Foram encontradas 64 questões.
O aspecto microscópico de um nódulo no testículo direito de um bovino evidenciou a presença de células grandes, arredondadas, de citoplasma discretamente acidofílico, intenso pleomorfismo, infiltrado linfocitário multifocal e moderado a elevado índice mitótico. Esses achados são indicativos de qual neoplasia?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Vírus de várias famílias conseguem invadir e se multiplicar no SNC, causando enfermidades neurológicas agudas e crônicas e, por esta razão, são chamados de neurotrópicos. Algumas doenças virais têm outros órgãos que não o sistema nervoso como sede principal, mas causam lesões neurológicas importantes. Outras podem ser pansistêmicas e atingir o SNC. Os vírus alcelaphine herpesvirus (AIHV-1) e o ovine herpesvirus (OvHV-2) são exemplos de microrganismos que causam lesões microscópicas como vasculite e degeneração fibrinoide em artéria de médio e pequeno calibres, em múltiplos órgãos, incluindo o SNC, onde essas estão na rete mirabile carotídea. Qual das doenças a seguir se enquadra na descrição histológica?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Qual o diagnóstico macroscópico da lesão hepática caracterizada por áreas focais bem demarcadas, pálidas ou amareladas, de forma geométrica, localizadas próximas às bordas do fígado ou em qualquer local do órgão onde existam ligamentos de tecido conjuntivo ou aderências fibrosas?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Bovino recém-nascido veio a óbito, e o exame necrológico revelou anomalias distintas no coração (Tetralogia de Fallot), caracterizadas por dextroposição da aorta, defeito do septo ventricular, estenose da artéria pulmonar e hipertrofia ventricular direita secundária. A direção do fluxo sanguíneo e a intensidade clínica dos sintomas na Tetralogia de Fallot são determinadas basicamente por:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Nas diversas formas de cistites crônicas, uma caracteriza-se pelo espessamento da mucosa, com presença de pólipos constituídos por tecido conjuntivo fibroso e revestidos por epitélio, e pela infiltração de células inflamatórias. Com base nessa descrição microscópica, é correto afirmar que se trata da:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Considerando o Regime Disciplinar previsto na Lei nº 8112/1990, é correto afirmar que:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
As células do epitélio tubular renal, principalmente as dos túbulos proximais, são mais suscetíveis à isquemia e às nefrotoxinas, e consequentemente sofrem destruição celular. Este dano pode acarretar oligúria e anúria, devido à ativação de mecanismos como a vasoconstrição da arteríola aferente, pela ativação do sistema renina-angiotensina, por debris no lúmen tubular, com bloqueio do fluxo urinário e a passagem do filtrado para o interstício com colapso dos túbulos renais. Qual o diagnóstico do processo degenerativo?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Na classificação das neoplasias das células Beta das ilhotas pancreáticas, a microscopia é constituída de células epiteliais pequenas, cúbicas ou colunares e bem diferenciadas, e com citoplasma finamente granular. Numerosos septos fibrosos e capilares dividem as células em pequenos lóbulos, conferindo ao tumor o padrão neuroendócrino característico.
Esses achados são característicos de qual neoplasia?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O acúmulo de exsudato no lúmen bronquial associado ao enfraquecimento da parede desenvolve que tipo de alteração bronquial?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Sozinhos na multidão: a solidão na era das redes sociais
Solidão. Essa parece ser uma palavra recorrente e uma constante no comportamento das pessoas no século XXI, o século em que o ser humano nunca esteve, teoricamente, mais conectado aos seus semelhantes em toda a sua história, através do mundo digital da Web e das redes sociais.
Por mais estranho que possa parecer, ao mesmo tempo em que a Internet abriu um mundo novo e revolucionou praticamente todas as formas conhecidas de relacionamento entre pessoas, comunidades e países, as pessoas nunca estiveram mais solitárias, e nunca foram registradas tantas ocorrências de doenças psíquicas, como os diversos transtornos de ansiedade, comportamentos compulsivos originados de quadros de carência afetiva aguda e fratura narcísica, além do impressionante aumento de queixas de depressão, nos mais diversos níveis.
Todos estão conectados, linkados e interligados aos outros através das redes sociais como Facebook, Google+ e outras muitas plataformas existentes com a mesma finalidade (teoricamente): aproximar pessoas. Entretanto, nunca estivemos tão distantes da conexão real entre as pessoas, seja afetiva ou socialmente. As pessoas hoje preferem passar mais tempo conectadas através do computador, tablet, celular ou qualquer outro dispositivo, móvel ou não, do que se encontrar fisicamente para poderem interagir no mundo real.
Pode-se ter uma medida disso ao se observar comportamentos de famílias em restaurantes, grupos de adolescentes no shopping, amigos/amigas/colegas de trabalho almoçando juntos. Chega a ser impressionante o tempo dedicado por todos aos seus dispositivos eletrônicos para envio de mensagens ou e-mails, acompanhar as atualizações feitas pelos seus respectivos “amigos” e conhecidos nas diversas redes sociais, ao invés de dedicar o mesmo tempo para tentar desenvolver algum tipo de interação ou de conexão afetiva real. No caso dos grupos de adolescentes esse fenômeno chega a ser mais impressionante (ou diria, talvez, mais preocupante).
As crianças, ao invés de se relacionarem e brincarem umas com as outras, passam a interagir umas com as outras através de seus tablets e smartphones (dados por pais que não param para avaliar se os filhos já têm idade para serem expostos ao mundo digital desta forma), mandando mensagens (ao invés de conversarem ao vivo e a cores) entre si, jogando online. Com os adolescentes, a cena não é muito diferente: numa mesma mesa pode-se ver a interação sendo feita através de smartphones e tablets, com o envio de mensagens de um para o outro (ao invés de tentar simplesmente conversar), ou através das atualizações de suas respectivas atividades no “Face” (diminutivo de Facebook, porque dá muito trabalho falar Facebook, segundo esses adolescentes, cuja marca registrada é um imenso e constante cansaço).
A este panorama, de pessoas altamente conectadas com tudo e todos à sua volta e, por si só, bastante para desencadear a ansiedade e o aparecimento de neuroses diversas nessa sociedade global do século XXI, adicione-se o surgimento de uma sociedade em que nunca se viu um contingente tão grande de solitários e de laços afetivos tão fluidos e instáveis, a era do chamado “amor líquido”. Uma era em que é mais fácil deletar do que tentar resolver obstáculos e conflitos dentro dos relacionamentos, em que todos estão ligados a todo mundo, mas poucos conseguem estabelecer relações estáveis e saudáveis, seja do ponto de vista afetivo ou sexual.
Isso me leva a concluir que, neste novo mundo de relações digitais e fluidas, está se criando uma nova geração, na qual os relacionamentos virtuais – diferentes dos relacionamentos reais, pesados, lentos e confusos – são muito mais fáceis de entrar e sair; eles parecem inteligentes e limpos, fáceis de usar, compreender e manusear. Quando o interesse acaba, ou a situação chega a determinado ponto que exige pelo menos elaboração, sempre se pode apertar a tecla “delete”. Não sem consequências psíquicas ou com tanta leveza quanto aparenta, já que a modernidade não chega com essa velocidade ao psiquismo.
O que vemos é cada vez mais casos de pacientes com discursos fragmentados, ocorrências de dissociação de personalidade (um resultado nítido das alter personalidades tão usuais no mundo digital), quadros de carência afetiva aguda e comportamentos compulsivos diversos (muito provavelmente originados pelo abandono dos pais pós-modernos), além de transtornos de ansiedade e depressão, nos mais diversos níveis. Vivemos em um mundo onde as pessoas não só estão mais sozinhas, como estão deprimidas, ansiosas (todas buscando aceitação, acolhimento, conexões afetivas e amor), compulsivas e, paradoxalmente, conectadas com o mundo. Ou seja, ao contrário do ditado, não basta estar sozinho, mas sozinho, apesar de acompanhado.
Marcelo Bernstein. Disponível em: http://desacato.info/sozinhos-na-multidao-a-solidao-na-era-das-redes-sociais.
Acesso em 16/04/2019. Adaptado.
No parágrafo, lemos: “Todos estão conectados, linkados e interligados aos outros através das redes sociais como Facebook, Google+ e outras muitas plataformas existentes com a mesma finalidade (teoricamente): aproximar pessoas. Entretanto, nunca estivemos tão distantes da conexão real entre as pessoas”. Com o termo destacado, o autor pretendeu:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container