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Foram encontradas 50 questões.

591375 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFRPE
TEXTO
O ensino tradicional de língua portuguesa investiu, erroneamente, no conhecimento da descrição da língua, supondo que a partir desse conhecimento cada um de nós melhoraria seu desempenho no uso da língua. Na verdade, a escola agiu mais ou menos como se para aprender a usar um interruptor ou uma tomada elétrica fosse necessário saber como a força da água se transforma em energia e esta em claridade na lâmpada que acendemos.
Obviamente, há espaço para saber essas coisas todas e há aqueles que a elas se dedicaram e as sabem. Se precisar de uma informação, posso consultá-los. Mas o número de conhecimentos disponíveis na humanidade é imenso e muitas das tecnologias de que dispomos hoje nós sabemos usar, embora não saibamos como elas se produziram nem saibamos explicá-las.
Ninguém mais é capaz de dominar o conhecimento global disponível. Mas também não temos com as coisas uma relação mágica: sabemos que as coisas podem ser explicadas ou poderão ser explicadas um dia (há muito a saber sobre o mundo). Cada um de nós, em sua área profissional, tem conhecimentos e pode transmiti-los a outros, mas nenhum de nós imagina que todos queiram saber os conhecimentos que caracterizam a nossa profissão. É preciso saber usar eficientemente, e os conhecimentos suficientes para tanto já bastam. Ninguém precisa tornar-se especialista em tudo!
O conhecimento gramatical é, pois, um conhecimento necessário para aquele que se dedica ao estudo da língua e ao seu ensino, para que possa exercer dignamente seu ofício de construir situações adequadas para aquele que quer aprender a usar a língua, selecionando, inclusive, quais desses conhecimentos lhe são necessários. Mas não é um conhecimento, em seu todo, necessário para aquele que quer aprender a ler criticamente e a escrever exitosamente.
GERALDI, João W. Linguagem e ensino: exercícios de militância e divulgação.
Campinas, SP: Mercado de Letras, ALB, 1996. p.71-72. Excerto adaptado.
Analise as informações apresentadas a seguir.
1) Saber descrever bem uma língua não é garantia de melhor desempenho no uso dessa língua.
2) A escola deve ser o espaço privilegiado para que os profissionais se tornem especialistas em língua portuguesa.
3) A competência nas atividades de leitura e de escrita prescinde de maior aprofundamento do conhecimento gramatical.
4) Todos os profissionais deveriam ter conhecimento aprofundado da gramática de sua língua, já que ela é um bem comum a todos.
Estão em consonância com o Texto:
 

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591374 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFRPE
TEXTO
O ensino tradicional de língua portuguesa investiu, erroneamente, no conhecimento da descrição da língua, supondo que a partir desse conhecimento cada um de nós melhoraria seu desempenho no uso da língua. Na verdade, a escola agiu mais ou menos como se para aprender a usar um interruptor ou uma tomada elétrica fosse necessário saber como a força da água se transforma em energia e esta em claridade na lâmpada que acendemos.
Obviamente, há espaço para saber essas coisas todas e há aqueles que a elas se dedicaram e as sabem. Se precisar de uma informação, posso consultá-los. Mas o número de conhecimentos disponíveis na humanidade é imenso e muitas das tecnologias de que dispomos hoje nós sabemos usar, embora não saibamos como elas se produziram nem saibamos explicá-las.
Ninguém mais é capaz de dominar o conhecimento global disponível. Mas também não temos com as coisas uma relação mágica: sabemos que as coisas podem ser explicadas ou poderão ser explicadas um dia (há muito a saber sobre o mundo). Cada um de nós, em sua área profissional, tem conhecimentos e pode transmiti-los a outros, mas nenhum de nós imagina que todos queiram saber os conhecimentos que caracterizam a nossa profissão. É preciso saber usar eficientemente, e os conhecimentos suficientes para tanto já bastam. Ninguém precisa tornar-se especialista em tudo!
O conhecimento gramatical é, pois, um conhecimento necessário para aquele que se dedica ao estudo da língua e ao seu ensino, para que possa exercer dignamente seu ofício de construir situações adequadas para aquele que quer aprender a usar a língua, selecionando, inclusive, quais desses conhecimentos lhe são necessários. Mas não é um conhecimento, em seu todo, necessário para aquele que quer aprender a ler criticamente e a escrever exitosamente.
GERALDI, João W. Linguagem e ensino: exercícios de militância e divulgação.
Campinas, SP: Mercado de Letras, ALB, 1996. p.71-72. Excerto adaptado.
É correto afirmar que o Texto trata, primordialmente:
 

