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- Linguagens e Suportes MidiáticosProdução AudiovisualRoteiro, Produção e Edição de Conteúdo Audiovisual e Cinematográfico
Antes do advento da edição não linear, as grandes produtoras e finalizadoras se viam obrigadas a dispor de uma ilha de edição com vários VTRs, de modo a evitar sucessivas gerações da imagem, frente à necessidade de compô-las através da utilização de takes gravados em chromakey, imagens de fundo, material videográfico produzido no computador e separado em imagem de vídeo e imagem de máscara. Em razão da grande quantidade de equipamentos e do investimento demandado, o custo da hora de edição nessa ilha era elevado. Contudo, em determinados momentos do processo de pós-produção é necessário apenas decupar o material gravado, selecionar os melhores takes, produzir uma fita matriz, não sendo necessário, portanto, uma ilha de edição com tantos equipamentos e recursos, como a inicialmente descrita. A alternativa seria dispor outras ilhas com quantidade menor de equipamentos e recursos, mas funcionais e satisfatórias para realizar esse trabalho prévio que, por conseguinte, implicava também um custo de hora de edição mais baixo. Atualmente, com o advento do uso de computadores e da edição não-linear, aplicou-se este mesmo modelo produtivo para ilhas com estações de trabalho com mais recursos, com processadores mais rápidos, grande quantidade de espaço para armazenamento de dados, dentre outros, utilizadas para o processo final de pós-produção, e outras estações de menor porte e menos recursos, para a realização de trabalhos iniciais que demandam menos recursos de processamento e armazenamento, correlatas à descrição das ilhas de edição lineares utilizadas para as atividades iniciais do processo de pós-produção.
O texto acima se refere ao processo produtivo denominado:
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Um Técnico Bioterista adoeceu gravemente e, por uma falha na comunicação, nenhum dos demais técnicos realizou a troca de suas caixas de camundongos. Quando o mesmo retornou ao trabalho, encontrou três caixas com filhotes. Os mesmos apresentavam tais características:
Caixa 1: Filhotes com olhos fechados e com as orelhas totalmente descoladas da cabeça.
Caixa 2: Filhotes com olhos fechados e orelhas começando a se descolar da cabeça.
Caixa 3: Filhotes com olhos fechados, mais da metade das orelhas descoladas da cabeça e uma penugem no dorso.
Assinale a alternativa que apresenta a melhor estimativa da idade dos filhotes, respectivamente.
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Após a identificação do crescimento do número de ocorrências de acidentes na Cidade Universitária, técnicos da Prefeitura da UFRJ decidiram implementar Linhas de Estímulo à Redução de Velocidade – LRV, nos trechos de retas que antecedem as travessias elevadas do Campus, onde a velocidade máxima é estabelecida em 50km/h. Com base nessas informações e observando as normas do CONTRAN, identifique a opção que indique, respectivamente:
• A largura das linhas (LRV).
• No sentido do fluxo, a distância entre a última linha (LRV) e o início da rampa da travessia.
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Os esgotos sanitários são caracterizados, entre outros, pela ________(1), que corresponde à quantidade de oxigênio consumido na degradação da matéria orgânica no meio aquático por processos biológicos, sendo expresso em miligramas por litro (mg/L), e pela ________(2), que corresponde à quantidade de oxigênio necessária para oxidação da matéria orgânica de uma amostra por meio de um agente químico, como o dicromato de potássio. ________(3) corresponde ao fenômeno causado pelo excesso de nutrientes numa massa de água, provocando um aumento excessivo de algas. Este aumento da biomassa pode levar a uma diminuição do ________(4). Assinale a alternativa que completa corretamente o texto apresentado:
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TEXTO:
Aquecimento global: passou a hora de agir
Novos estudos reforçam as evidências sobre a decisiva contribuição humana para o aumento da temperatura média do planeta.
Os resultados divulgados na semana passada pelo IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas, em tradução de sua sigla em inglês) reforçaram o que já era de conhecimento até, plagiando Mino Carta, do mundo mineral. O relatório mais uma vez ratifica que o ser humano e suas atividades de alto impacto ambiental têm causado mudanças substanciais na dinâmica climática do planeta. A emissão dos chamados gases de efeito estufa continua, desculpe o trocadilho, a todo vapor e os problemas acarretados por esse fenômeno só tendem a piorar dramaticamente o que já está afetando a vida de bilhões de pessoas.
