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As expressões “madeira peluda" ou “madeira felpuda” referem-se à madeira com pelos nas bordas, também conhecida como “miolo” ou “bica”.
Com relação a esse tipo de madeira, é correto afirmar:
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O marceneiro tem uma superfície envernizada com verniz base solvente e, na renovação do móvel, deseja aplicar um solvente à base de água. Esse procedimento
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Com base nas tábuas cortadas na tora da figura abaixo, considere as afirmativas, a seguir, referentes à orientação do corte no desdobro de toras para retirada de peças destinadas à fabricação de móveis e esquadrias.

| I | Peças com faces tangenciais apresentam menor contração em espessura, porém maior na largura. |
| II | Peças com faces tangenciais apresentam anéis de crescimento visíveis e maior porcentagem de faces com desenhos parabólicos, angulares ou elípticos, sendo mais preferidas pelo mercado. |
| III | O desdobro que gera peças radiais produz tábuas com menor contração no sentido da largura e menor movimentação quando em serviço. |
| IV | Peças radiais são mais suscetíveis ao encanoamento e ao fendilhamento na superfície e nas extremidades. |
Estão corretas
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Considerando as diferentes finalidades das ferramentas de uso comum no dia a dia da marcenaria, é correto afirmar:
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Um marceneiro consulta um técnico em móveis e esquadrias para saber se pode aplicar seladora em madeira destinada a uso externo. O técnico deve orientá-lo a
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O funcionário de uma marcenaria constatou a presença de uma camada de pó de madeira (parecida com arei
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Com relação às técnicas de lixamento da madeira em diferentes trabalhos, analise as afirmativas abaixo:
| I | O número pelo qual a lixa é identificada indica a sua granulometria. Quanto mais grossa for a grana, menor é o número da lixa. Em trabalhos com madeira geralmente se usam lixas de grana 36 a 400. |
| II | O marceneiro deve ficar atento à sequência de uso de cada número de lixa. A grana seguinte não pode exceder mais que 50% da grana usada anteriormente. Se o trabalho foi iniciado usando grana 80, a próxima lixa deverá ter grana, no máximo, 50% maior que 80, isto é, 120. Essa é condição adequada para o grão mais fino remover o risco deixado pelo grão mais grosso. |
| III | Para madeira maciça, a lixa menos indicada é a de óxido de alumínio zirconado. Deve-se utilizar os mesmos costados e granas indicados para aglomerado e compensado. |
| IV | Antes da aplicação de lacas, a superfície deve ser preparada com a sequência: lixas 120, 180 e 220. Quanto mais fina a lixa, melhor é o acabamento, pois os poros da madeira ficam mais fechados. |
Estão corretas as afirmativas
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Considere um bloco de madeira com as dimensões de 10,0 cm de espessura x 20,0 cm de largura e 4,00 m de comprimento. Em relação à cubagem de madeira maciça, é correto afirmar que 2/3 do volume desse bloco correspondem a
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O que a nova classe média pensa sobre sustentabilidade
Bruno Calixto
Na última década, uma parcela da população brasileira experimentou uma forte mudança social. Estima-se que mais de 30 milhões de pessoas deixaram a linha da pobreza, com aumento de renda e acesso a crédito e a bens de consumo. Esse grupo, que está sendo chamado de nova classe média, é um dos principais alvos das políticas sociais do governo federal. Mas, por ser um grupo grande e heterogêneo, sabe-se pouco sobre o que pensa de temas importantes, como a questão ambiental. O que a nova classe média pensa sobre sustentabilidade?
A pesquisadora Izabelle Vieira, da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), tenta responder a essa pergunta. A ideia é entender como essa parcela da população, que vive a festejada conquista de poder consumir mais, encara o discurso de sustentabilidade, que diz que o consumo deve ser controlado.
"O objetivo é conhecer as práticas reais e entender como esse grupo percebe as questões de consumo sustentável", diz Izabelle.
A dificuldade começa na definição do grupo a ser estudado. O conceito de nova classe média é novo, cunhado pelo economista Marcelo Neri, atual presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Mas não há consenso sobre isso entre a comunidade acadêmica. Para muitos pesquisadores, não é possível ainda dizer que surgiu uma nova classe no Brasil. Para fazer a pesquisa, Izabelle considerou como "nova classe média" o grupo social que estava na base da pirâmide e experimentou grande incremento de renda na última década, com aumento do salário mínimo, emprego e acesso ao crédito. São famílias que hoje possuem renda mensal entre R$ 1.000 e R$ 5.000 e que vivem nas periferias das grandes cidades.
