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Foram encontradas 190 questões.

2824465 Ano: 2016
Disciplina: Gerência de Projetos
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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A modelagem de negócios mais comumente conhecida por Business Model Generation (BMG) trouxe uma grande contribuição para o pensamento do negócio de forma sistêmica. Nesse contexto, considere as seguintes afirmativas:

  1. O relacionamento com os clientes deve ser estruturado para atender a todos os segmentos de clientes de forma simultânea.
  2. As atividades-chave são os processos essenciais para o desenvolvimento do modelo de negócio.
  3. As fontes de receitas devem ser detalhadas minuciosamente e baseadas em procedimentos contábeis.
  4. Os canais descrevem como uma empresa se comunica e alcança seus segmentos de clientes para entregar valor.

Em relação à modelagem de negócios, estão corretas as afirmativas:

 

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2824464 Ano: 2016
Disciplina: Administração Geral
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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Dentre as metodologias para inovação de negócios, podemos destacar o design thinking. Considere as seguintes afirmativas referentes a essa metodologia:

  1. A técnica de personas consiste em entender o contexto do cliente a partir de suas vivências.
  2. O contexto de prototipação requer o desenvolvimento de um protótipo ou serviço que seja utilizável.
  3. O mapa de empatia é uma forma de visualizar o que o cliente faz, diz e pensa.
  4. As técnicas “Um dia na vida” e “Sombra” se enquadram na fase de imersão.

Em relação ao design thinking, estão corretas as afirmativas

 

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2824463 Ano: 2016
Disciplina: Administração Geral
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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O administrador de um parque tecnológico de TI recebe de uma empresa interessada em entrar como âncora a solicitação de um relatório que demonstre as potencialidades estratégicas do local. A ferramenta que deve constar nesse relatório visando atender à solicitação é
 

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1423432 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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Na corrida contra a demência

Gláucia Leal

“Sorte daqueles que não têm de morrer”, diz um provérbio tibetano que, volta e meia, me vem à cabeça. A frase – ligeiramente irônica, já que a finitude é inevitável – tem, como contexto, a crença na lei de causas e consequências, segundo a qual teremos de nos haver com as repercussões de nossos atos, nossas intenções e nossas palavras – nesta ou em outras existências. E não porque tenhamos de ser castigados, mas sim porque prevalece a ideia de que nada nos acontece sem que, em algum momento, tenhamos criado as causas para isso. Fazendo uma releitura do ditado oriental, tomo a liberdade de dizer que teríamos sorte se não tivéssemos de envelhecer. Esse desfecho não é inevitável, claro, mas a alternativa também não parece nada atraente. Na maioria absoluta, ansiamos pela vida. Com o aumento dessa expectativa, o problema é chegarem também os “males” dos desgastes impostos pelo tempo. A demência, que nos rouba de nós mesmos, talvez seja um dos mais temidos.
O mais prevalente desses quadros é a doença de Alzheimer. A patologia pode ter evoluído concomitantemente com a inteligência humana. Em artigo publicado no periódico científico bioRxiv, cientistas afirmaram ter encontrado evidências de que, entre 50 mil e 200 mil anos atrás, a seleção natural impulsionou mudanças em seis genes envolvidos no desenvolvimento cerebral, o que pode ter contribuído para aumentar a conectividade neuronal, tornando os humanos modernos mais inteligentes à medida que evoluíram de seus ancestrais hominídeos. Essa nova capacidade intelectual, porém, não veio sem custo: os mesmos genes estão implicados no Alzheimer. O geneticista Kun Tang, do Instituto de Ciências Biológicas de Xangai, na China, que liderou a pesquisa, especula que o distúrbio de memória se desenvolveu à medida que cérebros em processo de envelhecimento lutavam com novas demandas metabólicas impostas pela crescente inteligência.
Mas essa é só uma parte da história: se a capacidade de aprender e memorizar nos penaliza, ela também acena com a possibilidade de afastar a manifestação do Alzheimer, às vezes por vários anos ou até por toda a vida. O neurocientista David A. Bennett, diretor do Centro Rush da Doença de Alzheimer em Chicago, um dos mais renomados pesquisadores na área, revela uma descoberta surpreendente: pessoas com a mesma condição cerebral podem apresentar estado mental completamente diferente. Enquanto uma perde a memória, outra se mostra lúcida e capaz. Ou seja, mais importante do que o estado físico dos tecidos é o uso que se faz deles, apesar dos danos.
Para ganhar a corrida contra a demência, duas armas são fundamentais: afeto e exercício intelectual. Apostar no que faz bem, manter pessoas queridas por perto, cultivar relações de intimidade, cuidar de animais e se divertir, movimentar o corpo, passear, falar mais de um idioma e aprender coisas contribui para postergar o surgimento do Alzheimer e diminuir o número de anos que se passa doente no fim da vida. Curiosamente, parece que a prevenção está justamente no que tende a nos tornar mais felizes.

