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Foram encontradas 319 questões.

1061657 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ

Vou Te Encontrar

Paulo Miklos

Compositor: Nando Reis

Olha, ainda estou aqui

Perto, nunca te esqueci

Forte, com a cabeça no lugar

Livre, livre para amar

Sofro, como qualquer um

Rio, quando estou feliz

Homem, dessa mulher

Vivo, como você quer

Nas ondas do mar

Nas pedras do rio

Nos raios de sol

Nas noites de frio

No céu, no horizonte

No inverno, verão

Nas estrelas que formam

Uma constelação

Vou te encontrar...

Vou te encontrar

Olha, eu fiquei aqui

Perto, está você em mim

Forte, pra continuar

Livre, livre para amar

Sofro, como qualquer um

Rio, porque sou feliz

Homem, de uma mulher

Vivo, como você quer

No beijo da moça

No alto e no chão

Nos dentes da boca

Nos dedos da mão

No brilho dos olhos

Na luz da visão

No peito dos homens

No meu coração

Vou te encontrar...

Vou te encontrar

Assinale a alternativa em que um dos vocábulos foi formado pelo mesmo processo que a palavra em destaque no verso “No beijo da moça”:
 

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1061656 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ

Vou Te Encontrar

Paulo Miklos

Compositor: Nando Reis

Olha, ainda estou aqui

Perto, nunca te esqueci

Forte, com a cabeça no lugar

Livre, livre para amar

Sofro, como qualquer um

Rio, quando estou feliz

Homem, dessa mulher

Vivo, como você quer

Nas ondas do mar

Nas pedras do rio

Nos raios de sol

Nas noites de frio

No céu, no horizonte

No inverno, verão

Nas estrelas que formam

Uma constelação

Vou te encontrar...

Vou te encontrar

Olha, eu fiquei aqui

Perto, está você em mim

Forte, pra continuar

Livre, livre para amar

Sofro, como qualquer um

Rio, porque sou feliz

Homem, de uma mulher

Vivo, como você quer

No beijo da moça

No alto e no chão

Nos dentes da boca

Nos dedos da mão

No brilho dos olhos

Na luz da visão

No peito dos homens

No meu coração

Vou te encontrar...

Vou te encontrar

Em relação à tipologia textual, pode se afirmar que no texto há predomínio de elementos linguísticos:
 

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1061655 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ

TEXTO 9

O carioca Joel Rufino dos Santos (1941-2015), além de escritor, foi historiador e professor (da UFRJ e um dos intelectuais de referência sobre o estudo da cultura africana no país.

O texto a seguir é um fragmento adaptado do artigo Joel Rufino e o negro em cena, de Eduardo de Assis Duarte, publicado na revista LITERAFRO.

Joel Rufino dos Santos figura indubitavelmente entre os mais destacados intelectuais negros brasileiros, com dezenas de títulos publicados desde meados do século passado. Em seu livro A história do negro no teatro brasileiro, o autor explicita como o negro aparece inicialmente reduzido a objeto (1) da escrita e da cena concebida pelo branco. E como, após o fim da escravatura, é impedido de atuar e tem que assistir a atores (2) brancos “brochados” de preto falarem por ele nos palcos. O que parece inacreditável para muitos ganha estatuto de verdade histórica: salvo as pouquíssimas (3) exceções que só fazem confirmar a regra (4), somente a partir de meados do século XX, com as atividades pioneiras do TEN – Teatro Experimental do Negro – este começa a se erguer a sujeito de seu discurso e a colocar em cena corpo, voz, fala e dramas por tanto tempo impedidos de chegar as plateias (5).

Indique a alternativa que apresenta a sequência correta relativamente ao uso do acento indicativo da crase em cada uma das expressões em destaque.
 

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1061654 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ

TEXTO 8

CANÇÃO NEGREIRA


Amo-te

com as raízes de uma canção negreira

na madrugada dos meus olhos pardos.


E derrotas de fome

nas minhas mãos de bronze

florescem languidamente na velha

e nervosa cadência marinheira

do cais donde os meus avós negros

embarcaram para hemisférios da escravidão


Mas se as madrugadas

das minhas órbitas violentadas

despertam as raízes do tempo antigo ...

mulher de olhos fadados de amor verde-claro

ventre sedoso de veludo

lábios de mampsincha(*) madura

e soluções de espasmo latejando no quarto

enche de beijos as sirenas do meu sangue

que meninos das mesmas raízes

e das mesmas dolorosas madrugadas

esperam a sua vez.


* fruto comestível de planta rasteira.

José Craveirinha, in Obra Poética.

Maputo: Direcção de Cultura, Universidade Eduardo

Mondlane, 2002.