Tudo bem que não é necessário ser cientista para perceber que alguma coisa muito errada já vinha acontecendo com o nosso clima e não é de hoje. Os fenômenos climáticos extremos estão cada vez mais presentes em nosso cotidiano. Mas nada melhor do que estudiosos gabaritados para respaldar com informações e pesquisas exaustivas a constatação de que o aquecimento global é sim uma realidade nua e crua. Gostem ou não gostem nossas autoridades públicas, dirigentes de grandes corporações, especuladores e representantes do mercado financeiro, todos tão zelosos por seus interesses mais particulares que coletivos, será preciso agir para salvar os dedos mesmo que seja necessário entregar alguns poucos anéis.
De qualquer forma, o novo relatório do IPCC apontou, entre suas principais conclusões, que não há mais como duvidar do aquecimento global e da ação humana para esse fenômeno. E, a partir dessa constatação, para que não ultrapassemos dois graus Celsius no aumento da temperatura média na Terra, seria necessário interromper imediatamente a emissão de gases de efeito estufa, produzidos principalmente pela queima de combustíveis fósseis (petróleo, carvão, gás natural, etc.).
O lado mais pessimista do texto conclui ser o aquecimento do planeta algo irreversível. Seria necessária, para evitar piores resultados no futuro próximo, uma imediata e inadiável ação em escala global. Certo também, como apontado pelo documento, é que neste exato momento não estamos preparados para enfrentar essas mudanças.
Segurança Alimentar
O relatório reserva um espaço importante para abordar a produção de alimentos. No estudo anterior, divulgado em 2007, o IPCC levantava a hipótese de que o aumento da temperatura poderia beneficiar a agricultura de regiões mais frias, o que talvez compensasse as perdas em outras áreas mais quentes. Neste novo texto, essa possibilidade ficou descartada, pois os impactos negativos que já vem sendo registrados em culturas fundamentais, como arroz, milho e trigo, não serão capazes de equilibrar a oferta de alimentos. Aliás, entre os maiores perigos destacados pelo IPCC está justamente o aumento no preço dos principais gêneros alimentícios, um dos mais preocupantes.
A perda de áreas agricultáveis devido ao calor excessivo deve aumentar as causas de instabilidade que já afetam um grande número de países. A fome e as imigrações forçadas tendem a se multiplicar e trazer ainda mais sofrimento para milhões de pessoas, principalmente as que vivem nas nações mais pobres e desprovidas de uma boa infraestrutura para enfrentar os problemas criados pelo aquecimento global.
Por mais fatalista que seja o novo relatório das mudanças climáticas, não nos resta outra atitude a não ser enfrentá-las seriamente. Os fatos estão aí à disposição de todos. Se já era difícil entender a letargia de nossos líderes mesmo com tantas evidências, agora diante dessas novas comprovações resta perguntar:
o que mais será preciso para começar a agir?
(Fonte: CANTO, Reinaldo. Aquecimento global: passou a hora de agir. Carta Capital. Disponível em: http://www.cartacapital. com.br/sustentabilidade/aquecimento-global-passou-a-horade-agir-1509.html. Acesso em: 26 abr. 2014)
Na frase-título do texto “Aquecimento global: passou a hora de agir”, nota-se uma mudança de significação do verbo grifado, também verificada em:
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TEXTO:
Aquecimento global: passou a hora de agir
Novos estudos reforçam as evidências sobre a decisiva contribuição humana para o aumento da temperatura média do planeta.
Os resultados divulgados na semana passada pelo IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas, em tradução de sua sigla em inglês) reforçaram o que já era de conhecimento até, plagiando Mino Carta, do mundo mineral. O relatório mais uma vez ratifica que o ser humano e suas atividades de alto impacto ambiental têm causado mudanças substanciais na dinâmica climática do planeta. A emissão dos chamados gases de efeito estufa continua, desculpe o trocadilho, a todo vapor e os problemas acarretados por esse fenômeno só tendem a piorar dramaticamente o que já está afetando a vida de bilhões de pessoas.
