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Uma fratura relacionada a traumatismo de baixa energia em indivíduo acima de 60 anos de idade remete à apresentação clínica da osteoporose. Concorre para o diagnóstico em idosos outros fatores epidemiológicos, como a redução da estatura, a deformidade da coluna vertebral ou a osteopenia radiológica, que norteiam suspeitas da existência da perda de massa óssea. Diante disso, analise as afirmativas abaixo.
I O estudo radiográfico deve ser indicado para os doentes com história de redução na estatura e com presença de deformidade nova ou progressiva da coluna.
II É alta a correlação entre o grau de colapso do corpo vertebral e o nível de dor.
III O estudo radiográfico é útil para identificar fraturas vertebrais em indivíduos assintomáticos com osteopenia densitométrica.
IV Osteófitos escleróticos e densos indicam que a fratura é aguda mas também podem estar presentes pela doença degenerativa da coluna.
V O déficit neurológico por comprometimento radicular ou medular está presente em 80% dos acometidos de fraturas osteoporóticas.
Entre as afirmativas, estão corretas
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Fraturas de mão são comuns nos pacientes ortopédicos pediátricos. O diagnóstico preciso, o planejamento do tratamento e, algumas vezes, o prognóstico dependem da compreensão da anatomia fisária e da ossificação dos ossos imaturos, sendo o tratamento dessas fraturas influenciado amplamente pela anatomofisiologia fisária. Nesse contexto, no tratamento das fraturas de mão em crianças,
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As fraturas do fêmur proximal podem levar a várias consequências negativas. A incapacidade permanente resultante das complicações, quando ocorre, causa impacto sobre os índices de deficiência, afetando geralmente a marcha independente e as atividades essenciais e instrumentais da vida diária, como dirigir e ir ao mercado. Em relação às complicações em fraturas subtrocantéricas, analise as afirmativas abaixo.
I Morbidade e mortalidade têm relação com a escolha do tratamento com placas e parafusos.
II Uma das complicações é a falha do implante ortopédico relacionada a ossos osteopênicos.
III Osteotomia em valgo com utilização de enxerto ósseo trata desvios em varo.
IV Coxa brevis está associada, principalmente, às ações de abdutores do quadril.
Entre as afirmativas, estão corretas
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Em 1992, a Sociedade Americana de Cirurgia do Ombro e Cotovelo (ASES) definiu a capsulite adesiva do ombro como “uma condição de etiologia incerta caracterizada por significante restrição da mobilidade ativa e passiva do ombro que ocorre na ausência de alterações intrínsecas dessa articulação”. Na capsulite adesiva,
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A Doença de Legg-Calvé-Perthes (DLCP) foi definida, pela primeira vez, como uma entidade clínica nova em 1910, pelo norte-americano Arthur Legg, pelo francês Calvé e pelo alemão Perthes, de maneira independente, embora Waldenström, em 1909, já tivesse descrito todas as suas fases radiográficas e atribuído a doença a um foco tuberculoso de baixa virulência. A DLCP é caracterizada pela necrose avascular idiopática da cabeça femoral, parcial ou total, de evolução autolimitada, com suas complicações associadas, que acomete crianças sem correlação com outras doenças. Nesse contexto, NÃO faz parte do diagnóstico da Doença de Perthes
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A Organização Mundial da Saúde (OMS) classifica muitos sarcomas de partes moles pela Origem Tecidual Presumida, ou o tecido normal com o qual mais se assemelha o tumor, tais como o lipossarcoma e o sarcoma sinovial. O histórico de dor e tumoração, em tempo menor que três meses, sugere lesão agressiva, enquanto o de dor e tumoração mais arrastadas, acima de seis meses, sugere lesão benigna. A faixa etária é outro fator importante para sugerir a presença de benignidade. Dessa forma, são tumores benignos cogitados em pacientes menores de 20 anos:
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Estima-se que cerca de 5% das fraturas de ossos longos evoluem para não consolidação óssea, também chamada de pseudoartrose. Considerando essa incidência, é importante que o ortopedista saiba os aspectos necessários para reconhecer essa complicação, de forma a desenvolver a tomada de decisão para cada tipo de paciente. Nesse sentido, de acordo com
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O hálux valgo caracteriza-se pelo desvio lateral do primeiro dedo do pé, ocasionando deslocamento dos ossos sesamoides e do retalho glenossesamoideo. Nessa patologia, ocorre uma distensão ligamentar da parte medial da articulação metatarsofalangiana e, consequentemente, a superfície articular da primeira falange passa a se articular mais na parte fibular do primeiro metatarsiano, descobrindo ou expondo a parte medial da superfície articular do primeiro metatarsiano. Tendo isso em vista, analise os fatores causais abaixo.
I Metatarso aduto varo
II Fórmula digital metatarsiana
III Deformidade em bridão do hálux
IV Rotação interna do primeiro metatarsiano
São fatores causais do hálux valgo
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A maioria das fraturas das mãos é bem tratada, tradicionalmente, sem cirurgia. Porém, devem ser avaliados os riscos da imobilização prolongada. Rigidez, feridas e, raramente, síndrome compartimental podem resultar de procedimento mal administrado ou imobilização mal confeccionada. Nesse sentido, o tratamento “conservador” pode ser inefetivo, e a cirurgia será indicada nos casos de politraumatizados, com objetivo de obter a mobilização precoce, quando a fratura não for redutível, nas fraturas expostas e nos casos de lesão de nervos e vasos. Em relação aos cuidados no tratamento dessas fraturas,
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A Síndrome do Túnel do Carpo (STC) é uma neuropatia de compressão envolvendo o nervo mediano no punho, resultante de qualquer condição que reduz o tamanho do túnel do carpo ou aumenta o volume de seu conteúdo. Recentemente, avanços tecnológicos melhoraram o processo diagnóstico dessa síndrome. A respeito desse processo, atualmente, considera-se que
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