Podemos considerar que o acesso do aluno à informação depende cada vez menos do professor, pois
com a evolução da tecnologia, ela chega até nós de
variadas formas e com grande velocidade. Nessa
realidade, o “papel do professor passa a ser ajudar o
aluno a selecionar os dados mais relevantes, interpretá-los, relacioná-los e contextualizá-los, para integrar
a informação ao seu contexto pessoal – intelectual
e emocional – ajudando o aluno a tornar a informação significativa para ele” (PRANDINI, 2009, p. 81).
Reflexões como essa apontam para uma mudança
no papel do professor enquanto:
Na escola Nosso Horizonte, as decisões são
tomadas de forma coletiva por toda a comunidade
escolar. Após as assembleias, que contam com a
cooperação dos alunos, professores, equipe de gestão, profissionais da escola, familiares e comunidade
do entorno, há uma divisão de tarefas para que cada
membro assuma sua parte no trabalho e o grupo
realize coletivamente o que foi combinado em reunião. A coordenação da escola organiza o processo
de trabalho, orienta e auxilia os grupos para que consigam cumprir suas tarefas adequadamente. Pela
descrição acima, podemos afirmar que a gestão da
escola Nosso Horizonte se baseia na concepção:
Bortolini (2008) considera que a universalização
do acesso ao ensino fundamental no Brasil contrasta com os processos de exclusão dentro da própria
escola, que produzem - no contexto escolar – trajetórias desiguais. Para o autor, a escola é um espaço
permeado pelas relações de poder que envolvem
igualdade, desigualdade e diferença. A questão da
diversidade está presente nas escolas, assim como
nos demais espaços sociais, que recebem sujeitos
diferentes, detentores de diferentes construções
culturais. Contudo, atitudes sexistas e homofóbicas
têm se intensificado também no ambiente escolar.
O enfrentamento dessas relações de poder desiguais
deve ser feito de forma profunda e clara para que
essas atitudes não sejam (re)produzidas. Assinale
a alternativa que apresenta uma proposta capaz de
organizar uma outra prática nas escolas que envolva
a discussão sobre sexualidade e gênero.
A educação inclusiva para o atendimento à diversidade, bem como os estudos sobre o multiculturalismo, têm atualmente feito parte das grandes
discussões realizadas por estudiosos e estudiosas, como Mantoan, Carvalho, Sassaki, Sacristán,
Imbernón, Libâneo, Giroux, Barbosa, Silva, MacLarem, Candau, entre outros. Essas discussões têm
demonstrado sua importância no presente contexto
educacional. Cabe destacar, também, o papel da
educação superior na garantia da articulação entre
a graduação e a pós-graduação, por uma formação
acadêmica que contemple inclusão e diversidade, centrada nos processos de pesquisa e de produção
de conhecimento. Considerando as deliberações
da I Conae-2010, deve-se garantir condições para
que as políticas educacionais entre os sistemas de
ensino promovam:
Moreira (2007) apresenta elementos para reflexão sobre questões consideradas significativas
no desenvolvimento do currículo nas escolas. A
construção do conhecimento escolar como característica da escola democrática que reconhece a
multiculturalidade e a diversidade como elementos
constitutivos do processo ensino-aprendizagem é
um desses elementos. Nessa perspectiva, o conhecimento escolar se apresenta como:
A expressão “educação em direitos humanos”
tem sido objeto de muitos debates e diferentes
concepções que disputam sentidos e ênfases conceituais e políticas (Candau & Sacavino apud Candau, 2012). Algumas concepções estão centradas,
fundamentalmente, na perspectiva da igualdade e
outras, mais recentes, procuram articular a perspectiva da igualdade e da diferença. No Art. 3º
das Diretrizes Nacionais previstas pela Resolução
CNE/CP nº 1, de 30/05/2012, do Ministério da Educação, a educação em direitos humanos tem por
finalidade promover a educação para a mudança e
a transformação social fundamentada nos seguintes princípios, EXCETO:
Estudos recentes (Fortinos e Debarbieux apud
Ristum 2010) sobre o meio ou o ambiente escolar
mostram a relação entre bullying e “clima escolar”,
de modo a descartar a possibilidade de isenção da
escola no que diz respeito à participação na produção e na manutenção da violência. Vários estudiosos
afirmam que o bullying ocorre em todas as escolas
de todo o mundo e de todos os níveis de ensino,
sejam elas públicas ou privadas. Afirmam que alguns
estabelecimentos ou negam a existência de bullying
entre seus alunos, ou apresentam desconhecimento
sobre o assunto, ou se recusam a enfrentar o problema. Ristum (2010) apresenta uma proposta para
se pensar um programa de intervenção nas escolas,
ressaltando, porém, que tal proposta, não esgota a
questão, e que ela apenas esclarece alguns aspectos que parecem cruciais para o bom funcionamento
do cotidiano escolar. Partindo dessa premissa, assinale a alternativa que NÃO contribui para a superação e o enfrentamento das principais dificuldades
encontradas nesse ato de violência.
Ao contrário de uma aplicação em duas camadas,
na qual há a divisão das regras de negócios
entre o cliente e o servidor, em multicamadas isto
não ocorre. Como a camada intermediária é a
responsável por fazer todo o processamento das
solicitações de dados no servidor de banco de
dados, cabe à camada de apresentação somente
exibir estes dados, tendo no máximo os códigos
de tratamento de telas e campos. Com isso, a
aplicação cliente apresenta grande diminuição de
código e todo o trabalho de instalação é bastante
reduzido, possuindo somente uma configuração
para o cliente ter acesso à camada intermediária.
Por esta razão, há diminuição de custos, uma vez
que não existe necessidade de upgrade nas estações
clientes que apresentam poucos recursos
de hardware ou que são computadores antigos.
Assinale a alternativa que identifica corretamente
o tipo de vantagem do desenvolvimento
em multicamadas, proposto no texto.
Considere o código em PHP apresentado a
seguir e responda a questão.
Para que o script possa apresentar, ao final de
sua execução, a frase ‘Acesso permitido!’ e para
que a variável $chave, da classe Chave não possa ser alterada em tempo de execução e também
não possa ser alterada caso a classe venha a ser
estendida, as declarações VisibilidadeA (linha 3),
VisibilidadeB (linha 4) e VisibilidadeC (linha 10)
devem ser alteradas, respectivamente para: