Foram encontradas 64 questões.
Cinco equipes, X, Y, Z, W e T, participam de um torneio e cada equipe jogou uma vez com as demais. O sistema de pontos é: 3 pontos para uma vitória, 1 ponto para empate e 0 para uma perda.
Abaixo, estão os pontos totais ganhos por cada uma das equipes, exceto a Y:
| Equipe | Número de pontos |
| X | 2 |
| Y | ? |
| Z | 8 |
| W | 5 |
| T | 1 |
Quantos pontos ganhou a equipe Y?
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Sobre uma mesa estão três caixas e três objetos (uma caneta, um lápis e uma borracha), cada um em uma caixa diferente. Uma caixa é amarela, outra rosa e a terceira verde.
Sabe-se que:
- A caixa rosa está à direita da caixa amarela;
- A caneta está à esquerda da borracha;
- A caixa verde está à direita do lápis;
- A borracha está à direita da caixa verde.
Em qual caixa está a borracha?
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Um grupo de amigos acabou de comer uma torta. Para o pagamento, se cada um der R$ 12,00, faltarão R$ 5,00 para pagar a torta e, se cada um der R$ 15,00, sobrarão R$ 10,00.
Qual era o preço da torta?
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Considere os números naturais cujo primeiro dígito à esquerda representa a quantidade de algarismos desse número. Por exemplo, 51.234 é um desses números, pois 5 é quantidade de seus algarismos.
Quantos números desse tipo existem?
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A agência Nova/sb mapeou o comportamento dos internautas brasileiros nas redes sociais. O estudo, que mostra um raio-x da intolerância na web, virou um dossiê que será entregue a autoridades, formadores de opinião e lideranças.
No total, foram analisadas 393.284 menções feitas por internautas de todo o país no Facebook, Twitter e Instagram e também em páginas de blogs e comentários de sites da internet. A varredura encontrou dez tipos principais de intolerâncias, identificadas pelo uso de expressões como “cabelo ruim”, “retardado mental”, “boiola”, “mal comida”, “golpista”, “velho” e “nega”.
As palavras revelam intransigências relacionadas a aparência, classes sociais, deficiências, homofobia, misoginia, idade, raça, religião e xenofobia. A conclusão, entretanto, é que a maior intolerância no Brasil é a política, com quase 220 mil menções, mais de quatro vezes superior à misoginia, que aparece em segundo lugar.
Disponível em: https://portal.comunique-se.com.br/agencia-faz-raio-x-da-
intolerancia-nas-redes-sociais-do-brasil. Acesso em 11/09/2019.
Assim como “xenofobia”, também se grafam com x palavras como:
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A agência Nova/sb mapeou o comportamento dos internautas brasileiros nas redes sociais. O estudo, que mostra um raio-x da intolerância na web, virou um dossiê que será entregue a autoridades, formadores de opinião e lideranças.
No total, foram analisadas 393.284 menções feitas por internautas de todo o país no Facebook, Twitter e Instagram e também em páginas de blogs e comentários de sites da internet. A varredura encontrou dez tipos principais de intolerâncias, identificadas pelo uso de expressões como “cabelo ruim”, “retardado mental”, “boiola”, “mal comida”, “golpista”, “velho” e “nega”.
As palavras revelam intransigências relacionadas a aparência, classes sociais, deficiências, homofobia, misoginia, idade, raça, religião e xenofobia. A conclusão, entretanto, é que a maior intolerância no Brasil é a política, com quase 220 mil menções, mais de quatro vezes superior à misoginia, que aparece em segundo lugar.
Disponível em: https://portal.comunique-se.com.br/agencia-faz-raio-x-da-
intolerancia-nas-redes-sociais-do-brasil. Acesso em 11/09/2019.
Um possível título para o Texto 2, que sintetiza sua proposta temática, é:
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A agência Nova/sb mapeou o comportamento dos internautas brasileiros nas redes sociais. O estudo, que mostra um raio-x da intolerância na web, virou um dossiê que será entregue a autoridades, formadores de opinião e lideranças.
No total, foram analisadas 393.284 menções feitas por internautas de todo o país no Facebook, Twitter e Instagram e também em páginas de blogs e comentários de sites da internet. A varredura encontrou dez tipos principais de intolerâncias, identificadas pelo uso de expressões como “cabelo ruim”, “retardado mental”, “boiola”, “mal comida”, “golpista”, “velho” e “nega”.
