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O tratamento do paciente portador de DAC baseia-se em cinco aspectos fundamentais: tratamento de doenças associadas que possam precipitar ou piorar a angina; controle dos fatores de risco; medidas não farmacológicas, sobretudo mudança no estilo de vida; terapia medicamentosa; e revascularização miocárdica, quando indicada, seja por técnica percutânea ou cirúrgica. Os medicamentos utilizados podem reduzir a morbimortalidade ou diminuir o episódio anginoso. Dos medicamentos abaixo relacionados, qual o que reduz a morbimortalidade sem interferir no episódio anginoso?
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Ocorre derrame pleural por exsudato em todas as condições abaixo, EXCETO em:
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Muitas drogas podem induzir o lúpus secundário a medicamentos. Dos medicamentos abaixo relacionados, qual está fortemente implicado com o lúpus induzido por drogas?
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São causas adquiridas de hiperbulirrubinemia direta ou conjugada por colestase intra-hepática:
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A respeito da doença hepática gordurosa não alcoólica, qual a alternativa incorreta?
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A leucemia aguda linfoblástica pode cursar com síndrome de lise tumoral. Qual das alterações abaixo relacionadas não é encontrada nessa síndrome?
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O fenômeno de Raynaud é uma alteração da coloração desencadeada pelo frio ou por contato com água fria, caracterizado por palidez, seguida de cianose e, posteriormente, por rubor, nessa sequência, embora nem sempre as três fases sejam detectáveis. Geralmente acomete os dedos das mãos, mas pode acometer também os dedos dos pés, o nariz e as orelhas. Em qual das patologias relacionadas abaixo a penetração do fenômeno ocorre em 100% dos pacientes?
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Qual o achado laboratorial encontrado no hipotireoidismo?
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Entre os temas ensinados aos jovens brasileiros no ensino básico, estão, por exemplo, a fase inicial da colonização, a resistência dos quilombos à escravidão e a Inconfidência Mineira. Nessas aulas, porém, os alunos ouvem falar pouco ou nada da ativista de ascendência indígena Madalena Caramuru, que viveu no século XVI, da guerreira quilombola Dandara ou da inconfidente Hipólita Jacinta de Melo.
Na literatura, estudam romances de José de Alencar e de outros autores do Romantismo, mas não são informados da existência de Maria Firmina dos Reis, autora de “Úrsula”, um dos primeiros romances de autoria feminina do Brasil, primeiro de autoria negra e primeiro escrito ficcional de cunho abolicionista. Outras, como Anita Garibaldi, são mencionadas, mas quase sempre à sombra de seus companheiros homens.
O apagamento de brasileiras responsáveis por contribuições importantes se repete em diversas áreas de atuação. Em uma tentativa de reparar esse desconhecimento, o livro “Extraordinárias mulheres que revolucionaram o Brasil”, lançado pela Companhia das Letras na última semana de novembro, reúne a trajetória de 44 mulheres, com ilustração inédita de cada uma delas.
[...] Outras obras que têm o propósito de resgatar a biografia de mulheres cuja contribuição histórica é pouco difundida, ou mesmo desconhecida, foram publicadas em vários países. O contexto é a reivindicação de representatividade que tem sido pautada por feministas e profissionais das artes, da ciência, da tecnologia, entre outros campos.
“Extraordinárias Mulheres” é o primeiro dessa onda que se propõe a compilar os dados biográficos e os feitos de mulheres nascidas no Brasil ou “abrasileiradas” – que adotaram o país para viver, como é o caso da arquiteta Lina Bo Bardi e da missionária e ativista Dorothy Stang.
O projeto das jornalistas Duda Porto de Souza e Aryane Cararo é fruto de dois anos de pesquisa – um mergulho na vida de quase 300 mulheres, a partir das quais as autoras chegaram às 44 que estão no livro. Consultaram arquivos de jornais, livros, documentos e realizaram entrevistas.
Apesar da vocação educativa explícita, seu público-alvo transcende uma faixa etária específica, segundo as autoras.
“Espero que seja um passo inicial. Que sirva de inspiração para crianças, jovens e adultos irem atrás de outras brasileiras brilhantes. E que a gente possa contar uma história um pouco mais igualitária, justa, dando nomes e rostos a quem fez o país chegar até aqui”, disse Aryane Cararo.
“Que a gente possa contar a história de Anita, a mulher que enfrentou tropas imperiais no Brasil e lutou pela unificação da Itália. E não a Anita do Garibaldi. De Dandara, a mulher que não queria fechar o quilombo para novos escravos fugitivos, e não a mulher de Zumbi. De Dinalva, que quase ficou invisível na história da luta armada no Brasil na época da ditadura. De Marinalva, que está fazendo história agorinha mesmo”, complementa a autora.
O livro também conta com uma extensa linha do tempo que mostra conquistas de direitos obtidas pelas mulheres do século XVI até o presente, e traz informações que esclarecem como era ser mulher em determinadas épocas.
Disponível em: https://www.nexojornal.com.br/expresso/2017/11/24/O-livro-que-conta-a-história-do-Brasil-pela-trajetória-de-mulheres-extraordinárias. Acesso em 03/05/18. Adaptado.
Considerando diversos aspectos formais da nossa gramática, analise as proposições
1) Assim como em “extraordinárias”, também se grafam com “x” as palavras: “extender” e “explêndido”.
2) Assim como em “extraordiárias”, também devem receber acento gráfico as palavras “peremptório” e “moratória”.
3) No trecho: “O contexto é a reivindicação de representatividade que tem sido pautada por feministas e profissionais das artes, da ciência, da tecnologia, entre outros campos.”, as vírgulas são facultativas, já que são marcas estilísticas.
4) O termo “público-alvo” exemplifica casos em que o adjetivo (“alvo”) não se flexiona no plural. Assim, o plural desse termo é “públicos-alvo”.
Estão corretas:
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Paciente é atendida em Pronto Atendimento com quadro de anemia severa, e seu hemograma revela esquizócitos. Qual das patologias abaixo não deve entrar no diagnóstico diferencial?
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