avenida Rio Branco. Fotógrafo oficial do Rio de Janeiro, então Distrito Federal, o alagoano Augusto Malta documentou, a pedido do prefeito Pereira Passos, as transformações da Capital no início do século 20. Nunca mais a veremos senão pelos registros de pouquíssimos fotógrafos como Malta. Quase 100 anos depois, o designer e também fotógrafo Marcello Cavalcanti, de 34 anos, decidiu juntar o antigo e o novo, mesclando a obra de Augusto com fotografias atuais do Rio, prestes a completar seus 450 anos.
Adaptação de fragmento do texto da matéria “Fotógrafo
mescla imagens do Rio antigo com o atual”, publicada, em 06/01/2015 , na página eletrônica http://g1.globo.com
Considerando o TEXTO 15, assinale a alternativa em que figuram os recursos de coesão utilizados para recuperar a expressão Rio de Janeiro:
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TEXTO 4
“FATOS - Cinema Brasileiro:
“O PETRÓLEO É NOSSO” - “O FEIJÃO É NOSSO”
“O PETRÓLEO É NOSSO” - “O FEIJÃO É NOSSO”
Lá pela metade da década de 40 foi desencadeada em todo o pais uma intensa campanha objetivando a defesa de nossas reservas de petróleo (vários campos petrolífero já haviam sido descobertos em anos anteriores). O sempre lembrado slogan era “O PETRÓLEO É NOSSO”. Esse movimento nacionalista foi o embrião da criação da Petrobrás, pelo Presidente Vargas, bons anos depois (em 1953). E o cinema brasileiro não deixaria passar em branco esse histórico acontecimento. Em 1954 foi feito um filme denominado “O Petróleo é Nosso” que, ao contrário do que possa parecer, não se tratava de nenhum trabalho ou documentário a respeito dessa mobilização nacional e a criação da importante estatal. Não satisfeitos, nossos cineastas ainda fizeram uma outra comédia (em 1956) com o título bem sugestivo de “O FEIJÃO É NOSSO”, apenas uma mera alusão à frase famosa sem nenhuma outra relação, é óbvio!”
Fonte: http://www.anosdourados.blog.br


Cartazes dos filmes O PETRÓLEO É NOSSO (de 1954)
e O FEIJÃO É NOSSO (de 1956)
e O FEIJÃO É NOSSO (de 1956)
Entre as alternativas adiante, assinale aquela que corrige os erros e imperfeições do trecho destacado no TEXTO 4:
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TEXTO 10

Técnicos em Plataforma de perfuração de poços de petróleo em águas profundas (tecnologia nacional desenvolvida pela COPPE/UFRJ, em parceria com a PETROBRAS).
“A Petrobras entrou na década em que completa 60 anos pronta para consolidar a posição como líder mundial em produção de petróleo e gás natural em águas profundas. Com a descoberta do pré-sal, a proposta da companhia é incluir o Brasil no seleto grupo de países exportadores de petróleo. Para tanto, a meta é duplicar a produção até 2020, alcançando 4,2 milhões de barris de petróleo/dia. Mais que o dobro dos cerca de 2 milhões de barris/dia produzidos atualmente. Por isso, a Petrobras conta com a maior carteira de encomendas da indústria petrolífera mundial para os próximos cinco anos. Serão investidos US$ 236,7 bilhões em mais de 900 projetos.”
Exposição PETROBRAS em 60 momentos. Agência Petrobras
Fonte: acervo memoria.petrobras.com.br
O tipo de concordância entre os termos destacados no primeiro período do TEXTO 10 é:
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TEXTO 9

Centros de Pesquisas da PETROBRAS no
campus da Cidade Universitária da UFRJ
campus da Cidade Universitária da UFRJ
“Ao final dos anos 80, a Petrobras se encontrava diante do desafio de produzir petróleo em águas abaixo de 500 metros, feito não conseguido então por nenhuma companhia no mundo. Num gesto de ousadia, decidiu desenvolver no Brasil a tecnologia necessária para produzir em águas até mil metros. O sucesso foi total. Menos de uma década depois, a Petrobras dispõe de tecnologia comprovada para produção de petróleo em águas muito profundas. O último recorde foi obtido em janeiro de 1999 no campo de Roncador, na Bacia de Campos, produzindo a 1.853 metros de profundidade. Mas a escalada não para. Ao encerrar-se a década, a empresa prepara-se para superar, mais uma vez, seus próprios limites. A meta, agora, são os 3 mil metros de profundidade, a serem alcançados mediante projetos que aliam a inovação tecnológica à redução de custos.”
Exposição PETROBRAS em 60 momentos. Agência Petrobras
Fonte: acervo memoria.petrobras.com.br
O tipo textual predominante que caracteriza o TEXTO 9 é a:
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