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As fraturas de ossos da perna são as mais comuns dos ossos longos. São fraturas com altas taxas de não consolidação. Por essa razão, a literatura médica tende a estabelecer limites aceitáveis e recomendáveis de posicionamento, adotados no tratamento com imobilização, com objetivo de evitar o retardo de consolidação e a pseudoartrose de ossos da perna, considerando alinhamentos, contatos ósseos entre fragmentos principais (distal e proximal), observados tanto no exame clínico quanto no exame radiográfico. No que diz respeito aos limites aceitáveis permitidos no tratamento conservador das fraturas de tíbia (ossos da perna), recomenda-se respeitar
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Um paciente de quatro meses de idade tem os sinais radiográficos abaixo.
Índice acetabular apresentando valor médio de 38 graus; arco de Shenton desfeito; cabeça femural não totalmente visível, mas com sombra aparente entre os terceiro e quarto quadrantes de Ombrèdanne bilateralmente.
Diante desses sinais, é provável que, nos antecedentes clínicos materno ou infantil desse paciente, encontre-se
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Apesar de o tratamento não cirúrgico resultar em um bom prognóstico para a maioria dos atletas com lesão muscular, as consequências da falha do tratamento podem ser dramáticas, postergando o retorno do atleta à atividade esportiva por semanas ou até mesmo meses. É importante o conhecimento de princípios básicos e estruturas envolvidas na anatomia e na regeneração das fibras nos casos de distensão muscular. Em relação à anatomia e à biomecânica do tecido muscular,
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Bifosfonatos estão hoje entre os principais tipos de medicamentos prescritos em todo o mundo para o tratamento da osteoporose. Os bifosfonatos orais (BF) são drogas colocadas como tratamento de primeira linha para a osteoporose na maioria das diretrizes clínicas. São medicamentos eficazes que reduzem a incidência de fraturas e até reduzem a mortalidade. Devido à sua grande afinidade pelo osso, os BF têm demonstrado que, mesmo quando descontinuados, ainda oferecem um efeito protetor latente sobre a densidade mineral óssea, mantendo seu efeito antifratura. No entanto, o uso prolongado por anos tem sido associado ao surgimento gradual de complicações como fraturas atípicas do fêmur, que têm levantado dúvidas acerca da interrupção no seu uso. Dessa forma, em 2013, a American Society for Bone and Mineral Research (ASBMR) alertou sobre orientações para avaliação e seguimento das fraturas consideradas atípicas pelo uso desses medicamentos, definindo-as segundo critérios maiores e menores. Conforme a ASBMR, o critério maior no diagnóstico das fraturas atípicas relacionadas ao uso de bifosfonato é
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As fraturas patológicas representam uma preocupação crescente no campo da oncologia musculoesquelética. A incidência de fraturas patológicas está aumentando devido, principalmente, à melhoria do diagnóstico e do tratamento da doença metastática que leva a uma sobrevida prolongada. O diagnóstico da patologia causal é de suma importância no sucesso do tratamento das fraturas patológicas, as quais ocorrem devido a áreas de osso enfraquecido por anormalidades metabólicas, lesões malignas ou benignas, alterando a biomecânica esquelética. Entre os vários tipos de tumores benignos, aquele que usualmente se apresenta com fraturas patológicas é
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O tendão do calcâneo é o mais resistente e o mais vulnerável do corpo. Está localizado, posteriormente, no tornozelo, mede cerca de 10 a 12 cm de comprimento. É proveniente do tríceps sural, composto pelos músculos gastrocnêmios e, mais profundamente, pelo músculo sóleo, inserindo-se no terço posterior da tuberosidade do osso calcâneo. A inserção do tendão no osso é chamada de êntese. Portanto, as inflamações nesse local são denominadas entesopatias. Diante disso, as tendinopatias do tendão calcaneano
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A espondilolistese refere-se à translação de uma vértebra sobre a vértebra caudal, podendo ser anterior, posterior ou lateral. A espondilolistese ístmica ocorre devido a um defeito ósseo da pars interarticularis, ponte óssea que liga o arco posterior e suas facetas articulares ao corpo vertebral. Trata-se de uma condição adquirida de ocorrência uni ou bilateral. A incidência na população geral é de aproximadamente 5%. Em relação à espondilolistese ístmica,
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A coluna vertebral é um segmento local frequente de acometimento de tumores como histiocitose X, cordomas, osteossarcoma, hemangiomas, entre outros. Em relação aos tumores da coluna vertebral, analise as afirmativas abaixo.
I O granuloma eosinofílico é classicamente representado pela vértebra em camiseta de Rugby.
II O Tumor de Células Gigantes (TCG) costuma destruir o corpo vertebral e apresenta índices baixos de recidiva.
III Hemangiomas são tipicamente vistos nos pacientes assintomáticos e também nos sintomáticos, em caso de fraturas.
IV A coluna vertebral das crianças é sede de osteoma osteoide e osteoblastoma.
Entre as afirmativas, estão corretas
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Nos pacientes politraumatizados, principalmente os portadores de traumatismo cranioencefálico grave, o controle de danos começa na emergência. Fraturas são submetidas à fixação externa para prevenção de danos, sendo programada conversão de síntese externa para síntese interna. Para evitar a suscetibilidade de infecção, a conversão de síntese externa para interna deve se dar
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As fraturas do côndilo lateral representam a segunda fratura mais comum do cotovelo pediátrico. Vários sistemas de classificação são usados para descrever essas fraturas. As classificações descritas mais recentemente ajudam a orientar o manejo, que se baseia no grau de deslocamento e na estabilidade da fratura. O objetivo do tratamento é obter a redução da superfície articular e a consolidação da fratura por redução fechada ou aberta e por fixação com fios de Kirschner ou parafusos. No tratamento das fraturas do côndilo lateral umeral de crianças, recomenda-se
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