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Com relação aos aparelhos de medição de nível de água, precipitação e vazão, é correto afirmar:
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Isso não quer dizer que o assunto seja completamente ignorado. As pessoas enfatizam os problemas da comunidade, especialmente a questão do lixo. Além disso, as famílias da nova classe média mostram alguns comportamentos considerados sustentáveis, como economizar água e apagar as luzes ao sair dos quartos.
A expressão “ao sair dos quartos” tem valor
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Sobre as amostras para a análise de qualidade da água, é correto afirmar:
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Dois pluviômetros automáticos foram instalados conjuntamente com um pluviômetro convencional numa estação pluviométrica, a fim de verificar a confiabilidade de medida dos pluviômetros automáticos. Num dia chuvoso, o pluviômetro convencional registrou uma altura pluviométrica diária igual a 63 mm e os pluviômetros automáticos registraram alturas precipitadas em intervalos horários. A tabela abaixo fornece os valores medidos p elos dois pluviômetros.
| t (h) | P1 (mm) | P2 (mm) | t (h) | P1 (mm) | P2 (mm) |
| 1 | 0 | 0 | 13 | 0 | 0 |
| 2 | 0 | 0 | 14 | 10 | 15 |
| 3 | 0 | 0 | 15 | 15 | 20 |
| 4 | 0 | 0 | 16 | 5 | 0 |
| 5 | 7 | 10 | 17 | 0 | 0 |
| 6 | 3 | 5 | 18 | 0 | 0 |
| 7 | 2 | 4 | 19 | 0 | 0 |
| 8 | 0 | 0 | 20 | 0 | 0 |
| 9 | 0 | 0 | 21 | 0 | 0 |
| 10 | 0 | 0 | 22 | 0 | 0 |
| 11 | 0 | 0 | 23 | 4 | 5 |
| 12 | 0 | 0 | 24 | 3 | 4 |
Dessa verificação, conclui-se que
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A manutenção de equipamentos hidrométricos pode ser entendida como um conjunto de cuidados técnicos que visem o funcionamento regular dos equipamentos, diminuindo assim a frequência de reparos. Com relação à manutenção desses equipamentos, é correto afirmar:
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O semiárido brasileiro ocupa mais de 57% da região Nordeste do Brasil. Com relação ao semiárido, é correto afirmar:
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O monitoramento da qualidade das águas é realizado através de parâmetros físicos, químicos e biológicos. Sobre a coleta de amostras de água e os parâmetros para avaliação de sua qualidade é correto afirmar:
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Sensoriamento remoto é uma técnica indicada para o controle de cheias e riscos de inundação. Sua utilização apropriada permite, principalmente,
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O que a nova classe média pensa sobre sustentabilidade
Bruno Calixto
Na última década, uma parcela da população brasileira experimentou uma forte mudança social. Estima-se que mais de 30 milhões de pessoas deixaram a linha da pobreza, com aumento de renda e acesso a crédito e a bens de consumo. Esse grupo, que está sendo chamado de nova classe média, é um dos principais alvos das políticas sociais do governo federal. Mas, por ser um grupo grande e heterogêneo, sabe-se pouco sobre o que pensa de temas importantes, como a questão ambiental. O que a nova classe média pensa sobre sustentabilidade?
A pesquisadora Izabelle Vieira, da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), tenta responder a essa pergunta. A ideia é entender como essa parcela da população, que vive a festejada conquista de poder consumir mais, encara o discurso de sustentabilidade, que diz que o consumo deve ser controlado.
"O objetivo é conhecer as práticas reais e entender como esse grupo percebe as questões de consumo sustentável", diz Izabelle.
A dificuldade começa na definição do grupo a ser estudado. O conceito de nova classe média é novo, cunhado pelo economista Marcelo Neri, atual presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Mas não há consenso sobre isso entre a comunidade acadêmica. Para muitos pesquisadores, não é possível ainda dizer que surgiu uma nova classe no Brasil. Para fazer a pesquisa, Izabelle considerou como "nova classe média" o grupo social que estava na base da pirâmide e experimentou grande incremento de renda na última década, com aumento do salário mínimo, emprego e acesso ao crédito. São famílias que hoje possuem renda mensal entre R$ 1.000 e R$ 5.000 e que vivem nas periferias das grandes cidades.
O estudo ainda não está completo, mas os resultados iniciais mostram que o consumo sustentável não é prioridade para essas famílias, e que as questões ambientais são percebidas como distantes da realidade, mais associadas à ideia de proteção de florestas e rios e não com o dia a dia das grandes cidades. "Sustentabilidade não é um termo que costuma ser utilizado", diz Izabelle.
Isso não quer dizer que o assunto seja completamente ignorado. As pessoas enfatizam os problemas da comunidade, especialmente a questão do lixo. Além disso, as famílias da nova classe média mostram alguns comportamentos considerados sustentáveis, como economizar água e apagar as luzes ao sair dos quartos. Mas a motivação não é ambiental, é econômica. "Apagar a luz ou evitar o desperdício de água significa dinheiro no final do mês. Pode significar sair uma vez a mais para jantar no mês".
A pesquisadora ressalta que o objetivo do estudo não é defender a sustentabilidade nem criticar as famílias da nova classe média. "Não adianta simplesmente culpar o consumidor desse grupo por não adotar essas práticas. O consumo sustentável esbarra em questões materiais básicas e até diferenças filosóficas."
As questões materiais são evidentes: a população que vive nas periferias das grandes cidades brasileiras precisa lidar, diariamente, com a ausência de serviços básicos. Se falta coleta de lixo e saneamento, como esperar serviços como a coleta seletiva e a reciclagem? As famílias da nova classe média dificilmente conseguem seguir o que organizações ambientais definem como parâmetros para o consumo sustentável.
Com poder aquisitivo limitado, essas famílias não conseguem comprar produtos orgânicos ou certificados, que são mais caros que outros produtos. Também não têm acesso a informações como as condições de fabricação de um determinado produto ou a relação de empresas com a comunidade, e o preço costuma ser o fator mais importante na hora da compra.
Além das questões materiais, há diferenças filosóficas, especialmente na ideia de justiça social. As famílias se comparam com classes econômicas mais ricas e questionam que, justamente agora que elas têm acesso a bens de consumo, se fale em consumir menos em prol do planeta. Muitos interpretam que a ideia de limitar o consumo acaba punindo a nova classe média, já que só agora esse grupo tem condições de ter um carro e bens de consumo.
Um dos resultados desse pensamento é que a nova classe média não se vê como o sujeito, como os autores do comportamento sustentável. Diferentemente do que prega o movimento ambiental, que defende que cada pessoa pode agir para melhorar o mundo, a nova classe média, segundo a pesquisa, parece acreditar que quem deve agir são os governos, as empresas e as ONGs. Também há dificuldade em saber o que cada um pode fazer. "Não está claro para as pessoas o que elas podem fazer pelo meio ambiente", diz Izabelle.
Disponível em: <http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/blog-do-planeta/noticia/
2013/11/o-que-bnova-classe-mediab-pensa-sobre>. Acesso em: 03 mar. 2014. [Adaptado]
O principal objetivo da pesquisa de Izabelle Vieira é
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A precipitação média anual em uma bacia hidrográfica com área de 2000 Km2 é igual a 800 mm.
Vazões observadas no exutório da bacia permitem estimar a vazão média anual igual a 20 m3/s.
Com essas informações, pode-se avaliar a evapotranspiração real anual na bacia como sendo aproximadamente, igual a
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