As palavras revelam intransigências relacionadas a aparência, classes sociais, deficiências, homofobia, misoginia, idade, raça, religião e xenofobia. A conclusão, entretanto, é que a maior intolerância no Brasil é a política, com quase 220 mil menções, mais de quatro vezes superior à misoginia, que aparece em segundo lugar.
Disponível em: https://portal.comunique-se.com.br/agencia-faz-raio-x-da-
intolerancia-nas-redes-sociais-do-brasil. Acesso em 11/09/2019.
Assinale a alternativa em que o emprego do sinal indicativo de crase está correto.
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A agência Nova/sb mapeou o comportamento dos internautas brasileiros nas redes sociais. O estudo, que mostra um raio-x da intolerância na web, virou um dossiê que será entregue a autoridades, formadores de opinião e lideranças.
No total, foram analisadas 393.284 menções feitas por internautas de todo o país no Facebook, Twitter e Instagram e também em páginas de blogs e comentários de sites da internet. A varredura encontrou dez tipos principais de intolerâncias, identificadas pelo uso de expressões como “cabelo ruim”, “retardado mental”, “boiola”, “mal comida”, “golpista”, “velho” e “nega”.
As palavras revelam intransigências relacionadas a aparência, classes sociais, deficiências, homofobia, misoginia, idade, raça, religião e xenofobia. A conclusão, entretanto, é que a maior intolerância no Brasil é a política, com quase 220 mil menções, mais de quatro vezes superior à misoginia, que aparece em segundo lugar.
Disponível em: https://portal.comunique-se.com.br/agencia-faz-raio-x-da-
intolerancia-nas-redes-sociais-do-brasil. Acesso em 11/09/2019.
Assinale a alternativa em que as regras de concordância estão de acordo com a norma-padrão da língua.
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Vivemos em um país e um mundo marcado pela diversidade, pelo pluralismo de etnias, povos, identidades, subjetividades e representações. O diverso é algo que compõe a condição humana e está intrinsecamente ligado à ideia de humanidade, que só existe e só é possível na diversidade. A diversidade pode ser entendida a partir de diferentes formas, sendo mais comumente relacionada às noções de variedade, pluralidade e diferença.
O problema central e fundamental da diversidade gira em torno da forma pela qual lidamos com ela, ou seja, com o diferente, com o outro. A cultura brasileira, apesar de ter construído historicamente mitos sobre o modo como lidamos com a diferença, é marcada por um sentimento de intolerância em relação ao outro. Não é incomum escutarmos notícias de agressões e mortes que acontecem com as pessoas mais vulneráveis dessa sociedade, o que desconstrói qualquer concepção mitológica sobre o modo como nos relacionamos com a diferença.
Numa época marcada por intercâmbios culturais e o encurtamento de distâncias geográficas, a diversidade passa a fazer cada vez mais parte do nosso cotidiano. No entanto, o medo do contato com o outro (diferente) pode fazer aflorar o fundamentalismo cultural, fazendo com que a intolerância seja elevada a princípio e dispositivo de determinada relação social.
Há décadas se fala, no plano jurídico tanto nacional quanto internacional, sobre o direito à diversidade, ou mesmo da produção de políticas públicas com o respeito à diversidade. Nessa perspectiva, pensar em um direito à diversidade hoje em dia implica em concebê-lo a partir de uma intervenção cultural, no plano do simbólico e da representação. Desse modo, os direitos à diversidade, bem como as políticas de diversidade, devem ser pensados com fulcro na transformação sociocultural e nas potencialidades que uma convivência harmônica, com respeito à diversidade, pode trazer não para um ou outro, mas para o conjunto da sociedade.
O contato com as culturas diferentes é algo necessário, oportuno e importante para qualquer pessoa/grupo social, tendo em vista que nenhuma cultura é (e também nunca será) completa. Assim, o contato com outras culturas permite compreender melhor o contexto sociocultural em que as pessoas estão inseridas, como também conhecer diferentes formas de expressão cultural. É o contato que gera a empatia e trocas de experiências e visões de mundo, alimentando o respeito e a compreensão do outro diferente.
Pensar a diversidade como direito implica em transcender os limites da tolerância e construir relações sociais que se pautem no respeito ao outro e na compreensão de que o diverso é fundamental, necessário e contingente. Trata-se de uma causa mais que necessária em um mundo onde o preconceito e a intolerância crescem todos os dias, e inclusive ganham projeção na esfera política, o que pode resultar em significativos retrocessos sociais.