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591364 Ano: 2010
Disciplina: Medicina
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFRPE
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Paciente de 74 anos, internado há 07 dias, após quadro de Síncope recorrente, refere queixa de febre + disúria há 24h. Exames mostram leucocitose e SU com hematúria e piúria. Urocultura = Klebsiella pneumoniae ESBL-positiva 1.000.000col/ml.
A melhor escolha terapêutica para este caso é:
 

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591362 Ano: 2010
Disciplina: Medicina
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFRPE
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Você está de plantão em uma Unidade de Terapia Intensiva, onde está internado um paciente de 20 anos, vítima de traumatismo craniano grave após acidente de motocicleta. Os dados clínicos sugerem que ele esteja em morte encefálica.
Sobre os passos a tomar a partir deste momento, assinale a alternativa correta.
 

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591360 Ano: 2010
Disciplina: Medicina
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFRPE
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Paciente do sexo masculino, 22 anos, previamente hígido, procura o ambulatório com queixa de adenopatia cervical direita de 5cm há 2 meses, com crescimento progressivo. Refere febre diária e sudorese noturna no mesmo período. Não tem outras queixas. Hemograma mostra pancitopenia. Biópsia linfonodal confirma diagnóstico de Doença de Hodgkin.
Qual dos exames abaixo não deve fazer parte do estadiamento inicial deste paciente?
 

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546199 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFRPE
TEXTO
A língua portuguesa que amo tanto
Que canto enquanto encanto-me ao ouvi-la
Em cada canto é fala, é riso, é pranto
E nada há que a cale e que a repila.
É essa língua tórrida e faceira
Inebriante e meiga e doce e audaz
Que envolve e enleia a gente brasileira
E quem a utiliza é quem a faz.
[...]
Não há quem fale errado ou fale mal
De norte a sul, é belo o que é falado
Na língua de Brasil e Portugal.
Para julgar quem fala certo ou fala errado
Não há no mundo lei, nem haverá:
Quem faz da fala língua é quem a fala
Gramática nenhuma a calará
Gramático nenhum irá cegá-la!
LOPES, Oldney. Disponível em: http://www.oldney.net/visualizar.php?idt=433893. Acesso em 23/09/2010. Adaptado.
Há, no Texto, a defesa explícita de que:
 

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546193 Ano: 2010
Disciplina: Medicina
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFRPE
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Paciente de 32 anos, 70Kg, portador de asma brônquica persistente moderada, chega à emergência com quadro de dispneia + sibilância há 6 horas. Relata uso de Formoterol 12mcg + Budesonida 400mcg a cada 12horas há seis meses. Teve exacerbação recente há 1 mês, quando fez uso de prednisona 40mg/dia por cinco dias. Chega à emergência em EGB, consciente e orientado, dispneico, acianótico, afebril. MV espástico em AHT com alguns sibilos; FR=28ipm; SatO2=93% em ar ambiente. FC=94bpm; PA=120x80mmHg.
A conduta inicial mais adequada a este caso seria:
 

