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No título do livro da imagem acima, de acordo com a
norma padrão da Língua Portuguesa, há um ERRO:


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A JESUS CRISTO NOSSO SENHOR
Pequei, Senhor; mas não porque hei pecado,
Da vossa alta clemência me despido;
Porque, quanto mais tenho delinquido,
Vos tenho a perdoar mais empenhado.
Se basta a vos irar tanto pecado,
A abrandar-nos sobeja um só gemido:
Que a mesma culpa, que vos há ofendido,
Vos tem para o perdão lisonjeado.
Se uma ovelha perdida, e já cobrada
Glória tal, e prazer tão repentino
vos deu, como afirmais na Sacra História:
Eu sou, Senhor, a ovelha desgarrada,
Cobrai-a; e não queirais, Pastor divino,
Perder na vossa ovelha a vossa glória.
(Gregório de Matos Guerra)
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A JESUS CRISTO NOSSO SENHOR
Pequei, Senhor; mas não porque hei pecado,
Da vossa alta clemência me despido;
Porque, quanto mais tenho delinquido,
Vos tenho a perdoar mais empenhado.
Se basta a vos irar tanto pecado,
A abrandar-nos sobeja um só gemido:
Que a mesma culpa, que vos há ofendido,
Vos tem para o perdão lisonjeado.
Se uma ovelha perdida, e já cobrada
Glória tal, e prazer tão repentino
vos deu, como afirmais na Sacra História:
Eu sou, Senhor, a ovelha desgarrada,
Cobrai-a; e não queirais, Pastor divino,
Perder na vossa ovelha a vossa glória.
(Gregório de Matos Guerra)
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A JESUS CRISTO NOSSO SENHOR
Pequei, Senhor; mas não porque hei pecado,
Da vossa alta clemência me despido;
Porque, quanto mais tenho delinquido,
Vos tenho a perdoar mais empenhado.
Se basta a vos irar tanto pecado,
A abrandar-nos sobeja um só gemido:
Que a mesma culpa, que vos há ofendido,
Vos tem para o perdão lisonjeado.
Se uma ovelha perdida, e já cobrada
Glória tal, e prazer tão repentino
vos deu, como afirmais na Sacra História:
Eu sou, Senhor, a ovelha desgarrada,
Cobrai-a; e não queirais, Pastor divino,
Perder na vossa ovelha a vossa glória.
(Gregório de Matos Guerra)
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MUNDO ESTÁ FALHANDO NA PROTEÇÃO E NA
RESTAURAÇÃO DE FLORESTAS, APONTA RELATÓRIO
DA REDE WWF
outubro, 24 2023
Instituição estabelece plano de ação para colocar o
planeta de volta no caminho certo para reduzir o
desmatamento e a conversão e cumprir as metas globais
até 2030.
Por WWF-Brasil
Novos dados alarmantes de relatórios inéditos
mostram que o mundo não está no caminho certo para
proteger e restaurar as florestas até 2030 e o fracasso
em cumprir as metas florestais globais terá impactos
catastróficos para o nosso planeta. O relatório Forest
Pathways 2023, lançado nesta terça-feira (24) pelo WWF,
argumenta que se os líderes e as empresas mantiverem
as suas promessas de ação, ainda será possível inverter
esta tendência e garantir um futuro com florestas mais
prósperas que beneficiem a humanidade e o nosso
planeta.
Os dados da nova FDA (sigla em inglês para
Avaliação da Declaração Florestal) mostram que a
conversão e o desmatamento atingiram 6,6 milhões de
hectares em 2022, com a perda de floresta tropical
primária em 4,1 milhões de hectares. Uma porcentagem
alarmante de 96% do desmatamento global ocorre em
regiões tropicais. A Ásia Tropical é a única região que
está perto do caminho para atingir o desmatamento
bruto zero.
O WWF alerta que as florestas tropicais estão
começando a funcionar como fonte de carbono, e não
como sumidouro, sob as pressões de um clima cada vez
mais extremo, quente e seco. O desmatamento e a
degradação generalizadas e crescentes nas três maiores
bacias florestais tropicais do planeta – a Amazônia, o
Congo e o Sudeste Asiático – poderão provocar uma
catástrofe climática global.
Programa de áreas protegidas e restauração no
Brasil
O Programa de áreas protegidas (ARPA), uma
iniciativa entre governo federal, órgãos estaduais,
instituições privadas e sociedade civil, é destaque no
relatório como um sucesso em questão de preservação
de florestas. Entre os anos de 2008 e 2020, cerca de 264 mil hectares não foram desmatados, pois estavam em
áreas protegidas pelo Programa.
Já o Pacto Trinacional da Mata Atlântica é citado
como case de restauração. A iniciativa foi reconhecida
como uma das 10 bandeiras mundiais de restauração da
Década das Nações Unidas para a Restauração de
Ecossistemas em 2022. As mais de 390 instituições
envolvidas já alcançaram cerca de 1 milhão de hectares
em restauração, geraram 126 mil empregos, apoiaram
mais de 4.400 famílias e envolveram 7.500 crianças em
programas de educação ambiental.
A restauração é apontada no relatório como um
potencial a ser desenvolvido para o caminho do
desenvolvimento verde, gerando até 2,5 milhões de
empregos até 2030, se o Brasil implementar
efetivamente essa agenda.
Para Edegar de Oliveira, diretor de Conservação e
Restauração do WWF-Brasil, muito ainda precisa ser
feito, pois a floresta já está afetada especialmente pelo
desmatamento e pela degradação. “A floresta amazônica
já vem dando sinais de declínio em algumas áreas, como
por exemplo no sul e no sudeste do bioma. Algumas
áreas já não absorvem carbono como antes, não por
acaso essas localidades são mais quentes, desmatadas e
com a floresta mais degradada. É urgente pararmos o
desmatamento e investirmos em restauração de áreas,
do contrário a seca que vemos agora, pode ser mais
recorrente nos próximos anos”, alerta Oliveira.
Alerta global
[...]
Os relatórios surgem antes da Cúpula das Três Bacias
(que será realizada no Congo entre os dias 26 e 28 de
outubro), que representa uma oportunidade importante
para os governos apresentarem uma agenda robusta e
orientada para a ação que demonstre responsabilidade e
transparência, no prazo necessário para enfrentar a
urgência na escala necessária. Isso inclui aumentar e
canalizar o financiamento de uma forma transparente e
equitativa para florestas tropicais de elevada integridade,
e para que os governos e as empresas voltem ao bom
caminho, cumpram os seus compromissos públicos de
travar a perda de florestas, proteger, gerir e restaurar de
forma sustentável as florestas, de forma a começar a
fazer um progresso anual contínuo e significativo em
direção às metas florestais globais.
Fonte: Disponível em
“O relatório Forest Pathways 2023, lançado nesta terça-feira (24) pelo WWF, argumenta que se os líderes e as empresas mantiverem as suas promessas de ação, ainda será possível inverter esta tendência e garantir um futuro com florestas mais prósperas que beneficiem a humanidade e o nosso planeta.”
A parte destacada no texto possui relação subordinativa adjetiva explicativa com a oração principal do trecho. A mesma relação existe na sentença destacada em:
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MUNDO ESTÁ FALHANDO NA PROTEÇÃO E NA
RESTAURAÇÃO DE FLORESTAS, APONTA RELATÓRIO
DA REDE WWF
outubro, 24 2023
Instituição estabelece plano de ação para colocar o
planeta de volta no caminho certo para reduzir o
desmatamento e a conversão e cumprir as metas globais
até 2030.
Por WWF-Brasil
Novos dados alarmantes de relatórios inéditos
mostram que o mundo não está no caminho certo para
proteger e restaurar as florestas até 2030 e o fracasso
em cumprir as metas florestais globais terá impactos
catastróficos para o nosso planeta. O relatório Forest
Pathways 2023, lançado nesta terça-feira (24) pelo WWF,
argumenta que se os líderes e as empresas mantiverem
as suas promessas de ação, ainda será possível inverter
esta tendência e garantir um futuro com florestas mais
prósperas que beneficiem a humanidade e o nosso
planeta.
Os dados da nova FDA (sigla em inglês para
Avaliação da Declaração Florestal) mostram que a
conversão e o desmatamento atingiram 6,6 milhões de
hectares em 2022, com a perda de floresta tropical
primária em 4,1 milhões de hectares. Uma porcentagem
alarmante de 96% do desmatamento global ocorre em
regiões tropicais. A Ásia Tropical é a única região que
está perto do caminho para atingir o desmatamento
bruto zero.
O WWF alerta que as florestas tropicais estão
começando a funcionar como fonte de carbono, e não
como sumidouro, sob as pressões de um clima cada vez
mais extremo, quente e seco. O desmatamento e a
degradação generalizadas e crescentes nas três maiores
bacias florestais tropicais do planeta – a Amazônia, o
Congo e o Sudeste Asiático – poderão provocar uma
catástrofe climática global.
