Magna Concursos

Foram encontradas 1.580 questões.

640593 Ano: 2014
Disciplina: Biologia
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
Os radioisótopos têm sido largamente utilizados em estudos de geocronologia, os quais são essenciais em análises ambientais do passado. Nesse sentido, indique qual item a seguir reflete um uso correto de radioisótopos em estudos paleoambientais.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
640569 Ano: 2014
Disciplina: Administração Pública
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
Provas:
A transferência de determinado nível de autoridade de um chefe para seu subordinado, criando correspondente responsabilidade pela execução de uma tarefa, é a definição de:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto a seguir:
O VERDE DA MODA
Muita gente acha que clorofila faz bem à saúde. Os estudiosos dizem que é bobagem. Todo mundo aprende na escola que a clorofila, aquele pigmento que dá cor verde às plantas, está na base da fotossíntese – o processo pelo qual os vegetais, na presença de luz solar, absorvem o gás carbônico da atmosfera e liberam oxigênio. Fundamental na natureza, a clorofila desde há muito tem o papel de coadjuvante nos produtos de higiene pessoal. É adicionada a pastas de dentes e desodorantes, por causa da sensação de frescor que propicia. De uns tempos para cá, no entanto, os naturebas começaram a divulgar que a substância é capaz de operar verdadeiros milagres também nos corpinhos que não têm caule, folhas e frutos. Ela limparia a corrente sanguínea, fortaleceria o sistema imunológico, revitalizaria o cérebro, diminuiria a depressão, retardaria o envelhecimento, evitaria a ressaca e – pasme – até ajudaria no tratamento de doenças como o câncer e a Aids. Como há quem acredite em tudo (e também quem ganhe dinheiro com tudo), o consumo de clorofila não tardou a virar moda. Ela passou a ser vendida na forma de sucos, sorvetes e cremes e loções para o corpo. A última novidade vem do Havaí. Uma empresa daquele Estado americano lançou o primeiro desodorante em comprimido à base de clorofila. Uma pastilha pela manhã, outra à noite e tchan, tchan, tchan: em no máximo quatro dias, o usuário já sentiria uma mudança incrível. Qual seria ela? “Todos os odores do organismo desaparecem”, diz Eddie Onouye, um dos donos do laboratório que fabrica o tal desodorante. Essa história de clorofila está deixando verdes de raiva os estudiosos mais sérios. Eles afirmam que tudo não passa de mais uma bobagem destinada a enganar quem tem QI de pterodófita. “O consumo de clorofila não serve para nada”, esclarece a professora Ursula Lanfer Marquez, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo. O motivo é simples: as moléculas da substância não são absorvidas pelo organismo. Os defensores do modismo argumentam que, uma vez ingerida, a molécula de clorofila se quebra e libera magnésio, mineral importante para os ossos, dentes, músculos e para a transmissão de impulsos nervosos. “Nem sempre há essa liberação de magnésio e, quando há, as suas quantidades são tão pequenas que não têm nenhum efeito”, explica Ursula. Para ingerir magnésio, basta comer bem. O mineral é encontrado na maioria dos alimentos – laticínios, peixes, carne, frutos do mar, maçã, abacate, banana, feijão, rúcula, batata e agrião, entre outros.
(NEIVA, Paula Beatriz. Revista Veja, edição 1746, 10 abr. 2002, p. 73)
O conectivo que pode ser utilizado entre as frases do subtítulo, reforçando a ideia pretendida, segundo o ponto de vista do texto, é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Dentre as alternativas a seguir, assinale aquela que apresenta corretamente dispositivo referente à seguridade social:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
640524 Ano: 2014
Disciplina: Libras
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
Uma das maneiras de caracterizar o parâmetro Movimento identificado na LIBRAS, estabelecido por Ferreira Brito (1995), é observar seus aspectos relativos à:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
640478 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
Provas:
Em termos comerciais, a definição: revestimento flexível, espalhado e comprimido a quente, resultante de mistura, a quente em usina, dos agregados, material mineral graduado, material de enchimento e ligante betuminoso, refere-se a:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
640476 Ano: 2014
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
A versão 5 da linguagem HTML traz consigo importantes mudanças quanto ao papel do HTML no mundo da Web, através de novas funcionalidades, como semântica e acessibilidade. Assinale a alternativa que apresenta exemplos de novos elementos da nova versão dessa linguagem.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
640457 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
Provas:
TEXTO: Carro: o cigarro do século 21?
(Reinaldo Canto)
Até pouco tempo incontestável, o automóvel já não ocupa mais o mesmo lugar no imaginário das pessoas.
Muita gente talvez não concorde. Pode ser também que exista uma dose de exagero na afirmação. Ou será que não? O certo é que temos observado um inédito questionamento ao império do automóvel.
Soberano ao longo de muitos anos e cercado de toda admiração. Assim foi a trajetória do carro. Agora muitas vozes se levantam contra ele como um grande problema, a perturbar a vida de todos. Aliás, não parece estar ocorrendo um fenômeno semelhante ao ocorrido com o cigarro no século passado? Portanto, guardadas as devidas proporções, será realmente loucura pensar que não assistiremos no século 21 com os veículos de transporte individual o mesmo que ocorreu no passado com o cigarro?
