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Foram encontradas 60 questões.

Danilo, cidadão brasileiro, deseja obter informações constantes de um processo de licitação instaurado na UFRJ para contratar empresa responsável pela segurança na Universidade. Ao recorrer à Administração, recebeu a informação de que não poderia ter vista dos autos, pois todo o processo de licitação é sigiloso e que a Universidade não se subordinava à Lei nº 12.527/11, que regula o acesso à informação. Em relação ao caso, é correto afirmar que a UFRJ agiu:

 

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Vicente é servidor público federal e há um ano utiliza recursos e materiais da repartição para realizar atividades particulares. Descoberto pela chefia imediata, ele foi convocado para prestar esclarecimentos. Apesar de ter pedido desculpas e explicado que cometera tal infração por necessidade, não ficou isento do processo administrativo disciplinar, instaurado para apurar a ilegalidade cometida por ele. A Comissão já concluiu os trabalhos e, agora, precisa decidir qual pena será aplicada ao servidor. Nos termos da Lei nº 8.112/90, assinale a alternativa que contém a pena que deverá ser aplicada a Vicente.

 

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A Lei nº 8.112/90 define a remuneração como vencimento do cargo efetivo, acrescido de vantagens pecuniárias permanentes estabelecidas em lei. A fixação do valor da remuneração dos servidores demanda a edição de lei, observada a iniciativa privativa em cada caso. Com base no conceito de remuneração apresentado na Lei nº 8.112/90, bem como na Constituição Federal de 1988, assinale a alternativa correta.

 

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A estabilidade no serviço público é um direito constitucional, que encontra fundamento no Princípio da Impessoalidade da Administração Pública. Trata-se de uma garantia do servidor, aprovado em estágio probatório, contra as arbitrariedades da Administração. Carla, servidora pública federal há um ano, nomeada para o cargo de provimento efetivo em virtude de concurso público, encontra-se em estágio probatório. Nos termos da Constituição Federal, Carla vai adquirir a estabilidade:

 

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TEXTO 7
Questão de pontuação
Todo mundo aceita que ao homem
cabe pontuar a própria vida:
que viva em ponto de exclamação
(dizem: tem alma dionisíaca);
viva em ponto de interrogação
(foi filosofia, ora é poesia);
viva equilibrando-se entre vírgulas
e sem pontuação (na política):
o homem só não aceita do homem
que use a só pontuação fatal:
que use, na frase que ele vive,
o inevitável ponto final.
João Cabral de Melo Neto. Museu de tudo e depois.
Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1988.
No verso “viva equilibrando-se entre vírgulas”, o verbo em destaque refere-se a/recupera o termo:
 

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TEXTO 7
Questão de pontuação
Todo mundo aceita que ao homem
cabe pontuar a própria vida:
que viva em ponto de exclamação
(dizem: tem alma dionisíaca);
viva em ponto de interrogação
(foi filosofia, ora é poesia);
viva equilibrando-se entre vírgulas
e sem pontuação (na política):
o homem só não aceita do homem
que use a só pontuação fatal:
que use, na frase que ele vive,
o inevitável ponto final.
João Cabral de Melo Neto. Museu de tudo e depois.
Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1988.
Em relação aos versos “que use, na frase que ele vive,/o inevitável ponto final.”, é correto afirmar que se referem, poética e respectivamente, a:
 

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TEXTO 7
Questão de pontuação
Todo mundo aceita que ao homem
cabe pontuar a própria vida:
que viva em ponto de exclamação
(dizem: tem alma dionisíaca);
viva em ponto de interrogação
(foi filosofia, ora é poesia);
viva equilibrando-se entre vírgulas
e sem pontuação (na política):
o homem só não aceita do homem
que use a só pontuação fatal:
que use, na frase que ele vive,
o inevitável ponto final.
João Cabral de Melo Neto. Museu de tudo e depois.
Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1988.
Nesse belíssimo poema, João Cabral estabelece relações entre as atitudes e escolhas humanas diante da vida e os sinais de pontuação. Para tanto, o poeta usa uma figura de linguagem. Assinale a alternativa que a apresenta.
 

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TEXTO 6
Canto II dos POEMAS AOS HOMENS
DO NOSSO TEMPO, de Hilda Hilst
II
Amada vida, minha morte demora.
Dizer que coisa ao homem,
Propor que viagem? Reis, ministros
E todos vós, políticos,
Que palavra além de ouro e treva
Fica em vossos ouvidos?
Além de vossa RAPACIDADE
O que sabeis
Da alma dos homens?
Ouro, conquista, lucro, logro
E os nossos ossos
E o sangue das gentes
E a vida dos homens
Entre os vossos dentes.
http://www.hildahilst.com.br.cpweb0022.
servidorwebfacil.com/obras.php?categoria=4&id=53
Nos versos:
“Além de vossa RAPACIDADE
O que sabeis
Da alma dos homens?”
a palavra posta em destaque pela própria autora, embora inusual, não é um neologismo, mas um termo vernáculo, que nomeia a característica de quem tem propensão a ou costume de roubar.
Assinale, dentre as alternativas a seguir, outro verso que expressa a mesma ideia.
 

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TEXTO 6
Canto II dos POEMAS AOS HOMENS
DO NOSSO TEMPO, de Hilda Hilst
II
Amada vida, minha morte demora.
Dizer que coisa ao homem,
Propor que viagem? Reis, ministros
E todos vós, políticos,
Que palavra além de ouro e treva
Fica em vossos ouvidos?
Além de vossa RAPACIDADE
O que sabeis
Da alma dos homens?
Ouro, conquista, lucro, logro
E os nossos ossos
E o sangue das gentes
E a vida dos homens
Entre os vossos dentes.
http://www.hildahilst.com.br.cpweb0022.
servidorwebfacil.com/obras.php?categoria=4&id=53
O uso intensivo dos versos interrogativos revela uma estratégia poética que pretende expressar:
 

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TEXTO 5
Enunciado 968127-1
Hermética, obscena, escandalosa, amargurada. Da juventude boêmia na capital paulistana (1) a velhice retirada no interior, foram muitos os adjetivos que se derramaram sobre Hilda Hilst ao longo de sua vida. Dona de uma obra extensa e extremamente complexa, (2) a escritora transformou seu fazer literário num lugar de confluência entre extremos opostos, radicalizando de maneira única (3) a experiência do leitor, fosse na poesia, no teatro ou na prosa ficcional.
O pesquisador Adam Morris acredita que era a obscenidade da condição humana que fascinava e espantava Hilda; uma obscenidade que é ignorada pela maioria das pessoas por meio do consumo. “O homem moderno da sociedade capitalista vive uma mentira, e Hilda não queria isso”, afirma. “O obsceno não é pornográfico. O pornográfico é essa ignorância vaidosa. O obsceno é a confrontação com a parte reprimida da vida e por isso o obsceno tem a ver com a sexualidade, ainda que seja muito mais do que o sexo”.
Fragmento adaptado de UMA DÉCADA SEM HILDA HILST,
de Amanda Massuela, Revista CULT, fevereiro de 2014
http://revistacult.uol.com.br/home/2014/02/uma-decada-sem-hilda-hilst/
Marque a alternativa em que figura a sequência correta quanto ao emprego do sinal indicativo da crase nos termos destacados e numerados no primeiro parágrafo do TEXTO 5.
 

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