Programa de áreas protegidas e restauração no
Brasil
O Programa de áreas protegidas (ARPA), uma
iniciativa entre governo federal, órgãos estaduais,
instituições privadas e sociedade civil, é destaque no
relatório como um sucesso em questão de preservação
de florestas. Entre os anos de 2008 e 2020, cerca de 264 mil hectares não foram desmatados, pois estavam em
áreas protegidas pelo Programa.
Já o Pacto Trinacional da Mata Atlântica é citado
como case de restauração. A iniciativa foi reconhecida
como uma das 10 bandeiras mundiais de restauração da
Década das Nações Unidas para a Restauração de
Ecossistemas em 2022. As mais de 390 instituições
envolvidas já alcançaram cerca de 1 milhão de hectares
em restauração, geraram 126 mil empregos, apoiaram
mais de 4.400 famílias e envolveram 7.500 crianças em
programas de educação ambiental.
A restauração é apontada no relatório como um
potencial a ser desenvolvido para o caminho do
desenvolvimento verde, gerando até 2,5 milhões de
empregos até 2030, se o Brasil implementar
efetivamente essa agenda.
Para Edegar de Oliveira, diretor de Conservação e
Restauração do WWF-Brasil, muito ainda precisa ser
feito, pois a floresta já está afetada especialmente pelo
desmatamento e pela degradação. “A floresta amazônica
já vem dando sinais de declínio em algumas áreas, como
por exemplo no sul e no sudeste do bioma. Algumas
áreas já não absorvem carbono como antes, não por
acaso essas localidades são mais quentes, desmatadas e
com a floresta mais degradada. É urgente pararmos o
desmatamento e investirmos em restauração de áreas,
do contrário a seca que vemos agora, pode ser mais
recorrente nos próximos anos”, alerta Oliveira.
Alerta global
[...]
Os relatórios surgem antes da Cúpula das Três Bacias
(que será realizada no Congo entre os dias 26 e 28 de
outubro), que representa uma oportunidade importante
para os governos apresentarem uma agenda robusta e
orientada para a ação que demonstre responsabilidade e
transparência, no prazo necessário para enfrentar a
urgência na escala necessária. Isso inclui aumentar e
canalizar o financiamento de uma forma transparente e
equitativa para florestas tropicais de elevada integridade,
e para que os governos e as empresas voltem ao bom
caminho, cumpram os seus compromissos públicos de
travar a perda de florestas, proteger, gerir e restaurar de
forma sustentável as florestas, de forma a começar a
fazer um progresso anual contínuo e significativo em
direção às metas florestais globais.
Fonte: Disponível em
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MUNDO ESTÁ FALHANDO NA PROTEÇÃO E NA
RESTAURAÇÃO DE FLORESTAS, APONTA RELATÓRIO
DA REDE WWF
outubro, 24 2023
Instituição estabelece plano de ação para colocar o
planeta de volta no caminho certo para reduzir o
desmatamento e a conversão e cumprir as metas globais
até 2030.
Por WWF-Brasil
Novos dados alarmantes de relatórios inéditos
mostram que o mundo não está no caminho certo para
proteger e restaurar as florestas até 2030 e o fracasso
em cumprir as metas florestais globais terá impactos
catastróficos para o nosso planeta. O relatório Forest
Pathways 2023, lançado nesta terça-feira (24) pelo WWF,
argumenta que se os líderes e as empresas mantiverem
as suas promessas de ação, ainda será possível inverter
esta tendência e garantir um futuro com florestas mais
prósperas que beneficiem a humanidade e o nosso
planeta.
Os dados da nova FDA (sigla em inglês para
Avaliação da Declaração Florestal) mostram que a
conversão e o desmatamento atingiram 6,6 milhões de
hectares em 2022, com a perda de floresta tropical
primária em 4,1 milhões de hectares. Uma porcentagem
alarmante de 96% do desmatamento global ocorre em
regiões tropicais. A Ásia Tropical é a única região que
está perto do caminho para atingir o desmatamento
bruto zero.
O WWF alerta que as florestas tropicais estão
começando a funcionar como fonte de carbono, e não
como sumidouro, sob as pressões de um clima cada vez
mais extremo, quente e seco. O desmatamento e a
degradação generalizadas e crescentes nas três maiores
bacias florestais tropicais do planeta – a Amazônia, o
Congo e o Sudeste Asiático – poderão provocar uma
catástrofe climática global.
Programa de áreas protegidas e restauração no
Brasil
O Programa de áreas protegidas (ARPA), uma
iniciativa entre governo federal, órgãos estaduais,
instituições privadas e sociedade civil, é destaque no
relatório como um sucesso em questão de preservação
de florestas. Entre os anos de 2008 e 2020, cerca de 264 mil hectares não foram desmatados, pois estavam em
áreas protegidas pelo Programa.
Já o Pacto Trinacional da Mata Atlântica é citado
como case de restauração. A iniciativa foi reconhecida
como uma das 10 bandeiras mundiais de restauração da
Década das Nações Unidas para a Restauração de
Ecossistemas em 2022. As mais de 390 instituições
envolvidas já alcançaram cerca de 1 milhão de hectares
em restauração, geraram 126 mil empregos, apoiaram
mais de 4.400 famílias e envolveram 7.500 crianças em
programas de educação ambiental.
A restauração é apontada no relatório como um
potencial a ser desenvolvido para o caminho do
desenvolvimento verde, gerando até 2,5 milhões de
empregos até 2030, se o Brasil implementar
efetivamente essa agenda.
Para Edegar de Oliveira, diretor de Conservação e
Restauração do WWF-Brasil, muito ainda precisa ser
feito, pois a floresta já está afetada especialmente pelo
desmatamento e pela degradação. “A floresta amazônica
já vem dando sinais de declínio em algumas áreas, como
por exemplo no sul e no sudeste do bioma. Algumas
áreas já não absorvem carbono como antes, não por
acaso essas localidades são mais quentes, desmatadas e
com a floresta mais degradada. É urgente pararmos o
desmatamento e investirmos em restauração de áreas,
do contrário a seca que vemos agora, pode ser mais
recorrente nos próximos anos”, alerta Oliveira.
Alerta global
[...]
Os relatórios surgem antes da Cúpula das Três Bacias
(que será realizada no Congo entre os dias 26 e 28 de
outubro), que representa uma oportunidade importante
para os governos apresentarem uma agenda robusta e
orientada para a ação que demonstre responsabilidade e
transparência, no prazo necessário para enfrentar a
urgência na escala necessária. Isso inclui aumentar e
canalizar o financiamento de uma forma transparente e
equitativa para florestas tropicais de elevada integridade,
e para que os governos e as empresas voltem ao bom
caminho, cumpram os seus compromissos públicos de
travar a perda de florestas, proteger, gerir e restaurar de
forma sustentável as florestas, de forma a começar a
fazer um progresso anual contínuo e significativo em
direção às metas florestais globais.
Fonte: Disponível em
Atente-se ao seguinte trecho:
“O desmatamento e a degradação generalizadas e crescentes nas três maiores bacias florestais tropicais do planeta – a Amazônia, o Congo e o Sudeste Asiático – poderão provocar uma catástrofe climática global”.
A palavra destacada e sublinhada é de qual classe de palavras?
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DA REDE WWF
outubro, 24 2023
Instituição estabelece plano de ação para colocar o
planeta de volta no caminho certo para reduzir o
desmatamento e a conversão e cumprir as metas globais
até 2030.
Por WWF-Brasil
Novos dados alarmantes de relatórios inéditos
mostram que o mundo não está no caminho certo para
proteger e restaurar as florestas até 2030 e o fracasso
em cumprir as metas florestais globais terá impactos
catastróficos para o nosso planeta. O relatório Forest
Pathways 2023, lançado nesta terça-feira (24) pelo WWF,
argumenta que se os líderes e as empresas mantiverem
as suas promessas de ação, ainda será possível inverter
esta tendência e garantir um futuro com florestas mais
prósperas que beneficiem a humanidade e o nosso
planeta.
Os dados da nova FDA (sigla em inglês para
Avaliação da Declaração Florestal) mostram que a
conversão e o desmatamento atingiram 6,6 milhões de
hectares em 2022, com a perda de floresta tropical
primária em 4,1 milhões de hectares. Uma porcentagem
alarmante de 96% do desmatamento global ocorre em
regiões tropicais. A Ásia Tropical é a única região que
está perto do caminho para atingir o desmatamento
bruto zero.
O WWF alerta que as florestas tropicais estão
começando a funcionar como fonte de carbono, e não
como sumidouro, sob as pressões de um clima cada vez
mais extremo, quente e seco. O desmatamento e a
degradação generalizadas e crescentes nas três maiores
bacias florestais tropicais do planeta – a Amazônia, o
Congo e o Sudeste Asiático – poderão provocar uma
catástrofe climática global.
