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Foram encontradas 50 questões.

2496727 Ano: 2014
Disciplina: Geografia
Banca: UFS
Orgão: UFS
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Os reservatórios de acumulação são bastante utilizados no Brasil, em regiões com baixa disponibilidade hídrica e grande variabilidade temporal de precipitação. Sobre os esses reservatórios, é correto afirmar:
 

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2496416 Ano: 2014
Disciplina: Geografia
Banca: UFS
Orgão: UFS
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Período de retorno é uma medida do tempo médio esperado entre dois eventos de cheia que ultrapassam um certo valor, geralmente associado à capacidade dos vertedores de um açude, canal ou rio, sem que a vazão de pico provoque inundações indesejadas. Para a operação e estudo das cheias, é importante se conhecer o hidrograma de entrada e o hidrograma de saída do açude. O hidrograma de cheia é uma representação de
 

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2495647 Ano: 2014
Disciplina: Geografia
Banca: UFS
Orgão: UFS
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Os levantamentos topográficos e batimétricos são recursos auxiliares na operação das estações fluviométricas, além de serem utilizados no levantamento da topografia do fundo de reservatórios. Tendo como base essas informações, considere as seguintes afirmativas:
I Há a indicação que as réguas linimétricas sejam niveladas antes da realização das medições, principalmente quando as medições de nível de água forem realizadas em conjunto com as medições de vazão.
II Uma das desvantagens do uso de ecobatímetros na batimetria é que o registro dos dados não é realizado de forma contínua no tempo.
III Quando a embarcação estiver em movimento, o ecobatímetro não pode ser utilizado para a realização da batimetria do fundo de reservatórios.
IV A medição a vau ou com o uso de um ecobatímetro são procedimentos que podem ser adotados para a realização da batimetria da seção transversal de um curso de água.
Estão corretas as afirmativas:
 

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Na primeira linha do sétimo parágrafo, o uso dos dois pontos introduz uma
 

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2495143 Ano: 2014
Disciplina: Geografia
Banca: UFS
Orgão: UFS
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Galeria de águas pluviais de um sistema de drenagem é dimensionada utilizando-se a equação racional, isto é, Q = k.C.i.a, em que Q é a vazão, C é o coeficiente de runoff, i é a intensidade de chuva, a é a área de drenagem, e k é um coeficiente para fornecer Q em m3/s com valores de i em mm/h e a em ha. C é um adimensional. O valor de k nessa equação é
 

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Considere o período a seguir.
Estima-se que mais de 30 milhões de pessoas deixaram a linha de pobreza, com o aumento de renda e acesso a crédito e a bens de consumo.
Sobre os termos sublinhados, é correto afirmar que,
 

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2494713 Ano: 2014
Disciplina: Geografia
Banca: UFS
Orgão: UFS
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A evaporação e a evapotranspiração ocorrem quando a água líquida é convertida para vapor de água e assim transferida para a atmosfera.
Sobre os métodos utilizados para a determinação da evaporação e evapotranspiração, é correto afirmar:
 