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546055 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFRPE
TEXTO
O ensino tradicional de língua portuguesa investiu, erroneamente, no conhecimento da descrição da língua, supondo que a partir desse conhecimento cada um de nós melhoraria seu desempenho no uso da língua. Na verdade, a escola agiu mais ou menos como se para aprender a usar um interruptor ou uma tomada elétrica fosse necessário saber como a força da água se transforma em energia e esta em claridade na lâmpada que acendemos.
Obviamente, há espaço para saber essas coisas todas e há aqueles que a elas se dedicaram e as sabem. Se precisar de uma informação, posso consultá-los. Mas o número de conhecimentos disponíveis na humanidade é imenso e muitas das tecnologias de que dispomos hoje nós sabemos usar, embora não saibamos como elas se produziram nem saibamos explicá-las.
Ninguém mais é capaz de dominar o conhecimento global disponível. Mas também não temos com as coisas uma relação mágica: sabemos que as coisas podem ser explicadas ou poderão ser explicadas um dia (há muito a saber sobre o mundo). Cada um de nós, em sua área profissional, tem conhecimentos e pode transmiti-los a outros, mas nenhum de nós imagina que todos queiram saber os conhecimentos que caracterizam a nossa profissão. É preciso saber usar eficientemente, e os conhecimentos suficientes para tanto já bastam. Ninguém precisa tornar-se especialista em tudo!
O conhecimento gramatical é, pois, um conhecimento necessário para aquele que se dedica ao estudo da língua e ao seu ensino, para que possa exercer dignamente seu ofício de construir situações adequadas para aquele que quer aprender a usar a língua, selecionando, inclusive, quais desses conhecimentos lhe são necessários. Mas não é um conhecimento, em seu todo, necessário para aquele que quer aprender a ler criticamente e a escrever exitosamente.
GERALDI, João W. Linguagem e ensino: exercícios de militância e divulgação.
Campinas, SP: Mercado de Letras, ALB, 1996. p.71-72. Excerto adaptado.
Analise o que se afirma a seguir, acerca de diversos aspectos gramaticais do Texto.
1) No trecho: “O conhecimento gramatical é, pois, um conhecimento necessário para aquele que se dedica ao estudo da língua e ao seu ensino”, o termo destacado tem valor conclusivo.
2) No trecho: “Ninguém precisa tornar-se especialista em tudo!”, a exclamação tem a função de marcar o tom categórico da afirmação feita.
3) No trecho: “fosse necessário saber como a força da água se transforma em energia [...]”, o termo destacado está grafado sem trema em cumprimento ao último Acordo Ortográfico. Antes do Acordo, o trema era exigido para o termo.
4) No trecho: “Mas não é um conhecimento, em seu todo, necessário para aquele que quer aprender a ler criticamente e a escrever exitosamente”, o segmento destacado poderia ser substituído por “necessário àquele”. Neste caso, a crase seria obrigatória.
Estão corretas:
 

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546051 Ano: 2010
Disciplina: Medicina
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFRPE
Provas:
Paciente de 34 anos, sem comorbidades prévias, procura serviço médico com queixa de febre + tosse com expectoração amarelada há 4 dias, e dispneia há 24h. Ao exame: EG decaído, algo agitado, dispneico +2/+4, febril. FR=30ipm, SatO2=89% em ar ambiente. FC=130bpm. PA=70x50mmHg. MV reduzido, com crepitantes difusos em todo hemitórax direito.
Dentre as alternativas abaixo, assinale o esquema antibiótico por via endovenosa mais adequado para o caso.
 

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546039 Ano: 2010
Disciplina: Medicina
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFRPE
Provas:
Paciente do sexo masculino, 73 anos, vem trazido por familiares para avaliação. Os mesmos informam que, no último ano, o mesmo vem evoluindo com perda de memória progressiva e déficit de atenção. Notaram, também, que o mesmo vem apresentando uma “marcha” anormal. Nos últimos 06 meses, vem referindo urgência e incontinência urinárias. O diagnóstico mais provável neste caso seria:
 

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