Disponível em: <https://www.uol.com.br/ > . Acesso em:10 set. 2016. [Texto adaptado]
No texto, apresenta-se, como dominante, a sequência
 

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1415850 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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Na corrida contra a demência

Gláucia Leal

“Sorte daqueles que não têm de morrer”, diz um provérbio tibetano que, volta e meia, me vem à cabeça. A frase – ligeiramente irônica, já que a finitude é inevitável – tem, como contexto, a crença na lei de causas e consequências, segundo a qual teremos de nos haver com as repercussões de nossos atos, nossas intenções e nossas palavras – nesta ou em outras existências. E não porque tenhamos de ser castigados, mas sim porque prevalece a ideia de que nada nos acontece sem que, em algum momento, tenhamos criado as causas para isso. Fazendo uma releitura do ditado oriental, tomo a liberdade de dizer que teríamos sorte se não tivéssemos de envelhecer. Esse desfecho não é inevitável, claro, mas a alternativa também não parece nada atraente. Na maioria absoluta, ansiamos pela vida. Com o aumento dessa expectativa, o problema é chegarem também os “males” dos desgastes impostos pelo tempo. A demência, que nos rouba de nós mesmos, talvez seja um dos mais temidos.
O mais prevalente desses quadros é a doença de Alzheimer. A patologia pode ter evoluído concomitantemente com a inteligência humana. Em artigo publicado no periódico científico bioRxiv, cientistas afirmaram ter encontrado evidências de que, entre 50 mil e 200 mil anos atrás, a seleção natural impulsionou mudanças em seis genes envolvidos no desenvolvimento cerebral, o que pode ter contribuído para aumentar a conectividade neuronal, tornando os humanos modernos mais inteligentes à medida que evoluíram de seus ancestrais hominídeos. Essa nova capacidade intelectual, porém, não veio sem custo: os mesmos genes estão implicados no Alzheimer. O geneticista Kun Tang, do Instituto de Ciências Biológicas de Xangai, na China, que liderou a pesquisa, especula que o distúrbio de memória se desenvolveu à medida que cérebros em processo de envelhecimento lutavam com novas demandas metabólicas impostas pela crescente inteligência.
Mas essa é só uma parte da história: se a capacidade de aprender e memorizar nos penaliza, ela também acena com a possibilidade de afastar a manifestação do Alzheimer, às vezes por vários anos ou até por toda a vida. O neurocientista David A. Bennett, diretor do Centro Rush da Doença de Alzheimer em Chicago, um dos mais renomados pesquisadores na área, revela uma descoberta surpreendente: pessoas com a mesma condição cerebral podem apresentar estado mental completamente diferente. Enquanto uma perde a memória, outra se mostra lúcida e capaz. Ou seja, mais importante do que o estado físico dos tecidos é o uso que se faz deles, apesar dos danos.
Para ganhar a corrida contra a demência, duas armas são fundamentais: afeto e exercício intelectual. Apostar no que faz bem, manter pessoas queridas por perto, cultivar relações de intimidade, cuidar de animais e se divertir, movimentar o corpo, passear, falar mais de um idioma e aprender coisas contribui para postergar o surgimento do Alzheimer e diminuir o número de anos que se passa doente no fim da vida. Curiosamente, parece que a prevenção está justamente no que tende a nos tornar mais felizes.