A forma verbal florescem, na segunda estrofe do poema dado, concorda com a seguinte expressão:

 

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1061653 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
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DISCRETA PRIMAVERA

Fernanda Torres

As petições pululam na tela do computador. Assino, assino todas elas. Peço a demarcação das terras indígenas, a liberação do aborto e a descriminalização das drogas. Grito contra o trabalho escravo, o preconceito racial e de gênero; tento melar o emprego indiscriminado de agrotóxicos, frear o degelo das calotas polares, o desmatamento e a destruição dos corais da Amazônia. Clamo pelo fim da guerra na Síria, da corrupção e do foro privilegiado; exijo a reforma política; voto pela proteção dos micos-leões e falho com os ursos-polares.

E, em meio ao acúmulo de urgências, ao imenso ruído do planeta, vacilo entre a paralisia e a ação. Entre o engajamento e a reflexão no silêncio. Entre ser e não ser.

Quem É Primavera das Neves?, documentário de Jorge Furtado e Ana Luiza Azevedo, toca em cheio na histeria do agora, sem falar diretamente dela.

Primavera Ácrata Saiz das Neves é uma mulher que enfrentou o açoite e os insultos do mundo, a afronta do opressor, o desdém do orgulhoso, as pontadas do amor humilhado, as delongas da lei, a prepotência do mando e o achincalhe do século XX.

Filha de pai anarquista e mãe sufragista, fugidos das ditaduras de Franco e Salazar, ela cresceu no Catete do pós-guerra, estudou no Licée e dominou seis línguas. Casou-se com um tenente português e retornou para o Brasil em 1964, sozinha, com uma filha pequena. O marido permaneceu em Lisboa, condenado à prisão por ter participado da mal-sucedida Revolta da Beja.

Em meio à insensatez e às injustiças de seu tempo, Primavera dedicou a vida à amizade, à maternidade, ao amor e à arte. Foi íntima e discreta, e nem por isso mesquinha, pequena ou indiferente.

Traduziu Lewis Carroll, Vladimir Nabokov, Arthur C. Clarke e Emily Dickinson, Simenon e Julio Verne. Foi poeta, mãe, mulher, amiga e adoradora de Wagner; influenciou de forma profunda os que a conheceram, mas teve uma vida invisível. Morreu aos 47 anos.

Teria permanecido anônima, não fosse a obstinação de arqueólogo de Furtado e Azevedo, que, intrigados com o nome da tradutora de Alice no País das Maravilhas, desencavaram sua preciosa história.

Eulalie, a amiga saudosa, que sempre admirou a personalidade livre e contemporânea de Primavera, jamais percebeu nela a vontade de se promover — é o verbo que usa: promover.

Hoje, estamos todos em promoção, gritando a esmo, como numa liquidação de Natal.

O século XXI promove revoluções movidas a likes. Não diminuo a importância das petições que, reitero, assino convicta. Mas o milênio que se inicia também produziu uma perturbadora pornografia do ego, do exibicionismo das selfies; o bestialógico da multiplicação de blogueiros e a brutalidade travestida de diversão dos realities. Um confessionário a céu aberto, onde todos, e cada um, têm o quinhão de narcisismo preenchido pela publicação de seu diário de bordo.

Primavera era em tudo o contrário. Apesar das perseguições que testemunhou e sofreu, da inteligência e sensibilidade que possuiu, nunca se impôs ao mundo, ou impôs o seu mundo aos demais.

A ela, bastava ser — qualidade cada vez mais rara de ver, ter e encontrar.

Fonte: http://vejario.abril.com.br/blog/fernanda-torres/discreta-primavera/

Em relação ao foco da narrativa do texto, pode-se afirmar que o narrador é:
 

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1061652 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ

Vou Te Encontrar

Paulo Miklos

Compositor: Nando Reis

Olha, ainda estou aqui

Perto, nunca te esqueci

Forte, com a cabeça no lugar

Livre, livre para amar

Sofro, como qualquer um

Rio, quando estou feliz

Homem, dessa mulher

Vivo, como você quer

Nas ondas do mar

Nas pedras do rio

Nos raios de sol

Nas noites de frio

No céu, no horizonte

No inverno, verão

Nas estrelas que formam

Uma constelação

Vou te encontrar...

Vou te encontrar

Olha, eu fiquei aqui

Perto, está você em mim

Forte, pra continuar

Livre, livre para amar

Sofro, como qualquer um

Rio, porque sou feliz

Homem, de uma mulher

Vivo, como você quer

No beijo da moça

No alto e no chão

Nos dentes da boca

Nos dedos da mão

No brilho dos olhos

Na luz da visão

No peito dos homens

No meu coração

Vou te encontrar...