O estudo ainda não está completo, mas os resultados iniciais mostram que o consumo sustentável não é prioridade para essas famílias, e que as questões ambientais são percebidas como distantes da realidade, mais associadas à ideia de proteção de florestas e rios e não com o dia a dia das grandes cidades. "Sustentabilidade não é um termo que costuma ser utilizado", diz Izabelle.
Isso não quer dizer que o assunto seja completamente ignorado. As pessoas enfatizam os problemas da comunidade, especialmente a questão do lixo. Além disso, as famílias da nova classe média mostram alguns comportamentos considerados sustentáveis, como economizar água e apagar as luzes ao sair dos quartos. Mas a motivação não é ambiental, é econômica. "Apagar a luz ou evitar o desperdício de água significa dinheiro no final do mês. Pode significar sair uma vez a mais para jantar no mês".
A pesquisadora ressalta que o objetivo do estudo não é defender a sustentabilidade nem criticar as famílias da nova classe média. "Não adianta simplesmente culpar o consumidor desse grupo por não adotar essas práticas. O consumo sustentável esbarra em questões materiais básicas e até diferenças filosóficas."
As questões materiais são evidentes: a população que vive nas periferias das grandes cidades brasileiras precisa lidar, diariamente, com a ausência de serviços básicos. Se falta coleta de lixo e saneamento, como esperar serviços como a coleta seletiva e a reciclagem? As famílias da nova classe média dificilmente conseguem seguir o que organizações ambientais definem como parâmetros para o consumo sustentável.
Com poder aquisitivo limitado, essas famílias não conseguem comprar produtos orgânicos ou certificados, que são mais caros que outros produtos. Também não têm acesso a informações como as condições de fabricação de um determinado produto ou a relação de empresas com a comunidade, e o preço costuma ser o fator mais importante na hora da compra.
Além das questões materiais, há diferenças filosóficas, especialmente na ideia de justiça social. As famílias se comparam com classes econômicas mais ricas e questionam que, justamente agora que elas têm acesso a bens de consumo, se fale em consumir menos em prol do planeta. Muitos interpretam que a ideia de limitar o consumo acaba punindo a nova classe média, já que só agora esse grupo tem condições de ter um carro e bens de consumo.
Um dos resultados desse pensamento é que a nova classe média não se vê como o sujeito, como os autores do comportamento sustentável. Diferentemente do que prega o movimento ambiental, que defende que cada pessoa pode agir para melhorar o mundo, a nova classe média, segundo a pesquisa, parece acreditar que quem deve agir são os governos, as empresas e as ONGs. Também há dificuldade em saber o que cada um pode fazer. "Não está claro para as pessoas o que elas podem fazer pelo meio ambiente", diz Izabelle.
Disponível em: <http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/blog-do-planeta/noticia/
2013/11/o-que-bnova-classe-mediab-pensa-sobre>. Acesso em: 03 mar. 2014. [Adaptado]
O principal objetivo da pesquisa de Izabelle Vieira é
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O primeiro passo para se obter uma boa pintura ou envernizamento da madeira é o lixamento. Ele influencia diretamente no resultado final do móvel ou objeto de madeira. Se não for feito um lixamento adequado, com certeza, o acabamento ficará muito aquém da qualidade que o comprador final espera. Em relação à etapa de lixamento da madeira, considere as seguintes afirmativas:
| I | Deve-se lixar sempre no sentido contrário (perpendicular) aos veios da madeira para não provocar ranhuras na superfície. |
| II | No lixamento, sempre devem ser utilizadas lixas com granulometrias finas e com aumento gradativo das granas (ou grãos), ou seja, se a madeira foi lixada com uma grana P220, após o selador ou verniz, deve-se continuar o lixamento com uma P400 ou até P600. |
| III | Lixamento de acabamento é um processo que consiste em lixar levemente sobre a superfície já envernizada ou pintada, a fim de retirar seu brilho para permitir a perfeita aderência da próxima demão. |
| IV | Lixa para madeira é usada (seca) somente em madeira, mas a lixa para ferro pode ser usada (seca) quando a madeira apresenta metais incorporados à sua superfície, tais como pregos, garras ou prendedores especiais. |
Estão corretas
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