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975154 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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Saúde e produtividade, não há tempo a perder

Bruce Rasmussen

O Brasil segue envelhecendo rapidamente e vivendo mais. Dados de 2014, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que as pessoas com mais de 60 anos já são 13,7% da população do país - há dez anos, esse percentual era de 9,7%. Ao mesmo tempo, a expectativa de vida cresce ano a ano. Chegou a 75,2 anos: 29,7 anos a mais quando comparado com 1940.

Um dos principais reflexos dessa mudança na pirâmide etária é o envelhecimento da força de trabalho do país, fenômeno já observado em países desenvolvidos. Com um contingente de jovens menor, os países dependem de trabalhadores mais velhos e experientes. Mantê-los saudáveis e ativos se torna, assim, uma das variáveis para o crescimento econômico e para o desenvolvimento.

Em estudo recente que elaboramos na Victoria University, "Impactos econômicos das doenças crônicas na produtividade e na aposentadoria precoce: o Brasil em foco", constatamos que, entre os países comparados, o Brasil tinha uma das forças de trabalho mais "jovens" no ano 2000, com apenas 12% do total tendo entre 50 e 64 anos.

Até o ano 2030, essa proporção deve quase dobrar para quase 21%. O cenário brasileiro integrou um trabalho que analisou 11 países – China, Colômbia, Índia, Japão, México, Peru, Polônia, África do Sul, Turquia e Estados Unidos.

Nesse contexto, uma das principais questões com que o Brasil terá que lidar é o crescimento das chamadas doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) na força de trabalho. Fazem parte do grupo doenças cardiovasculares, câncer, doenças crônicas respiratórias e diabetes. A incidência dessas doenças é cada vez maior nos países em desenvolvimento, e, entre os países estudados, o Brasil tem o maior nível de DCNTs, medido pelo número de anos que a pessoa vive com a deficiência.

O custo dessas doenças cresce exponencialmente com a idade. No Brasil, essa despesa, aos 60 anos, é duas vezes maior do que aos 45.

O relógio está correndo e aponta que é a hora de o Brasil olhar para os impactos das DCNTs na produtividade da força de trabalho e na aposentadoria precoce da população economicamente ativa. Se projetadas até 2030, essas perdas totalizariam 8,7% do PIB, o equivalente a US$ 184 bilhões a menos, considerando mortes por doenças crônicas e casos de absenteísmo e presenteísmo.

Tais fatores precisam de tratamento intensivo para conter o efeito negativo sobre os indicadores econômicos ao longo do tempo. A evolução desse quadro, nos próximos 15 anos, vai afetar o crescimento dos países – por estar diretamente relacionado à redução da capacidade para trabalhar e à perda de produtividade.

Soluções possíveis exigem cooperação para viabilizar e disseminar ações transversais de prevenção, mas é vital quebrar um paradigma: mudar o entendimento de saúde, passando a considerar sua gestão um investimento em produtividade e vida mais saudável.

Mesmo em um cenário de contingenciamento, oportunidades não podem ser desperdiçadas. Essas transformações são um processo de longo prazo, mas que precisa ser iniciado. Um primeiro passo é criar condições para uma articulação entre sociedade, setor privado e governo, com foco no enfrentamento dos desafios que o Brasil terá pela frente com a sua saúde.

Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br >. Acesso em: 7 jan. 2016. [Adaptado]

GLOSSÁRIO

Absenteísmo: ausência de um empregado ao trabalho, causada especialmente por motivo de doença ou dano físico.

Presenteísmo: presença de um emprego no trabalho sem a produtividade esperada.

Contingenciamento: controle de despesas.

A questão refere-se ao trecho a seguir.

Soluções possíveis exigem cooperação para viabilizar e disseminar ações transversais de prevenção, mas é vital quebrar um paradigma: mudar o entendimento de saúde, passando a considerar sua gestão um investimento em produtividade e vida mais saudável.

Sem prejuízo do sentido, o verbo disseminar pode ser substituído por

 

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975153 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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Saúde e produtividade, não há tempo a perder

Bruce Rasmussen

O Brasil segue envelhecendo rapidamente e vivendo mais. Dados de 2014, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que as pessoas com mais de 60 anos já são 13,7% da população do país - há dez anos, esse percentual era de 9,7%. Ao mesmo tempo, a expectativa de vida cresce ano a ano. Chegou a 75,2 anos: 29,7 anos a mais quando comparado com 1940.

Um dos principais reflexos dessa mudança na pirâmide etária é o envelhecimento da força de trabalho do país, fenômeno já observado em países desenvolvidos. Com um contingente de jovens menor, os países dependem de trabalhadores mais velhos e experientes. Mantê-los saudáveis e ativos se torna, assim, uma das variáveis para o crescimento econômico e para o desenvolvimento.

Em estudo recente que elaboramos na Victoria University, "Impactos econômicos das doenças crônicas na produtividade e na aposentadoria precoce: o Brasil em foco", constatamos que, entre os países comparados, o Brasil tinha uma das forças de trabalho mais "jovens" no ano 2000, com apenas 12% do total tendo entre 50 e 64 anos.

Até o ano 2030, essa proporção deve quase dobrar para quase 21%. O cenário brasileiro integrou um trabalho que analisou 11 países – China, Colômbia, Índia, Japão, México, Peru, Polônia, África do Sul, Turquia e Estados Unidos.

Nesse contexto, uma das principais questões com que o Brasil terá que lidar é o crescimento das chamadas doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) na força de trabalho. Fazem parte do grupo doenças cardiovasculares, câncer, doenças crônicas respiratórias e diabetes. A incidência dessas doenças é cada vez maior nos países em desenvolvimento, e, entre os países estudados, o Brasil tem o maior nível de DCNTs, medido pelo número de anos que a pessoa vive com a deficiência.

O custo dessas doenças cresce exponencialmente com a idade. No Brasil, essa despesa, aos 60 anos, é duas vezes maior do que aos 45.

O relógio está correndo e aponta que é a hora de o Brasil olhar para os impactos das DCNTs na produtividade da força de trabalho e na aposentadoria precoce da população economicamente ativa. Se projetadas até 2030, essas perdas totalizariam 8,7% do PIB, o equivalente a US$ 184 bilhões a menos, considerando mortes por doenças crônicas e casos de absenteísmo e presenteísmo.

Tais fatores precisam de tratamento intensivo para conter o efeito negativo sobre os indicadores econômicos ao longo do tempo. A evolução desse quadro, nos próximos 15 anos, vai afetar o crescimento dos países – por estar diretamente relacionado à redução da capacidade para trabalhar e à perda de produtividade.

Soluções possíveis exigem cooperação para viabilizar e disseminar ações transversais de prevenção, mas é vital quebrar um paradigma: mudar o entendimento de saúde, passando a considerar sua gestão um investimento em produtividade e vida mais saudável.

Mesmo em um cenário de contingenciamento, oportunidades não podem ser desperdiçadas. Essas transformações são um processo de longo prazo, mas que precisa ser iniciado. Um primeiro passo é criar condições para uma articulação entre sociedade, setor privado e governo, com foco no enfrentamento dos desafios que o Brasil terá pela frente com a sua saúde.

Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br >. Acesso em: 7 jan. 2016. [Adaptado]

GLOSSÁRIO

Absenteísmo: ausência de um empregado ao trabalho, causada especialmente por motivo de doença ou dano físico.

Presenteísmo: presença de um emprego no trabalho sem a produtividade esperada.

Contingenciamento: controle de despesas.

A partir da leitura do texto, é correto afirmar que
 

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975145 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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Saúde e produtividade, não há tempo a perder

Bruce Rasmussen

O Brasil segue envelhecendo rapidamente e vivendo mais. Dados de 2014, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que as pessoas com mais de 60 anos já são 13,7% da população do país - há dez anos, esse percentual era de 9,7%. Ao mesmo tempo, a expectativa de vida cresce ano a ano. Chegou a 75,2 anos: 29,7 anos a mais quando comparado com 1940.

Um dos principais reflexos dessa mudança na pirâmide etária é o envelhecimento da força de trabalho do país, fenômeno já observado em países desenvolvidos. Com um contingente de jovens menor, os países dependem de trabalhadores mais velhos e experientes. Mantê-los saudáveis e ativos se torna, assim, uma das variáveis para o crescimento econômico e para o desenvolvimento.

Em estudo recente que elaboramos na Victoria University, "Impactos econômicos das doenças crônicas na produtividade e na aposentadoria precoce: o Brasil em foco", constatamos que, entre os países comparados, o Brasil tinha uma das forças de trabalho mais "jovens" no ano 2000, com apenas 12% do total tendo entre 50 e 64 anos.

Até o ano 2030, essa proporção deve quase dobrar para quase 21%. O cenário brasileiro integrou um trabalho que analisou 11 países – China, Colômbia, Índia, Japão, México, Peru, Polônia, África do Sul, Turquia e Estados Unidos.

Nesse contexto, uma das principais questões com que o Brasil terá que lidar é o crescimento das chamadas doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) na força de trabalho. Fazem parte do grupo doenças cardiovasculares, câncer, doenças crônicas respiratórias e diabetes. A incidência dessas doenças é cada vez maior nos países em desenvolvimento, e, entre os países estudados, o Brasil tem o maior nível de DCNTs, medido pelo número de anos que a pessoa vive com a deficiência.

O custo dessas doenças cresce exponencialmente com a idade. No Brasil, essa despesa, aos 60 anos, é duas vezes maior do que aos 45.

O relógio está correndo e aponta que é a hora de o Brasil olhar para os impactos das DCNTs na produtividade da força de trabalho e na aposentadoria precoce da população economicamente ativa. Se projetadas até 2030, essas perdas totalizariam 8,7% do PIB, o equivalente a US$ 184 bilhões a menos, considerando mortes por doenças crônicas e casos de absenteísmo e presenteísmo.

Tais fatores precisam de tratamento intensivo para conter o efeito negativo sobre os indicadores econômicos ao longo do tempo. A evolução desse quadro, nos próximos 15 anos, vai afetar o crescimento dos países – por estar diretamente relacionado à redução da capacidade para trabalhar e à perda de produtividade.

Soluções possíveis exigem cooperação para viabilizar e disseminar ações transversais de prevenção, mas é vital quebrar um paradigma: mudar o entendimento de saúde, passando a considerar sua gestão um investimento em produtividade e vida mais saudável.

Mesmo em um cenário de contingenciamento, oportunidades não podem ser desperdiçadas. Essas transformações são um processo de longo prazo, mas que precisa ser iniciado. Um primeiro passo é criar condições para uma articulação entre sociedade, setor privado e governo, com foco no enfrentamento dos desafios que o Brasil terá pela frente com a sua saúde.

Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br >. Acesso em: 7 jan. 2016. [Adaptado]

GLOSSÁRIO

Absenteísmo: ausência de um empregado ao trabalho, causada especialmente por motivo de doença ou dano físico.

Presenteísmo: presença de um emprego no trabalho sem a produtividade esperada.

Contingenciamento: controle de despesas.

O texto lido é
 

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975141 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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Saúde e produtividade, não há tempo a perder

Bruce Rasmussen

O Brasil segue envelhecendo rapidamente e vivendo mais. Dados de 2014, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que as pessoas com mais de 60 anos já são 13,7% da população do país - há dez anos, esse percentual era de 9,7%. Ao mesmo tempo, a expectativa de vida cresce ano a ano. Chegou a 75,2 anos: 29,7 anos a mais quando comparado com 1940.

Um dos principais reflexos dessa mudança na pirâmide etária é o envelhecimento da força de trabalho do país, fenômeno já observado em países desenvolvidos. Com um contingente de jovens menor, os países dependem de trabalhadores mais velhos e experientes. Mantê-los saudáveis e ativos se torna, assim, uma das variáveis para o crescimento econômico e para o desenvolvimento.

Em estudo recente que elaboramos na Victoria University, "Impactos econômicos das doenças crônicas na produtividade e na aposentadoria precoce: o Brasil em foco", constatamos que, entre os países comparados, o Brasil tinha uma das forças de trabalho mais "jovens" no ano 2000, com apenas 12% do total tendo entre 50 e 64 anos.

Até o ano 2030, essa proporção deve quase dobrar para quase 21%. O cenário brasileiro integrou um trabalho que analisou 11 países – China, Colômbia, Índia, Japão, México, Peru, Polônia, África do Sul, Turquia e Estados Unidos.

Nesse contexto, uma das principais questões com que o Brasil terá que lidar é o crescimento das chamadas doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) na força de trabalho. Fazem parte do grupo doenças cardiovasculares, câncer, doenças crônicas respiratórias e diabetes. A incidência dessas doenças é cada vez maior nos países em desenvolvimento, e, entre os países estudados, o Brasil tem o maior nível de DCNTs, medido pelo número de anos que a pessoa vive com a deficiência.

O custo dessas doenças cresce exponencialmente com a idade. No Brasil, essa despesa, aos 60 anos, é duas vezes maior do que aos 45.

O relógio está correndo e aponta que é a hora de o Brasil olhar para os impactos das DCNTs na produtividade da força de trabalho e na aposentadoria precoce da população economicamente ativa. Se projetadas até 2030, essas perdas totalizariam 8,7% do PIB, o equivalente a US$ 184 bilhões a menos, considerando mortes por doenças crônicas e casos de absenteísmo e presenteísmo.

Tais fatores precisam de tratamento intensivo para conter o efeito negativo sobre os indicadores econômicos ao longo do tempo. A evolução desse quadro, nos próximos 15 anos, vai afetar o crescimento dos países – por estar diretamente relacionado à redução da capacidade para trabalhar e à perda de produtividade.

Soluções possíveis exigem cooperação para viabilizar e disseminar ações transversais de prevenção, mas é vital quebrar um paradigma: mudar o entendimento de saúde, passando a considerar sua gestão um investimento em produtividade e vida mais saudável.

Mesmo em um cenário de contingenciamento, oportunidades não podem ser desperdiçadas. Essas transformações são um processo de longo prazo, mas que precisa ser iniciado. Um primeiro passo é criar condições para uma articulação entre sociedade, setor privado e governo, com foco no enfrentamento dos desafios que o Brasil terá pela frente com a sua saúde.

Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br >. Acesso em: 7 jan. 2016. [Adaptado]

GLOSSÁRIO

Absenteísmo: ausência de um empregado ao trabalho, causada especialmente por motivo de doença ou dano físico.

Presenteísmo: presença de um emprego no trabalho sem a produtividade esperada.

Contingenciamento: controle de despesas.

A questão refere-se ao trecho a seguir.

Soluções possíveis exigem cooperação para viabilizar e disseminar ações transversais de prevenção, mas é vital quebrar um paradigma: mudar o entendimento de saúde, passando a considerar sua gestão um investimento em produtividade e vida mais saudável.

O pronome sua tem como referente o substantivo

 

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975137 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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Saúde e produtividade, não há tempo a perder

Bruce Rasmussen

O Brasil segue envelhecendo rapidamente e vivendo mais. Dados de 2014, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que as pessoas com mais de 60 anos já são 13,7% da população do país - há dez anos, esse percentual era de 9,7%. Ao mesmo tempo, a expectativa de vida cresce ano a ano. Chegou a 75,2 anos: 29,7 anos a mais quando comparado com 1940.

Um dos principais reflexos dessa mudança na pirâmide etária é o envelhecimento da força de trabalho do país, fenômeno já observado em países desenvolvidos. Com um contingente de jovens menor, os países dependem de trabalhadores mais velhos e experientes. Mantê-los saudáveis e ativos se torna, assim, uma das variáveis para o crescimento econômico e para o desenvolvimento.

Em estudo recente que elaboramos na Victoria University, "Impactos econômicos das doenças crônicas na produtividade e na aposentadoria precoce: o Brasil em foco", constatamos que, entre os países comparados, o Brasil tinha uma das forças de trabalho mais "jovens" no ano 2000, com apenas 12% do total tendo entre 50 e 64 anos.

Até o ano 2030, essa proporção deve quase dobrar para quase 21%. O cenário brasileiro integrou um trabalho que analisou 11 países – China, Colômbia, Índia, Japão, México, Peru, Polônia, África do Sul, Turquia e Estados Unidos.

Nesse contexto, uma das principais questões com que o Brasil terá que lidar é o crescimento das chamadas doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) na força de trabalho. Fazem parte do grupo doenças cardiovasculares, câncer, doenças crônicas respiratórias e diabetes. A incidência dessas doenças é cada vez maior nos países em desenvolvimento, e, entre os países estudados, o Brasil tem o maior nível de DCNTs, medido pelo número de anos que a pessoa vive com a deficiência.

O custo dessas doenças cresce exponencialmente com a idade. No Brasil, essa despesa, aos 60 anos, é duas vezes maior do que aos 45.

O relógio está correndo e aponta que é a hora de o Brasil olhar para os impactos das DCNTs na produtividade da força de trabalho e na aposentadoria precoce da população economicamente ativa. Se projetadas até 2030, essas perdas totalizariam 8,7% do PIB, o equivalente a US$ 184 bilhões a menos, considerando mortes por doenças crônicas e casos de absenteísmo e presenteísmo.

Tais fatores precisam de tratamento intensivo para conter o efeito negativo sobre os indicadores econômicos ao longo do tempo. A evolução desse quadro, nos próximos 15 anos, vai afetar o crescimento dos países – por estar diretamente relacionado à redução da capacidade para trabalhar e à perda de produtividade.

Soluções possíveis exigem cooperação para viabilizar e disseminar ações transversais de prevenção, mas é vital quebrar um paradigma: mudar o entendimento de saúde, passando a considerar sua gestão um investimento em produtividade e vida mais saudável.

Mesmo em um cenário de contingenciamento, oportunidades não podem ser desperdiçadas. Essas transformações são um processo de longo prazo, mas que precisa ser iniciado. Um primeiro passo é criar condições para uma articulação entre sociedade, setor privado e governo, com foco no enfrentamento dos desafios que o Brasil terá pela frente com a sua saúde.

Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br >. Acesso em: 7 jan. 2016. [Adaptado]

GLOSSÁRIO

Absenteísmo: ausência de um empregado ao trabalho, causada especialmente por motivo de doença ou dano físico.

Presenteísmo: presença de um emprego no trabalho sem a produtividade esperada.

Contingenciamento: controle de despesas.

O título do texto
 

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975131 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFRN
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Saúde e produtividade, não há tempo a perder

Bruce Rasmussen

O Brasil segue envelhecendo rapidamente e vivendo mais. Dados de 2014, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que as pessoas com mais de 60 anos já são 13,7% da população do país - há dez anos, esse percentual era de 9,7%. Ao mesmo tempo, a expectativa de vida cresce ano a ano. Chegou a 75,2 anos: 29,7 anos a mais quando comparado com 1940.

Um dos principais reflexos dessa mudança na pirâmide etária é o envelhecimento da força de trabalho do país, fenômeno já observado em países desenvolvidos. Com um contingente de jovens menor, os países dependem de trabalhadores mais velhos e experientes. Mantê-los saudáveis e ativos se torna, assim, uma das variáveis para o crescimento econômico e para o desenvolvimento.

Em estudo recente que elaboramos na Victoria University, "Impactos econômicos das doenças crônicas na produtividade e na aposentadoria precoce: o Brasil em foco", constatamos que, entre os países comparados, o Brasil tinha uma das forças de trabalho mais "jovens" no ano 2000, com apenas 12% do total tendo entre 50 e 64 anos.

Até o ano 2030, essa proporção deve quase dobrar para quase 21%. O cenário brasileiro integrou um trabalho que analisou 11 países – China, Colômbia, Índia, Japão, México, Peru, Polônia, África do Sul, Turquia e Estados Unidos.

Nesse contexto, uma das principais questões com que o Brasil terá que lidar é o crescimento das chamadas doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) na força de trabalho. Fazem parte do grupo doenças cardiovasculares, câncer, doenças crônicas respiratórias e diabetes. A incidência dessas doenças é cada vez maior nos países em desenvolvimento, e, entre os países estudados, o Brasil tem o maior nível de DCNTs, medido pelo número de anos que a pessoa vive com a deficiência.

O custo dessas doenças cresce exponencialmente com a idade. No Brasil, essa despesa, aos 60 anos, é duas vezes maior do que aos 45.

O relógio está correndo e aponta que é a hora de o Brasil olhar para os impactos das DCNTs na produtividade da força de trabalho e na aposentadoria precoce da população economicamente ativa. Se projetadas até 2030, essas perdas totalizariam 8,7% do PIB, o equivalente a US$ 184 bilhões a menos, considerando mortes por doenças crônicas e casos de absenteísmo e presenteísmo.

Tais fatores precisam de tratamento intensivo para conter o efeito negativo sobre os indicadores econômicos ao longo do tempo. A evolução desse quadro, nos próximos 15 anos, vai afetar o crescimento dos países – por estar diretamente relacionado à redução da capacidade para trabalhar e à perda de produtividade.

Soluções possíveis exigem cooperação para viabilizar e disseminar ações transversais de prevenção, mas é vital quebrar um paradigma: mudar o entendimento de saúde, passando a considerar sua gestão um investimento em produtividade e vida mais saudável.

Mesmo em um cenário de contingenciamento, oportunidades não podem ser desperdiçadas. Essas transformações são um processo de longo prazo, mas que precisa ser iniciado. Um primeiro passo é criar condições para uma articulação entre sociedade, setor privado e governo, com foco no enfrentamento dos desafios que o Brasil terá pela frente com a sua saúde.

Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br >. Acesso em: 7 jan. 2016. [Adaptado]

GLOSSÁRIO

Absenteísmo: ausência de um empregado ao trabalho, causada especialmente por motivo de doença ou dano físico.

Presenteísmo: presença de um emprego no trabalho sem a produtividade esperada.

Contingenciamento: controle de despesas.

De acordo com o texto,
 

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975123 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFRN
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Saúde e produtividade, não há tempo a perder

Bruce Rasmussen

O Brasil segue envelhecendo rapidamente e vivendo mais. Dados de 2014, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que as pessoas com mais de 60 anos já são 13,7% da população do país - há dez anos, esse percentual era de 9,7%. Ao mesmo tempo, a expectativa de vida cresce ano a ano. Chegou a 75,2 anos: 29,7 anos a mais quando comparado com 1940.

Um dos principais reflexos dessa mudança na pirâmide etária é o envelhecimento da força de trabalho do país, fenômeno já observado em países desenvolvidos. Com um contingente de jovens menor, os países dependem de trabalhadores mais velhos e experientes. Mantê-los saudáveis e ativos se torna, assim, uma das variáveis para o crescimento econômico e para o desenvolvimento.

Em estudo recente que elaboramos na Victoria University, "Impactos econômicos das doenças crônicas na produtividade e na aposentadoria precoce: o Brasil em foco", constatamos que, entre os países comparados, o Brasil tinha uma das forças de trabalho mais "jovens" no ano 2000, com apenas 12% do total tendo entre 50 e 64 anos.

Até o ano 2030, essa proporção deve quase dobrar para quase 21%. O cenário brasileiro integrou um trabalho que analisou 11 países – China, Colômbia, Índia, Japão, México, Peru, Polônia, África do Sul, Turquia e Estados Unidos.

Nesse contexto, uma das principais questões com que o Brasil terá que lidar é o crescimento das chamadas doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) na força de trabalho. Fazem parte do grupo doenças cardiovasculares, câncer, doenças crônicas respiratórias e diabetes. A incidência dessas doenças é cada vez maior nos países em desenvolvimento, e, entre os países estudados, o Brasil tem o maior nível de DCNTs, medido pelo número de anos que a pessoa vive com a deficiência.

O custo dessas doenças cresce exponencialmente com a idade. No Brasil, essa despesa, aos 60 anos, é duas vezes maior do que aos 45.

O relógio está correndo e aponta que é a hora de o Brasil olhar para os impactos das DCNTs na produtividade da força de trabalho e na aposentadoria precoce da população economicamente ativa. Se projetadas até 2030, essas perdas totalizariam 8,7% do PIB, o equivalente a US$ 184 bilhões a menos, considerando mortes por doenças crônicas e casos de absenteísmo e presenteísmo.

Tais fatores precisam de tratamento intensivo para conter o efeito negativo sobre os indicadores econômicos ao longo do tempo. A evolução desse quadro, nos próximos 15 anos, vai afetar o crescimento dos países – por estar diretamente relacionado à redução da capacidade para trabalhar e à perda de produtividade.

Soluções possíveis exigem cooperação para viabilizar e disseminar ações transversais de prevenção, mas é vital quebrar um paradigma: mudar o entendimento de saúde, passando a considerar sua gestão um investimento em produtividade e vida mais saudável.

Mesmo em um cenário de contingenciamento, oportunidades não podem ser desperdiçadas. Essas transformações são um processo de longo prazo, mas que precisa ser iniciado. Um primeiro passo é criar condições para uma articulação entre sociedade, setor privado e governo, com foco no enfrentamento dos desafios que o Brasil terá pela frente com a sua saúde.

Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br >. Acesso em: 7 jan. 2016. [Adaptado]

GLOSSÁRIO

Absenteísmo: ausência de um empregado ao trabalho, causada especialmente por motivo de doença ou dano físico.

Presenteísmo: presença de um emprego no trabalho sem a produtividade esperada.

Contingenciamento: controle de despesas.

A questão refere-se ao trecho a seguir.

Soluções possíveis exigem cooperação para viabilizar e disseminar ações transversais de prevenção, mas é vital quebrar um paradigma: mudar o entendimento de saúde, passando a considerar sua gestão um investimento em produtividade e vida mais saudável.

A conjunção mas estabelece relação de

 

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975116 Ano: 2016
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O Brasil segue envelhecendo rapidamente e vivendo mais. Dados de 2014, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que as pessoas com mais de 60 anos já são 13,7% da população do país - há dez anos, esse percentual era de 9,7%. Ao mesmo tempo, a expectativa de vida cresce ano a ano. Chegou a 75,2 anos: 29,7 anos a mais quando comparado com 1940.

Um dos principais reflexos dessa mudança na pirâmide etária é o envelhecimento da força de trabalho do país, fenômeno já observado em países desenvolvidos. Com um contingente de jovens menor, os países dependem de trabalhadores mais velhos e experientes. Mantê-los saudáveis e ativos se torna, assim, uma das variáveis para o crescimento econômico e para o desenvolvimento.

Em estudo recente que elaboramos na Victoria University, "Impactos econômicos das doenças crônicas na produtividade e na aposentadoria precoce: o Brasil em foco", constatamos que, entre os países comparados, o Brasil tinha uma das forças de trabalho mais "jovens" no ano 2000, com apenas 12% do total tendo entre 50 e 64 anos.

Até o ano 2030, essa proporção deve quase dobrar para quase 21%. O cenário brasileiro integrou um trabalho que analisou 11 países – China, Colômbia, Índia, Japão, México, Peru, Polônia, África do Sul, Turquia e Estados Unidos.

Nesse contexto, uma das principais questões com que o Brasil terá que lidar é o crescimento das chamadas doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) na força de trabalho. Fazem parte do grupo doenças cardiovasculares, câncer, doenças crônicas respiratórias e diabetes. A incidência dessas doenças é cada vez maior nos países em desenvolvimento, e, entre os países estudados, o Brasil tem o maior nível de DCNTs, medido pelo número de anos que a pessoa vive com a deficiência.

O custo dessas doenças cresce exponencialmente com a idade. No Brasil, essa despesa, aos 60 anos, é duas vezes maior do que aos 45.

O relógio está correndo e aponta que é a hora de o Brasil olhar para os impactos das DCNTs na produtividade da força de trabalho e na aposentadoria precoce da população economicamente ativa. Se projetadas até 2030, essas perdas totalizariam 8,7% do PIB, o equivalente a US$ 184 bilhões a menos, considerando mortes por doenças crônicas e casos de absenteísmo e presenteísmo.

Tais fatores precisam de tratamento intensivo para conter o efeito negativo sobre os indicadores econômicos ao longo do tempo. A evolução desse quadro, nos próximos 15 anos, vai afetar o crescimento dos países – por estar diretamente relacionado à redução da capacidade para trabalhar e à perda de produtividade.

Soluções possíveis exigem cooperação para viabilizar e disseminar ações transversais de prevenção, mas é vital quebrar um paradigma: mudar o entendimento de saúde, passando a considerar sua gestão um investimento em produtividade e vida mais saudável.

Mesmo em um cenário de contingenciamento, oportunidades não podem ser desperdiçadas. Essas transformações são um processo de longo prazo, mas que precisa ser iniciado. Um primeiro passo é criar condições para uma articulação entre sociedade, setor privado e governo, com foco no enfrentamento dos desafios que o Brasil terá pela frente com a sua saúde.

Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br >. Acesso em: 7 jan. 2016. [Adaptado]

GLOSSÁRIO

Absenteísmo: ausência de um empregado ao trabalho, causada especialmente por motivo de doença ou dano físico.

Presenteísmo: presença de um emprego no trabalho sem a produtividade esperada.

Contingenciamento: controle de despesas.

O propósito comunicativo dominante no texto é
 

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975100 Ano: 2016
Disciplina: Português
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Bruce Rasmussen

O Brasil segue envelhecendo rapidamente e vivendo mais. Dados de 2014, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que as pessoas com mais de 60 anos já são 13,7% da população do país - há dez anos, esse percentual era de 9,7%. Ao mesmo tempo, a expectativa de vida cresce ano a ano. Chegou a 75,2 anos: 29,7 anos a mais quando comparado com 1940.

Um dos principais reflexos dessa mudança na pirâmide etária é o envelhecimento da força de trabalho do país, fenômeno já observado em países desenvolvidos. Com um contingente de jovens menor, os países dependem de trabalhadores mais velhos e experientes. Mantê-los saudáveis e ativos se torna, assim, uma das variáveis para o crescimento econômico e para o desenvolvimento.

Em estudo recente que elaboramos na Victoria University, "Impactos econômicos das doenças crônicas na produtividade e na aposentadoria precoce: o Brasil em foco", constatamos que, entre os países comparados, o Brasil tinha uma das forças de trabalho mais "jovens" no ano 2000, com apenas 12% do total tendo entre 50 e 64 anos.

Até o ano 2030, essa proporção deve quase dobrar para quase 21%. O cenário brasileiro integrou um trabalho que analisou 11 países – China, Colômbia, Índia, Japão, México, Peru, Polônia, África do Sul, Turquia e Estados Unidos.

Nesse contexto, uma das principais questões com que o Brasil terá que lidar é o crescimento das chamadas doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) na força de trabalho. Fazem parte do grupo doenças cardiovasculares, câncer, doenças crônicas respiratórias e diabetes. A incidência dessas doenças é cada vez maior nos países em desenvolvimento, e, entre os países estudados, o Brasil tem o maior nível de DCNTs, medido pelo número de anos que a pessoa vive com a deficiência.

O custo dessas doenças cresce exponencialmente com a idade. No Brasil, essa despesa, aos 60 anos, é duas vezes maior do que aos 45.

O relógio está correndo e aponta que é a hora de o Brasil olhar para os impactos das DCNTs na produtividade da força de trabalho e na aposentadoria precoce da população economicamente ativa. Se projetadas até 2030, essas perdas totalizariam 8,7% do PIB, o equivalente a US$ 184 bilhões a menos, considerando mortes por doenças crônicas e casos de absenteísmo e presenteísmo.

Tais fatores precisam de tratamento intensivo para conter o efeito negativo sobre os indicadores econômicos ao longo do tempo. A evolução desse quadro, nos próximos 15 anos, vai afetar o crescimento dos países – por estar diretamente relacionado à redução da capacidade para trabalhar e à perda de produtividade.

Soluções possíveis exigem cooperação para viabilizar e disseminar ações transversais de prevenção, mas é vital quebrar um paradigma: mudar o entendimento de saúde, passando a considerar sua gestão um investimento em produtividade e vida mais saudável.

Mesmo em um cenário de contingenciamento, oportunidades não podem ser desperdiçadas. Essas transformações são um processo de longo prazo, mas que precisa ser iniciado. Um primeiro passo é criar condições para uma articulação entre sociedade, setor privado e governo, com foco no enfrentamento dos desafios que o Brasil terá pela frente com a sua saúde.

Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br >. Acesso em: 7 jan. 2016. [Adaptado]

GLOSSÁRIO

Absenteísmo: ausência de um empregado ao trabalho, causada especialmente por motivo de doença ou dano físico.

Presenteísmo: presença de um emprego no trabalho sem a produtividade esperada.

Contingenciamento: controle de despesas.

Considere as seguintes afirmativas acerca da paragrafação adotada no texto:

  1. No primeiro parágrafo, apresenta-se o ponto de vista a ser desenvolvido no texto.
  2. Os parágrafos 3 a 9 correspondem ao desenvolvimento do texto.
  3. Os dois primeiros parágrafos objetivam contextualizar a temática abordada.
  4. Nos dois últimos parágrafos, apresentam-se soluções para o problema abordado.

Das afirmativas, estão corretas

 

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1916374 Ano: 2016
Disciplina: Biologia
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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Ter uma vida saudável depende, em parte, de uma alimentação que possibilite a absorção de vitaminas. A falta de vitaminas no organismo pode causar algumas doenças ou o mau funcionamento de alguns órgãos. Em relação às vitaminas, leia as afirmativas que seguem.

I O ácido ascórbico é uma vitamina importante para a manutenção dos tecidos conjuntivos.
II As enzimas agem em conjunto com as vitaminas, promovendo transformações químicas no corpo.
III As vitaminas do complexo B ajudam na absorção de cálcio e de fósforo pelos ossos e músculos.
IV A falta da vitamina A pode provocar problemas no crescimento das crianças.

Das afirmativas, estão corretas

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