Disponível em: <https://www.uol.com.br/ > . Acesso em:10 set. 2016. [Texto adaptado]

Para responder a questão, considere o parágrafo:

O mais prevalente desses quadros é a doença de Alzheimer. A patologia pode ter evoluído concomitantemente com a inteligência humana. Em artigo publicado no periódico científico bioRxiv, cientistas afirmaram ter encontrado evidências de que, entre 50 mil e 200 mil anos atrás, a seleção natural impulsionou mudanças em seis genes envolvidos no desenvolvimento cerebral, o que pode ter contribuído para aumentar a conectividade neuronal, tornando os humanos modernos mais inteligentes à medida que evoluíram de seus ancestrais hominídeos. Essa nova capacidade intelectual, porém, não veio sem custo: os mesmos genes estão implicados no Alzheimer. O geneticista Kun Tang, do Instituto de Ciências Biológicas de Xangai, na China, que liderou a pesquisa, especula que o distúrbio de memória se desenvolveu à medida que cérebros em processo de envelhecimento lutavam com novas demandas metabólicas impostas pela crescente inteligência.

A ideia central do parágrafo encontra-se explicitada no

 

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982061 Ano: 2016
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UFRN
Orgão: UFRN

O sistema de registro de preços na administração pública apresenta algumas peculiaridades que devem ser observadas. Com base na legislação vigente sobre este assunto, analise as afirmativas abaixo:

I. Uma vez constante do sistema de registro de preços, a administração pública está obrigada a comprar o bem ou a contratar o serviço ali registrado.

II. Pode a administração realizar outra licitação para a contratação pretendida, a despeito da existência de preços registrados. Contudo, não pode comprar de outro licitante que não o ofertante da melhor proposta.

III. Licitação para o sistema de registro de preços pode ser realizada independentemente de dotação orçamentária, pois não há obrigatoriedade e dever de contratar.

IV. Durante o prazo de validade do registro, o licitante é desobrigado de manter o preço registrado e a disponibilidade do produto, nos quantitativos máximos licitados.

V. É vedada a revisão do preço registrado quando ocorrer eventual redução daqueles praticados no mercado, o que eleva o custo respectivo.

Em relação ao exposto, estão corretas apenas as afirmativas

 

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975604 Ano: 2016
Disciplina: Administração de Recursos Materiais
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
A previsão de consumo dos materiais e o tempo de entrega da quantidade encomendada são fatores indispensáveis para a programação de aquisição de materiais e de serviços. Um dos métodos utilizados para calcular a previsão de consumo para um determinado período de tempo é o
 

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975603 Ano: 2016
Disciplina: Administração de Recursos Materiais
Banca: UFRN
Orgão: UFRN

Os inventários consistem em instrumentos de controle para a verificação dos saldos de estoques nos almoxarifados, nos depósitos, bem como dos equipamentos e materiais permanentes. Em relação a esse assunto, leia as afirmativas abaixo:

I. Os tipos de inventário físico são: anual, inicial, de transferência de responsabilidade, de extinção ou transformação e eventual.

II. Os inventários físicos, de cunho gerencial, são realizados por comissão designada pelo Diretor da Unidade Administrativa.

III. Todo material, independente do seu valor econômico, poderá ser controlado por meio do simples relacionamento de material.

IV. Um dos objetivos do inventário físico é analisar o desempenho das atividades do encarregado do almoxarifado.

Das afirmativas, estão corretas apenas:

 

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975600 Ano: 2016
Disciplina: Técnicas em Laboratório
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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Nas atividades de rotina laboratorial, o técnico de patologia pode reutilizar ou reciclar diversos produtos químicos utilizados no processamento de amostras, e, assim, produzir menor volume de resíduos para descarte. Um produto químico que não pode ser reutilizado ou reciclado é o (a)
 

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975599 Ano: 2016
Disciplina: Técnicas em Laboratório
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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Toda a vidraria empregada em laboratório deve ser perfeitamente limpa e livre de substâncias estranhas, a fim de não afetar os resultados de análises e preparações de soluções. Marcações com caneta, resíduos químicos, resíduos biológicos, sujidades, tudo dever ser removido da vidraria durante o processo de limpeza. Sobre a limpeza de vidrarias e equipamentos de laboratório, é correto afirmar:
 

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