Programa de áreas protegidas e restauração no
Brasil
O Programa de áreas protegidas (ARPA), uma
iniciativa entre governo federal, órgãos estaduais,
instituições privadas e sociedade civil, é destaque no
relatório como um sucesso em questão de preservação
de florestas. Entre os anos de 2008 e 2020, cerca de 264 mil hectares não foram desmatados, pois estavam em
áreas protegidas pelo Programa.
Já o Pacto Trinacional da Mata Atlântica é citado
como case de restauração. A iniciativa foi reconhecida
como uma das 10 bandeiras mundiais de restauração da
Década das Nações Unidas para a Restauração de
Ecossistemas em 2022. As mais de 390 instituições
envolvidas já alcançaram cerca de 1 milhão de hectares
em restauração, geraram 126 mil empregos, apoiaram
mais de 4.400 famílias e envolveram 7.500 crianças em
programas de educação ambiental.
A restauração é apontada no relatório como um
potencial a ser desenvolvido para o caminho do
desenvolvimento verde, gerando até 2,5 milhões de
empregos até 2030, se o Brasil implementar
efetivamente essa agenda.
Para Edegar de Oliveira, diretor de Conservação e
Restauração do WWF-Brasil, muito ainda precisa ser
feito, pois a floresta já está afetada especialmente pelo
desmatamento e pela degradação. “A floresta amazônica
já vem dando sinais de declínio em algumas áreas, como
por exemplo no sul e no sudeste do bioma. Algumas
áreas já não absorvem carbono como antes, não por
acaso essas localidades são mais quentes, desmatadas e
com a floresta mais degradada. É urgente pararmos o
desmatamento e investirmos em restauração de áreas,
do contrário a seca que vemos agora, pode ser mais
recorrente nos próximos anos”, alerta Oliveira.
Alerta global
[...]
Os relatórios surgem antes da Cúpula das Três Bacias
(que será realizada no Congo entre os dias 26 e 28 de
outubro), que representa uma oportunidade importante
para os governos apresentarem uma agenda robusta e
orientada para a ação que demonstre responsabilidade e
transparência, no prazo necessário para enfrentar a
urgência na escala necessária. Isso inclui aumentar e
canalizar o financiamento de uma forma transparente e
equitativa para florestas tropicais de elevada integridade,
e para que os governos e as empresas voltem ao bom
caminho, cumpram os seus compromissos públicos de
travar a perda de florestas, proteger, gerir e restaurar de
forma sustentável as florestas, de forma a começar a
fazer um progresso anual contínuo e significativo em
direção às metas florestais globais.
Fonte: Disponível em
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Considerando o Sistema Nacional de Transplantes, no
que concerne à doação de órgãos para estrangeiros,
julgue os itens abaixo:
I. Não é permitida a doação de órgãos a estrangeiros.
II. A realização de qualquer procedimento de transplante no território nacional, em potencial receptor estrangeiro não residente no país, apenas ocorrerá a partir de doador vivo que daquele seja cônjuge ou parente consanguíneo até o quarto grau, em linha reta ou colateral.
III. A eventual realização de transplantes de órgãos, tecidos, células ou partes do corpo humano em receptores estrangeiros não residentes no território nacional, por meio de financiamento com recursos do Sistema Único de Saúde (SUS), apenas poderá ocorrer mediante prévia existência de acordos internacionais em base de reciprocidade.
IV. A retirada de tecidos, órgãos e partes do corpo vivo será precedida da comprovação de comunicação ao Ministério Público.
Assinale a alternativa que indica os itens que estão de acordo com a legislação:
I. Não é permitida a doação de órgãos a estrangeiros.
II. A realização de qualquer procedimento de transplante no território nacional, em potencial receptor estrangeiro não residente no país, apenas ocorrerá a partir de doador vivo que daquele seja cônjuge ou parente consanguíneo até o quarto grau, em linha reta ou colateral.
III. A eventual realização de transplantes de órgãos, tecidos, células ou partes do corpo humano em receptores estrangeiros não residentes no território nacional, por meio de financiamento com recursos do Sistema Único de Saúde (SUS), apenas poderá ocorrer mediante prévia existência de acordos internacionais em base de reciprocidade.
IV. A retirada de tecidos, órgãos e partes do corpo vivo será precedida da comprovação de comunicação ao Ministério Público.
Assinale a alternativa que indica os itens que estão de acordo com a legislação:
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De acordo com o artigo 2º, da Lei nº 13.809/2018 – Lei
Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), no que
compete aos Municípios, a disciplina da proteção de
dados pessoais tem como fundamentos, EXCETO:
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