Tudo bem que não é necessário ser cientista para perceber que alguma coisa muito errada já vinha acontecendo com o nosso clima e não é de hoje. Os fenômenos climáticos extremos estão cada vez mais presentes em nosso cotidiano. Mas nada melhor do que estudiosos gabaritados para respaldar com informações e pesquisas exaustivas a constatação de que o aquecimento global é sim uma realidade nua e crua. Gostem ou não gostem nossas autoridades públicas, dirigentes de grandes corporações, especuladores e representantes do mercado financeiro, todos tão zelosos por seus interesses mais particulares que coletivos, será preciso agir para salvar os dedos mesmo que seja necessário entregar alguns poucos anéis.
De qualquer forma, o novo relatório do IPCC apontou, entre suas principais conclusões, que não há mais como duvidar do aquecimento global e da ação humana para esse fenômeno. E, a partir dessa constatação, para que não ultrapassemos dois graus Celsius no aumento da temperatura média na Terra, seria necessário interromper imediatamente a emissão de gases de efeito estufa, produzidos principalmente pela queima de combustíveis fósseis (petróleo, carvão, gás natural, etc.).
O lado mais pessimista do texto conclui ser o aquecimento do planeta algo irreversível. Seria necessária, para evitar piores resultados no futuro próximo, uma imediata e inadiável ação em escala global. Certo também, como apontado pelo documento, é que neste exato momento não estamos preparados para enfrentar essas mudanças.
Segurança Alimentar
O relatório reserva um espaço importante para abordar a produção de alimentos. No estudo anterior, divulgado em 2007, o IPCC levantava a hipótese de que o aumento da temperatura poderia beneficiar a agricultura de regiões mais frias, o que talvez compensasse as perdas em outras áreas mais quentes. Neste novo texto, essa possibilidade ficou descartada, pois os impactos negativos que já vem sendo registrados em culturas fundamentais, como arroz, milho e trigo, não serão capazes de equilibrar a oferta de alimentos. Aliás, entre os maiores perigos destacados pelo IPCC está justamente o aumento no preço dos principais gêneros alimentícios, um dos mais preocupantes.
A perda de áreas agricultáveis devido ao calor excessivo deve aumentar as causas de instabilidade que já afetam um grande número de países. A fome e as imigrações forçadas tendem a se multiplicar e trazer ainda mais sofrimento para milhões de pessoas, principalmente as que vivem nas nações mais pobres e desprovidas de uma boa infraestrutura para enfrentar os problemas criados pelo aquecimento global.
Por mais fatalista que seja o novo relatório das mudanças climáticas, não nos resta outra atitude a não ser enfrentá-las seriamente. Os fatos estão aí à disposição de todos. Se já era difícil entender a letargia de nossos líderes mesmo com tantas evidências, agora diante dessas novas comprovações resta perguntar:
o que mais será preciso para começar a agir?
(Fonte: CANTO, Reinaldo. Aquecimento global: passou a hora de agir. Carta Capital. Disponível em: http://www.cartacapital. com.br/sustentabilidade/aquecimento-global-passou-a-horade-agir-1509.html. Acesso em: 26 abr. 2014)
Relendo o trecho “O relatório reserva um espaço importante para abordar a produção de alimentos. No estudo anterior, divulgado em 2007, o IPCC levantava a hipótese de que o aumento da temperatura poderia beneficiar a agricultura de regiões mais frias, o que talvez compensasse as perdas em outras áreas mais quentes” (5º parágrafo), a utilização da expressão em destaque tem a função de:
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Ao efetuarem um balanço dos programas de ação afirmativa no Brasil, Paiva (2013) e Heringer (2013) concluem que:
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Com relação a sistemas de armazenamento é correto afirmar que:
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As disputas nos tribunais têm sido a estratégia para resolução de dificuldades no acesso a procedimentos médicos e a medicamentos para os usuários do SUS. São inúmeras as situações em que as prescrições de tratamento não estão contempladas na política de saúde e que tratamentos experimentais não foram inclusos nos protocolos terapêuticos. Esse fenômeno recente que envolve gestores e profissionais da saúde, usuários e a indústria farmacêutica é denominado de:
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Sobre as teses que marcam a natureza do Serviço Social, Montaño (2011) analisa a presença de uma interpretação da profissão que entende o Serviço Social como a profissionalização, organização e sistematização da caridade e da filantropia. A respeito desse debate é possível inferir que:
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