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As lesões instáveis do anel pélvico resultam de trauma de alta energia ou são provenientes de politraumatismo, em que estão associadas a múltiplas lesões concomitantes, sendo eventuais as lesões urogenitais e lombossacras. Hemorragia, traumatismo cranioencefálico, lesões de partes moles, fraturas expostas e complicações sistêmicas acompanham altos índices de mortalidade. Em relação às lesões instáveis do anel pélvico,
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Anomalias congênitas da extremidade superior, embora menos comuns que as cardiopatias congênitas, são observadas em aproximadamente 2 por 1000 nascidos vivos. Essa incidência varia de acordo com o país devido à maior incidência de certas malformações em pacientes de origens étnicas diversas. Embora muitas dessas malformações levem apenas a pequenos déficits funcionais, elas podem ser uma preocupação para os pais e causar sofrimento psicológico nas crianças. Nesse contexto, nos casos de sindactilias congênitas da mão,
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O exame da coluna vertebral faz parte do cotidiano do ortopedista. O domínio da semiologia permite não apenas a identificação correta de problemas na coluna mas também o diagnóstico diferencial com vários problemas ortopédicos. Uma série de testes deve ser considerada de acordo com as queixas do paciente ou a patologia pesquisada. Com o paciente em posição ortostática, sua coluna é marcada, utilizando-se uma caneta, com um ponto, tendo como referência o nível da espinha ilíaca posterossuperior. Um segundo ponto é mensurado 10 cm acima. Solicita-se que o paciente flexione o tronco na tentativa de tocar o chão. Nessa posição, é mensurada a distância entre os pontos marcados. Um aumento igual ou superior a 5 cm na medida entre os pontos indica padrão de normalidade para a flexibilidade da coluna lombar. O teste semiológico aplicado que se baseia no afastamento entre esses dois pontos assinalados na coluna é o
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A dor lombar é mais um sintoma do que uma doença. Da mesma forma que outros sintomas, como cefaleia ou tontura, pode ter várias causas. A forma mais comum de dor lombar é a inespecífica. Esse termo é usado quando a etiopatologia da dor não pode ser determinada. Diante do exposto, analise as afirmativas abaixo acerca da lombalgia.
I Resultados de revisões sistemáticas não mostraram associações consistentes entre os achados de ressonância magnética e os episódios futuros de dor lombar.
II Embora as diretrizes de evidências encorajem exames de imagem de rotina para dor lombar não específica, essa abordagem permanece incomum.
III Resultados de revisões sistemáticas não mostraram associações consistentes entre ressonância e dor lombar, exceto para casos de discopatia cujos achados de imagem apresentam tipo II na classificação de MODIC.
IV Tanto os pacientes quanto os médicos possuem crenças errôneas de que a imagem é essencial no tratamento da dor lombar, concretizando-se em potenciais vetores de imagens desnecessárias.
Entre as afirmativas,
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As osteocondroses e epifisites são causas comuns de dor nos ossos em crescimento, mas têm diferentes etiologias e tratamentos. A apofisite resulta de uma lesão por tração na cartilagem e fixação óssea dos tendões em crianças e adolescentes. Uma criança, que aparenta 9 anos de idade, apresenta dor insidiosa em nível do terço médio e lateral do pé bem como eminência palpável e dor à digitopressão. Essa criança tem, como diagnóstico mais provável, doença de
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A Epifisiólise da Cabeça do Fêmur é o distúrbio da articulação do quadril que ocorre na faixa etária adolescente. A placa epifisária proximal do fêmur permite um deslocamento da cabeça do fêmur, de forma que a metáfise e o colo se deslocam anterior e superiormente, causando um estado de deslocamento e fratura. A linha radiográfica que tangencia a borda superior do colo, transpassa a cabeça do fêmur no quadril normal e é parâmetro para sinalizar e diagnosticar a Epifisiólise da Cabeça femoral, em um período inicial, denomina-se
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O quadril é uma articulação em que a cabeça do fêmur se encaixa com a pelve na região do acetábulo, como uma bola em um soquete. Para um bom movimento, a cabeça do fêmur deve se manter totalmente esférica nesse encaixe, articulando-se com a concavidade do acetábulo congruentemente. Uma das patologias que comprometem essa juntura é a síndrome do impacto femuroacetabular. No que diz respeito a essa síndrome,
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A osteoartrite (OA) é uma doença importante que atinge grande parte da população com mais de 40 anos. Ela é caracterizada por dor e mobilidade limitada e é confirmada pela deterioração progressiva da cartilagem, que se pode avaliar com radiografias e outras técnicas de imagem. Hoje, não existe um tratamento específico para a restauração da cartilagem articular artrítica do joelho; portanto, os tratamentos são sintomáticos, farmacológicos ou não farmacológicos, e, eventualmente, cirurgia para substituição do joelho artrósico pode ser considerada. Em relação ao tratamento da osteoartrose do joelho,
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A articulação femuropatelar goza de bom acesso a diagnósticos por imagem, por meio de radiografias, tomografias e ressonâncias além do exame artroscópico. Da mesma forma, é uma articulação bastante acessível ao exame físico. A disponibilidade desses métodos facilita muito o diagnóstico etiopatológico da instabilidade femuropatelar. Porém, após considerar uma boa história clínica do paciente com queixas de instabilidade no joelho, podem-se levar em conta os fatores de risco, aqueles que predispõem o paciente à subluxação ou à luxação de patela, no exame físico. Na posição ortostática ou na marcha, dois desses fatores que podem ser identificados são
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A tenossinovite de D’Quervain acomete, mais comumente, mulheres e pode estar associada a atividades repetitivas do punho e do polegar, ocasionando tensão nos tendões localizados no primeiro túnel extensor do punho. A estenose da bainha que acomoda esses tendões promove hipertrofia e dor local. Considerando a Instrução Normativa nº. 98/2003, do INSS, órgão que elabora convenções referentes aos distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho (DORT), analise as afirmativas abaixo.
I Relaciona-se ao trabalho que realiza estabilização do polegar em pinça seguida de rotação ou desvio ulnar do carpo, principalmente, se acompanhado de força.
II Relaciona-se ao trabalho cuja execução envolve digitar, fazer montagens industriais e empacotar.
III Deve-se realizar diagnóstico diferencial com doenças reumáticas, tendinite da gravidez (particularmente bilateral) e estiloidite do rádio.
IV Relaciona-se ao trabalho cuja execução envolve apertar parafusos, desencapar fios, tricotar e operar motosserra.
Associam-se, corretamente, à Tenossinovite de D’Quervain as afirmativas
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