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O texto adiante é um trecho de entrevista de Jean Marc Van der Weid – ex-estudante de Engenharia Química da UFRJ (1966) e presidente da UNE (1969) – que integra publicação da UFRJ. Leia-o, atentamente, e responda à questão proposta a seguir.
“Em 68, por exemplo, uma parte significativa das lideranças do movimento estudantil vai para a luta armada, para a clandestinidade e sofre as conseqüências dessa opção, por que as relações de forças eram extremamente negativas, e há um massacre. A esquerda simplesmente deixa de existir como força organizada por um período significativo, eu diria até, 76, 77. No final de 78, a esquerda está reduzida a quase nada, com ações muito fragmentadas aqui e ali. Então uma parte dessa vanguarda do movimento estudantil some nesse momento. Outros foram encontrando outros caminhos (...)”.
Quanto à tipologia textual, podemos afirmar que no trecho predominam as características do texto:
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Mota (2012) analisa os desafios teóricos, éticos, políticos e prático-operativos para o Serviço Social ante a crise global do capital, cuja magnitude se expressa também no quadro de desigualdade que assola as principais economias do mundo. Para a autora, os desafios em questão apontam para a centralidade da dimensão ético-profissional do Serviço Social e a necessidade de se historicizar as condições do exercício da profissão e requerem mediações relativas à:
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J.Carlos. chargistaclaudio.zip.net Henfil Henfil
Prestígio, poder, estabilidade, reconhecimento, vantagens pecuniárias – para o “bem” e o “bom” e para o “mal” e o “mau” –, sempre foram fortes atrativos para o ingresso na administração pública. Da nobreza intrínseca à coisa pública ao justo desmascaramento de mazelas e malandragens com instrumentos do Estado, o trabalho nas diversas esferas e estruturas da gestão pública é objeto do olhar crítico da sociedade e da arte, como demonstram as ilustrações acima. Nos termos da Lei Federal n° 8.112, de 1990, cargo público é:
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Em 27 de março último, o Conselho Universitário da UFRJ aprovou a criação do Ano da Memória e Verdade da universidade. Especialmente entre 1º de abril de 2014 e 1º de abril de 2015, diversas iniciativas coordenadas pela Comissão da Memória e Verdade da instituição discutirão os anos de ditadura militar marcados por graves violações de direitos na sociedade, nas instituições universitárias, em geral, e na UFRJ, em especial. O texto adiante é o da Nota Pública da COMISSÃO NACIONAL DA VERDADE publicada em 30 de março de 2014. Leia-o, atentamente, e responda à questão proposta a seguir.
50 anos do golpe de Estado de 1964
Há cinquenta anos um golpe de estado militar destituiu o governo constitucional do presidente João Goulart. Instaurou por longo tempo no país um regime autoritário que desrespeitava os direitos humanos; no qual os direitos sociais de muitos eram ignorados; em que os opositores e dissidentes foram rotineiramente perseguidos com a perda dos direitos políticos, a detenção arbitrária, a prisão e o exílio; onde a tortura, os assassinatos, os desaparecimentos forçados e a eliminação física foram sistematicamente utilizados contra aqueles que se insurgiam. Neste cinquentenário, a Comissão Nacional da Verdade quer homenagear essas vítimas e reafirmar sua determinação em ajudar a construir um Brasil cada vez mais democrático e mais justo.
A Comissão Nacional da Verdade nasceu com o objetivo de examinar e esclarecer as graves violações de direitos humanos praticadas no período. (1) Baseia-se na convicção de que a verdade histórica tem como objetivo não somente a afirmação da justiça, mas também preparar a reconciliação nacional, como vem assentado no seu mandato legal. Esteia-se na certeza de que o esclarecimento circunstanciado dos casos de tortura, morte, desaparecimento forçado, ocultação de cadáver e sua autoria, a identificação de locais, instituições e circunstâncias relacionados à prática de violações graves de direitos humanos, constituem dever elementar da solidariedade social e imperativo da decência, reclamados pela dignidade de nosso país. (2) Não deveria haver brasileiro algum ou instituição nacional alguma que deles se furtassem sob qualquer pretexto.
No ano passado comemoramos os vinte cinco anos da promulgação da Constituição Brasileira de 1988. Oitenta e dois milhões de brasileiros nasceram sob o regime democrático. Mais de oitenta por cento da população brasileira nasceu depois do golpe militar. O Brasil que se confronta com o trágico legado de 64, passados cinquenta anos, é literalmente outro. O país se renovou, progrediu e busca redefinir o seu lugar no concerto das nações democráticas. Não há por que hesitar em incorporar a esta marcha para adiante a revisão de seu passado e a reparação das injustiças cometidas. (3) Pensamos ser este o desejo da maioria. É certamente o sentido do trabalho da Comissão Nacional da Verdade.
Os trechos (1) Baseia-se na convicção de que a verdade histórica tem como objetivo não somente a afirmação da justiça, mas também preparar a reconciliação nacional, como vem assentado no seu mandato legal e (3) Pensamos ser este o desejo da maioria, destacados na Nota Pública, indicam o entendimento da Comissão Nacional da Verdade de que:
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- Legislação PrevidenciáriaResoluções do CNASResolução CNAS 145/2004: Política Nacional de Assistência Social
Assinale a alternativa que apresenta a modalidade de proteção afiançada pela Política Nacional de Assistência Social a ser concretizada quando a exclusão social conduzir à violação de direitos, envolvendo situações de risco nas quais os vínculos familiar e comunitário não foram rompidos.
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Para Netto (2004), a renovação do Serviço Social é impensável sem a referência à dinâmica e à crise do movimento da autocracia burguesa. Assinale a opção que condiz com o entendimento desse autor sobre a ditadura militar.
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“O desenvolvimento do indivíduo em relação ao seu potencial individual, melhoria dos relacionamentos e funcionamento da capacitação social e da ação social, é reconhecido como sendo objetivo do Serviço Social de Grupo. O assistente social atua dentro de uma estrutura de valores sociais”. (KONOPKA, G. Serviço Social de Grupo: um processo de ajuda. Rio de Janeiro: Zahar, 1972). Outros elementos do Serviço Social de Grupo estão elencados abaixo, EXCETO na alternativa:
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A política social focalizada no combate à pobreza é tema controverso no Serviço Social. Freitas et alii. (2011), ao analisarem a relação entre profissionais e usuários frente aos programas de transferência de renda, identificam relatos colidentes de assistentes sociais, pois estes, ao mesmo tempo em que questionam a estreiteza do benefício, contraditoriamente querem direcionar os usuários no uso efetivo dos valores recebidos. Diante da relação entre assistente social e usuário, as autoras consideram que a posição do profissional parece:
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Segundo Mioto (2008), o processo de supervalorização da família, especialmente no âmbito das políticas públicas, é um fenômeno decorrente de um projeto neoliberal instaurado em escala global e tem se configurado de diferentes formas nos diversos países. Tal processo se incrementa nos países pobres tradicionalmente marcados por desigualdades sociais de caráter estrutural e por sistemas de proteção social de caráter familista. Na realidade de muitos países latino-americanos este momento marca o início da era:
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“Avaliação, como técnica e estratégia investigativa, é um processo sistemático de fazer perguntas sobre o mérito e a relevância de determinado assunto, proposta ou programa”. Assim, Minayo et alii. (2005), discorrendo sobre a construção dos instrumentos qualitativos e quantitativos, NÃO estão de acordo com a seguinte observação:
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