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O que a nova classe média pensa sobre sustentabilidade
Bruno Calixto
Na última década, uma parcela da população brasileira experimentou uma forte mudança social. Estima-se que mais de 30 milhões de pessoas deixaram a linha da pobreza, com aumento de renda e acesso a crédito e a bens de consumo. Esse grupo, que está sendo chamado de nova classe média, é um dos principais alvos das políticas sociais do governo federal. Mas, por ser um grupo grande e heterogêneo, sabe-se pouco sobre o que pensa de temas importantes, como a questão ambiental. O que a nova classe média pensa sobre sustentabilidade?
A pesquisadora Izabelle Vieira, da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), tenta responder a essa pergunta. A ideia é entender como essa parcela da população, que vive a festejada conquista de poder consumir mais, encara o discurso de sustentabilidade, que diz que o consumo deve ser controlado.
"O objetivo é conhecer as práticas reais e entender como esse grupo percebe as questões de consumo sustentável", diz Izabelle.
A dificuldade começa na definição do grupo a ser estudado. O conceito de nova classe média é novo, cunhado pelo economista Marcelo Neri, atual presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Mas não há consenso sobre isso entre a comunidade acadêmica. Para muitos pesquisadores, não é possível ainda dizer que surgiu uma nova classe no Brasil. Para fazer a pesquisa, Izabelle considerou como "nova classe média" o grupo social que estava na base da pirâmide e experimentou grande incremento de renda na última década, com aumento do salário mínimo, emprego e acesso ao crédito. São famílias que hoje possuem renda mensal entre R$ 1.000 e R$ 5.000 e que vivem nas periferias das grandes cidades.
O estudo ainda não está completo, mas os resultados iniciais mostram que o consumo sustentável não é prioridade para essas famílias, e que as questões ambientais são percebidas como distantes da realidade, mais associadas à ideia de proteção de florestas e rios e não com o dia a dia das grandes cidades. "Sustentabilidade não é um termo que costuma ser utilizado", diz Izabelle.
Isso não quer dizer que o assunto seja completamente ignorado. As pessoas enfatizam os problemas da comunidade, especialmente a questão do lixo. Além disso, as famílias da nova classe média mostram alguns comportamentos considerados sustentáveis, como economizar água e apagar as luzes ao sair dos quartos. Mas a motivação não é ambiental, é econômica. "Apagar a luz ou evitar o desperdício de água significa dinheiro no final do mês. Pode significar sair uma vez a mais para jantar no mês".
A pesquisadora ressalta que o objetivo do estudo não é defender a sustentabilidade nem criticar as famílias da nova classe média. "Não adianta simplesmente culpar o consumidor desse grupo por não adotar essas práticas. O consumo sustentável esbarra em questões materiais básicas e até diferenças filosóficas."
As questões materiais são evidentes: a população que vive nas periferias das grandes cidades brasileiras precisa lidar, diariamente, com a ausência de serviços básicos. Se falta coleta de lixo e saneamento, como esperar serviços como a coleta seletiva e a reciclagem? As famílias da nova classe média dificilmente conseguem seguir o que organizações ambientais definem como parâmetros para o consumo sustentável.
Com poder aquisitivo limitado, essas famílias não conseguem comprar produtos orgânicos ou certificados, que são mais caros que outros produtos. Também não têm acesso a informações como as condições de fabricação de um determinado produto ou a relação de empresas com a comunidade, e o preço costuma ser o fator mais importante na hora da compra.
Além das questões materiais, há diferenças filosóficas, especialmente na ideia de justiça social. As famílias se comparam com classes econômicas mais ricas e questionam que, justamente agora que elas têm acesso a bens de consumo, se fale em consumir menos em prol do planeta. Muitos interpretam que a ideia de limitar o consumo acaba punindo a nova classe média, já que só agora esse grupo tem condições de ter um carro e bens de consumo.
Um dos resultados desse pensamento é que a nova classe média não se vê como o sujeito, como os autores do comportamento sustentável. Diferentemente do que prega o movimento ambiental, que defende que cada pessoa pode agir para melhorar o mundo, a nova classe média, segundo a pesquisa, parece acreditar que quem deve agir são os governos, as empresas e as ONGs. Também há dificuldade em saber o que cada um pode fazer. "Não está claro para as pessoas o que elas podem fazer pelo meio ambiente", diz Izabelle.
Disponível em: <http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/blog-do-planeta/noticia/
2013/11/o-que-bnova-classe-mediab-pensa-sobre>. Acesso em: 03 mar. 2014. [Adaptado]
De acordo com o texto, a nova classe média é representada por
 

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2494547 Ano: 2014
Disciplina: Geografia
Banca: UFS
Orgão: UFS
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Para a realização da análise de DBO de uma amostra de esgoto sanitário, o laboratorista adicionou 10 mL desta amostra a uma garrafa de DBO cujo volume total era de 300 mL e completou o volume restante da garrafa com água de diluição. A amostra de esgoto assim diluída apresentou uma concentração de oxigênio dissolvido (OD) igual a 8 mg/L, no início do teste, e igual a 4 mg/L após 5 dias de incubação. A amostra que continha apenas a água de diluição apresentou as mesmas concentrações de OD no início do teste e após 5 dias de incubação. A DBO do esgoto sanitário analisado é
 

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2493969 Ano: 2014
Disciplina: Geografia
Banca: UFS
Orgão: UFS
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A figura abaixo ilustra uma bacia hidrográfica, mostrando a posição de três estações pluviométricas.
Enunciado 3050518-1
Caso tenham sido observadas, num determinado dia, as precipitações, P1 = 25 mm, P2 = 47 mm e P3 = 71 mm, a estimativa da precipitação média pelo método de Thiessen nesse dia é aproximadamente igual a
 

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