No passado, fumar representava um símbolo de status, charme e elegância. Durante um bom período o consumo de cigarros foi objeto do desejo de inúmeras gerações. Os muitos jovens até arriscavam levar surras paternas se fossem pegos no ato. Celebrizado, entre outros, por Clark Gable, Cary Grant, Rita Hayworth, James Dean e Clint Eastwood, os ícones do cinema entre os anos 40 e 60. Todo mundo que se prezava, naquela época, fumava. E o que aconteceu com o passar do tempo e os mais do que comprovados problemas causados pelo cigarro? Quase a demonização do ato de fumar!
Para as novas gerações fica até difícil explicar que, na maior parte do século 20, fumar em qualquer lugar era a coisa mais comum do mundo. Em bares, restaurantes e até mesmo dentro de claustrofóbicos aviões, os fumantes viviam o auge de seu vício com toda a liberdade. Hoje todos nós sabemos sobre os males causados pelo fumo, inclusive para aqueles expostos à fumaça de cigarros alheios, o chamado fumante involuntário. Cigarro mata e ponto final!
A publicidade ainda tinha o desplante de vincular o fumo à virilidade e à prática de atividades esportivas. Uma barbaridade digna de criminosos!! Não foi por outra razão que, posteriormente, a propaganda de cigarros foi banida dos meios de comunicação.
Bem, não dá para afirmar o mesmo em relação aos carros, ou será que é possível fazer essa relação? Dados divulgados pela ONG Saúde e Sustentabilidade em parceria com vários estudiosos, entre eles, o médico e pesquisador da USP Paulo Saldiva, mostram que a poluição no estado de São Paulo, foi responsável pela morte de quase 100 mil pessoas em seis anos. Só em 2011, a pesquisa revelou que o ar contaminado, boa parte dele vindo de escapamentos de veículos, contribuiu para a morte de mais de 17 mil e 400 pessoas. Esse trabalho é o primeiro de abrangência estadual que fez uma relação direta entre índices de poluição e número de mortes. Portanto, temos aí uma relação carro e saúde semelhante como no passado foi feito entre cigarro e saúde.
Outro interessante ponto de convergência das trajetórias do cigarro e do automóvel está localizado no exercício de sua prática. Como disse antes, fumar era algo exercido com total liberdade até começarem a surgir diversas leis obrigando a exercer o hábito a lugares pré-determinados e o veto total a outros. Hoje em dia, o pobre fumante se vê quase num ato clandestino e de banimento social para poder dar algumas boas tragadas. Isso em prol da saúde coletiva.
Em relação aos carros algo parecido está em processo acelerado de implantação. Recentemente a prefeitura de São Paulo definiu que a velocidade máxima na cidade passou de 60 para 40 quilômetros por hora. A ação visa reduzir as mortes de pedestres e ciclistas vitimados entre outras razões pelo excesso de velocidade. Se somarmos essa a outras medidas em vigor como o rodízio de veículos, a proibição de circular em faixas de ônibus e as restrições para locais de estacionamento, teremos aí mais exemplos de coerção ao livre uso do carro, até pouco tempo praticamente “dono” das ruas e avenidas das cidades contra qualquer planejamento minimamente civilizado de mobilidade urbana que buscasse uma convivência pacífica com outros usuários de transporte público, pedestres e ciclistas.
Sonho da juventude. Quem, como eu, já entrou na casa dos 50 anos de idade sabe bem o que um garoto ou garota de minha época sonhava em ter os 18 anos. Até outras gerações posteriores enxergavam e ainda enxergam no fato de ter um carro o alcance definitivo do mundo adulto e da independência. Isso, claro, ainda não mudou, mas parece ir por um caminho bem diferente.
Uma tendência observada em pesquisas realizadas na Inglaterra e nos Estados Unidos é que os jovens desses países já não possuem o mesmo desejo por veículos particulares. Eles acham mais interessante utilizar transporte público como ônibus e metrô e até mesmo andar de bicicleta. As pesquisas mostram que eles não estão dispostos a gastar boa parte de seus recursos na manutenção de um automóvel. E, além de mais barato, também consideram mais saudável o uso cotidiano de outras modalidades de transporte. Isso significa que a posse do carro próprio está perdendo o encanto? Com o cigarro não se passou algo bastante parecido?
(Fonte: CANTO, Reinaldo. Carro: o cigarro do século 21? Carta Capital. Disponível em: http://www.cartacapital.com.br/sustentabilidade/carro-o-cigarro-do-seculo-21-4760.html. Acesso em: 26 abr. 2014).
“A publicidade ainda tinha o desplante de vincular o fumo à virilidade e à prática de atividades esportivas. “. A opção em que a crase segue a mesma regra desse trecho é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Assinale a alternativa que indica o nome do responsável pela revolução na impressão, no século XV, com a criação de tipos móveis que permitiam revisar e corrigir um texto antes da impressão.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
640448 Ano: 2014
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ

Observe o algoritmo:

1 variáveis

2 a, c: real

3 inicio

4 a ← 4

5 c ← 6

6 c ←c + a

7 c ← c - a

8 c ← c + 1

9 escreva(“O Resultado de C é: “ , c)

10 fim

Com base no algoritmo apresentado, assinale a alternativa correta.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas