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Foram encontradas 50 questões.

1423432 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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Na corrida contra a demência

Gláucia Leal

“Sorte daqueles que não têm de morrer”, diz um provérbio tibetano que, volta e meia, me vem à cabeça. A frase – ligeiramente irônica, já que a finitude é inevitável – tem, como contexto, a crença na lei de causas e consequências, segundo a qual teremos de nos haver com as repercussões de nossos atos, nossas intenções e nossas palavras – nesta ou em outras existências. E não porque tenhamos de ser castigados, mas sim porque prevalece a ideia de que nada nos acontece sem que, em algum momento, tenhamos criado as causas para isso. Fazendo uma releitura do ditado oriental, tomo a liberdade de dizer que teríamos sorte se não tivéssemos de envelhecer. Esse desfecho não é inevitável, claro, mas a alternativa também não parece nada atraente. Na maioria absoluta, ansiamos pela vida. Com o aumento dessa expectativa, o problema é chegarem também os “males” dos desgastes impostos pelo tempo. A demência, que nos rouba de nós mesmos, talvez seja um dos mais temidos.
O mais prevalente desses quadros é a doença de Alzheimer. A patologia pode ter evoluído concomitantemente com a inteligência humana. Em artigo publicado no periódico científico bioRxiv, cientistas afirmaram ter encontrado evidências de que, entre 50 mil e 200 mil anos atrás, a seleção natural impulsionou mudanças em seis genes envolvidos no desenvolvimento cerebral, o que pode ter contribuído para aumentar a conectividade neuronal, tornando os humanos modernos mais inteligentes à medida que evoluíram de seus ancestrais hominídeos. Essa nova capacidade intelectual, porém, não veio sem custo: os mesmos genes estão implicados no Alzheimer. O geneticista Kun Tang, do Instituto de Ciências Biológicas de Xangai, na China, que liderou a pesquisa, especula que o distúrbio de memória se desenvolveu à medida que cérebros em processo de envelhecimento lutavam com novas demandas metabólicas impostas pela crescente inteligência.
Mas essa é só uma parte da história: se a capacidade de aprender e memorizar nos penaliza, ela também acena com a possibilidade de afastar a manifestação do Alzheimer, às vezes por vários anos ou até por toda a vida. O neurocientista David A. Bennett, diretor do Centro Rush da Doença de Alzheimer em Chicago, um dos mais renomados pesquisadores na área, revela uma descoberta surpreendente: pessoas com a mesma condição cerebral podem apresentar estado mental completamente diferente. Enquanto uma perde a memória, outra se mostra lúcida e capaz. Ou seja, mais importante do que o estado físico dos tecidos é o uso que se faz deles, apesar dos danos.
Para ganhar a corrida contra a demência, duas armas são fundamentais: afeto e exercício intelectual. Apostar no que faz bem, manter pessoas queridas por perto, cultivar relações de intimidade, cuidar de animais e se divertir, movimentar o corpo, passear, falar mais de um idioma e aprender coisas contribui para postergar o surgimento do Alzheimer e diminuir o número de anos que se passa doente no fim da vida. Curiosamente, parece que a prevenção está justamente no que tende a nos tornar mais felizes.

Disponível em: <https://www.uol.com.br/ > . Acesso em:10 set. 2016. [Texto adaptado]
No texto, apresenta-se, como dominante, a sequência
 

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1415850 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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Na corrida contra a demência

Gláucia Leal

“Sorte daqueles que não têm de morrer”, diz um provérbio tibetano que, volta e meia, me vem à cabeça. A frase – ligeiramente irônica, já que a finitude é inevitável – tem, como contexto, a crença na lei de causas e consequências, segundo a qual teremos de nos haver com as repercussões de nossos atos, nossas intenções e nossas palavras – nesta ou em outras existências. E não porque tenhamos de ser castigados, mas sim porque prevalece a ideia de que nada nos acontece sem que, em algum momento, tenhamos criado as causas para isso. Fazendo uma releitura do ditado oriental, tomo a liberdade de dizer que teríamos sorte se não tivéssemos de envelhecer. Esse desfecho não é inevitável, claro, mas a alternativa também não parece nada atraente. Na maioria absoluta, ansiamos pela vida. Com o aumento dessa expectativa, o problema é chegarem também os “males” dos desgastes impostos pelo tempo. A demência, que nos rouba de nós mesmos, talvez seja um dos mais temidos.
O mais prevalente desses quadros é a doença de Alzheimer. A patologia pode ter evoluído concomitantemente com a inteligência humana. Em artigo publicado no periódico científico bioRxiv, cientistas afirmaram ter encontrado evidências de que, entre 50 mil e 200 mil anos atrás, a seleção natural impulsionou mudanças em seis genes envolvidos no desenvolvimento cerebral, o que pode ter contribuído para aumentar a conectividade neuronal, tornando os humanos modernos mais inteligentes à medida que evoluíram de seus ancestrais hominídeos. Essa nova capacidade intelectual, porém, não veio sem custo: os mesmos genes estão implicados no Alzheimer. O geneticista Kun Tang, do Instituto de Ciências Biológicas de Xangai, na China, que liderou a pesquisa, especula que o distúrbio de memória se desenvolveu à medida que cérebros em processo de envelhecimento lutavam com novas demandas metabólicas impostas pela crescente inteligência.
Mas essa é só uma parte da história: se a capacidade de aprender e memorizar nos penaliza, ela também acena com a possibilidade de afastar a manifestação do Alzheimer, às vezes por vários anos ou até por toda a vida. O neurocientista David A. Bennett, diretor do Centro Rush da Doença de Alzheimer em Chicago, um dos mais renomados pesquisadores na área, revela uma descoberta surpreendente: pessoas com a mesma condição cerebral podem apresentar estado mental completamente diferente. Enquanto uma perde a memória, outra se mostra lúcida e capaz. Ou seja, mais importante do que o estado físico dos tecidos é o uso que se faz deles, apesar dos danos.
Para ganhar a corrida contra a demência, duas armas são fundamentais: afeto e exercício intelectual. Apostar no que faz bem, manter pessoas queridas por perto, cultivar relações de intimidade, cuidar de animais e se divertir, movimentar o corpo, passear, falar mais de um idioma e aprender coisas contribui para postergar o surgimento do Alzheimer e diminuir o número de anos que se passa doente no fim da vida. Curiosamente, parece que a prevenção está justamente no que tende a nos tornar mais felizes.

Disponível em: <https://www.uol.com.br/ > . Acesso em:10 set. 2016. [Texto adaptado]

Para responder a questão, considere o parágrafo:

O mais prevalente desses quadros é a doença de Alzheimer. A patologia pode ter evoluído concomitantemente com a inteligência humana. Em artigo publicado no periódico científico bioRxiv, cientistas afirmaram ter encontrado evidências de que, entre 50 mil e 200 mil anos atrás, a seleção natural impulsionou mudanças em seis genes envolvidos no desenvolvimento cerebral, o que pode ter contribuído para aumentar a conectividade neuronal, tornando os humanos modernos mais inteligentes à medida que evoluíram de seus ancestrais hominídeos. Essa nova capacidade intelectual, porém, não veio sem custo: os mesmos genes estão implicados no Alzheimer. O geneticista Kun Tang, do Instituto de Ciências Biológicas de Xangai, na China, que liderou a pesquisa, especula que o distúrbio de memória se desenvolveu à medida que cérebros em processo de envelhecimento lutavam com novas demandas metabólicas impostas pela crescente inteligência.

A ideia central do parágrafo encontra-se explicitada no

 

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975600 Ano: 2016
Disciplina: Técnicas em Laboratório
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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Nas atividades de rotina laboratorial, o técnico de patologia pode reutilizar ou reciclar diversos produtos químicos utilizados no processamento de amostras, e, assim, produzir menor volume de resíduos para descarte. Um produto químico que não pode ser reutilizado ou reciclado é o (a)
 

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975599 Ano: 2016
Disciplina: Técnicas em Laboratório
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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Toda a vidraria empregada em laboratório deve ser perfeitamente limpa e livre de substâncias estranhas, a fim de não afetar os resultados de análises e preparações de soluções. Marcações com caneta, resíduos químicos, resíduos biológicos, sujidades, tudo dever ser removido da vidraria durante o processo de limpeza. Sobre a limpeza de vidrarias e equipamentos de laboratório, é correto afirmar:
 

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975598 Ano: 2016
Disciplina: Técnicas em Laboratório
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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Os micrótomos são instrumentos utilizados para a aquisição de cortes teciduais com espessura entre 1 a 60 µm, suficientemente delgados para a observação em microscópios. No laboratório de patologia, o micrótomo utilizado na rotina para confecção de lâminas permanentes é o
 

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975597 Ano: 2016
Disciplina: Técnicas em Laboratório
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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Sobre o processo de microtomia, considere as afirmativas abaixo:
I O criostato permite a obtenção de cortes sem a necessidade de fixação, desidratação ou inclusão, sendo bastante utilizado para obtenção de cortes utilizados em técnicas histoquímicas e de imunoflorescência. II O micrótomo de congelação processa blocos com amostras previamente fixadas em formaldeído e congeladas. Os cortes obtidos são espessos variando entre 20 e 80 micrômetros. III No micrótomo rotativo, os cortes são distendidos, sempre em banho maria à aproximadamente 40ºC, havendo a necessidade, posteriormente, de secagem das lâminas em estufa por, no mínimo, 12h. IV O ultramicrótomo é utilizado para obtenção de cortes ultrafinos. Este equipamento é utilizado em colorações de rotina anatomopatológicas com navalhas de vidro, diamante ou safira.
Estão corretas as afirmativas
 

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975596 Ano: 2016
Disciplina: Técnicas em Laboratório
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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A fixação é uma das etapas mais importantes da técnica histopatológica porque tem como objetivo interromper o metabolismo celular, estabilizando as estruturas e os componentes intra e extracelulares. Diversos protocolos de fixação são citados pela literatura técnica. Em relação ao processo de fixação por imersão, é correto afirmar:
 

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975595 Ano: 2016
Disciplina: Técnicas em Laboratório
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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Fixadores são substâncias químicas que mantêm a integridade dos tecidos após a morte celular. Identificar os mecanismos de ação dos fixadores teciduais é fundamental para o sucesso de todo o processamento tecidual. Sobre as propriedades de um fixador, considere os itens a seguir:
I Inibir ou parar a autólise e impedir a atividade e proliferação bacteriana . II Coagular proteínas e lipídeos e tornar solúveis substâncias insolúveis. III Penetrar na maioria das amostras lentamente e impedir a deformação tecidual. IV Agir como mordente facilitando posteriormente a coloração.
De um modo geral, um bom fixador deve apresentar as propriedades referidas nos itens
 

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975594 Ano: 2016
Disciplina: Técnicas em Laboratório
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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As figuras abaixo representam quatro tipos de micrótomos.

enunciado 975594-1

Em procedimentos cirúrgicos, para emissão de um laudo urgente pelo médico patologista, o micrótomo que deverá ser utilizado pelo técnico em patologia é o representado na figura

 

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975593 Ano: 2016
Disciplina: Técnicas em Laboratório
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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Em endoscopias digestivas, é comum a realização de biópsias incisivas para retirada de fragmentos estomacais com o intuito de averiguar se o paciente está infectado pela bactéria Helicobacter pylori, além da possibilidade de visualização microscópica concomitante da mucosa, com melhor definição da gravidade da inflamação. A técnica de coloração que NÃO possibilita o diagnóstico para essa bactéria é
 

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