A diversidade, entendida como direito e trabalhada no plano da cultura, tem a potencialidade de desenvolver sociedades mais compreensivas e menos xenófobas, abrindo espaço para o crescimento e aprimoramento cultural coletivo e o aprofundamento da experiência democrática.
Thiago Burckhart. Disponível em: http://www.justificando.com/2015/09/28/o-direito-a-
diversidade-e-uma-resposta-a-intolerancia. Acesso em 11/09/2019. Adaptado.
Analise o emprego da forma verbal destacada no trecho: “Pensar a diversidade como direito implica em transcender os limites da tolerância [...].”
Considerando as normas de regência, é correto afirmar que:
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Vivemos em um país e um mundo marcado pela diversidade, pelo pluralismo de etnias, povos, identidades, subjetividades e representações. O diverso é algo que compõe a condição humana e está intrinsecamente ligado à ideia de humanidade, que só existe e só é possível na diversidade. A diversidade pode ser entendida a partir de diferentes formas, sendo mais comumente relacionada às noções de variedade, pluralidade e diferença.
O problema central e fundamental da diversidade gira em torno da forma pela qual lidamos com ela, ou seja, com o diferente, com o outro. A cultura brasileira, apesar de ter construído historicamente mitos sobre o modo como lidamos com a diferença, é marcada por um sentimento de intolerância em relação ao outro. Não é incomum escutarmos notícias de agressões e mortes que acontecem com as pessoas mais vulneráveis dessa sociedade, o que desconstrói qualquer concepção mitológica sobre o modo como nos relacionamos com a diferença.
Numa época marcada por intercâmbios culturais e o encurtamento de distâncias geográficas, a diversidade passa a fazer cada vez mais parte do nosso cotidiano. No entanto, o medo do contato com o outro (diferente) pode fazer aflorar o fundamentalismo cultural, fazendo com que a intolerância seja elevada a princípio e dispositivo de determinada relação social.
Há décadas se fala, no plano jurídico tanto nacional quanto internacional, sobre o direito à diversidade, ou mesmo da produção de políticas públicas com o respeito à diversidade. Nessa perspectiva, pensar em um direito à diversidade hoje em dia implica em concebê-lo a partir de uma intervenção cultural, no plano do simbólico e da representação. Desse modo, os direitos à diversidade, bem como as políticas de diversidade, devem ser pensados com fulcro na transformação sociocultural e nas potencialidades que uma convivência harmônica, com respeito à diversidade, pode trazer não para um ou outro, mas para o conjunto da sociedade.
O contato com as culturas diferentes é algo necessário, oportuno e importante para qualquer pessoa/grupo social, tendo em vista que nenhuma cultura é (e também nunca será) completa. Assim, o contato com outras culturas permite compreender melhor o contexto sociocultural em que as pessoas estão inseridas, como também conhecer diferentes formas de expressão cultural. É o contato que gera a empatia e trocas de experiências e visões de mundo, alimentando o respeito e a compreensão do outro diferente.
Pensar a diversidade como direito implica em transcender os limites da tolerância e construir relações sociais que se pautem no respeito ao outro e na compreensão de que o diverso é fundamental, necessário e contingente. Trata-se de uma causa mais que necessária em um mundo onde o preconceito e a intolerância crescem todos os dias, e inclusive ganham projeção na esfera política, o que pode resultar em significativos retrocessos sociais.
A diversidade, entendida como direito e trabalhada no plano da cultura, tem a potencialidade de desenvolver sociedades mais compreensivas e menos xenófobas, abrindo espaço para o crescimento e aprimoramento cultural coletivo e o aprofundamento da experiência democrática.
Thiago Burckhart. Disponível em: http://www.justificando.com/2015/09/28/o-direito-a-
diversidade-e-uma-resposta-a-intolerancia. Acesso em 11/09/2019. Adaptado.
Releia o parágrafo do Texto 1: “Numa época marcada por intercâmbios culturais e o encurtamento de distâncias geográficas, a diversidade passa a fazer cada vez mais parte do nosso cotidiano. No entanto, o medo do contato com o outro (diferente) pode fazer aflorar o fundamentalismo cultural [...]”.
A expressão destacada equivale, semanticamente, a:
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