Vou te encontrar

Há um vocativo em:
 

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1061651 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ

Vou Te Encontrar

Paulo Miklos

Compositor: Nando Reis

Olha, ainda estou aqui

Perto, nunca te esqueci

Forte, com a cabeça no lugar

Livre, livre para amar

Sofro, como qualquer um

Rio, quando estou feliz

Homem, dessa mulher

Vivo, como você quer

Nas ondas do mar

Nas pedras do rio

Nos raios de sol

Nas noites de frio

No céu, no horizonte

No inverno, verão

Nas estrelas que formam

Uma constelação

Vou te encontrar...

Vou te encontrar

Olha, eu fiquei aqui

Perto, está você em mim

Forte, pra continuar

Livre, livre para amar

Sofro, como qualquer um

Rio, porque sou feliz

Homem, de uma mulher

Vivo, como você quer

No beijo da moça

No alto e no chão

Nos dentes da boca

Nos dedos da mão

No brilho dos olhos

Na luz da visão

No peito dos homens

No meu coração

Vou te encontrar...

Vou te encontrar

Em relação à estrutura do texto, pode-se afirmar que ele foi escrito em:
 

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1061650 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ

Enunciado 1061650-1

“(...) Entre os fatores constitutivos da globalização, em seu caráter perverso atual, encontram-se a forma como a informação é oferecida à humanidade e a emergência do dinheiro em estado puro como motor da vida econômica e social. (...). O que é transmitido à maioria da humanidade é, de fato, uma informação manipulada que, em lugar de esclarecer, confunde. Isso é tanto mais grave porque, nas condições atuais da vida econômica e social, a informação constitui um dado essencial e imprescindível. (...)”

Fragmento de Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência universal, 2015, de MILTON SANTOS (3 de maio de 1926, Brotas de Macaúba, Bahia – 24 de junho de 2001, São Paulo). O geógrafo e professor foi preso, durante o golpe de 1964, e permaneceu no exílio por 13 anos. Depois de seu retorno ao Brasil, foi professor e pesquisador na UFRJ até 1983. Milton Santos recebeu 20 títulos Doutor Honoris Causa de universidades brasileiras e estrangeiras.

No período “Isso é tanto mais grave porque, nas condições atuais da vida econômica e social, a informação constitui um dado essencial e imprescindível. (...)”; a segunda oração, em relação à primeira, exprime:
 

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1061649 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ

Vou Te Encontrar

Paulo Miklos

Compositor: Nando Reis

Olha, ainda estou aqui

Perto, nunca te esqueci

Forte, com a cabeça no lugar

Livre, livre para amar

Sofro, como qualquer um

Rio, quando estou feliz

Homem, dessa mulher

Vivo, como você quer

Nas ondas do mar

Nas pedras do rio

Nos raios de sol

Nas noites de frio

No céu, no horizonte

No inverno, verão

Nas estrelas que formam

Uma constelação

Vou te encontrar...

Vou te encontrar

Olha, eu fiquei aqui

Perto, está você em mim

Forte, pra continuar

Livre, livre para amar

Sofro, como qualquer um

Rio, porque sou feliz

Homem, de uma mulher

Vivo, como você quer

No beijo da moça

No alto e no chão

Nos dentes da boca

Nos dedos da mão

No brilho dos olhos

Na luz da visão

No peito dos homens

No meu coração

Vou te encontrar...

Vou te encontrar

Assinale a alternativa em que há um adjunto adverbial de tempo.
 

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1061647 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ

Vou Te Encontrar

Paulo Miklos

Compositor: Nando Reis

Olha, ainda estou aqui

Perto, nunca te esqueci

Forte, com a cabeça no lugar

Livre, livre para amar

Sofro, como qualquer um

Rio, quando estou feliz

Homem, dessa mulher

Vivo, como você quer

Nas ondas do mar

Nas pedras do rio

Nos raios de sol

Nas noites de frio

No céu, no horizonte

No inverno, verão

Nas estrelas que formam

Uma constelação

Vou te encontrar...

Vou te encontrar

Olha, eu fiquei aqui

Perto, está você em mim

Forte, pra continuar

Livre, livre para amar

Sofro, como qualquer um

Rio, porque sou feliz

Homem, de uma mulher

Vivo, como você quer

No beijo da moça

No alto e no chão

Nos dentes da boca

Nos dedos da mão

No brilho dos olhos

Na luz da visão

No peito dos homens

No meu coração

Vou te encontrar...

Vou te encontrar

Em “Sofro, como qualquer um” pode-se afirmar que o termo em destaque é uma oração subordinada adverbial:
 

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